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SUSTENTABILIDADE

Henkel atinge metas intermediárias de 2030

A Henkel atingiu as metas intermediárias de sua “Estratégia de Sustentabilidade para 2030”, definiu novas metas a serem atingidas até 2020 e publicou seu 25ºRelatório Anual de Sustentabilidade. O primeiro relatório foi publicado em 1992 - ano da Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU no Rio de Janeiro, a Eco92.“O ano de 2015 foi muito importante para a Henkel. Atingimos as metas intermediárias para os primeiros cinco anos de nossa Estratégia de Sustentabilidade de longo prazo para 2030. Mas não pararemos aqui. Para continuar a promover a sustentabilidade, desenvolvemos novas metas ambiciosas para 2020 e definimos áreas adicionais de ação ao longo de toda a cadeia de valor", afirmou Kathrin Menges, Vice-Presidente Executiva de Recursos Humanos e Presidente do Conselho de Sustentabilidade da Henkel. Entre as metas intermediárias, a Henkel conseguiu, entre 2011 e 2015, melhorar a eficiência energética em 18%, reduzir o uso da água em 23%, diminuir o volume de resíduos em 17%, a segurança ocupacional cresceu 33%, enquanto as vendas tiveram incremento de 11%. No geral, a Henkel melhorou o relacionamento entre o valor gerado e a pegada ambiental em 38%. Até 2020, a empresa pretende reduzir as emissões de CO2 de suas unidades de produção, o uso da água e o volume de resíduo em 30% por tonelada de produto fabricado, em comparação a 2010. A segurança ocupacional deve melhorar 40%, e as vendas devem crescer 22% por tonelada de produto. A obtenção dessas metas resultaria em uma melhora na eficiência de 75% até 2020, em comparação a 2010. Em 2015, funcionários da Henkel receberam treinamento para que possam explicar a importância do comportamento sustentável a outras pessoas, incluindo alunos de educação básica. Desde 2012, cerca de 6.200 colaboradores da Henkel tornaram-se Embaixadores da Sustentabilidade, e o programa chegou até 63 mil alunos em 43 países. Por mais um ano a Henkel entrou no Índice "As 100 Corporações Globais Mais Sustentáveis do Mundo" e recebeu a classificação "Ouro" da EcoVadis. A empresa também ganhou o prêmio Categoria Prata da RobecoSAM.

A Henkel atingiu as metas intermediárias de sua “Estratégia de Sustentabilidade para 2030”, definiu novas metas a serem atingidas até 2020 e publicou seu 25ºRelatório Anual de Sustentabilidade. O primeiro relatório foi publicado em 1992 - ano da Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU no Rio de Janeiro, a Eco92.“O ano de 2015 foi muito importante para a Henkel. Atingimos as metas intermediárias para os primeiros cinco anos de nossa Estratégia de Sustentabilidade de longo prazo para 2030. Mas não pararemos aqui. Para continuar a promover a sustentabilidade, desenvolvemos novas metas ambiciosas para 2020 e definimos áreas adicionais de ação ao longo de toda a cadeia de valor", afirmou Kathrin Menges, Vice-Presidente Executiva de Recursos Humanos e Presidente do Conselho de Sustentabilidade da Henkel.

Entre as metas intermediárias, a Henkel conseguiu, entre 2011 e 2015, melhorar a eficiência energética em 18%, reduzir o uso da água em 23%, diminuir o volume de resíduos em 17%, a segurança ocupacional cresceu 33%, enquanto as vendas tiveram incremento de 11%.

No geral, a Henkel melhorou o relacionamento entre o valor gerado e a pegada ambiental em 38%. Até 2020, a empresa pretende reduzir as emissões de CO2 de suas unidades de produção, o uso da água e o volume de resíduo em 30% por tonelada de produto fabricado, em comparação a 2010. A segurança ocupacional deve melhorar 40%, e as vendas devem crescer 22% por tonelada de produto. A obtenção dessas metas resultaria em uma melhora na eficiência de 75% até 2020, em comparação a 2010.

Em 2015, funcionários da Henkel receberam treinamento para que possam explicar a importância do comportamento sustentável a outras pessoas, incluindo alunos de educação básica. Desde 2012, cerca de 6.200 colaboradores da Henkel tornaram-se Embaixadores da Sustentabilidade, e o programa chegou até 63 mil alunos em 43 países. Por mais um ano a Henkel entrou no Índice "As 100 Corporações Globais Mais Sustentáveis do Mundo" e recebeu a classificação "Ouro" da EcoVadis. A empresa também ganhou o prêmio Categoria Prata da RobecoSAM.

