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SUSTENTABILIDADE

Dejetos de suínos geram energia no Paraná

Através de um convênio firmado entre a Companhia Paranaense de Energia (Copel) e o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), as edificações e a iluminação pública de Entre Rios do Oeste, município situado na região Oeste do Paraná, utilizarão energia gerada a partir de resíduos da suinocultura e avicultura. Na primeira fase do projeto, que terá início em janeiro de 2016, serão investidos R$ 17 milhões para dotar 19 propriedades rurais de biodigestores, que armazenarão os dejetos. Por meio do processo de biogestão, é produzido biogás, que é canalizado para uma central termelétrica com potência instalada de 480 kilowatts (kW). A infraestrutura contará com 22 km de biogasodutos. O sistema é semelhante ao já empregado pela Itaipu, CIBiogás e outros parceiros em um projeto que une 34 produtores da microbacia do rio Ajuricaba, em Marechal Cândido Rondon. Porém, enquanto em Rondon a produção diária é de 800 m³ de gás, em Entre Rios a produção nesta fase inicial será de 5 mil m³, com capacidade para chegar a até 17 mil m³ nas etapas posteriores. O comunicado oficial garante que os 480 kW desta fase inicial serão suficientes para suprir toda a demanda da prefeitura, abrangendo edificações públicas (como escolas, postos de saúde e repartições), iluminação pública e outros serviços que demandam energia, como poços artesianos. Os produtores rurais serão remunerados proporcionalmente à energia gerada. “Neste mês, a conta de luz da prefeitura é de 82 mil reais”, informou o prefeito. “Nossa expectativa é que o projeto comece a dar resultados já em 2016”, completou. Com uma população de 4 mil pessoas e um plantel de aproximadamente 130 mil suínos, Entre Rios está transformando um enorme passivo ambiental em fator de desenvolvimento. Jorge Samek, diretor-geral brasileiro da Itaipu, explica que “o gás metano (resultado da decomposição dos dejetos) é venenoso para a atmosfera. Ao transformá-lo em energia, estamos transformando um problema em solução e viabilizando, do ponto de vista ecológico, um aumento na produção. Ou seja, com esse sistema, é possível produzir mais e gerar mais emprego e renda, sem prejudicar o meio ambiente”. O projeto poderá ser replicado em outras regiões do Paraná, dando mais sustentabilidade à produção pecuária estadual.

Através de um convênio firmado entre a Companhia Paranaense de Energia (Copel) e o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), as edificações e a iluminação pública de Entre Rios do Oeste, município situado na região Oeste do Paraná, utilizarão energia gerada a partir de resíduos da suinocultura e avicultura. Na primeira fase do projeto, que terá início em janeiro de 2016, serão investidos R$ 17 milhões para dotar 19 propriedades rurais de biodigestores, que armazenarão os dejetos. Por meio do processo de biogestão, é produzido biogás, que é canalizado para uma central termelétrica com potência instalada de 480 kilowatts (kW). A infraestrutura contará com 22 km de biogasodutos.

O sistema é semelhante ao já empregado pela Itaipu, CIBiogás e outros parceiros em um projeto que une 34 produtores da microbacia do rio Ajuricaba, em Marechal Cândido Rondon. Porém, enquanto em Rondon a produção diária é de 800 m³ de gás, em Entre Rios a produção nesta fase inicial será de 5 mil m³, com capacidade para chegar a até 17 mil m³ nas etapas posteriores.

O comunicado oficial garante que os 480 kW desta fase inicial serão suficientes para suprir toda a demanda da prefeitura, abrangendo edificações públicas (como escolas, postos de saúde e repartições), iluminação pública e outros serviços que demandam energia, como poços artesianos. Os produtores rurais serão remunerados proporcionalmente à energia gerada.

“Neste mês, a conta de luz da prefeitura é de 82 mil reais”, informou o prefeito. “Nossa expectativa é que o projeto comece a dar resultados já em 2016”, completou.

Com uma população de 4 mil pessoas e um plantel de aproximadamente 130 mil suínos, Entre Rios está transformando um enorme passivo ambiental em fator de desenvolvimento. Jorge Samek, diretor-geral brasileiro da Itaipu, explica que “o gás metano (resultado da decomposição dos dejetos) é venenoso para a atmosfera. Ao transformá-lo em energia, estamos transformando um problema em solução e viabilizando, do ponto de vista ecológico, um aumento na produção. Ou seja, com esse sistema, é possível produzir mais e gerar mais emprego e renda, sem prejudicar o meio ambiente”. O projeto poderá ser replicado em outras regiões do Paraná, dando mais sustentabilidade à produção pecuária estadual.

