Publicidade
AGROECOLOGIA

Copel inaugura duas hortas para beneficiar 20 famílias em Ponta Grossa

Copel inaugura duas hortas para beneficiar 20 famílias em Ponta Grossa

A Copel inaugurou duas hortas comunitárias em Ponta Grossa, beneficiando 20 famílias com o cultivo de hortaliças sem agrotóxicos em áreas sob linhas de energia.

A Copel inaugurou dia 25 de maio duas hortas do programa Cultivar Energia no município de Ponta Grossa. Desde 2013, o programa permite o cultivo de hortaliças sem o uso de agrotóxicos embaixo de linhas de energia da empresa. Estruturadas em parceria com a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, as hortas Santa Mônica 1 e Santa Mônica 2 beneficiam diretamente 20 famílias. Os nomes dos dois espaços fazem referência ao bairro onde estão localizados.  

O programa Cultivar Energia permite o aproveitamento de áreas ociosas, além de prevenir ocupações irregulares e de risco, revitalizar o espaço urbano, estimular a segurança alimentar, gerar  renda para as comunidades envolvidas e possibilitar a integração social. O programa tem o potencial de transformar vidas e isso pode ser visto por quem visita a Horta Santa Mônica 1. Nela existe uma placa discreta em meio às plantas onde está escrito “Minha horta, minha motivação”. A frase aparentemente simples esconde uma história de “superação”.  

A própria autora, a dona de casa Marcia Maria Nunes Gonçalves define o programa desse jeito. “Eu precisava ocupar a mente. Decidi trabalhar com a terra”, diz ela, que destina parte das hortaliças cultivadas para a Pastoral da Criança, onde também é voluntária. “O Cultivar Energia traz grandes repercussões positivas”, avalia o gerente executivo de Operação de Campo Centro-Sul da Copel, Rodrigo Marcacine Resende. “A comunidade pode utilizar os espaços embaixo das redes e levar o fruto de seu trabalho para a mesa, além de aumentar a renda. Aliado a isso, os espaços ficam limpos e organizados”, acrescenta.  

Durante a estruturação dos espaços, os participantes são instruídos sobre as questões de segurança por parte das equipes da Copel. Na rotina de manejo, algumas normas devem ser seguidas, como, por exemplo, não permanecer na área em dias chuvosos, não usar fios metálicos nos canteiros e manter o cultivo com plantas de, no máximo, dois metros de altura. “Estamos dando espaço para pessoas que sabem o que, onde e quando fazer. Isso, juntamente com o apoio técnico do município e do Cultivar Energia, da Copel. Agradeço muito a empresa e a Secretaria de Agricultura, com seus técnicos incansáveis em fazer as coisas acontecerem”, diz a prefeita de Ponta Grossa, Elizabeth Schmidt. De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Ponta Grossa, Izaltino Cordeiro dos Santos, o programa é fundamental para oferecer produtos limpos e saudáveis à população, além de outros motivos. “Existe ainda um importante aspecto socioambiental, que é a conscientização das famílias para o cuidado com seus espaços e com o ambiente em que estão inseridas”, destaca. A secretaria conta com dois engenheiros agrônomos envolvidos na construção e na orientação técnica, além de três colaboradores que auxiliam nos trabalhos de campo. “É uma equipe bem direcionada e preparada para dar continuidade ao desenvolvimento das hortas comunitárias”, afirma. “Agradecemos à Copel pela gentileza e parceria ao ceder esses espaços”, conclui.  

Atualmente, o programa Cultivar Energia tem 57 hortas em todo o Paraná, em 12 municípios: Almirante Tamandaré, Apucarana, Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Londrina, Maringá, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Siqueira Campos e Umuarama. Nessas localidades, 790 famílias são diretamente beneficiadas. Da parte da Copel, estiveram presentes na cerimônia de inauguração os facilitadores regionais do Cultivar Energia, Fabio Rodrigo Costa e Rodrigo da Silva Rodrigues; o analista comercial de negócios da Unidade de Relacionamento com Poder Público de Ponta Grossa, Thiago Mierzva; a técnica de segurança do trabalho, Sueli Tkaczyk Ribeiro; o gerente executivo de Segurança do Trabalho, Helio Macedo; e o gerente executivo de Operação de Campo Centro-Sul, Rodrigo Marcacine Resende. 