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MEIO AMBIENTE
ADM tem plano de redução de impacto ambiental

Empresa do agronegócio, a ADM anunciou que pretende reduzir em 10% o uso intensivo de água e a meta de eliminar 90% do volume de resíduos sólidos gerados até 2035, como parte de um plano arrojado para continuar reduzindo o impacto ambiental da empresa. "Compromissos como esses se tornam ainda mais importantes em meio a um desafio sem precedentes como a pandemia do COVID-19", afirma Juan Luciano, presidente e CEO da ADM. No início de 2020, a ADM informou metas para reduzir as emissões absolutas de gases de efeito estufa em 25%, e a intensidade de energia em 15%, no mesmo período. Além disso, a ADM desenvolverá planos de redução do uso de água em áreas de alto risco e de escassez hídrica. As novas metas estão alinhadas aos Objetivos das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, e serão alcançados a partir da reutilização e reciclagem da água e da descoberta de usos alternativos para os resíduos. Essas metas seguem o plano "15x20" original da ADM, apresentado em 2011, no qual a empresa comprometeu-se a melhorar o uso de energia por unidade; e a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o uso de água e o volume de resíduos gerados até 2020. "Sabemos que a preservação dos recursos naturais é fundamental para o nosso futuro e que nossos compromissos com práticas sustentáveis resultarão em uma ADM ainda mais forte e em um mundo melhor", explica Juan Luciano. "Temos orgulho de ser o parceiro que alia o fornecimento a sustentabilidade para nossos clientes e, mais amplamente, estamos comprometidos em promover mudanças, por meio de boas práticas, soluções progressivas e ações conscientes que causam um impacto positivo". O progresso das metas da ADM pode ser conferido no Relatório de Sustentabilidade Corporativa no endereço http://assets.adm.com/Sustainability/2019-Reports/2019-ADM-Sustainability-Report.pdf .

25 de maio, 2020
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ÁGUA
BASF reduz consumo na América Latina

A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Governo aprova Agenda 2030

Líderes do Governo e de estados aprovaram, após mais de três anos de discussão, por consenso, o documento “Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”. O documento é um plano de ação destinado ao bem-estar das pessoas e do planeta. Engajado com a proposta das Nações Unidas, o Portal http://www.ods2030.com.br foi desenvolvido por empresários brasileiros com o objetivo de impulsionar negócios relacionados com a economia verde, bem como promover treinamentos e palestras que contribuam com o atendimento das metas de desenvolvimento sustentável estabelecidas pelas Nações Unidas para o ano de 2030. A equipe do site programou para julho a realização de três webinars gratuitos. No dia 8 de julho, das 10 às 11 horas, o tema do evento online foi “Implantação do Registro de Emissão e Transferência de Poluentes - RETP”. O palestrante foi o Diretor executivo da EcoAdvisor Associados, Marcus da Matta. O RETP é a base de dados nacional de acesso público irrestrito sobre emissões e transferências de poluentes prioritários por atividades potencialmente poluidora. O programa relaciona-se com o marco regulatório internacional do Pollutant Release and Transfer Register PRTR. No dia 19 de julho, das 10 às 11 horas, acontecerá o webinar “Impactos ambientais e avaliação de risco ecológico”, ministrado pela Dra. Maurea Flynn, diretora técnica da EcoAdvisor. A palestra vai tratar sobre a aplicação de metodologia rápida para avaliação de impactos e risco no corpo hídrico, em decorrência do uso de produtos por consumidor final, ou emissão difusa de poluentes. No dia 26 de julho, das 10 às 11 horas, a Gerente técnica da Lisam Systems, Tatiana Moneró, ministrará sobre o tema “Sistema globalmente harmonizado de classificação e rotulagem de produtos químicos (GHS)”. No webinar, a profissional discutirá sobre o direito do trabalhador a informações do perigo de produtos químicos e os desafios da implantação da ABNT 14725 e NR 26 no Brasil. Maiores informações sobre inscrições no site www.ods2030.com.br .

