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RESÍDUOS SÓLIDOS

E-book disponível para download

O livro “Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos Urbanos – Transferência de experiências entre a Alemanha e o Brasil”, de autoria do secretário de Serviços Públicos, Aguinaldo Leite, com parceria de Klaus Fricke, Christiane Pereira e Marius Bagnati, já está disponível para download gratuito. os interessados podem acessar o site http://congressobrasilalemanha.jundiai.sp.gov.br/ e preencher um breve cadastro com informações como nome e e-mail, para receber o link para download. O apoio é do Ministério Federal de Educação e Pesquisa (Budesministerium für Bildung und Forschung – BMBF) e GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH por meio do programa Probiogás. A publicação técnica é uma discussão multidisciplinar sobre a gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos. Os debates abrangem desde as tecnologias na forma de fermentação, compostagem, secagem, reciclagem e recuperação energética até o fornecimento de informações, a assessoria na introdução de uma gestão sustentável de resíduos e, ainda, a engenharia e conteúdo científico. A obra mostra ainda aspectos relevantes para implementação dos projetos, tais como tendências e desafios da gestão, entre outros aspectos do mercado. Também trata da relação no âmbito Brasil-Alemanha, estabelecendo um intercâmbio com instituições alemãs ícones em práticas que garantem a proteção climática e a preservação dos recursos naturais, proporcionando uma troca permanente de experiências, através da educação profissional e tecnológica.

O livro “Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos Urbanos – Transferência de experiências entre a Alemanha e o Brasil”, de autoria do secretário de Serviços Públicos, Aguinaldo Leite, com parceria de Klaus Fricke, Christiane Pereira e Marius Bagnati, já está disponível para download gratuito.
os interessados podem acessar o site http://congressobrasilalemanha.jundiai.sp.gov.br/ e preencher um breve cadastro com informações como nome e e-mail, para receber o link para download. O apoio é do Ministério Federal de Educação e Pesquisa (Budesministerium für Bildung und Forschung – BMBF) e GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH por meio do programa Probiogás.

A publicação técnica é uma discussão multidisciplinar sobre a gestão sustentável de resíduos sólidos urbanos. Os debates abrangem desde as tecnologias na forma de fermentação, compostagem, secagem, reciclagem e recuperação energética até o fornecimento de informações, a assessoria na introdução de uma gestão sustentável de resíduos e, ainda, a engenharia e conteúdo científico.
A obra mostra ainda aspectos relevantes para implementação dos projetos, tais como tendências e desafios da gestão, entre outros aspectos do mercado. Também trata da relação no âmbito Brasil-Alemanha, estabelecendo um intercâmbio com instituições alemãs ícones em práticas que garantem a proteção climática e a preservação dos recursos naturais, proporcionando uma troca permanente de experiências, através da educação profissional e tecnológica.

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BIOGÁS
Sanepar disponibiliza conteúdo de workshop em site

A Companhia deSaneamento do Paraná (Sanepar) lançou documento que reúne estudos do 4.º Workshop Internacional Aproveitamento Energético de Biogás de ETEs, que ocorreu em julho de 2016, em Curitiba(PR). O download pode ser feito pelo link: http://site.sanepar.com.br/a-sanepar/inovacao/publicacoes . A importância do tema está no fato de o biogás ser uma fonte renovável de energia e seu uso contribuir para minimizar emissões de gases indutores do efeito estufa, vindos do tratamento de esgoto e/ou de lodo. O uso do biogás também pode reduzir custos na operação de serviços de saneamento, sejam eles associados à energia elétrica ou à gestão de lodos e escumas. “Queremos que cada vez mais sejam encontradas soluções para a melhoria da gestão dos processos de tratamento de esgoto e dos gases de efeito estufa”, diz o diretor de Meio Ambiente da Sanepar, Glauco Requião. O documento apresenta cases práticos de uso do biogás, estudos sobre sua eficiência energética, viabilidade econômico-financeira, potencial de produção a partir de ETEs e o contexto do setor de tratamento de esgoto. “A Sanepar tem acompanhado de perto essas discussões e participado fortemente na busca de soluções de menor impacto ambiental para seus processos internos”, afirma o gerente da área de pesquisa da Sanepar, Gustavo Possetti. Segundo ele, o Resumo Técnico é um material relevante para todos os atores do setor de tratamento de esgoto, de gestores a técnicos, e também para os que atuam no setor de energia. O 4.º Workshop foi realizado pelo Projeto Brasil-Alemanha de Fomento ao Aproveitamento Energético de Biogás no Brasil (PROBIOGÁS) e pela Sanepar, com apoio da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção Paraná (Abes-PR). O PROBIOGÁS é desenvolvido por meio da Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, e o governo federal alemão, por meio da Agência Alemã de Cooperação Internacional GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit). O programa busca ampliar o uso energético do biogás em saneamento básico e em iniciativas agropecuárias e agroindustriais, inserir o biogás e o biometano na matriz energética nacional e, por conseguinte, contribuir para a redução de emissões de gases indutores do efeito estufa. A próxima edição do Workshop Internacional deve ocorrer em 2017.

