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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

Datte promove conscientização no RS

A empresa mineira Datte firmou parceria com a Rio Grande Energia (RGE), do grupo CFFL – Companhia Paulista de Força e Luz, para implantar ação de conscientização em eficiência energética junto à população de baixa renda, com visitação a indígenas, da região de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. A ação faz parte do Projeto Agentes Comunitários, que promove visitas para a conscientização do consumo de energia, cadastramento de clientes na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) e levantamento sobre o grau de satisfação do cliente beneficiados pelos programas da concessionária. Marcos Aires, Diretor executivo da Datte, diz que a intenção é estender o projeto para todo o Brasil através das distribuidoras de energia elétrica. “A prática social deveria ser algo corriqueiro e freqüente, por beneficiar tanto as comunidades favorecidas como as empresas e até os próprios colaboradores. Responsabilidade social é sinônimo de crescimento e desenvolvimento, pois, às vezes, é através de ações sociais que muitos acabam adquirindo um grau bem mais elevado de sensibilidade a diferentes realidades. Essa experiência pode gerar uma gratificação tão grande que algumas pessoas acabam levando o trabalho voluntário para a vida. Eu acredito no alto poder de conscientização destas práticas”, destaca. O coordenador do Programa de Eficiência Energética da RGE, Odair Deters, afirma que a atuação junto às comunidades permitirá o cadastro dos consumidores na TSEE. ”Nossa ação tem também um relevante caráter educacional, com dicas de consumo de energia e segurança através dos técnicos que visitarão a comunidade”. Projeto Agentes Comunitários O Projeto Agentes Comunitários da Datte conta com onze profissionais de campo atuando em 264 municípios de abrangência da RGE até dezembro de 2017, com apoio de duas atendentes do Call Center. Na comunidade Serrinha, localizada próxima a Caxias do Sul, os indígenas receberão dicas de consumo racional. Na comunidade, os agentes realizarão também a análise e o cadastro de clientes com número de inscrição social e tarifa social de energia elétrica, distribuição de material educativo com orientações sobre a conta de energia, e irão abrir negociações para regularizar a situação de consumidores clandestinos ou inadimplentes, além de prospectar consumidores para eventuais futuros projetos desenvolvidos pela área de eficiência energética da concessionária. As equipes do projeto circulam pelas comunidades indígenas com uniformes e veículos identificados e autorização das lideranças municipais e indígenas.

A empresa mineira Datte firmou parceria com a Rio Grande Energia (RGE), do grupo CFFL – Companhia Paulista de Força e Luz, para implantar ação de conscientização em eficiência energética junto à população de baixa renda, com visitação a indígenas, da região de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul. A ação faz parte do Projeto Agentes Comunitários, que promove visitas para a conscientização do consumo de energia, cadastramento de clientes na Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) e levantamento sobre o grau de satisfação do cliente beneficiados pelos programas da concessionária.

Marcos Aires, Diretor executivo da Datte, diz que a intenção é estender o projeto para todo o Brasil através das distribuidoras de energia elétrica. “A prática social deveria ser algo corriqueiro e freqüente, por beneficiar tanto as comunidades favorecidas como as empresas e até os próprios colaboradores. Responsabilidade social é sinônimo de crescimento e desenvolvimento, pois, às vezes, é através de ações sociais que muitos acabam adquirindo um grau bem mais elevado de sensibilidade a diferentes realidades. Essa experiência pode gerar uma gratificação tão grande que algumas pessoas acabam levando o trabalho voluntário para a vida. Eu acredito no alto poder de conscientização destas práticas”, destaca. O coordenador do Programa de Eficiência Energética da RGE, Odair Deters, afirma que a atuação junto às comunidades permitirá o cadastro dos consumidores na TSEE. ”Nossa ação tem também um relevante caráter educacional, com dicas de consumo de energia e segurança através dos técnicos que visitarão a comunidade”.

