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BIOGÁS

Enc Energy constrói usinas no Rio e PE

A Enc Energy Brasil investiu R$ 6 milhões em uma usina de geração de energia a partir do biogás proveniente da decomposição do lixo orgânico de aterro sanitário em Campos dos Goytacazes (RJ). A unidade possui um motor e capacidade de geração de 1MW/h, o suficiente para abastecer um município de 13.500 habitantes, além de retirar da atmosfera 27.500 toneladas de CO2 equivalente por ano. O projeto tem foco no mercado de geração distribuída, para consumidores de média e baixa tensão. “Além de 100% limpa, a geração de energia a partir do lixo orgânico é a de maior impacto social. Partimos de um déficit, em termos ambientais, para um crédito”, afirma Luis Matos, Diretor de Operações da ENC Energy. A atividade gera mais empregos, se compara às demais formas de geração de energia, reduz o custo do tratamento do lixo e evita que gases poluentes sejam jogados no meio ambiente. No município de Igarassu (PE), Região Metropolitana do Recife (RMR), a Enc Energy Brasil investiu R$ 20 milhões em uma usina de biogás no modelo de comercialização de Geração Distribuída (GD), que se caracteriza pelo uso de fonte renovável e pela proximidade do consumidor. A unidade terá dois motores e capacidade de geração de 2MW/h e entra em operação ainda no mês de novembro, com entrega para o cliente já em dezembro deste ano. A segunda etapa do empreendimento prevê o acionamento de mais dois motores, no início de 2020, dobrando a capacidade da usina para 4MW/H. A energia é gerada a partir do biogás proveniente da decomposição do lixo orgânico do aterro Ecoparque, do Centro de Tratamento de Resíduos de Pernambuco (CTR-PE), localizado em Igarassu, a 40 km da capital pernambucana. O aterro recebe resíduos de nove dos 15 municípios do Grande Recife, entre os quais Olinda, Paulista, Abreu e Lima e Goiana, além de atender a centenas de clientes da iniciativa privada. “É com grande satisfação que iniciamos a operação em Pernambuco, contribuindo para o desenvolvimento das pequenas e médias empresas”, afirma Roberto Nakagome, presidente da ENC Energy Brasil. “Estamos investindo no mercado de Geração Distribuída em todo o País, apresentando mais uma fonte de energia limpa, renovável e econômica para o médio e pequenos consumidores”, ressalta o executivo. A Enc Energy Brasil tem contratos com aterros sanitários privados, licenciados pela legislação brasileira, como o Ecoparque em Igarassu. Ao todo, a empresa vai gerar energia para mais de 200 estabelecimentos de Pernambuco, do Recife a Petrolina, em vários setores, como redes de lojas, farmácias, concessionárias de automóveis e de postos de combustíveis. “A receptividade das empresas ao uso dessa matriz energética tem sido excepcional, tanto pela redução nos custos de energia como pelo engajamento do empresariado na proteção do meio ambiente”, afirma o Executivo de Novos Negócios da ENC Energy, Henrique Fernandes, responsável pelos negócios da empresa no Nordeste e no Norte do Brasil. A ENC inaugurou em outubro uma usina com dois motores no Maranhão, com capacidade de 2MW/h. Criada em 2012, a subsidiária brasileira da ENC Energy tem como acionistas a empresa portuguesa ENC Energy e o fundo GEF Capital Partners. Ao todo, a empresa está investindo R$ 50 milhões em nove usinas nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão.

A Enc Energy Brasil investiu R$ 6 milhões em uma usina de geração de energia a partir do biogás proveniente da decomposição do lixo orgânico de aterro sanitário em Campos dos Goytacazes (RJ). A unidade possui um motor e capacidade de geração de 1MW/h, o suficiente para abastecer um município de 13.500 habitantes, além de retirar da atmosfera 27.500 toneladas de CO2 equivalente por ano. O projeto tem foco no mercado de geração distribuída, para consumidores de média e baixa tensão.
 