23 de novembro, 2016
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RESÍDUOS
Brasil gera mais, apesar da crise

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) lançou, dia 04 de outubro, a nova edição do ‘Panorama de Resíduos Sólidos no Brasil’, documento que mostra uma radiografia na gestão dos resíduos no País. O total de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) aumentou 1,7%, de 78,6 milhões de toneladas para 79,9 milhões de toneladas, de 2014 a 2015, período em que a população brasileira cresceu 0,8% e a atividade econômica (PIB) retraiu 3,8%. Entre 2005 e 2015, a geração de resíduos sólidos no Brasil cresceu 26%, entretanto a gestão de materiais descartados ainda apresenta deficiência. Cerca de 76,5 milhões de brasileiros ainda sofrem com a destinação inadequada dos resíduos, onde 30 milhões de toneladas foram depositadas em lixões ou aterros controlados, que do ponto de vista técnico apresentam os mesmos problemas dos lixões, já que não contemplam o conjunto de medidas necessárias para proteção do meio ambiente contra danos e degradações.“O desafio da gestão de resíduos sólidos urbanos continua bastante considerável, uma vez que, apesar de uma melhora percentual, a cada ano um volume maior de resíduos é depositado em locais inadequados, sendo que mais de 3.300 municípios ainda fazem uso de unidades irregulares para destinação do lixo, o que significa graves riscos ao meio ambiente e impactos diretos na saúde da população”, destaca o Diretor-presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho. Os serviços de coleta permaneceram estáveis em relação ao último levantamento, com uma cobertura nacional de mais de 90%. As regiões Norte e Nordeste mantiveram cobertura de cerca de 80%, inferior às outras três regiões onde o índice ultrapassa os 90%. “No momento em que o mundo firma um pacto global em favor do meio ambiente, em que se discutem as bases da economia circular e se estabelecem as metas para um futuro sustentável, a gestão dos resíduos assume um caráter ainda mais prioritário para as sociedades”, afirma Silva Filho. “No entanto, o Brasil continua bastante atrasado no atendimento às determinações da PNRS, aprovada em 2010. No ritmo atual, o País não conseguirá cumprir o compromisso assumido perante a ONU, para implementar as ações definidas como prioridade até 2030”, observa o Diretor- presidente da associação. Segundo o documento, houve aumento paulatino das iniciativas municipais de coleta seletiva, conforme determinado pela PNRS, em todas as regiões do País. Estas iniciativas passaram de 64,8%, em 2014, para cerca de 70% em 2015. O aumento das iniciativas em municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste foi bastante considerável, enquanto nas regiões Sul e Sudeste mais de 85% dos municípios implementaram ações nesse sentido, um índice superior à média nacional. Apesar desta melhora, os índices de reciclagem ficaram estagnados e apresentaram retrocessos em alguns setores em comparação aos índices registrados anteriormente. “O incremento da reciclagem é uma meta buscada não apenas no Brasil mas também em várias partes do mundo, que já contam com medidas concretas de estímulo e desoneração para viabilizar os avanços pretendidos. Ações nesse sentido ainda são incipientes por aqui, e toda a cadeia da reciclagem sofre com a ausência de um sistema de gerenciamento integrado para superação dos gargalos existentes”, afirma Silva Filho. Em relação aos Resíduos de Construção e Demolição (RCD) abandonados em vias públicas e os RSS (Resíduos de Serviços de Saúde) gerados em unidades públicas de Saúde, os municípios brasileiros totalizaram 125 milhões de toneladas em 2015, o que equivale a encher 1.450 estádios do Maracanã. “As obrigações municipais para com a gestão de resíduos sólidos aumentam a cada ano, seja em termos de volume a gerenciar, seja em termos de obrigações a cumprir. Por outro lado, os orçamentos municipais têm seguido em sentido contrário, sofrendo com reduções periódicas. Esse cenário mostra claramente que serviços essenciais como a limpeza urbana não podem mais ficar vinculados ao orçamento geral das cidades, e devem ser custeados individualmente pelos geradores, o que garante a sustentabilidade financeira dos serviços e mais justiça social, com aplicação efetiva do princípio do poluidor-pagador”, finaliza o Diretor-presidente da Abrelpe.