Projeto Agentes Comunitários

O Projeto Agentes Comunitários da Datte conta com onze profissionais de campo atuando em 264 municípios de abrangência da RGE até dezembro de 2017, com apoio de duas atendentes do Call Center. Na comunidade Serrinha, localizada próxima a Caxias do Sul, os indígenas receberão dicas de consumo racional.

Na comunidade, os agentes realizarão também a análise e o cadastro de clientes com número de inscrição social e tarifa social de energia elétrica, distribuição de material educativo com orientações sobre a conta de energia, e irão abrir negociações para regularizar a situação de consumidores clandestinos ou inadimplentes, além de prospectar consumidores para eventuais futuros projetos desenvolvidos pela área de eficiência energética da concessionária. As equipes do projeto circulam pelas comunidades indígenas com uniformes e veículos identificados e autorização das lideranças municipais e indígenas. 

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GEE
Engie e Natura vão compensar emissões de CO2

A Engie e a Natura firmaram parceria, no final de dezembro de 2020, para compensar as emissões de gases de efeito estufa (GEE) reportadas pela fabricante de cosméticos. A compra de créditos de carbono será realizada por meio da Unidade Cogeração de Lages (UCLA), usina a biomassa da Engie, localizada na região serrana de Santa Catarina. O contrato prevê a venda de créditos de carbono em quantidade suficiente para compensar, de forma totalmente voluntária, as emissões de 100 mil toneladas de CO2 relativas ao inventário 2019 da Natura. As 100 mil toneladas de CO2 equivalem à emissão média anual de cerca de 45,4 mil brasileiros, de acordo com dados do Banco Mundial, considerando as emissões de CO2 per capita no Brasil em 2,2 tCO2e/ano. “São duas empresas reconhecidas pelo mercado por conta de suas agendas ambiental, social e de governança. A Engie é referência no País na transição para uma economia de baixo carbono e na produção de energia por meio de fontes renováveis”, diz o Diretor-Presidente e de Relações com Investidores da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini. Atualmente, a Engie tem aproximadamente 90% de sua capacidade instalada no Brasil proveniente de fontes renováveis, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa. “O nosso compromisso é de seguir atuando para reduzir emissões e ajudar o Brasil na busca pelo desenvolvimento sustentável e no enfrentamento das mudanças climáticas”, completa Sattamini.

22 de janeiro, 2021
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EDP disponibiliza R$ 4 milhões para projetos

A EDP abriu inscrições para Chamada Pública de Projetos de Eficiência Energética (CPP 001/2020). Ao todo, a companhia disponibilizará R$ 4 milhões para o incentivo de projetos que tenham como objetivo a conservação e o uso racional da energia elétrica na área de concessão, e que serão aplicados pela Distribuidora no próximo ano. As Inscrições podem ser feitas pelo site www.edp.com.br até o dia 12 de fevereiro de 2021. A EDP é distribuidora de energia elétrica de Guarulhos, Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte de São Paulo. As iniciativas devem abranger benefícios públicos e/ou privados e promover a transformação por meio da eficiência energética, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais de uso da energia elétrica. O projeto pode beneficiar ações de pessoas físicas e jurídicas que tenham como objetivo a melhoria ou a substituição de instalações na rede elétrica, equipamentos e sistemas de controle de uso de eletricidade, a fim de reduzir o consumo de energia em residências, comércio, indústrias, prédios públicos e particulares, hospitais públicos e entidades beneficentes, iluminação pública, entre outros. Uma comissão julgadora formada por colaboradores da EDP avaliará os projetos, que serão analisados segundo critérios estabelecidos no edital da CPP 001/2020. A Chamada Pública é uma iniciativa do Programa de Eficiência Energética – PEE da EDP em São Paulo, regulado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

7 de dezembro, 2020
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ARTIGO
O impacto da falta de eficiência energética no Brasil