12 de julho, 2016
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GEE
Unilever reduz emissões em 36,09%

Entre 2008 e 2015, a Unilever Brasil diminuiu em 36,09% a emissão de Gases de Efeito Estufa nas fábricas localizadas no País, resultado alcançado graças ao investimento no uso de energia “limpa”. A visão de diminuir a pegada ambiental e aumentar o impacto positivo faz parte do Plano de Sustentabilidade traçado em 2010. “Após cinco anos do lançamento do plano, podemos afirmar que não apenas é possível combinar crescimento com sustentabilidade, mas que a atuação sustentável gera crescimento consistente e de longo prazo. Ao usar o documento como guia para a estratégia do negócio conseguimos diminuir custos e riscos ao mesmo tempo em que aumentamos a confiança e credibilidade em nossas marcas e na companhia em nível global”, afirma Antonio Calcagnotto, head de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Unilever Brasil. A companhia informa que também vem investindo em iniciativas para aumentar a eficiência energética nas fábricas. De 2008 a 20015, a Unilever Brasil adquiriu 19 mil conservadoras “verdes”, que consomem menos energia elétrica do que as conservadoras comuns. Somente ano passado, foram adquiridas duas mil unidades desses equipamentos. As iniciativas possibilitarão que a companhia alcance o objetivo de, em 2020, ter a emissão de CO² pelo consumo de energia nas fábricas igual ou menor que os níveis de 2008, mesmo com significativo aumento de volume de produção. Também auxiliarão a Unilever a atingir a meta global de utilizar 100% de energia limpa em todas as fábricas da companhia no mundo.

6 de junho, 2016
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Indústria química quer ser protagonista

Reforçando a premissa de que a indústria química éum dos setores que mais investe em inovação de seus processos e no desenvolvimento de novos produtos, avanços tecnológicos que refletem imediatamente em diversas cadeias produtivas que contribuem para a sustentabilidade e que a química éfundamental para outras indústrias como provedora de soluções sustentáveis, a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química) e o programa Atuação Responsável realizaram, em São Paulo, dia 1ºde Abril, um encontro para tratar do tema “COP 21 – o Acordo de Paris”. A proposta era discutir o papel da indústria química e seus produtos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Abrindo os trabalhos, Fernando Figueiredo, presidente da entidade, enfatizou que “a indústria química tem consciência do seu papel como promotora do desenvolvimento sustentável e por ser transversal, estápresente em todos os segmentos industriais. Os investimentos do setor em Pesquisa & Desenvolvimento têm contribuído para a criação de produtos com melhor desempenho ambiental”. Na sequência, Weber Porto, Coordenador do Comitêpara Desenvolvimento Sustentável da Abiquim, explicou alguns dos objetivos do novo departamento, como: “a identificação de oportunidades onde a química possa fazer parte de soluções; a busca por novas formas de interesse do setor; definição de prioridades e posicionamento da indústria química brasileira; e a realização de alinhamentos com outras instituições químicas mundiais”. Ao falar do tema sob o ponto de vista econômico –como motivador de crescimento e inovação, Porto citou um trabalho realizado pela consultoria Standard & Poor's com CEOs de importantes empresas mundiais que tem a sustentabilidade como foco, onde 67% afirmaram ter maior retorno sobre capital, 50% menos volatilidade dos lucros e 21% um crescimento mais forte dos dividendos. José Miguez, Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, detalhou os resultados da COP 21 e a posição do governo brasileiro para as metas estabelecidas no Acordo de Paris. Para o especialista, um dos fatores de sucesso da Conferência das Partes foram as propostas apresentadas por 187 países antes do encontro, de um total de 196 partes –indicando quais seriam seus passos. No momento, aguarda-se o processo de ratificação das assinaturas ou a aprovação de cada congresso para manter a variação da temperatura média abaixo de 2 o C. A partir do que foi estabelecido em Paris a proposta érever a cada cinco anos as metas individuais, tornando mais ambiciosas as próximas etapas. O acordo também entendeu a necessidade de apoio aos países em desenvolvimento e reconheceu a proposta brasileira sobre diferenciação concêntrica, entre outros aspectos. “As soluções da química para a sustentabilidade”foi o tema da apresentação do presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Carlos Fadigas – também presidente da Braskem, que iniciou sua participação definindo o conceito de desenvolvimento sustentável: “atende as necessidades da geração atual sem comprometer a capacidade de gerações futuras de satisfazerem suas próprias necessidades”. Conceito importante nos dias atuais, onde se consome mais do que o planeta écapaz de reciclar ou regenerar, podendo em algum momento exaurir os recursos naturais disponíveis. Atualmente, 16% da população mundial consome quase 80% dos recursos naturais, 2/3 da população não tem renda para acessar o mercado de consumo e 1 bilhão de pessoas sequer tem acesso àágua. Para Fadigas, do ponto de vista ambiental o Brasil tem “o dever de casa feito”, jácom notório esforço de redução das suas emissões e diminuição da taxa de desmatamento. Mas existem enormes desafios na parte social a serem vencidos –“éum dos países mais desiguais do mundo, com retrocesso nos últimos anos. Mais da metade da população não conta com serviços de tratamento de esgoto e os lixões ainda são realidade”, salientou Fadigas, acrescentando como oportunidade a geração de energia a partir dos gases existentes nos aterros de resíduos sólidos.