13 de outubro, 2016
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SANEAMENTO
Encontro com empresas alemãs é positivo

Ilka Von Borries, representante no Brasil da Confederação Alemã para Empresas de Pequeno e Médio Portes (BVMW) afirmou ter sido “extremamente positiva” a receptividade brasileira à comitiva alemã em evento realizado na última semana na sede da Cetesb. “Ficamos surpresos e tivemos que encerrar as inscrições antecipadamente devido à grande procura”. Ao todo o evento teve a participação de mais de 192 empreendedores e executivos dos mercados de tecnologia, meio-ambiente e de tratamento de água. De acordo com o consultor sênior da Dreberies, Stephan Wegert, que organizou a viagem em nome do Ministério dos Assuntos Econômicos da Alemanha, o objetivo do encontro, que teve presença de diretores da Cetesb e da Fiesp, foi gerar contatos e fomentar parcerias entre empresas brasileiras da área de saneamento ambiental com seus pares tecnológicos alemães, que contam com soluções de ponta no setor. O representante do governo alemão, Michael Prange, afirmou que a ideia não é apenas exportar know-how, mas montar uma rede de contatos entre empresas dos dois países e se familiarizar com problemas específicos enfrentados no Brasil. “Temos mais de 150 anos de experiência no setor de tratamento de águas”, explica ele. Robin Eisenhardt, CEO da IBES, empresa de engenharia e planejamento, veio ao Brasil à procura de parceiros locais para investir no potencial para projetos de tratamento de eflúvios e geração de biogás. Segundo Rodrigo Pascoal, diretor local da alemã VAG, que já mantém parcerias com a Sabesp e já forneceu equipamentos para companhias brasileiras de geração de energia, outro mercado de grande potencial é o de tecnologias contra desperdício de água potável. “O índice de desperdício em São Paulo chega a 39%”, diz ele, “e há soluções inteligentes para minimizar essa perda que não é apenas de água, mas de tudo que foi investido em seu tratamento”. A Arisu Smart Water Solutions, por meio de seu diretor Karsten Flöter, apresentou novas soluções para problemas enfrentados pelo Brasil no setor de tratamento de água, enquanto a alemã Huning, mostrou técnicas e processos de ponta em equipamentos para centrifugação de efluentes.

27 de setembro, 2016
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RESÍDUOS PLÁSTICOS
Estudo da EdUFSCar ganha versão atualizada

Após dez anos da primeira edição de “ Resíduos plásticos e reciclagem: aspectos gerais e tecnologias ”, os engenheiros Maria Zanin e Sandro Donnini Mancini relançam, pela EdUFSCar, estudo com dados atualizados sobre a realidade brasileira dos resíduos sólidos urbanos. A segunda edição do estudo nos permite acompanhar a evolução do setor nos últimos vinte anos, e o potencial de reciclagem dos resíduos plásticos, com ênfase nos aspectos sociais, ambientais, políticos, econômicos, legais, técnicos e científicos que podem ajudar a entender porque a reciclagem deste tipo de material é possível, viável, necessária e urgente. Dividido em quatro capítulos, o livro conceitua o que é a ecologia industrial e esclarece o surgimento do termo Ecodesign, além de explicar a metodologia . da análise de ciclo de vida, definição de desenvolvimento sustentável e expõe a realidade brasileira e a necessidade da separação dos resíduos. A obra também oferece informações sobre a indústria de reciclagem de plásticos, legislação, normas, tipos de plásticos, perfil de produção e os tipos de reciclagem (mecânica, química, química do PET e energética). De acordo com os autores, a ação de reciclar apresenta um significado ainda maior quando pensada como parte de um conjunto de procedimentos que visam à redução dos impactos ambientais associados ao plástico, como o acúmulo de resíduos de difícil degradabilidade, e ao esgotamento de matéria-prima não renovável. Neste sentido, os especialistas não apenas indicam soluções técnicas mas também propõem uma revisão de valores, questionando o mundo onde o mercado e o consumo assumiram papéis impactantes, trazendo consigo a conhecida crise ambiental. Os autores enfatizam ainda a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos como um “salto mitigador para a gestão e o gerenciamento dos resíduos sólidos no Brasil e para as organizações de catadores e catadoras de resíduos”, explicam.

