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ENERGIA

Geração solar flutuante em hidrelétricas

Empresários do setor elétrico se reúnem, nos dias 13 e 14 de setembro, na X Conferência de Pequenas Centrais Hidrelétricas, Mercado e Meio Ambiente, entre as 9h e às 12h no Hotel Maksoud Plaza, localizado na Alameda Campinas, 150, Bela Vista, em São Paulo. O evento vai debater a implantação de projetos de geração solar flutuante em usinas hidrelétricas como forma de ampliar a oferta energética e combater a escassez de água e os baixos níveis dos reservatórios no Brasil. O encontro é organizado pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), Centro Nacional de Referência em Pequenas Centrais Hidrelétricas (CERPCH) e a Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (ABRAGEL) e tratará da atual situação das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e os desafios nas áreas legais, econômicas e ambientais. Também participam do encontro representantes de governo, ONGs e setor privado. As inscrições para participar do encontro podem ser feitas através do e-mail [email protected] .

Empresários do setor elétrico se reúnem, nos dias 13 e 14 de setembro, na X Conferência de Pequenas Centrais Hidrelétricas, Mercado e Meio Ambiente, entre as 9h e às 12h no Hotel Maksoud Plaza, localizado na Alameda Campinas, 150, Bela Vista, em São Paulo.

O evento vai debater a implantação de projetos de geração solar flutuante em usinas hidrelétricas como forma de ampliar a oferta energética e combater a escassez de água e os baixos níveis dos reservatórios no Brasil.

O encontro é organizado pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), Centro Nacional de Referência em Pequenas Centrais Hidrelétricas (CERPCH) e a Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (ABRAGEL) e tratará da atual situação das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e os desafios nas áreas legais, econômicas e ambientais. Também participam do encontro representantes de governo, ONGs e setor privado. As inscrições para participar do encontro podem ser feitas através do e-mail [email protected]

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ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA
Baixo nível de hidrelétricas impulsiona setor

Segundo relatório recente da Agência Nacional de Águas (ANA), o baixo nível dos reservatórios das usinas nesta época do ano, somado à projeção de um maior consumo de eletricidade em 2020, eleva a relevância da energia solar fotovoltaica ao Brasil. O nível médio dos reservatórios está em 31,67%, enquanto em 2016, no mesmo período, o nível era de 37,35%. Em 2017, o índice estava em 35,76% e, nos anos de 2018 e 2019, o nível médio estava em 37,77% e 38,11%, respectivamente. O CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, comenta que a energia solar fotovoltaica é cada vez mais estratégica ao País, pois ajuda a aliviar a operação do sistema elétrico nacional, economizando água dos reservatórios das hidrelétricas e reduzindo a necessidade de acionamento de termelétricas, mais caras e poluentes. “No caso da geração distribuída solar fotovoltaica, quando os próprios consumidores investem em sistemas em suas casas ou empresas, há também uma redução de gastos e economia que é compartilhada com todos os consumidores brasileiros, incluindo aqueles que nunca instalaram energia solar”. A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) afirma que o consumo de eletricidade no Brasil deve crescer aproximadamente 4,2% em 2020, na comparação com 2019 por causa do reaquecimento da economia nacional e a projeção positiva para o crescimento PIB deste ano. “Fato é que o Brasil precisará de energia para dar conta do crescimento econômico. Como o nível dos reservatórios hidrelétricos está muito baixo, há um risco iminente de acionamento de termelétricas a combustíveis fósseis, com um custo bastante alto que é repassado aos brasileiros em forma de aumento de bandeira tarifária (amarela e vermelha). Portanto, é necessário o estímulo à geração de eletricidade limpa, renovável e barata, como a energia solar”, diz o presidente do Conselho de Administração da Absolar, Ronaldo Koloszuk.

10 de fevereiro, 2020
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ENERGIA SOLAR
Absolar apresenta proposta para desenvolvimento do setor

Os dirigentes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) tem encontro marcado com o Ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho no dia 17 de outubro para apresentar proposta de programa nacional para o desenvolvimento do setor solar fotovoltaico brasileiro. “A fonte solar fotovoltaica atravessa forte expansão no mundo, porém enfrentou obstáculos no Brasil nos últimos dez anos, que prejudicaram seu crescimento, deixando o país com 15 anos de atraso no desenvolvimento do setor”, destacou o presidente executivo da instituição, Dr. Rodrigo Sauaia. Na última década, países em desenvolvimento, como China, Índia e África do Sul, bem como nações desenvolvidas, como Alemanha, Japão, EUA, Reino Unido, França, Espanha, Itália, Canadá e Austrália, lançaram programas nacionais para o aproveitamento da energia solar fotovoltaica. “Com a proposta preparada em conjunto com o setor, buscamos posicionar o país como um protagonista na geopolítica do setor solar fotovoltaico internacional, tornando a energia solar fotovoltaica um vetor de progresso econômico, social, ambiental e estratégico ao Brasil, efeito já observado nos principais países em desenvolvimento e desenvolvidos do mundo”, esclarece Sauaia. As recomendações da Absolar foram organizadas em ações para o desenvolvimento do mercado (segmentos de geração centralizada e geração distribuída) e da cadeia produtiva do setor, incluindo temas como a contratação anual de 2 gigawatts (GW) de usinas solares fotovoltaicas por meio de leilões de energia elétrica, uma meta nacional de 1 milhão de telhados solares fotovoltaicos em residências, comércios, indústrias, edifícios públicos e na zona rural, a abertura de linhas de financiamento competitivas para pessoas físicas e uma política industrial para reduzir preços de equipamentos nacionais aos consumidores.

