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ÁGUA

“Caminhos da Água no Brasil” busca conscientizar uso racional

“Caminhos da Água no Brasil” busca conscientizar uso racional

A obra sublinha a todo momento que, sem água limpa, não há qualidade de vida, e destaca a importância dessa água para a sustentabilidade ambiental

A editora Bela Vista Cultural acaba de lançar o livro "Caminho das Águas no Brasil” que aborda o vasto potencial hídrico brasileiro e, ao mesmo tempo, debate, a sua relevância nas esferas do consumo, energia, saneamento, logística, turismo, economia e saúde. Além disso, a publicação incentiva a sociedade a se engajar com práticas de cidadania preservacionista e sustentável. Com prefácio de Marina Godward, influenciadora que atua na área de sustentabilidade e meio ambiente, a obra sublinha a todo momento que, sem água limpa, não há qualidade de vida, e destaca a importância dessa água para a sustentabilidade ambiental, a segurança hídrica e o bem-estar físico e mental. A obra é destinada a ser uma ferramenta pedagógica, utilizada em sala de aula.

A água é um recurso natural essencial para a vida dos seres humanos, à fauna e à flora. Ela compreende 60 a 70% do peso corporal de adultos e desempenha papel fundamental na regulação da temperatura interna e no funcionamento adequado de todos os processos orgânicos. A sua escassez, portanto, representa uma grave ameaça, uma vez que a água é a base de nossa existência. Em contraponto, um estudo publicado em 2021, pelo Instituto Trata Brasil, indicou que mais de dois bilhões de pessoas vivem em países em situação de estresse hídrico e que, embora o Brasil tenha uma das maiores reservas de água doce do mundo - com diversos rios importantes e um vasto litoral -, cerca de 35 milhões de habitantes não têm sequer acesso ao abastecimento regular de água no país.

“O projeto Caminho das Águas no Brasil surgiu da necessidade de conscientizar as pessoas sobre o uso racional e responsável da água. O livro e as atividades educativas que o acompanham oferecem uma visão abrangente de todas as suas potencialidades; como a geração de energia limpa, a preservação da biodiversidade, sua utilização em atividades de lazer e a sua relação direta com a saúde humana e a economia", afirma Renan Cyrillo, sócio presidente da Bela Vista Cultural. A iniciativa, realizada com apresentação do Zmax Blue Ship Group e patrocinada pelas empresas Águas Prata e H. Stern, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, doará a maior parte dos exemplares para estudantes e professores da rede pública de ensino nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Uma quantidade limitada também estará disponível para venda no e-commerce da editora, pelo valor simbólico de R$50,00. “Apoiamos iniciativas como esta porque acreditamos que promover a conscientização sobre o uso responsável dos recursos naturais é essencial para assegurar um futuro sustentável e equilibrado para as próximas gerações”, afirma Afonso Prata, Chairman do Zmax Blue Ship Group.

As escolas públicas participantes também serão palco de uma série de atividades complementares, incluindo palestras, além de atividades formativas e demais ações pedagógicas, com o intuito de oferecer recursos e experiências que complementem o trabalho realizado pelos profissionais da educação em sala de aula, beneficiando diretamente centenas de alunos.