5 de abril, 2016
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ATUAÇÃO SUSTENTÁVEL
Unilever adere à iniciativas por um mundo melhor

Para a Unilever, a sustentabilidade não é opção e sim uma forma de fazer negócios e garantir um futuro melhor para todos. Pautada por esta atuação cada vez mais sustentável, focada em reduzir o impacto ambiental e aumentar o impacto positivo na sociedade, a Unilever Brasil se une a diferentes iniciativas em prol do meio ambiente. Dentre as adesões, a companhia acaba de anunciar apoio à Coalizão Cidades pela Água, iniciativa da TNC (The NatureConservancy). Também este ano, a Unilever Brasil aderiu à Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, promovida pelo CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável); ao Protocolo Climático do Estado de São Paulo, ação da Secretaria Estadual do Meio Ambiente; e fechou parceria com o Trata Brasil para ampliar a promoção ao saneamento básico. A Coalizão Cidades pela Água, da TNC (The NatureConservancy), tem como objetivo elevar o nível de segurança hídrica de mais de 60 milhões de brasileiros, em 12 regiões metropolitanas incluindo municípios nas quais a Unilever Brasil tem fábricas, por meio de uma atuação mais integrada e intensa das empresas em encontrar soluções para o desafio. Para a Unilever, a gestão responsável da água é um tema de extrema importância e a companhia vem avançando no tema – registrou redução de 36% no consumo de água em suas fábricas entre 2008 a 2014. Uma das pioneiras a integrar o Protocolo Climático do Estado de São Paulo, a companhia já reduziu em 35% suas emissões de GEE, entre 2008 e 2014, e tem como meta reduzir pela metade o impacto esses gases ao longo do ciclo de vida de seus produtos, até 2020. Em linha com os objetivos da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), a Unilever tem, dentre as suas metas, o propósito de atingir 100% das matérias-primas agrícolas fornecidas de maneira sustentável – em 2014, 100% dos fornecedores de soja em grãos foram certificados. Por fim, a companhia se associou ao Instituto Trata Brasil para promover ações que resultem na expansão dos serviços de saneamento básico e, consequentemente, na melhoria dos recursos hídricos no País. A ideia é criar outras iniciativas além do projeto “VIM para UNICEF - Todos Juntos na Luta Pelo Saneamento”, lançado em 2013 e que já impactou mais de 1.100 municípios brasileiros.

15 de dezembro, 2015
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Dilma anuncia meta de redução de 43% até 2030

A Presidente Dilma Rousseff anunciou metas para a redução de poluentes de 37% em 2025 e de 43% até 2030, tendo como ano-base 2005 – ano que, segundo especialistas, registrou um grande volume de emissão de poluentes. Com o anúncio, o Brasil é a primeira economia em desenvolvimento a determinar uma meta absoluta. As propostas apresentadas no evento sobre sustentabilidade realizado em Nova York, Estados Unidos, servem como ponto de partida para as negociações em dezembro durante a Conferência Global do Clima (COP 21). Entre 2005 e 2012, as emissões de gases de efeito estufa caíram cerca de 40% com a redução de 80% do desmatamento. Dilma afirmou que o Brasil manterá o “horizonte” de redução das emissões, mas que ”seria um esforço inédito” manter o ritmo. “O crescimento do PIB alimenta o crescimento de emissões”, justificou. O Governo brasileiro defende que países desenvolvidos adotem metas mais rígidas que os emergentes, por terem iniciado o processo de industrialização muito antes e, portanto, emitido mais poluentes. A ONU fixou prazo final para as nações apresentarem suas metas em 1º de outubro. Os Estados Unidos estipularam meta de 32% de redução até 2030; União Europeia e Rússia determinaram 40% e 30%, respectivamente, no prazo ; o Japão quer reduzir as emissões em 25,4% até 2030, enquanto a China quer atingir o pico de emissão até 2030. A expectativa brasileira é de que até 2030 a matriz energética brasileira tenha participação de 23% de fontes renováveis – excluída a hidrelétrica.