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BIOGÁS
Unidade em Itaipu produz 17 mil m³

A unidade de Demonstração de Biogás e Biometano instalada nas dependências da usina hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), produziu 17.458 m³ de biometano em 2018. O volume é suficiente para abastecer a frota dos 80 veículos da Itaipu movidos a este combustível. Estes carros percorreram 210 mil km ao longo de 2018, o equivalente a cinco voltas ao redor do planeta Terra. “A planta de biometano é uma experiência de sucesso porque mostramos que é possível dominar a tecnologia de produção deste gás. Itaipu é, hoje no cenário nacional, umas das instituições que mais se destacam em relação à gestão adequada dos resíduos e a transformação de um passivo ambiental em um recurso para mobilidade”, considerou o chefe da Assessoria de Energias Renováveis de Itaipu, Paulo Afonso Schmidt. A unidade foi inaugurada em 2017 por meio de uma parceria entre a Itaipu e o Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás). Para produzir o biometano foi realizado tratamento de todo o resíduo orgânico gerado nos restaurantes da Itaipu, além de parte da poda da grama e de outros materiais enviados por entidades parceiras. No total, foram tratadas 155 toneladas de resíduos. Como subproduto, foram produzidos 48 mil litros de biofertilizante, que é usado como adubo nos canteiros e gramados da usina. Ao longo do ano, foi evitada a emissão de 1.260 kg de gases causadores do efeito estufa. “Em 2018, nós fizemos parceria com algumas entidades como, por exemplo, a Polícia Federal, que nos enviou uma apreensão de feijão que estava sendo usada para carregar droga”, destacou a engenheira mecânica Larissa Schmoeller, analista de Projetos do CIBiogás. “Pegando resíduos de fora, além de aumentarmos nossa produção, nós podemos testar vários tipos diferentes de substratos para fazer pesquisas da viabilidade daquela matéria-prima”, concluiu. Outra parceria foi com a Receita Federal que enviou uma carga de cigarro para ser usada como matéria-prima do biometano. “O cigarro se mostrou bastante útil. A Receita tem uma máquina que separa o papel e filtro do fumo, o que facilita nosso trabalho”, explicou Paulo Schmidt. A planta usa tecnologia 100% nacional e pode ser replicada em indústrias, cooperativas, hotéis, além de servir como política pública para as prefeituras resolverem o problema do lixo urbano e atenderem às exigências da Política Nacional de Resíduos Sólidos de eliminar os lixões entre 2018 e 2021. A unidade utiliza diversas matérias-primas testadas anteriormente em laboratórios, e, dependendo do resultado, o resíduo orgânico pode ser triturado e misturado com outros. Posteriormente, ele é levado aos biodigestores onde acontece a degradação da matéria-prima por microorganismos de forma anaeróbica. São 60 minutos dentro do biodigestor, gerando dois produtos: o gás e um substrato seco. O substrato é tratado e usado como biofertilizante e por ter alto teor de nitrogênio, fósforo e potássio é utilizado para recompor o solo, além de ajudar nas áreas verdes da Itaipu, como canteiros e gramados. Já o biogás vai para dois gasômetros flexíveis com capacidade de armazenamento de 500m³ diários. O biogás passa por processo de refino, onde são retirados o gás sulfídrico (enxofre), CO2 e água. O produto final, com 96% de pureza, tem as características exatas do gás natural. O biometano é pressurizado em 150 bars, para poder ser armazenado, abastecer os cilindros dos veículos e ser utilizado.

29 de janeiro, 2019
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BIOGÁS
Itaipu e CIBiogás firmam parceria no Sul

A Itaipu Binacional e o Centro Internacional de Energias Renováveis - Biogás (CIBiogás) vão coordenar o projeto “Aplicações de biogás na agroindústria brasileira”, lançado na abertura do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Foz do Iguaçu (PR). O projeto prevê investimentos de US$ 7 milhões durante cinco anos e os recursos serão oriundos do Fundo Global do Meio Ambiente (GEF). O Fórum ocorreu de 6 a 8 de junho, no Golden Park Internacional Hotel. e é um evento voltado para formação de mão-de-obra, estruturação de cadeia de suprimentos, fomento de novas tecnologias e de oportunidades de negócios. Com a contrapartida de governo e empresas, entre elas Itaipu, de US$ 58,4 milhões, o Projeto do GEF visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa e a dependência dos combustíveis fósseis, por meio do investimento na tecnologia do biogás e do biometano com foco no Sul do País. “A gente precisa desenvolver o setor não só pela geração de energia em si, mas para criar uma cadeia de tecnologia que gere mais valor”, resumiu o diretor-presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis. Os recursos serão usados para o incentivo de políticas públicas, o aprimoramento das tecnologias e o desenvolvimento de modelos de negócio do biogás. Na visão do superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Paulo Schmidt, o projeto reflete o compromisso da empresa com o desenvolvimento territorial de forma sustentável. “Itaipu tem investido no desenvolvimento de uma infraestrutura, tanto de pesquisa quanto de projetos na área do biogás, principalmente na criação do biogás e nas relações que mantém com o PTI”, afirmou.