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Artigo por Renata Ross Por Renata Ross * Dia 22 de março é celebrado o Dia Mundial da Água. Essa data foi estabelecida em 1993 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para selar um acordo com os países e chamar a atenção de governos, empresas, organizações não governamentais e todos os setores da sociedade, a fim de promover a conscientização pública sobre a importância da preservação e do desenvolvimento dos recursos hídricos e da implementação das recomendações propostas pela Agenda 21. Segundo dados da ONU, o Brasil é o país detentor da maior disponibilidade hídrica do planeta, com cerca de 12% do deflúvio médio mundial. Além disso, recentemente foi registrado um aumento de 109% no volume de água que pode ser convertida em energia nos reservatórios das hidrelétricas de todo o país, como revela os dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), divulgados no início do ano. Portanto, apesar das chuvas terem melhorado o nível dos reservatórios e dado um alento aos sistemas hídricos, a quantidade de lixo encontrada nos rios é grande e tem preocupado especialistas ambientais por colocar em risco a biodiversidade marinha. De acordo com o programa do Governo Federal chamado Rios + Limpos, em setembro do ano passado foi realizada uma ação, com 130 voluntários, onde foram retiradas toneladas de lixo ao longo da bacia do Pantanal. Além da poluição da água doce, a correnteza acaba levando o lixo diretamente para o mar, afetando também a vida marinha. Pesquisa realizada pela World Wide Fund for Nature ou Fundo Mundial para a Natureza (WWF), destacada pelo Atlas do Plástico, revela que o Brasil é responsável por despejar de 70 a 190 mil toneladas de resíduos plásticos nos oceanos todos os anos e, apesar de ter instituído a Política Nacional de Resíduos Sólidos em 2010, quase nenhum dos objetivos de reciclagem foi atingido dentro das metas estipuladas. Os dados apontam que nunca foi tão urgente a necessidade de repensarmos a ideia do lixo e diminuir a pegada ambiental que deixamos no meio ambiente. É mais do que necessário que a humanidade repense os padrões de consumo praticados atualmente, dando preferência a produtos e serviços de empresas que já tenham incorporado uma agenda sustentável em seu modelo de negócios, seja reduzindo o uso de recursos naturais, eliminando componentes tóxicos em sua produção, criando linhas de produtos recicláveis e reciclados ou mesmo trabalhando com embalagens retornáveis. Ninguém é tão pequeno que não possa fazer a diferença. É importante focar nas ações diárias, e muitas delas são simples, mas que no final do dia geram grande impacto. Problemáticas muito grandiosas costumam nos paralisar. Por outro lado, quando medidas que estão ao nosso alcance são apresentadas, as chances de adesão por grande parte da população são maiores e isso faz com que os efeitos em larga escala se tornem grandiosos. * Renata Ross é gestora de Marketing e Relacionamento na TerraCycle

22 de março, 2022
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Artigo por Paulo César Alves Rocha Por Paulo César Alves Rocha * Nesta terça-feira, 22, é celebrado o dia mundial da água. Há pouco o que se comemorar. Nos últimos anos, notícias sempre nos dão conta da diminuição da precipitação de chuvas, uma anormalidade que vem ocorrendo sem data para terminar. Este fenômeno traz também chuvas de grande precipitação em pouco tempo, o que causa enchentes, alagamentos, deslizamentos e uma série de efeitos trágicos. As causas destes problemas são pioradas pela poluição gerada por combustíveis fósseis e a derrubada de matas e florestas, estas últimas ocasionando a seca das nascentes de água. Os reservatórios destinados a água tratada e os de hidroelétricas estão há alguns anos sempre abaixo de sua capacidade e houve até aproveitamento por meio de bombeamento do seu nível morto. Algumas hidroelétricas já pararam de produzir energia por falta de água, mas elas têm que manter vasão mínima, e estarão quase todas na situação de produção abaixo de sua capacidade no prazo de um ano. A redução na vazão de rios já provocou diversos casos de salinização de foz de rios, com problemas para a população, além de provocar todo um conjunto de falta de emprego e diminuição de produção para quem necessita de água. Também já estamos tendo conflitos envolvendo água. Pequenos produtores rurais em conjunto com a população de cidades contestama retirada de água de rios para irrigação de plantações de grandes produtores rurais. Pequenos conflitos envolvendo pessoas e empresas, que retiram água do subsolo e dos rios, já ocorreram também, tanto entre estados, quanto em municípios. O caso mais recente ocorreu em decorrência de quem regularia a vazão do Rio Paraíba do Sul. Todo este embate em torno da água afeta diferentes setores no país. O transporte fluvial que fica prejudicado, as cidades enfrentam racionamento de água potável, a qualidade da água como um todo segue piorando porque a diminuição de chuvas não é acompanhada por uma redução de lançamento esgotos e lixo, ao contrário, este ponto se agrava, mas não se vislumbra nenhuma ação nem dos Governos nem da Sociedade para estes graves problemas. A irrigação deve ser modernizada para que se economize água. Uma ação efetiva nas bacias hidrográficas, deveria contemplar as Agências Governamentais como ANA, ANEEL, e Antaq, além do IBAMA, EMBRAPA e outros órgãos federais, o Operador Nacional do Sistema Elétrico -- ONS, além dos órgãos estaduais e municipais que tratam de água, agricultura, meio ambiente, irrigação, saúde e saneamento. Ou seja, todos os órgãos dos Governos direta ou indiretamente envolvidos, além da Sociedade como um todo, tem que participar de um esforço para termos água num mínimo necessário para que todos possam sobreviver. Deve ser lembrado que em bacias hidrográficas atualmente, as cidades à jusante captam na verdade esgotos das cidades à montante, para tratar e distribuir para a população, revertendo em esgoto que é lançando sem tratamento adequado no mesmo rio, que fará com outra cidade à jusante capte a água para uso humano e assim sucessivamente. Exemplo como a água que é tratada para a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que trata água que vem do Rio Paraíba do Sul, as margens do qual poucas cidades tratam esgoto, agravada pelos afluentes do Rio Guandu que vêm de regiões onde o esgoto é lançado in-natura nos mesmos. Ou seja, já se usa na prática em larga escala a água de reuso, por que então não alargarmos este conceito para as cidades? Fica a sugestão. * Paulo César Alves Rocha é especialista em infraestrutura, logística e comércio exterior com mais de 50 anos de experiência em infraestrutura, transportes, logística, inovação, políticas públicas de habitação, saneamento e comércio exterior brasileiro. Mestre em Economía y Finanzas Internacionales y Comércio Exterior e pós-graduado em Comércio Internacional pela Universidade de Barcelona. É mestre em Engenharia de Transportes (Planejamento Estratégico, Engenharia e Logística) pela COPPE-UFRJ. Pós-graduado em Engenharia de Transportes pela UFRJ e graduado em Engenharia Industrial Mecânica pela Universidade Federal Fluminense. Tem diversos livros editados nas Edições Aduaneiras.

