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EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Estre desenvolve websérie “Lixo é só o Começo”

O Grupo Estre Ambiental desenvolveu a Websérie "Lixo é só o Começo" em dez episódios, lançados semanalmente às segundas-feiras, em um site próprio ( www.lixoesocomeco.com ) e em redes sociais como Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram e Youtube. A iniciativa traz filmes didáticos e com linguagem direta que tratam das responsabilidades de cada cidadão, desde o fluxo de geração, disposição e tratamento dos resíduos nas áreas urbanas e suas consequências positivas ou negativas para o meio ambiente. Idealizada por Wilson Quintella Filho, fundador e presidente do Conselho de Administração da Estre Ambiental, a série "Lixo é só o Começo" tem criação da Produtora de Conteúdo D21 e mostra, com exemplos, questões importantes da vida nas cidades.

O Grupo Estre Ambiental desenvolveu a Websérie "Lixo é só o Começo" em dez episódios, lançados semanalmente às segundas-feiras, em um site próprio (www.lixoesocomeco.com) e em redes sociais como Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram e Youtube. 
 
A iniciativa traz filmes didáticos e com linguagem direta que tratam das responsabilidades de cada cidadão, desde o fluxo de geração, disposição e tratamento dos resíduos nas áreas urbanas e suas consequências positivas ou negativas para o meio ambiente. Idealizada por Wilson Quintella Filho, fundador e presidente do Conselho de Administração da Estre Ambiental, a série "Lixo é só o Começo" tem criação da Produtora de Conteúdo D21 e mostra, com exemplos, questões importantes da vida nas cidades. 

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Saneamento Ambiental Logo
ARTIGO
Precisamos (e podemos) reduzir nossa produção de lixo

Por Leo Cesar Melo * Diariamente produzimos no Brasil, aproximadamente, 215 mil toneladas de lixo, um pouco mais de 1,0 quilo por pessoa. Em um mês são quase 6,5 milhões de toneladas e, ao final do ano, 78,4 milhões de resíduos são colocados nas portas das casas. Esses são dados do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, feito em 2017, que também ressalta que 91% da produção é coletada, mas somente 56% desse total tem a destinação correta. Levando em consideração ainda os 9% que sequer são coletados, podemos concluir que, para cada tonelada gerada, 460 quilos são descartados de maneira irregular, o que demonstra um potencial de prejuízo ao meio ambiente. A primeira coisa a fazer parece um pouco óbvia, que é reduzir a produção de lixo. Será que tudo o que é colocado para destinação final realmente precisa estar ali? No entanto, tenho visto com preocupação o cenário deste mercado de resíduos sólidos no Brasil. Uma pesquisa que realizamos recentemente sobre gestão de resíduos, com empresas de diferentes setores (mineração, farmacêutico, automotivo, agronegócio, entre outros), revela que para 60% delas o "Aterro Zero", que tem por objetivo dar uma destinação mais nobre do que aterros e incineradores a pelo menos 90% dos resíduos gerados durante o seu processo produtivo, ainda não é uma meta. No entanto, os prejuízos vão para além do aspecto ambiental. A pesquisa também mostra que 56% das empresas reconhecem que o desperdício de matéria-prima, água e energia é a principal perda econômica nesse processo. Ou seja, cada vez que sai um caminhão de uma indústria carregado de resíduos, ele leva consigo muito dinheiro. Serve como um bom exemplo os efluentes industriais de uma indústria alimentícia. Este material, normalmente rico em matéria orgânica, pode passar por tratamento para se tornar água de reuso (impactando os custos com água) e também uma biomassa, que pode ser aproveitada como fertilizante ou ser queimada para gerar energia a partir de um biogás (contribuindo na redução de custos com energia, ou gerando um novo produto para venda). Mas há outras inúmeras alternativas. Portanto, que tal olhar de maneira diferente para o que se descarta diariamente? Os orgânicos podem ir para uma composteira e se tornar adubo. Plásticos, vidros, papéis e outros materiais recicláveis podem ser destinados a locais que dão o devido tratamento a eles. Com uma simples mudança de perspectiva, podemos levar cada vez mais aquela tonelada diária que geramos para perto do zero. * Leo Cesar Melo é CEO da Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis

17 de agosto, 2020
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RESÍDUOS
Projeto combate poluição marinha

A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e a prefeitura de Ipojuca (PE) iniciaram as atividades do projeto ‘Lixo Fora D’Água’, que conta com apoio também da Agência de Proteção Ambiental da Suécia. O projeto visa identificar as fontes geradoras de poluição e vazamento de resíduos sólidos para o mar, além de assistir à cidade de Ipojuca para o desenvolvimento de melhores práticas e prevenir que os resíduos continuem a poluir os mares da localidade. "As ações de combate ao lixo marinho devem focar na cidades, de onde parte o problema. Caso contrário, a retirada dos resíduos servirá apenas como um paliativo, já que a fonte de emissões continuará existindo", observa Carlos Silva Filho, diretor presidente da Abrelpe e Vice Presidente da ISWA. Além de Ipojuca, o Projeto Lixo Fora D'Água acontece simultaneamente em outras cinco cidades da costa brasileira: Balneário Camboriú (SC), Bertioga (SP), Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA). Nos dias 5 e 6 de março representantes da prefeitura de Ipojuca e da Abrelpe realizaram visitas técnicas ao aterro sanitário e à Central de Segregação de Recicláveis (Recicle), em Porto de Galinhas para fazer um dignóstico do município. As atividades contaram com a presença da Prefeita Célia Sales, da Secretária de Infraestrutura Giuliana Lins, do Diretor Presidente da Abrlpe, Carlos Silva Filho, entre outras autoridades locais.