Por Rodrigo Pereira * Menos é mais. Esse é o conceito básico de eficiência energética: dosar a quantidade de energia utilizada para determinada ação a fim de obter um resultado tão bom quanto outro que foi realizado com uma quantidade maior de energia. Mas será que o Brasil é um país preparado para considerar a eficiência energética no seu dia a dia? Um estudo realizado pelo Instituto E+, centro que aborda temas relacionados à energia, aponta a falta de eficiência energética no país. Segundo a pesquisa, o investimento nacional não chega a 50% do investimento feito por países europeus e estima-se que para chegar ao mesmo nível da União Europeia, por exemplo, nosso país ainda precise de 20 anos de caminhada. O fato é que o Brasil tem uma carência de investimentos no mercado local para a fabricação de produtos voltados à energia, não possibilitando ao consumidor e às empresas ter à sua disposição uma gama de produtos eficientes e com mais opções de escolha. Além disso, a pouca oferta de incentivos fiscais por parte do próprio governo brasileiro a fim de ajudar desde o fabricante ao consumidor final, torna a energia renovável inviável do ponto de vista financeiro. Ainda de acordo com o relatório do Instituto E+, atualmente o consumo de energia no Brasil é distribuído nos seguintes segmentos: transportes (34,8%), industrial (33,8%), energético (11,2%), residencial (10,6%), comercial e público (5,2%) e agropecuário (4,4%). Observa-se que os setores de transportes e indústria são os que mais consomem energia, fator difícil de reverter por se tratar de áreas que demandam muito mais energia se comparadas às outras. No entanto, é possível diminuir esse consumo, principalmente por meio de campanhas, sejam de iniciativa pública ou privada, que divulguem os benefícios do investimento em energia renovável. Por meio do fortalecimento do conhecimento na gestão da energia de cada um dos segmentos, deixando claro onde está o desperdício e onde se pode economizar sem perder a produtividade, existe grande chance de trazer uma eficiência energética para as grandes empresas de transporte e do setor industrial do país. Energia x Gastos Segundo a ABESCO– Associação Brasileira das Empresas Brasileiras de Conservação de Energia, em um período de três anos (2014-2016) o desperdício de energia no Brasil custou R$ 61,7 bilhões para o país. Este dado deixa clara a necessidade de ações voltadas ao mercado de eficiência energética para auxiliar na redução desses gastos nas empresas e, consequentemente, na economia nacional. Apesar da necessidade de investimentos em eficiência energética para minimizar o desperdício de energia, ainda estamos defasados neste sentido. Conhecimento e informação sobre esta questão são fundamentais para as boas práticas de eficiência energética não apenas nas empresas, mas em todos os lugares. Com um consumo energético mais eficiente, o mercado local torna-se mais competitivo, as empresas reduzem os custos relacionados à energia, mantendo ou até melhorando sua produtividade e, como resultado, a população em geral é beneficiada com a redução do preço dos produtos e serviços. Não é segredo que todo setor que possui gastos elevados com energia são os mais impactados economicamente. Portanto, são estes também os que mais devem se preocupar com a eficiência energética e como aplicá-la em seu ambiente. Apenas dessa maneira será possível aumentar o investimento em energia renovável no Brasil para fomentar a competitividade internacional e aumentar a demanda local. É importante ter consciência que o desperdício de energia está ligado a diversos fatores, como um compressor de ar comprimido que teve um consumo maior de energia nos últimos meses devido a vazamentos de ar na tubulação e que aumentaram seu período de funcionamento, por exemplo. Portanto, todo projeto de eficiência energética começa com um estudo da qualidade da energia utilizada, e para isso, existem equipamentos e tecnologias capazes de realizar uma medição para identificar os gargalos e então aplicar as correções necessárias. Perspectivas para o mercado de eficiência energética Apesar de tantos desafios e de ainda estarmos muito atrás no que diz respeito aos investimentos em energia, a perspectiva é de crescimento para o mercado brasileiro, uma vez que a questão energética tem estado mais em pauta justamente pela vantagem comercial e produtiva. Além disso, as empresas a cada dia estão investindo mais em sustentabilidade, o que inclui o uso de energias renováveis, buscando economia e minimizando os impactos ambientais. Atualmente já existem modelos variados de instrumentos para a medição de qualidade de energia. As empresas brasileiras estão atentas aos novos desafios do mercado e, por isso, têm desenvolvido equipamentos cada vez mais sofisticados para realizar medições complexas de forma rápida, precisa e segura. Além de equipamentos, a cada dia são disponibilizados também conjuntos de acessórios e softwares para auxiliar no trabalho com os próprios equipamentos, facilitando assim o uso dos produtos em qualquer situação de medição de qualidade de energia. Somente entendendo a origem do desperdício de energia é possível tomar decisões inteligentes sobre maneiras eficientes de reduzir o consumo e, consequentemente, os custos. No fim das contas, a melhor maneira de utilizar a energia de maneira eficaz, com base no conceito "menos é mais", e projetando um crescimento de mercado no país, é por meio da conscientização, investindo no conhecimento e na divulgação dos benefícios da aplicação da energia renovável. * Rodrigo Pereira é Gerente de Contas da Fluke do Brasil do segmento de energia, companhia líder mundial em ferramentas de teste eletrônico compactas e profissionais.