19 de outubro, 2015
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Jundiaí recebe Congresso Técnico

O 3º Congresso Técnico Brasil-Alemanha “Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos Urbanos” está acontecendo nos dias 09 e 10 de junho no Clube Jundiaiense, na cidade paulista de Jundiaí. O evento é uma parceria da Secretaria de Serviços Públicos do município, Universidade Técnica de Braunschweig, PUC-Rio, GIZ e CIESP. Participaram da abertura do congresso diversos secretários, coordenadores e diretores do governo municipal, além do vice-prefeito Durval Orlato. Também integraram a mesa durante a solenidade de abertura, o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Henrique Parra Parra, o diretor titular do Ciesp Jundiaí, Mauritius Reiski, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Cereser, e o presidente da Câmara Municipal, Marcelo Gastado. Os vereadores Gerson Sartori, José Dias, Márcio Pentecostes, Marilena Negro e Leandro Palmarini estiveram presentes. O Congresso conta com a participação de mais de 600 inscritos. Assinado termo de cooperação técnica entre municípios No dia 09, As prefeituras de Jundiaí, Votuporanga, Florianópolis e o consórcio alemão GFA assinaram termo de cooperação técnica que garanta transferência de conhecimento para aplicação de tecnologia, para que a gestão dos municípios envolvidos seja um sucesso, sem onerá-los. Todos os estudos realizados em Jundiaí nos testes dos equipamentos recém-chegados para tratamento de resíduos orgânicos serão compartilhados. Além disso, o laboratório preparado no Centro de Gerenciamento de Resíduos Sólidos para análises dos compostos ficarão à disposição para estudos. “Jundiaí está se aprofundando nas técnicas para o tratamento desse material e passa a ser uma referência nacional na busca de alternativas a curto e médio prazo. A parceria será uma oportunidade única de troca de experiências e informações. Para nós, é uma alegria não apenas sediar um evento desse porte, como seguir com essa discussão por meio da cooperação”, comentou o Prefeito Pedro Bigardi. Para o engenheiro Hubert Ringe, diretor da autarquia GFA, da região de Lüneburg, e prefeito da cidade de Deutsch Evern, da Alemanha, a cooperação é a chance de multiplicar informação. “Temos o interesse de investir e trazer as práticas já consagradas da Alemanha para o Brasil. Estamos convictos de que teremos bons resultados diante do empenho demonstrado por Jundiaí e demais cidades.” O professor doutor Klaus Fricke, diretor do departamento de resíduos e recursos naturais da Universidade Técnica de Braunschweig e presidente do Centro de Pesquisa, Educação e Resíduos Urbanos (Creed), destacou que toda parceria em prol do conhecimento é válida. “A proteção dos recursos e do clima não tem nada a ver com limites e fronteiras. Por isso, queremos e temos que cooperar com outros países.” Representando a Companhia Melhoramentos da Capital (Comcap), órgão que cuida da gestão dos resíduos em Florianópolis, o diretor presidente Mariys Bagnati, ressaltou que a parceria é inovadora. Já o secretário de meio ambiente da Prefeitura de Votuporanga, Luiz Gustavo Gallo, falou da semelhança entre a vontade de cada cidade em tratar de maneira adequada esse material. “Somos municípios de perfis e populações diferentes. No entanto, temos o objetivo de buscar tecnologia e conhecimento para uma solução em comum.”

10 de junho, 2015