16 de março, 2020
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Abetre vai presidir Câmara Ambiental da Cetesb

A Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) foi eleita para presidir a Câmara Ambiental do Setor de Resíduos Sólidos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). O mandato é de dois anos e neste período a associação trabalhará em conjunto com outras entidades do setor em busca de soluções para os problemas de coleta, destinação e tratamento dos resíduos sólidos. “É com muito orgulho que a Abetre assume a missão de presidir a Câmara da Cetesb”, salienta Luiz Gonzaga, presidente da associação. No primeiro encontro a Câmara Ambiental definiu quatro temas como prioritários: a regulamentação da disposição final de rejeitos; o termo de referência para os Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos; o licenciamento de ETEs prestadoras de serviços; e o tratamento de combustível derivado de resíduos (CDR). A Câmara também irá propor medidas de prevenção, protocolos e manuais, estabelecer metas de proteção à natureza, além de alternativas para que haja possibilidade de aprimoramento da gestão dos resíduos gerados. A Câmara Ambiental do Setor de Resíduos Sólidos da Cetesb é composta pela Abetre, Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP); Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe); Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Resíduos (Abrager); Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes); Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon); Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana (Selur); Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp); e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

17 de outubro, 2019
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LIXO
Lançado Movimento Recicla Sampa

O Movimento Recicla Sampa lançou, dia 7 de fevereiro, uma plataforma online de amplo conteúdo com vídeos, webdocs, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias da cidade, do Brasil, do mundo e entrevistas para orientar e informar os cidadãos sobre a importância de se aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista. O movimento é uma parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, e conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. A plataforma pode ser acessada pelo endereço: http://www.reciclasampa.com.br O Movimento atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais. A cidade de São Paulo produz 12 mil toneladas diárias de lixo domiciliar, o que significa dizer que, anualmente, a capital é responsável pela geração em média 3,6 milhões de toneladas de resíduos. Segundo a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana, através de dados colhidos pela gravimetria que analisa a composição do lixo domiciliar da cidade, cerca de 40% dos resíduos coletados poderiam ser reciclados e não o são. Somente algo como 7% do potencial de reciclagem presente nos resíduos domiciliares na cidade é reciclado. No site do Movimento, será possível acessar os horários em que ocorrem as coletas por bairros e regiões da cidade, baixar materiais gráficos e tutoriais de como separar corretamente os resíduos. A população poderá utilizar os conteúdos em casa, em seus locais de trabalho, nos condomínios e em locais públicos. “Enfrentamos o desafio de mobilizar os cidadãos a partir de um senso de urgência já colocado. A megaoperação que envolve o gerenciamento do lixo na capital depende fundamentalmente de um novo comportamento, que começa dentro da casa de cada paulistano”, ressalta Edson Tomaz Filho, presidente da Amlurb. Os usuários ainda terão acesso a informações sobre o processo de reciclagem, entrevistas com especialistas renomados da área de sustentabilidade e dicas de como reaproveitar materiais. Os paulistanos poderão ainda localizar os endereços dos pontos de coleta para descarte de itens como: óleo de cozinha, eletrônicos, eletrodomésticos, remédios, entre outros, a localização dos Pontos de Entrega Voluntária de Recicláveis, os Ecopontos espalhados pela cidade e muito mais. A plataforma, que tem como pilar os 5Rs da sustentabilidade – Repensar, Reduzir, Reutilizar, Recusar e Reciclar, será colaborativa e aberta a todos os cidadãos.

18 de fevereiro, 2019
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RESÍDUOS SÓLIDOS
Novo presidente-executivo na Abetre

Luiz Gonzaga é o novo presidente-executivo da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre). Ele terá como principais missões consolidar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e ampliar o mercado de gestão e tratamento de resíduos industriais e efluentes no País. “O principal desafio é a adoção de medidas de equilíbrio financeiro para a gestão correta dos resíduos domiciliares e a consequente erradicação dos lixões”, comenta Gonzaga, que atuou por mais de 20 anos em empresas como a Essencis, a LOGA e a Vega, referências na área de proteção ambiental em resíduos sólidos. Gonzaga afirma ainda eu o Brasil carece de investimentos, fiscalização e regulação adequada para o seu efetivo cumprimento. “Como a limpeza pública é o serviço que mais pesa no orçamento municipal, ficando atrás apenas do custo com a folha de pagamento, é necessário que o poder público adote medidas que contemplem a sustentabilidade financeira da prestação contínua desses serviços essenciais, como, por exemplo, criação de receita vinculada e de sistemas próprios de arrecadação”, acrescenta. Atualmente, no Brasil, cerce de 3,3 mil prefeituras ainda utilizam lixões para destinar os resíduos domésticos. De acordo com o PNRS, a erradicação dos lixões deveria ter acabado há quatro anos. A Abetre defende uma flexibilização dos prazos para que os municípios eliminem seus lixões, condicionada à elaboração dos respectivos planos municipais de resíduos e à instituição de uma fonte específica de recursos, para investimento e custeio dos serviços de limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos. A Abetre defende a sistematização de contratos de adesão para a regionalização do serviço de disposição de resíduos domésticos.