15 de junho, 2018
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RESÍDUOS
CS Bioenergia obtém licença para gerar energia

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) concedeu Licença de Operação para a CS Bioenergia gerar energia elétrica a partir de resíduos orgânicos descartados por shoppings, restaurantes, supermercados, entre outros. Cerca de 300 toneladas de resíduos orgânicos descartados anteriormente em aterros e lixões serão destinados, a partir de agora, à geração de energia limpa e renovável. Com a Licença de Operação, a usina poderá aproveitar o recurso energético de resíduos sólidos urbanos e gerar energia elétrica e térmica a partir da combinação do lodo de esgoto com adição de material orgânico. Essa é a primeira usina no Brasil com essa configuração. “O lodo de esgoto com adição dos resíduos orgânicos é a perfeita combinação para geração do biogás de altíssima qualidade, que será utilizado para geração de 2,8 MW de energia elétrica e térmica, energia suficiente para atender à demanda de duas mil casas populares” afirma o diretor da Cattalini Bio Energia, sócia da CS Bioenergia, Sérgio Vidoto. O diretor conta que a tecnologia empregada separa material fibroso (inorgânico) do orgânico, que é bombeado para os tanques de biodigestão e misturado com 1.000 m3 de lodo de esgoto. Cada tanque tem capacidade de 5.000 m3 e todos são totalmente vedados, aquecidos, além de possuírem vários agitadores para fins de homogeneização. Toda a biomassa é degradada por microorganismos em um processo anaeróbio e produz biogás de altíssima qualidade. A planta é monitorada 24 horas por dia, 365 dias por ano. A boa condição de funcionamento possibilita a geração de 12 milhões de m3 de biogás, que serão convertidos em 22.400 MW de energia elétrica. A usina tem ainda como subproduto um biofertilizante inodoro de alta qualidade, que contém nutrientes importantes para aplicação na agricultura, completando o ciclo de aproveitamento de todo material orgânico. Além do biofertilizante, o material inorgânico também é aproveitado. O material inorgânico é usado como matéria-prima para produção de sacolas plásticas, fechando o ciclo dos resíduos e atuando diretamente na economia circular.

2 de março, 2018
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BIOGÁS
Sanepar disponibiliza conteúdo de workshop em site

A Companhia deSaneamento do Paraná (Sanepar) lançou documento que reúne estudos do 4.º Workshop Internacional Aproveitamento Energético de Biogás de ETEs, que ocorreu em julho de 2016, em Curitiba(PR). O download pode ser feito pelo link: http://site.sanepar.com.br/a-sanepar/inovacao/publicacoes . A importância do tema está no fato de o biogás ser uma fonte renovável de energia e seu uso contribuir para minimizar emissões de gases indutores do efeito estufa, vindos do tratamento de esgoto e/ou de lodo. O uso do biogás também pode reduzir custos na operação de serviços de saneamento, sejam eles associados à energia elétrica ou à gestão de lodos e escumas. “Queremos que cada vez mais sejam encontradas soluções para a melhoria da gestão dos processos de tratamento de esgoto e dos gases de efeito estufa”, diz o diretor de Meio Ambiente da Sanepar, Glauco Requião. O documento apresenta cases práticos de uso do biogás, estudos sobre sua eficiência energética, viabilidade econômico-financeira, potencial de produção a partir de ETEs e o contexto do setor de tratamento de esgoto. “A Sanepar tem acompanhado de perto essas discussões e participado fortemente na busca de soluções de menor impacto ambiental para seus processos internos”, afirma o gerente da área de pesquisa da Sanepar, Gustavo Possetti. Segundo ele, o Resumo Técnico é um material relevante para todos os atores do setor de tratamento de esgoto, de gestores a técnicos, e também para os que atuam no setor de energia. O 4.º Workshop foi realizado pelo Projeto Brasil-Alemanha de Fomento ao Aproveitamento Energético de Biogás no Brasil (PROBIOGÁS) e pela Sanepar, com apoio da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Paraná (Abes-PR). O PROBIOGÁS é desenvolvido por meio da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, e o governo federal alemão, por meio da Agência Alemã de Cooperação Internacional GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit). O programa busca ampliar o uso energético do biogás em saneamento básico e em iniciativas agropecuárias e agroindustriais, inserir o biogás e o biometano na matriz energética nacional e, por conseguinte, contribuir para a redução de emissões de gases indutores do efeito estufa. A próxima edição do Workshop Internacional deve ocorrer em 2017.