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Usina da Copel gera 3MWp inicialmente

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) iniciou, em março, a operação das três unidades geradoras da Usina Solar Fotovoltaica Bandeirantes, construída no Norte do Paraná. Inicialmente a usina vai funcionar com 3 MWp (megawatt-pico). Mais três unidades serão energizadas ainda em 2021, totalizando 5,36 MWp de potência instalada, o suficiente para atender o consumo de energia de aproximadamente dez mil pessoas. O projeto é um novo modelo de negócios da Copel, que implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente, em contrapartida, assina um contrato de aluguel da usina. A energia gerada é usada para compensar o consumo, resultando em desconto na conta de luz. “Com este projeto, a Copel dá mais um passo firme rumo à energia do futuro: com fonte renovável, no modelo da geração distribuída, facilitando a vida do consumidor”, diz o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero. “A usina representa mais um importante investimento no interior do Paraná, contribuindo cominfraestrutura para o desenvolvimento do Estado”. O Complexo Solar de Bandeirantres é formado por 6.900 placas fotovoltaicas que ocupam uma área de 10,35 hectares. Cada placa é formada por células fotovoltaicas de silício policristalino. Essas células são interligadas em série e reagem com a incidência dos raios de sol, liberando elétrons que são transferidos para um circuito dentro da placa ou painel solar. A usina vai funcionar em regime de minigeração distribuída no modelo de autoconsumo remoto, oque significa que as unidades consumidoras devem ser de titularidade de uma mesma pessoa física ou jurídica, e estar dentro da mesma área de concessão da distribuidora. Os projetos foram implantados em parceria com a Sistechne Participações. "A entrada em operação da usina contribui para colocar nosso plano estratégico em prática. Estamos expandindo os negócios e pretendemos ampliar nossa atuação no mercado de geração distribuída de matriz fotovoltaica, especialmente nos modelos de minigeração”, afirma o diretor de desenvolvimento de negócios da Copel, Cassio Santana da Silva.

15 de março, 2021
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Campus da UFPR recebe usina

Financiada pelo Programa de Eficiência Energética (PEE/Aneel) da Copel, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) inaugurou recentemente uma usina solar fotovoltaica do campus Centro Politécnico em Curitiba (PR). A instalação é a maior do Brasil na modalidade estacionamento solar carport. Para o coordenador do Projeto de Eficiência Energética da UFPR, e superintendente da Funpar, professor João da Silva Dias, “ao todo são R$ 21 milhões investidos em PEE e P&D, nessa ação que abrange praticamente todos os prédios da universidade federal”. O superintendente disse ainda que a usina solar fotovoltaica passa a ser um laboratório a céu aberto, com alunos de graduação e pós-graduação e empresas produzindo pesquisa sobre eficiência energética. O projeto de eficiência energética da UFPR vai gerar 1,2 MW de energia, que junto a 56 mil lâmpadas LED que serão instaladas nos prédios da UFPR, irá contribuir para uma economia superior a R$ 2 milhões de reais por ano. “A Copel participou dessa chamada especial em 2016 e abraçou esse projeto de trazer a eficiência energética e os recursos distribuídos para o ensino superior público. A empresa participou dessa chamada prioritária de PEE e estratégica de P&D da Aneel com o maior número de projetos entre todas as concessionárias, uma iniciativa única”, afirmou o superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Julio Shigeaki Omori.

21 de dezembro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
SUSTENTABILIDADE
Nexa incentiva plantio sem agrotóxicos