“Além de 100% limpa, a geração de energia a partir do lixo orgânico é a de maior impacto social. Partimos de um déficit, em termos ambientais, para um crédito”, afirma Luis Matos, Diretor de Operações da ENC Energy. A atividade gera mais empregos, se compara às demais formas de geração de energia, reduz o custo do tratamento do lixo e evita que gases poluentes sejam jogados no meio ambiente. 
 
No município de Igarassu (PE), Região Metropolitana do Recife (RMR), a Enc Energy Brasil investiu R$ 20 milhões em uma usina de biogás no modelo de comercialização de Geração Distribuída (GD), que se caracteriza pelo uso de fonte renovável e pela proximidade do consumidor. A unidade terá dois motores e capacidade de geração de 2MW/h e entra em operação ainda no mês de novembro, com entrega para o cliente já em dezembro deste ano. A segunda etapa do empreendimento prevê o acionamento de mais dois motores, no início de 2020, dobrando a capacidade da usina para 4MW/H. 
 
A energia é gerada a partir do biogás proveniente da decomposição do lixo orgânico do aterro Ecoparque, do Centro de Tratamento de Resíduos de Pernambuco (CTR-PE), localizado em Igarassu, a 40 km da capital pernambucana. O aterro recebe resíduos de nove dos 15 municípios do Grande Recife, entre os quais Olinda, Paulista, Abreu e Lima e Goiana, além de atender a centenas de clientes da iniciativa privada. “É com grande satisfação que iniciamos a operação em Pernambuco, contribuindo para o desenvolvimento das pequenas e médias empresas”, afirma Roberto Nakagome, presidente da ENC Energy Brasil. “Estamos investindo no mercado de Geração Distribuída em todo o País, apresentando mais uma fonte de energia limpa, renovável e econômica para o médio e pequenos consumidores”, ressalta o executivo. 
 
A Enc Energy Brasil tem contratos com aterros sanitários privados, licenciados pela legislação brasileira, como o Ecoparque em Igarassu. Ao todo, a empresa vai gerar energia para mais de 200 estabelecimentos de Pernambuco, do Recife a Petrolina, em vários setores, como redes de lojas, farmácias, concessionárias de automóveis e de postos de combustíveis. “A receptividade das empresas ao uso dessa matriz energética tem sido excepcional, tanto pela redução nos custos de energia como pelo engajamento do empresariado na proteção do meio ambiente”, afirma o Executivo de Novos Negócios da ENC Energy, Henrique Fernandes, responsável pelos negócios da empresa no Nordeste e no Norte do Brasil. 
 
A ENC inaugurou em outubro uma usina com dois motores no Maranhão, com capacidade de 2MW/h. Criada em 2012, a subsidiária brasileira da ENC Energy tem como acionistas a empresa portuguesa ENC Energy e o fundo GEF Capital Partners. Ao todo, a empresa está investindo R$ 50 milhões em nove usinas nos estados do Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão. 

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RESÍDUOS
CS Bioenergia obtém licença para gerar energia