23 de outubro, 2020
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
CPFL Energia investe forte em 2019

A CPFL Energia investiu R$ 72,4 milhões em 2019 em projetos de eficiência energética por meio de suas distribuidoras nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais. Além disso, a companhia concluiu no último ano a execução de 41 iniciativas que tornaram mais eficiente o consumo de energia de clientes residenciais, industriais, comerciais e poder público. Os projetos concluídos no ano passado beneficiaram 121,7 mil consumidores e geraram uma economia de 40,3 MWh nas contas de luz, o equivalente para abastecer uma cidade com quase 17 mil moradias por um ano. Ao longo de 2019 a CPFL Energia investiu R$ 24 milhões em ações voltadas a clientes em vulnerabilidade social. Entre as iniciativas estão a instalação de equipamentos e eletroeletrônicos mais eficientes, como chuveiros, lâmpadas, geladeiras e aquecedores solares, além de receberem orientações de agentes comunitários. Outros R$ 20,9 milhões foram direcionados ao programa CPFL nos Hospitais, que ajuda a reduzir os gastos com energia de instituições de saúde pública em toda a área de atuação da companhia. As distribuidoras da CPFL investiram R$ 18 milhões em projetos para transformar indústrias, comércios e residências mais eficientes no consumo de energia. Foram realizadas trocas de lâmpadas comuns por modelos de tecnologia LED, mais econômicos e duráveis, bem como a substituição de aparelhos de refrigeração e maquinário. Ações para conscientização de se economizar energia receberam R$ 3 milhões. Entre elas, destaca-se o CPFL nas Escolas, projeto que capacita estudantes das redes municipais e estaduais para o consumo eficiente e para os riscos de acidentes com a rede elétrica. Para Felipe Zaia, gerente de Eficiência Energética da CPFL Energia, “a missão do programa é promover o consumo inteligente e seguro da energia elétrica, com o foco em inovação e projetos de todos os tipos, para todos os segmentos de mercado. A CPFL Energia foca em projetos que beneficiam, todos os setores, mas prioriza os que mais necessitam”, reforça.