21 de outubro, 2017
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
6ª edição da EnerSolar + Brasil em SP

A 6ª edição da EnerSolar + Brasil acontece entre os dias 23 e 25 de maio, no São Paulo Expo, em São Paulo, e reunirá empresas e profissionais do setor de energia renovável para debater os novos rumos do setor. O evento é uma plataforma para toda a cadeia da indústria produtiva dos segmentos de energia solar, eólica, biomassa e GTDC. Mais de 80 expositores irão mostrar as novas tecnologias e produtos nos segmentos de aquecedores solares, placas termo solares, painéis fotovoltaicos, aerogeradores, inversores, máquinas para transporte e manuseio de biomassa, caldeiras e queimadores. Entre os destaques do evento estão os produtos voltados para residências e pequenos consumidores, com monitoramento online e painéis solares flexíveis, para food tracks, trailers. A energia solar ainda ocupa faixa irrisória da geração elétrica brasileira, com 0,1%, mas tende a crescer a partir da microgeração distribuída. O custo de uma instalação de 15 m², suficiente para fornecer energia para uma residência onde vivem quatro pessoas, é de cerca de R$ 12 mil. Essa despesa se paga em cerca de seis anos, apenas com os ganhos obtidos na redução da conta de luz. Em paralelo à feira, o Ecoenergy traz 40 palestrantes, abrangendo mais de 20 temas sobre financiamento de projetos, questões regulatórias, avanço tecnológico, complementaridade com outras fontes de energia renováveis, superação de gargalos e capacitação. Maiores informações no site www.enersolarbrasil.com.br.&nbsp ;

22 de maio, 2017
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TECNOLOGIA
Flutuador solar gera energia

O mercado de saneamento não será mais o mesmo depois de conhecer as vantagens do flutuador com placas fotovoltaicas, tecnologia que a Sunlution, jovem empresa brasileira de geração distribuída (solar e hibrida) e geração em usinas solares de médio e grande porte, traz ao mercado brasileiro após uma joint-venture firmada com a fabricante francesa Cielet Terre International. A novidade promete ampliar, mesmo em tempos de escassez de água e baixo nível dos reservatórios, a capacidade de oferta hídrica das companhias de saneamento no Brasil. Orestes Gonçalves, sócio diretor da Sunlution, explica que o sistema já vem sendo empregado com êxito em outros países do mundo para cobrir parte dos espelhos d’água de reservatórios de companhias de saneamento: “a tecnologia reduz em até 70% o nível de evaporação da água nos locais onde o flutuador fica instalado, o que permite maior oferta hídrica e, ao mesmo tempo, utilização da energia gerada para abastecer a operação da companhia”. A proposta de gerar energia em reservatórios aproveitando a infraestrutura já existente nas instalações vem atraindo o interesse de companhias brasileiras de saneamento e as conversações com duas delas já estão bem adiantadas, garante o executivo. O sistema de energia solar flutuante, plataforma batizada por Hydrello, permite a instalação dos painéis fotovoltaicos em reservatórios de água potável, lagos de minas e pedreiras, canais de irrigação ou bacias de decantação e remediação. Com montagem rápida e fácil, o sistema se adapta a qualquer configuração elétrica. Fabricados em HDPE através de moldagem por sopro, os flutuadores possuem vida útil superior a 20 anos e são resistentes à corrosão e raios UV. Painéis secundários permitem fácil acesso para manutenção e limpeza das placas. Ciente da eficácia do equipamento, Gonçalves estima encerrar o ano de 2015 com 15 a 20 megawatts (MW) de projetos de energia solar contratados, para serem instalados ao longo de 2016: “como a estrutura está toda pronta, não há necessidade de se investir em transmissão ou em subestação, como acontece em muitos projetos eólicos, por exemplo”. Para otimizar ainda mais o sistema, Gonçalves destaca ainda a parceria firmada com a TechSub, fabricante francesa de aeradores de água solar sustentáveis, para explorar o mercado de tratamento e recuperação de rios e lagos no Brasil. A proposta é integrar o flutuador com placas solares da Sunlution aos aeradores da TechSub e oferecer um modelo sustentável nos projetos de melhoria da qualidade da água no Brasil. Na prática, as placas fotovoltaicas serão responsáveis pelo fornecimento da energia para o equipamento de oxigenação de água da fabricante francesa. “A tecnologiaSunlution-TechSub (aerador + flutuador solar) custa no Brasil R$ 98 mil por equipamento. Cada aerador solar é instalado para cobrir uma área de 5 hectares. Na lagoa Rodrigo de Freitas (RJ), por exemplo, o projeto para elevar a qualidade da água está orçado em torno de R$ 12 milhões e o tempo de resposta para atingir os níveis desejados é de um ano”, ilustra o executivo. Aterros sanitários podem utilizar a mesma tecnologia Outro nicho de mercado que vem sendo trabalhado pela Sunlution são os aterros sanitários e os lixões. A ideia, segundo Gonçalves, é cobrir esse locais com os mesmos flutuadores solares utilizados nos reservatórios, para gerar energia limpa e, ao mesmo tempo, garantir tratamento adequado às áreas impactadas. A expectativa da empresa nessa área é obter um volume de negócios da ordem de R$ 35 milhões com a entrada de cinco megawatts no primeiro ano de projeto. “O flutuador solar é indicado para cobrir este tipo de terreno, já que possui um sistema flexível de fixação capaz de compensar o movimento e as oscilações de uma área de lixão”, esclarece Gonçalves. Já para o setor agrícola, outro potencial cliente da empresa, a Sunlution pretende instalar os flutuadores em lagos e represas de propriedades rurais e, desta forma, garantir o abastecimento energético para a produção. Estudos mostram que o flutuador reduz em até 70% o nível de evaporação da água, o que permite ao agricultor aumentar em 30% a sua produção.

10 de dezembro, 2015