5 de setembro, 2018
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RESÍDUOS
Abetre aponta necessidade de arrecadação

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), Carlos Fernandes, a segunda edição do Índice de Sustentabilidade da Limpeza Urbana (ISLU), idealizado pelo Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (SELUR) e pela PwC, refletem claramente a necessidade de se criar sistemas de receita vinculada para a gestão correta dos resíduos urbanos no Brasil. Para Fernandes, o estudo mostra que os municípios que possuem arrecadação específica para a gestão de resíduos têm melhor avaliação no ranking brasileiro. “Portanto, o principal desafio é a adoção de medidas de equilíbrio financeiro para a gestão correta de resíduos e a consequente erradicação dos lixões”, explica. A segunda edição do ISLU destaca Maringá (PR) na liderança do ranking municipal com mais de 250 mil habitantes (inclusive com todas as capitais), seguida por Niterói (RJ), Santos (SP) e Rio de Janeiro (RJ), respectivamente. O levantamento aponta que cerca de 70% dos municípios com arrecadação específica dispõem corretamente os resíduos, encaminhando-os para aterros sanitários. Nas localidades sem arrecadação específica, o índice é de 28%. “Como a limpeza pública é o serviço que mais pesa no orçamento municipal, ficando atrás apenas do custo com a folha de pagamento, é necessário que o poder público adote medidas que contemplem a sustentabilidade financeira da prestação contínua desses serviços essenciais, como, por exemplo, criação de receita vinculada e sistemas de arrecadação”, conclui o presidente da Abetre.

19 de setembro, 2017
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ABETRE
Carlos Fernandes é reeleito presidente

Com a missão de estabelecer medidas para equacionar o sistema de limpeza pública e intensificar ações para a erradicação dos lixões no Brasil, além de implantar um sistema de controle de resíduos industriais em todo o país, Carlos Fernandes se reelegeu como presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) para o período 2017-2020. Entre as propostas da Abetre estão a criação de receita vinculada e a sistematização de contratos de adesão para a regionalização do serviço de disposição de resíduos domésticos, com a participação da União e dos Estados. “Somente quando as prefeituras equacionarem a questão financeira, com a inclusão de receitas vinculadas e sistemas de regionalização da gestão de resíduos, é que os lixões de fato começarão a ser extintos no Brasil”, comenta Fernandes. Outra meta da entidade é levar o sistema de controle de resíduos industriais implantado em meio digital em Santa Catarina aos demais estados brasileiros. A ferramenta permite o acompanhamento em tempo real de todas as etapas da cadeia de resíduos sólidos no estado, incluindo a geração, o armazenamento, o transporte e o tratamento e disposição final. “O Estado do Rio de Janeiro, por meio do Instituto Estadual do Meio Ambiente (INEA-RJ), acaba de dar inicio à fase piloto da plataforma e já estamos em negociação com as autoridades de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo”, informa Fernandes.

5 de junho, 2017
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RESÍDUOS
Abetre propõe consórcios municipais

O Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), Carlos Fernandes, em debate na Fiesp defendeu a criação de consórcios municipais como mecanismos para a regionalização dos serviços públicos de tratamento e coleta de resíduos municipais. A proposta prevê que estados e União assumam parte da competência na gestão de resíduos dos municípios onde não há viabilidade financeira para manter a operação de forma individualizada, principalmente em municípios de pequeno porte. Segundo estudos da Abetre, um aterro que recebe até 300 toneladas diárias de resíduos torna a operação praticamente inviável do ponto de vista econômico, já que o custo seria proibitivo. “Por isso, estados e União devem induzir, via incentivos, a adesão dos municípios em programas regionais de gestão de resíduos”, afirmou Fernandes. O Presidente da Abetre comentou que dos mais de cinco mil municípios brasileiros, aproximadamente 3,3 mil utilizam lixões e os chamados “aterros controlados” para dispor seus resíduos, o que fere diretamente a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). “O prazo para o fim dos lixões já completou dois anos e o País não encontrou alternativas para equacionar o problema”, disse Fernandes. Para ele, há uma enorme discrepância entre o que se gasta para manter uma operação e o que seria necessário para tratar corretamente os resíduos públicos. “Seriam necessários cerca de R$ 11 bilhões de investimentos em aterros sanitários que atendam às especificações ambientais e, ao mesmo tempo, os municípios gastariam anualmente cerca de R$ 15 bilhões para manter a operação”, ressaltou.

21 de junho, 2016