3 de março, 2020
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ENERGIA FOTOVOLTAICA
Sistema de microgeração em escola no ES

A EDP Espírito Santo e o Governo capixaba instalaram um sistema de microgeração distribuída, que por meio de placas fotovoltaicas permite a geração de energia elétrica pela luz do sol, na Escola Viva Presidente Castelo Branco, em Cariacica. A ação faz parte do projeto Boa Energia nas Escolas, desenvolvido por meio do Programa de Eficiência Energética – PEE da distribuidora, e promoveu a instalação do sistema de microgeração em 10 unidades Escola Viva, além de um projeto educacional que beneficiou um total de 118 instituições de ensino estaduais e municipais em 2017, disseminando informações sobre a utilização segura e eficiente da energia elétrica. Por meio de uma unidade móvel adaptada para ser um minilaboratório, o projeto capacitou, em 2017, cerca de 511 educadores e beneficiou mais de 41 mil alunos em 10 municípios do Estado. Os alunos terão oportunidade de participar de atividades na unidade móvel do projeto, através de uma variedade de experimentos, jogos e vídeos em 3D, que abordam e reforçam a importância de conscientização quando o assunto é energia elétrica. “Utilizarmos melhor os recursos que temos disponíveis é fundamental para a sustentabilidade do planeta. Por isso, a EDP investe em diversas ações de Eficiência Energética, entre elas uma iniciativa educacional, para difundir os conceitos de utilização racional de energia. Além disso, este ano promovemos também a geração distribuída, com a instalação de paineis solares.”, destaca o Diretor da EDP Espírito Santo, João Brito. O Boa Energia nas Escolas acontece em parceria com a Secretaria Estadual de Educação e a Agência de Regulação de Serviços Públicos do Estado (ARSP).

15 de janeiro, 2018
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
EDP realiza Chamada Pública de projetos

A EDP São Paulo iniciou a edição 2017 da Chamada Pública de Projetos para propostas voltadas à eficiência energética nos 28 municípios de sua área de concessão. Serão disponibilizados R$ 4,9 milhões para incentivar projetos com o objetivo promover a conservação e o uso racional da energia elétrica, e que serão aplicados pela EDP no próximo ano. Os projetos devem abranger benefícios públicos e privados, promovendo a transformação por meio da eficiência energética, estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e a criação de hábitos e práticas racionais de uso da energia elétrica. A Chamada Pública da EDP beneficia ações de pessoas jurídicas que visem à melhoria ou substituição de instalações na rede, equipamentos e sistemas de controle de uso de eletricidade, afim de reduzir o consumo de energia em residências, comércio, indústrias, prédios públicos e particulares, iluminação pública, entre outros. Maiores informações podem ser obtidas no site www.edp.com.br . Os interessados devem submeter suas inscrições no portal, onde também é possível acessar o edital da Chamada Pública e o formulário para adesão. Os projetos serão avaliados por uma comissão julgadora formada por colaboradores da empresa, que irão analisar conforme critérios estabelecidos no edital publicado. O link direto da Chamada Pública - informações, edital e inscrição de projeto: https://edpsp.gestaocpp.com.br/GPROP/PORTAL/INDEX

24 de novembro, 2017
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Furnas Educa leva projeto a 900 crianças

A caravana do Furnas Educa levou mensagens de conscientização ambiental a cerca de 900 crianças e adolescentes de escolas municipais da cidade paulista de Campinas. O projeto itinerante informa sobre os benefícios do uso consciente da energia elétrica, a importância de se preservar o meio ambiente e os perigos de realizar queimadas sob torres e linhas de transmissão. O programa educacional de Furnas tem como objetivo apresentar aos alunos noções de eficiência energética, formas de geração de energia e o caminho que essa energia faz das usinas até a casa das pessoas, além das formas de combate à proliferação do mosquito Aedes Aegypti, causador da dengue, da zika e da chikungunya. As palestras são ministradas por educadores sempre de forma lúdica e interativa, com material didático específico, muitos jogos e brincadeiras. As apresentações são feitas com cartilhas, vídeos de animação, jogos e recreações. Nos últimos três anos, o Furnas Educa percorreu mais de 450 escolas e instituições sociais em cerca de 80 municípios dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Tocantins, Maranhão, Pernambuco, Bahia e o Distrito Federal. Mais de 150 mil estudantes já puderam acompanhar o projeto. As próximas paradas da caravana Furnas Educa serão em Belo Horizonte (MG), Ponta Grossa (PR) e Petrópolis (RJ), entre 11 e 15 de julho.