23 de novembro, 2016
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BIOGÁS
Produtor rural adota biometano

O produtor rural André Haacke, da Granja Haacke, em Santa Helena, no oeste do Paraná, adaptou há cerca de um mês o veículo de passeio usado pela família – uma caminhonete modelo Hilux – para utilização de biometano. A alternativa substitui a gasolina e é feita a partir dos dejetos de animais em uma biorrefinaria, que funciona na própria propriedade e é mantida pelo CIBiogás (Centro Internacional de Energias Renováveis- Biogás). O biocombustível é o mesmo fornecido para o abastecimento de 47 veículos que fazem parte da frota da Itaipu Binacional. A qualidade do biometano atende à regulamentação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), com pureza superior a 96,5%. André diz que o processo de adaptação do veículo foi rápido e vale pela economia no bolso na hora de abastecer a caminhonete. Com o uso da gasolina, o veículo apresentava um consumo médio de um litro de gasolina para cada seis quilômetros; com o do biometano, a cada mil quilômetros rodados ele deixa de gastar aproximadamente R$ 600. “Como já temos o biometano disponível na nossa propriedade, compensa muito. E também pelo desconto que temos no IPVA”, conta. A redução no imposto para veículos movidos a gás natural veicular (GNV) é de 75%. Além da economia, a utilização do biometano reduz em 90% a emissão de gases poluentes em comparação com a gasolina. “Se cada um fizer a sua parte, podemos construir um mundo mais sustentável”, afirma o produtor rural Nilson Haacke, pai de André. Na Granja Haacke, há três anos, os dejetos de 84 mil aves poedeiras e 750 bovinos de corte são encaminhados para um biodigestor, que realiza a digestão anaeróbia da biomassa residual – produzindo diariamente a média de 1.500 m³ de biogás. Deste total, 30% é usado na geração de energia elétrica que abastece o sistema automático de refrigeração das aves, além do embalamento e limpeza de ovos. O restante é utilizado na geração de biometano.

13 de outubro, 2016
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BIOGÁS
Projeto no Paraná completa sete anos

Uma parceria entre a Itaipu, Prefeitura de Marechal Cândido Rondon (PR) e o Centro Internacional de Energias Renováveis–Biogás (CIbiogás) começa a colher os frutos após sete anos da implantação do Condomínio de Agroenergia Ajuricaba no município paranaense. O projeto já transformou 124 mil m³ de dejetos de suínos e bovinos, o equivalente a 124 mil caixas d'água de mil litros, em energia limpa e renovável. Os biodigestores reduzem em 90% a emissão de dióxido de carbono (CO2). Desde 2014 o condomínio opera em Geração Distribuída (GD) e está conectado à rede da Companhia Paranaense de Energia (Copel). A utilização de biogás nos fogões da propriedade gerou economia de aproximadamente 1,5 mil botijões de gás de petróleo liquefeito (GLP). Após a implantação do projeto, em 2009, a biomassa residual produzida nas propriedades passou a ser tratada por meio de biodigestores de lagoa coberta ou rígido, onde se produz biofertilizante e biogás, que é usado na geração de energia elétrica e térmica. “O projeto melhorou muito as nossas condições. Não precisamos mais comprar gás”, afirma o produtor rural, David Dilkin. “Também aumentou em mais de 100% a produção de milho e o pasto. Quando nós começamos, tínhamos 10 ou 12 cabeças de gado e agora temos 30”. Além de melhorar diretamente a renda dos agricultores, o projeto beneficiou 111 propriedades rurais na microbacia, ao garantir um ambiente mais limpo, com maior qualidade de ar e da água pelo saneamento ambiental. Atualmente, o Condomínio Ajuricaba passa por uma readequação, com a substituição de equipamentos que foi definida após uma série de análises. Entre as principais novidades está a modernização da Microcentral Termoelétrica (MCT), que preparará o Ajuricaba para atender às novas demandas energéticas. O sistema de refino do biogás passará por modernização e ampliação da capacidade dos atuais 40 m³/hora de biogás atuais para 100 m³/hora. As novidades incluem ainda a implantação de novos gasômetros nas propriedades e na MCT, para garantir o aumento da capacidade de armazenamento do gás. As mudanças estão sendo feitas de forma gradativa e devem ficar prontas no final deste ano, com o objetivo de transformar o Ajuricaba em um negócio sustentável.

5 de agosto, 2016