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TRATAMENTO DE ÁGUA

Livro faz abordagem muldisciplinar

Lançamento da editora Elsevier, o livro “Tratamento de Água” aborda o projeto das unidades de processo da fase líquida, recuperação e tratamento da água de lavagem de filtros, adensamento e desidratação de lodos. Além disso, a obra discute a utilização de diferentes agentes oxidantes em estações de tratamento de água, remoção de subprodutos da desinfecção e controle de gosto e odor. Com diversas ilustrações e inúmeros exemplos de cálculos de dimensionamento, a obra auxilia o leitor na compreensão dos tópicos mais importantes, com estudos de caso reais para uma fusão entre teoria e prática. “O projeto de estações de tratamento de água envolve um conjunto de conhecimentos multidisciplinares”, explica o autor Sidney Seckler Ferreira Filho. “A correta junção do conjunto de capacidades permite a elaboração de um projeto otimizado para estações de tratamento de água, podendo lidar com diferentes cenários de qualidade da água bruta”, complementa.

Lançamento da editora Elsevier, o livro “Tratamento de Água” aborda o projeto das unidades de processo da fase líquida, recuperação e tratamento da água de lavagem de filtros, adensamento e desidratação de lodos. Além disso, a obra discute a utilização de diferentes agentes oxidantes em estações de tratamento de água, remoção de subprodutos da desinfecção e controle de gosto e odor.
 
Com diversas ilustrações e inúmeros exemplos de cálculos de dimensionamento, a obra auxilia o leitor na compreensão dos tópicos mais importantes, com estudos de caso reais para uma fusão entre teoria e prática.
 
“O projeto de estações de tratamento de água envolve um conjunto de conhecimentos multidisciplinares”, explica o autor Sidney Seckler Ferreira Filho. “A correta junção do conjunto de capacidades permite a elaboração de um projeto otimizado para estações de tratamento de água, podendo lidar com diferentes cenários de qualidade da água bruta”, complementa.

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Por Ailton César Teles de Barros, Paulo Ricardo Amador Mendes, Rafael Medeiros Ribeiro, Tatiane do Nascimento Lopes e João Vitor Pena de Souza RESUMO Nas estações de tratamento de água (ETAs), durante o processo de purificação de água, é necessária a paralisação das unidades operacionais de decantação e filtração após certo tempo de funcionamento para a realização da descarga e lavagem para a remoção das impurezas retidas. Trabalho este necessário para a maximização da eficiência de operação. Para tanto, durante as lavagens destas unidades, ocorre o descarte de grande volume de água. Mediante o descarte de quantidade considerável de água durante a lavagem destas unidades operacionais, viu-se a oportunidade de avaliar o potencial qualitativo e quantitativo deste volume de água para o reaproveitamento no processo de tratamento, objetivando reduzir as perdas inerentes ao tratamento. O volume médio mensal descartado corresponde a 32.304 m³, equivalendo a aproximadamente 13 piscinas olímpicas. Através da análise dos parâmetros físicos inicialmente realizados, a qualidade do efluente clarificado apresentou-se equivale a água decantada para os parâmetros cor, turbidez e pH após o ensaio de sedimentação durante o tempo de 3,0 horas. A princípio, seria possível o reaproveitamento no sistema de tratamento. Para tanto, serão necessários estudos complementares, através da avaliação dos parâmetros químicos e bacteriológicos, para melhor certificação do potencial qualitativo, de forma a aumentar a oferta de água tratada. Leia o artigo completo na edição 199 de Saneamento Ambiental

23 de setembro, 2021
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LIVROS
‘Águas Brasileiras’ tem apoio da Bauminas