12 de julho, 2016
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ENERGIA EÓLICA
Inaugurado novo complexo no RN

Produtora de energia elétrica a partir de fontes renováveis, a Voltalia, em parceria com a Chesf e Grupo Encalso, inauguraram o Complexo Eólico Vamcruz, em Serra do Mel (RN), além de construir o Complexo Serra Pará, vizinho a Vamcruz, com capacidade instalada de 90 MW e operação prevista para iniciar no final deste ano. Posteriormente, a Voltalia construirá o Parque Vila Acre I, também em Serra do Mel, com capacidade instalada de 27 MW. Este próximo empreendimento tornou-se possível a partir do último leilão de que a empresa participou, em novembro de 2015. Para Robert Klein, country manager da Voltalia Brasil, o mercado atual de energia brasileiro está mais estruturado e a expectativa é que haja demanda suficiente de energia para manter a capacidade de produção. Além de permanecer investindo no País, Klein considera essencial os resultados conquistados por meio das ações socioambientais. “Na Voltalia, temos uma equipe dedicada exclusivamente para conduzir esses projetos. Precisamos olhar não apenas a questão energética, mas também o aspecto social e ambiental. Por isso, os trabalhos desenvolvidos junto a essas comunidades são fundamentais para nós”, afirma o executivo. Entre esses projetos está o “Água e Renda”, nas Vilas Pará e Amazonas (região de Serra do Mel), que permite o acesso a água potável para as comunidades locais. Isso acontece graças a um processo de dessalinização da água salobra existente na região. O tratamento dos efluentes promove também a criação de tilápias, além do cultivo de palma e erva-sal para alimentação animal (ovinos e galinhas). A empresa explica que o processo contribui para o tratamento de rejeitos gerados na dessalinização e ajuda na preservação ambiental. Os produtos são comercializados pelos próprios moradores e o projeto se sustenta com o ciclo gerado pelo consumo da água potável. Estima-se que o projeto já beneficia 139 famílias desde maio de 2015. O projeto tem a participação de instituições como Sebrae, Senar e Emparn, contratadas para realizar as capacitações necessárias e tornar operacional o sistema do projeto “Água e Renda”, com o envolvimento direto dos moradores locais, de modo a garantir o seu sucesso. O projeto “Academia do Idoso” ajuda pessoas da terceira idade da região de Serra do Mel a acessar equipamentos que possibilitam movimentos, sem que haja sobrecarga em suas articulações; “Bem na Escola, Bom no Esporte”, projeto esportivo que utiliza o tênis como motivador para melhorar o desempenho das crianças na escola e também no convívio familiar; “Quintais Produtivos”, visa o reaproveitamento de águas cinzas provenientes de pias, chuveiros e máquinas de lavar e que, após o processo de filtragem, possibilita a produção de alimentos, irrigação de hortas e a manutenção de uma cerca viva com árvores ou arbustos são alguns outros projetos desenvolvidos pela Voltalia.

11 de julho, 2016
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ENERGIA SOLAR
CPFL instala 200 paineis solares em Campinas