30 de setembro, 2015
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SUSTENTABILIDADE
Bunge Brasil apresenta Relatório 2014

Em sua 12ª edição do Relatório de Sustentabilidade, a Bunge Brasil aumentou em 38% a cogeração de energia elétrica oriunda de biomassa na comparação com o período anterior. A Companhia gerou, a partir do bagaço da cana-de-açúcar, 968 GWh, atingindo o equivalente a 100% da produção de energia elétrica consumida em seus processos industriais por oito usinas de cana-de-açúcar. Esta quantidade é capaz de abastecer 480 mil residências no período de um ano, considerando-se a média do consumo residencial no país. A Bunge Brasil investiu mais de R$ 32 milhões em ações de gestão e proteção ambientais em suas três áreas de negócios. Entre os projetos consolidados está o Soya Recicla, programa de reciclagem de óleo de cozinha usado. Presente em cinco estados brasileiros e com mais de 2 mil pontos-de-coleta para óleo usado, o Soya Recicla ampliou em 26% o volume de óleo de cozinha pós-consumo destinado à reciclagem (sabão e biocombustível), totalizando cerca de 665 toneladas de óleo coletadas, além de quase 12 toneladas de embalagens PET. Cooperativas de catadores dos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia também foram beneficiadas pelo Soya Recicla. O programa está presente ainda nos estados de São Paulo e Ceará. O Relatório traz também o bloqueio comercial de produtores que não cumprem com compromissos ambientais ou sociais, como as questões trabalhistas, por exemplo. Ao final de 2014, 310 produtores estavam bloqueados, 35% inferior comparado a 2013 e equivalente a apenas 1,5% dos produtores que relacionam-se com a empresa por ano. “Esse dado mostra que as nossas iniciativas estão despertando maior responsabilidade junto aos produtores rurais”, afirma Michel Santos, líder de Sustentabilidade da Bunge Brasil. Outros destaques no ano passado foram a redução de 38% no consumo da água para a produção de Alimentos & Ingredientes, além da matriz energética baseada em biomassa. “As emissões que evitamos equivaleriam a 240 mil veículos à gasolina em uma cidade, anualmente,” completa Michel. Seguindo as tendências de sustentabilidade, o relatório de 2015 está disponível apenas na versão online. “Durante o ano de 2014, as versões dos relatórios de sustentabilidade da Bunge, hospedados na plataforma web, tiveram 65 mil visitantes. Foram visitas provenientes de 60 países diferentes, o que nos impulsionou a adotar definitivamente o modelo online”, explica o executivo. Pelo segundo ano, o Relatório de Sustentabilidade da Bunge foi elaborado no formato mais completo da nova geração de indicadores GRI (Global Reporting Initiative), o ‘Abrangente’ da versão G4. O documento completo está disponível no site: www.bunge.com.br/sustentabilidade/2015 .

9 de junho, 2015
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UNILEVER
Avanços são registrados no Plano de Sustentabilidade