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) concedeu Licença de Operação para a CS Bioenergia gerar energia elétrica a partir de resíduos orgânicos descartados por shoppings, restaurantes, supermercados, entre outros. Cerca de 300 toneladas de resíduos orgânicos descartados anteriormente em aterros e lixões serão destinados, a partir de agora, à geração de energia limpa e renovável. Com a Licença de Operação, a usina poderá aproveitar o recurso energético de resíduos sólidos urbanos e gerar energia elétrica e térmica a partir da combinação do lodo de esgoto com adição de material orgânico. Essa é a primeira usina no Brasil com essa configuração. “O lodo de esgoto com adição dos resíduos orgânicos é a perfeita combinação para geração do biogás de altíssima qualidade, que será utilizado para geração de 2,8 MW de energia elétrica e térmica, energia suficiente para atender à demanda de duas mil casas populares” afirma o diretor da Cattalini Bio Energia, sócia da CS Bioenergia, Sérgio Vidoto. O diretor conta que a tecnologia empregada separa material fibroso (inorgânico) do orgânico, que é bombeado para os tanques de biodigestão e misturado com 1.000 m3 de lodo de esgoto. Cada tanque tem capacidade de 5.000 m3 e todos são totalmente vedados, aquecidos, além de possuírem vários agitadores para fins de homogeneização. Toda a biomassa é degradada por microorganismos em um processo anaeróbio e produz biogás de altíssima qualidade. A planta é monitorada 24 horas por dia, 365 dias por ano. A boa condição de funcionamento possibilita a geração de 12 milhões de m3 de biogás, que serão convertidos em 22.400 MW de energia elétrica. A usina tem ainda como subproduto um biofertilizante inodoro de alta qualidade, que contém nutrientes importantes para aplicação na agricultura, completando o ciclo de aproveitamento de todo material orgânico. Além do biofertilizante, o material inorgânico também é aproveitado. O material inorgânico é usado como matéria-prima para produção de sacolas plásticas, fechando o ciclo dos resíduos e atuando diretamente na economia circular.

2 de março, 2018
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BIOGÁS
Geração de energia com resíduos do Ceasa-PR

A CS Bioenergia iniciou mais uma etapa de implantação de sua usina de biogás, ao receber 30 toneladas de resíduos do Ceasa (Centro de Abastecimento do Paraná S/A), um dos grandes geradores da região metropolitana de Curitiba, para comissionar o maquinário e efetuar testes preliminares de funcionamento. Os resíduos são compostos de embalagens, sacolas plásticas e em sua fração orgânica de restos alimentares, frutas, vegetais, entre outros. “A tecnologia implantada é o estado da arte em separação de resíduos sólidos, o moinho de martelo corta, tritura, diluí e separa os resíduos, o que nos permite reaproveitar o máximo da fração orgânica. Após a certificação, a usina pode receber diariamente um volume de até 200 toneladas de resíduos”, afirma Fabiana Campos, presidente da CS Bioenergia. Segundo ela, o material coletado é transportado até a usina em caminhões, que depositam os resíduos em um banker que transporta automaticamente para o moinho de martelo, que tritura e separa a fração orgânica das embalagens. Esta fração é bombeada até os biodigestores, onde é misturada ao lodo de esgoto da estação de tratamento. A massa homogeneizada é agitada através de agitadores e aquecida, O sistema de separação rotativo integrado separa e direciona a fração orgânica para os tanques de biodigestão através de bombas. O sistema integrado corta as embalagens, lava e separa para serem reaproveitados como combustível alternativo. A CS Bioenergia já opera gerando biogás a partir do lodo da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Belém. A capacidade de geração da usina, quando estiver com capacidade máxima, é de 2,8 MW, energia suficiente para atender à demanda de duas mil casas populares. Falta apenas a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a conexão da energia na rede. “O objetivo agora é conectar a planta à rede de distribuição da Copel (Companhia Paranaense de Energia). Aguardamos somente a liberação do órgão regulador, a Aneel, o que deve acontecer em janeiro de 2018”, prevê Fabiana Campos.

19 de janeiro, 2018
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ENERGIAS LIMPAS
Usina movida a biogás de aterro no RS