A CPFL Energia, grupo privado do setor elétrico brasileiro, iniciou a instalação de 200 paineis solares para clientes residenciais e comerciais no bairro de Barão Geraldo em Campinas, interior de São Paulo. A iniciativa simboliza o pontapé inicial do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) Telhados Solares, cujos objetivos principais são avaliar o impacto da microgeração nas redes elétricas de baixa tensão e preparar o Grupo para o avanço da geração distribuída solar no Brasil. O projeto Telhados Solares recebeu investimentos de R$ 14,7 milhões e está previsto para ser concluído em novembro de 2017. Para execução do projeto de P&D, a Companhia selecionou um trecho da rede elétrica da CPFL Paulista em Barão Geraldo que atende a cinco mil clientes, o qual reúne as características técnicas para os testes da inserção de um grande número de usinas de geração e distribuição na rede das concessionárias. “A intenção do projeto é estudar o impacto da inserção massiva de geração solar distribuída na qualidade do fornecimento de energia para os demais clientes que não possuem os painéis solares”, explica o Diretor de Estratégia e Inovação da CPFL Energia, Rafael Lazzaretti. As placas solares terão capacidade de 800 kWp, volume suficiente para gerar 20% do consumo de energia dos cinco mil clientes do ramal. Os primeiros clientes a receber o projeto serão a Fundação Síndrome de Down e Centro Cultural Brasil – Estados Unidos de Campinas. A Fundação ganhou duas instalações, sendo cada uma com capacidade de geração solar de 10 kW. Segundo a CPFL, isto irá gerar em torno de 66,5% do consumo médio total de energia dos dois locais. Já o Centro Cultural recebeu usina solar de 4 kW que produzirá cerca de 36% do consumo mensal médio de energia do cliente. Além do fator técnico, Barão Geraldo também foi selecionado por estar próximo da sede da CPFL Energia e por abrigar duas importantes instituições de pesquisas, a Unicamp e o CPqD, parceiros do Grupo no projeto. Enquanto a Unicamp responderá pelas simulações computacionais, pela avaliação dos impactos técnicos e pela capacitação técnica e formação de mão-de-obra para geração solar, caberá ao CPqD analisar, entre outros pontos, a proposição de modelos de negócio e mudanças no arcabouço regulatório do ponto de vista das questões técnicas. Além de estudar os impactos da inserção massiva da microgeração na rede elétrica, o projeto Telhados Solares também permitirá que a CPFL desenvolva conhecimento técnico para atuar como prestadora do serviço de instalação e operação dos painéis solares para os seus clientes. Tanto que a colocação das placas fotovoltaicas para os dois primeiros clientes do projeto ficará a cargo a CPFL Eficiência, companhia do Grupo voltada para área de eficiência energética que já atua com geração solar. “Com este projeto, preparamos nossas distribuidoras para o futuro, capacitando-as para realizar a operação e a manutenção da rede com inserção massiva de geração distribuída, e também avançamos nos estudos de modelos de negócio na área para atuação do Grupo CPFL Energia”, avalia Lazzaretti. A companhia disponibilizou uma página na internet ( www.cpfl.com.br/telhados-solares ) sobre o projeto de P&D, no qual os clientes selecionados e demais interessados podem conhecer a iniciativa.

29 de março, 2016
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SUSTENTABILIDADE
Itaipu e Justiça Federal estabelecem parceria

No dia 29 de janeiro passado, a Itaipu Binacional e a Justiça Federal do Sul do País, através do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que engloba os três estados do Sul, e os foros da Justiça Federal de Santa Catarina (JFSC), Paraná (JFPR) e Rio Grande do Sul (JFRS), formalizaram um intercâmbio de experiências socioambientais entre as duas instituições, que desenvolverão em conjunto “ações e projetos na área da sustentabilidade, incluindo intercâmbio de experiências e conhecimentos referentes a práticas de gestão e políticas”. A validade é de um ano, podendo ser prorrogado por até cinco anos. O próximo passo será a definição dos representantes de cada instituição para, depois, determinar um plano de trabalho conjunto. A sustentabilidade socioambiental está na pauta da Justiça Federal dos três estados e da Itaipu Binacional. Em setembro de 2015, o tribunal recebeu o Selo A3P de Sustentabilidade na Administração Pública, concedido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A medida reconhece ações como a adoção dos processos eletrônicos, a utilização de lâmpadas econômicas e licitações sustentáveis. Itaipu, por sua vez, também dispõe do Programa Compras Sustentáveis, coordenado pela Diretoria Financeira, além do próprio Programa Cultivando Água Boa (CAB), premiado pela Organização das Nações Unidas como umas das mais importantes práticas de sustentabilidade do planeta.

1 de fevereiro, 2016