Em evento na FGV, está sendo lançado o livro “Águas Brasileiras”, produzido pela “Editora Brasileira”, com patrocínio do Grupo Bauminas e apoio do Instituto Trata Brasil. O livro aborda o cenário hídrico brasileiro, além de traçar um diagnóstico das restrições hídricas do País e caminhos e soluções para enfrentá-las. “Águas Brasileiras” tem a participação de especialistas do setor que abordam temas, como reuso de água, preservação de mananciais, poluição e estratégias para revitalização dos rios urbanos, crise hídrica e outros pontos importantes que permeiam os recursos hídricos e saneamento básico no Brasil. Dados do Instituto Trata Brasil mostram que mais da metade dos brasileiros ainda não têm acesso à coleta dos esgotos e mais de 34 milhões de pessoas não têm acesso à água encanada, resultando num Brasil bastante defasado em relação aos serviços de infraestrutura nestas áreas. O livro discute estes dados, dentre outros números importantes, com artigos de especialistas como Édison Carlos, Pedro Scazufca, Álvaro Menezes, Bruna Monteiro, Stela Goldenstein, German Orjuela, Gesner Oliveira, Marcelo Morgado, Claudia Orsini, Fernando Marcato, Andréa Vasconcelos e outros importantes porta-vozes das águas e saneamento no Brasil. O evento de lançamento em São Paulo será realizado no dia 16 de agosto, das 14h às 16h30, no auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O evento de lançamento é gratuito e as inscrições serão limitadas de acordo com a capacidade do auditório.

16 de agosto, 2017
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RECURSOS HÍDRICOS
Inea lança ‘Base Legal para a Gestão das Águas’

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) lançou recentemente a 3ª edição do livro Base Legal para a Gestão das Águas do Estado do Rio de Janeiro. O lançamento ocorreu na sede do instituto, onde houve também a cerimônia de posse dos novos representantes do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Estado do Rio de Janeiro (CERHI-RJ). A nova edição do livro está ampliada e atualizada pelos técnicos do Inea e comprova a evolução do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos. A publicação traz em destaque e de forma mais específica o tema segurança hídrica em função da crise hídrica vivenciada entre 2014 e 2015 na Região Sudeste, em especial na Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul, com a inclusão da Resolução conjunta ANA/DAEE/IGAM/INEA Nº 1382/2015. “A inclusão desta resolução conjunta é significativa, pois o ato, ao permitir o compartilhamento da responsabilidade da ANA sobre a operação dos reservatórios com os demais estados integrantes da bacia, representou um importante e decisivo passo no processo de gestão das águas”, disse a subsecretária de Segurança Hídrica e Governança das Águas da Secretaria de Estado do Ambiente, Eliane Barbosa. Outro ponto de destaque na 3ª edição é a atualização dos valores de cobrança pelo uso da água por oito dos nove comitês de bacia do Estado do Rio. A decisão de aumentar os valores praticados durante 12 anos é inédita no Brasil e foi referendada pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos. A publicação estará disponível no portal do Inea: www.inea.rj.gov.br .

4 de abril, 2017
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ÁGUA DE CHUVA
Pesquisador do IPT lança livro sobre captação

O pesquisador Luciano Zanella, do Centro Tecnológico do Ambiente Construído do IPT, lança o livro 'Captação, Manejo e Uso de Água de Chuva', no 10º Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva , que acontece de 15 a 18 de novembro na cidade de Belém (PA). Apesar de parecer uma técnica simples e barata, a captação de água da chuva, segundo Zanella, necessita de conhecimento específico para sua aplicação e investimentos para sua realização. A utilização de água de chuva como parte integrante de um projeto de engenharia carece da verificação da viabilidade técnica e econômica para sua implantação, explica Zanella na obra, e não são raras as situações em que o sistema pode se mostrar inviável, seja tecnicamente (principalmente quando aplicado a edificações existentes), ou economicamente – sobretudo quando avaliado a partir dos interesses financeiros de potenciais usuários considerados individualmente, como famílias de moradores, empresários ou mesmo órgãos ou entidades públicas. “Apesar da importância primordial da viabilidade técnica, não raramente a viabilidade econômico-financeira é considerada mandatória quanto à opção pela utilização dos sistemas nas cidades”, explica Zanella. A quantidade e a qualidade da água de chuva possíveis de se obter, os usos pretendidos para a água, os equipamentos necessários ao tratamento, a capacidade de estocagem e os gastos com operação e manutenção do sistema são alguns dos aspectos que devem ser avaliados pelo usuário da edificação, explica o pesquisador na obra de 24 capítulos organizada pela Associação Brasileira de Captação e Manejo de Água de Chuva (ABCMAC).

18 de novembro, 2016