A Solví Valorização Energética (SVE), empresa do grupo Solví, e a divisão de Distributed Power da GE, inauguraram a usina Biotérmica movida a biogás de aterro no município de Minas do Leão (RS). As empresas que desenvolveram o projeto são a Biotérmica Energia, do Grupo Solví e Copelmi, que construíram a primeira planta no estado a gerar eletricidade a partir do biogás do lixo urbano depositado em aterro sanitário. O empreendimento recebeu investimentos de mais de R$ 30 milhões e inicialmente terá capacidade de geração de 8,5MW. Posteriormente, esta capacidade pode atingir 17 MW - o suficiente para atender a uma cidade de cerca de 200 mil habitantes. Operado pela Companhia Riograndense de Valorização de Resíduos (CRVR) e pela Copelmi, o Aterro de Minas do Leão recebe 3,5 mil t/dia de resíduos urbanos oriundos de Porto Alegre e de outros 130 municípios do Rio Grande do Sul. O biogás extraído do aterro é tratado com tecnologias e encaminhado para combustão em 6 motores de 1.4 MW de potência. A usina termelétrica de Minas do Leão evita a queima e lançamento do metano presente no biogás na atmosfera, o que evitará a emissão de 170 mil t de dióxido de carbono (CO2) sejam lançados a cada ano. “O projeto da Biotérmica Energia é ambientalmente correto e sustentável. A partir do aterro sanitário de Minas do Leão temos a matéria-prima para gerar energia limpa e renovável, o que ajudará a reduzir a emissão de gases de efeito estufa e a preservar a fauna e flora da região”, comenta Carlos Bezerra, Diretor da Solví Valorização Energética – SVE.

9 de junho, 2015
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CRISE HÍDRICA
Como a geração de energia por meio do lixo pode ajudar?

por Francisco Oliveira* Vivemos uma crise hídrica, isso é fato. Dono do maior potencial hídrico do planeta, o Brasil corre o risco de, nos próximos anos, sofrer com abastecimento de água em mais da metade dos municípios. Porém o problema maior não é esse, e sim a falta de água para a geração de energia. A valoração do lixo e seu aproveitamento para produção de energia pode contribuir para amenizar, de forma tênue, a crise energética. Para termos uma ideia do quanto esse combustível, o lixo, é abundante, vamos aos números. O brasileiro produz cada vez mais lixo com o passar dos anos. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), em 2013, o aumento foi de 4,1% em relação ao ano anterior, o que representa quase três milhões de toneladas a mais no ano. O Brasil está na quinta posição entre os que mais produzem lixo no mundo, atrás de Estados Unidos, China, União Européia e Japão. Com esses dados, podemos concluir que o país está longe de atingir as metas estipuladas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei 12.305, de agosto de 2010. O Brasil produz 75 milhões de toneladas de lixo por dia com um elevado potencial para geração de seis mil megawatts. Os elevados custos para produção desta energia e das instalações não têm atraído investidores para este setor de geração. Por isso, essa produção tem se limitado a pequenas usinas de aproveitamento do biogás, que é o gás produzido a partir decomposição dos resíduos dispostos nos aterros sanitários. É importante lembrar que a geração de energia por meio do lixo só iria amenizar o problema e não resolvê-lo por completo. Sem sombra de dúvida, o grande obstáculo para a concretização da geração de energia está na magnitude dos investimentos. As linhas de financiamento, a ausência de instalações em operação no país e a forte injunção governamental sobre as tarifas de energia, afastam potenciais investidores do setor. A energia gerada através do biogás é apenas uma alternativa complementar à energia gerada por hidrelétricas ou termoelétricas, que já vem sendo explorada em algumas regiões do país (sobretudo no sudeste), tanto para geração de energia elétrica, quanto para o aproveitamento térmico e como matéria-prima para o refino do biogás. No entanto, não representa mais do que 0,2% do volume potencial do biogás gerado. Acima de tudo, a geração de energia renovável é um grande auxiliador para evitar danos ao meio ambiente, sobretudo, a energia proveniente de fonte eólica e da biomassa (bagaço de cana, grãos, etc). Muito se tem falado da falta de água nas residências, isso é sim muito importante, como também é primordial que as pessoas continuem conscientes quanto ao uso e desperdício de água. Mas há de se ter olhos bem atentos também para a energia que move o país. O Brasil não pode parar. Francisco Oliveira - Engenheiro Civil e Mestre em Mecânica dos Solos, Fundações e Geotecnia e fundador da Fral Consultoria

13 de maio, 2015