No último dia 20 de maio, a Unilever Brasil apresentou seus resultados mais recentes do Plano de Sustentabilidade. Entre 2008 e 2014, período de mensuração dos resultados, a Companhia registrou crescimento de mais de 60% - o faturamento passou de R$ 10,29 bi para R$ 16,7 bilhões, além de conseguir reduzir em 36% o consumo de água e em 35% a emissão de gases do efeito estufa no mesmo período. A Unilever Brasil comemora ainda a marca de Aterro Zero em suas 15 fábricas e Centros de Distribuição no Brasil. Além disso, as ações de redução de nível de sal atingiram 28,4% de todo o seu portfólio de alimentos de varejo. “Com 7 bilhões de pessoas em nosso planeta, os recursos naturais estão sob imensa pressão. A elevação da temperatura, a escassez de água, a energia mais cara, as incertezas na oferta de alimentos e o aumento da disparidade entre ricos e pobres impõem à sociedade grandes desafios”, afirma Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. “As empresas têm papel importante na solução desses problemas. É por isso que trouxemos a sustentabilidade para o coração do nosso modelo de negócio, somando-a a criação das marcas e ao processo de inovação, essências da indústria de consumo”, Fernando Fernandez, Presidente da Unilever Brasil. O próximo compromisso anunciado é a redução do consumo de água pela metade até 2020. No ano passado todas as medidas de uso racional de água nas fábricas da Unilever totalizaram redução de consumo de 78.612 m3, o que representa uma economia suficiente para que 108 mil pessoas matem a sede diariamente ao longo de um ano. A Unilever Brasil afirma que parte das reduções foi obtida graças ao investimento na plataforma de concentrados. As marcas Comfort Concentrado e Omo Líquido Super Concentrado, economizaram, em 2014, durante o processo fabril, mais de 100 milhões de litros de água – o equivalente ao uso diário de um milhão de pessoas. Segundo a empresa, isso ocorre porque os produtos contêm menos água em sua fórmula : No caso de Omo Super Concentrado, há uma economia de 40% de água em relação a uma unidade regular do mesmo, além de auxiliarem o consumidor a usar menos água e gerar menos resíduos. Já, em relação a diminuição dos gases de efeito estufa, a Unilever Brasil quer reduzir os impactos pela metade até 2020. Atualmente, cerca de 40% da energia consumida nas fábricas são provenientes de fontes renováveis, como biomassa, óleo vegetal, etanol e biodiesel. Outro ponto importante foi à conquista de 55% das matérias-primas agrícolas adquiridas globalmente provenientes de fontes sustentáveis – até 2020, a meta é atingir 100%. Atualmente, 90% dos 13 ingredientes mais usados pelos produtos da marca Knorr no mundo são originadas de fontes certificadas. Para alcançar estes números, a Unilever vista seus produtores, aconselha melhorias para produção e realiza auditorias sobre condições de trabalho, do uso do solo e da água, clima, biodiversidade local, entre outros. Saúde e Bem-Estar A empresa está investindo também na melhoria nutricional de seu portfólio de alimentos e em ações para levar informações para a sociedade. A ideia é promover saúde e bem-estar em mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo até 2020. A Unilever já conseguiu reduzir o nível de sal, além de, desde 2014, todos os sorvetes infantis terem, no máximo, 110 kcal em cada porção, além de mais de 1,5 milhão de lares impactados pelo movimento “Ame o Coração”, da marca Becel, em parceria com o Incor e o HCor – iniciativa que conscientiza a população sobre hábitos alimentares capazes de prevenir doenças cardiovasculares. “Somos guiados pelo princípio de que é preciso trabalhar para criar um mundo melhor todos os dias. Isso se dá não só reduzindo o impacto ambiental, mas também ajudando as pessoas a terem melhores condições de trabalho, saúde e a se sentirem bem e estamos fazendo isso por meio de marcas mais sustentáveis, como Vim Cloro Gel, OMO, Lifebuoy, Becel, Kibon, Brilhante, entre outras.”, afirma Fernandez. No Semiárido, a marca Vim lançou, em parceria com o UNICEF, um projeto para melhorar o saneamento e acesso a água tratada nas escolas, beneficiando mais de 450 mil crianças e jovens. Já, Lifebuoy, com a Pastoral da Criança, impactou mais de 916 mil crianças ensinando a importância da lavagem das mãos – uma mudança de hábitos que contribui para a redução de diarreia e doenças respiratórias. A Kibon e a Fundação Abrinq lançaram a campanha “Toda Criança Nasce para Ser Feliz”, que tem como principal objetivo salvar e melhorar a vida de milhares de crianças no Brasil. A ação faz parte de uma parceria global entre a Fundação Unilever, Kibon e Save The Children que irá levar saúde para 2 milhões de crianças em todo o mundo. Já Brilhante, uma das marcas de detergente para roupas da Unilever, lança em maio uma iniciativa pioneira no Brasil, o projeto Ciclo Brilhante, que visa colaborar com o aprimoramento profissional de mulheres. O Plano de Sustentabilidade 2014 da Unilever Brasil estabelece três metas globais a serem atingidas até 2020 : Ajudar mais de 1 bilhão de pessoas a tomar iniciativas para melhorar sua saúde e bem-estar; Reduzir pela metade a pegada ambiental dos seus produtos e melhorar as condições de vida de centenas de milhares de pessoas à medida que vamos fazendo o negócio crescer.

22 de maio, 2015