Por meio do projeto Mãos que Germinam, a Nexa oferece orientação técnica agrícola com uma consultoria especializada para o melhor desempenho da plantação e capacitação dos agricultores. Em 2020, a companhia implementou o produto biológico denominado Tracer na horta comunitária da Associação Fazendinha, que produz verduras 100% sustentáveis, sem a utilização de agrotóxicos, no município de Três Marias (MG). A novidade possibilita a produção de alface no verão, já que existem diversas dificuldades de manter o plantio da verdura nos períodos mais quentes. “Entre os meses de setembro e março, é comum que apareça a doença ‘vira-cabeça’ nos pés de alface. Essas pragas perfuram os tecidos vegetais e sugam o conteúdo das células, impossibilitando o crescimento e desenvolvimento desta cultura”, comenta Nolberto Sampaio Neto, técnico agrícola. Segundo a Associação Fazendinha, alface é o vegetal mais procurado no mercado e na horta comunitária. “Com essa nova solução, os agricultores conseguiram aumentar em 40% a produção das estufas, totalizando mais de 1.300m2 de área plantada. Neste cenário de retomada da economia, o aumento produtivo da horta pode melhorar e incrementar a renda das famílias que participam do projeto”, afirma Ricardo Nader, Coordenador de Gestão Social da Nexa. Os agricultores da associação realizam a venda de legumes e folhosos para empresas e pessoas interessadas. A horta está localizada na Avenida Travessia, s/n, Bairro Parque Diadorim, no município mineiro.

1 de dezembro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Copel desenvolve usina no Paraná

A Copel e a Sistechne Participações concluíram as etapas de roçacem e cravação de estacas da usina solar fotovoltaicas que irão implantar no município de Bandeirantes (PR). As frentes iniciais da obra abrangem ainda a aquisição de equipamentos da estação solarimétrica, cabos, religadores e materiais de aterramento, além dos primeiros passos da construção da rede de distribuição que irá conectar o projeto à rede da Copel. Ao todo serão seis unidades de geração solar, com potência instalada de 5,36 MWp (MW pico), o suficiente para atender ao consumo de energia de aproximadamente dez mil consumidores. A usina solar fotovoltaica da Copel deve entrar em operação ainda em 2020 e irá trabalhar em regime de minigeração distribuída, onde a energia gerada é utilizada para compensar o consumo de energia elétrica. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, em abril, que a Copel adquirisse 49% em uma companhia que tivesse ativos de geração distribuída de energia solar. “A Copel tem como objetivo pesquisar e implantar negócios de geração que ampliem a matriz energética e sigam os preceitos de desenvolvimento sustentável que estão na missão da companhia”, afirma Cassio Silva, diretor geral de Desenvolvimento de Negócios da Copel. A companhia paranaense quer desenvolver projetos semelhantes, inicialmente para clientes comerciais e industriais. No modelo de negócio, a Copel implanta e opera as unidades de geração distribuída de energia, enquanto o cliente assina contrato de aluguel da usina, obtendo desconto na fatura de energia. Empresas interessadas em participar de um projeto de geração distribuída podem entrar em contato com a Copel pelo site www.copel.com/geracao

27 de julho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
FONTES RENOVÁVEIS
Micro-usina é inaugura em cooperativa no Pará

A micro-usina de energia solar fotovoltaica da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober) entrou em operação no município de Paragominas (PA). A capacidade inicial é de 75 KWp, potência que deve ser ampliada em breve. Ao todo foram investidos R$ 600 mil na micro-usina solar, recurso proveniente dos 23 cooperados. Criada em fevereiro deste ano, a Coober tem como objetivo estimular a geração de energia pelos próprios consumidores. O espaço físico da micro-usina reúne 288 placas fotovoltaicas, que possuem capacidade de produção média de 11.550 KW/H por mês. Toda energia será injetada no sistema da rede Celpa. O resultado será rateado entre os cooperados e descontado diretamente na conta de energia. Estima-se que metade do quadro social da Coober tenha a conta completamente zerada, dependendo do nível de consumo individual. Para o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB),Renato Nobile, em poucos anos o Brasil terá centenas de cooperativas de energia renovável espalhadas de Norte a Sul, produzindo energia de forma compartilhada e distribuindo entre seus cooperados. "É um passo concreto em um caminho que não tem volta. A matriz de produção mundial será renovável, gastando muito menos sem transmissão, afetando muito menos o ambiente com uma forma econômica mais viável e acessível”, afirma Nobile. Para a Coober, as vantagens de se produzir energia renovável (solar fotovoltaica) em cooperativa e não de maneira individualizada são várias. Entre elas: menor valor investido, já que os custos são divididos por 23; mobilidade na produção -- os cooperados podem mudar de endereço sem se preocupar com os equipamentos; desenvolvimento de uma cultura de colaboração; melhor escolha/avaliação das opções, mais pessoas pensando com o mesmo objetivo; melhor relação com a concessionária; e tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

18 de agosto, 2016