22 de março, 2022
Perda de recursos hídricos. Não é bem assim
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Artigo por Alysson Nunes Diógenes Por Alysson Nunes Diógenes * Recentemente, a imprensa repercutiu a notícia de que o Brasil perdeu 15% dos seus recursos hídricos em 30 anos, uma perda de quase o dobro da superfície de água de todo o Nordeste, de acordo com estudo inédito do MapBiomas – grupo de pesquisadores com muita credibilidade e correto em seus dados e conclusões. Por outro lado, faltou apresentar algumas informações históricas, sem as quais esse dado sobre a perda dos recursos hídricos fica descaracterizado, como o do crescimento populacional. Desde a década de 1990, a população brasileira saltou de 150 milhões de habitantes para 211 milhões, um aumento de 40%. População que tem muitas necessidades no dia a dia: comida, bebida, deslocamento, habitação e lazer. Coisas simples, mas que necessitam de recursos. É, no mínimo, simplista apresentar esse dado e ignorar nosso histórico. Há alguns anos vivemos crises energéticas. No governo Fernando Henrique Cardoso, em 2001, por exemplo, houve uma delas. No governo Dilma, mais uma crise, dessa vez, por causas diferentes. A população e, em especial, a indústria precisam de energia. Muito se critica as recentes obras para geração de energia no rio Madeira e no rio Xingu, mas é mais desejável construir hidrelétricas do que acionar as geradoras termelétricas. Mas, alguém há de questionar. E as energias alternativas? Solar e eólica, as mais difundidas. Elas não são opções viáveis, por acaso? A resposta é que ambas têm um custo de operação muito maior do que as fontes citadas, as hidrelétricas. No entanto, o mesmo brasileiro que deseja o meio ambiente preservado, não se dispõe a pagar mais na conta de energia. Outro dado relevante é que na década de 1990 as fronteiras do Brasil eram fechadas para o comércio exterior. Mas o governo Collor participou do movimento mundial que ficou conhecido como globalização, trazendo grande desenvolvimento à nossa agricultura e pecuária. Parece outro mundo, mas foi apenas 30 anos atrás. E, é claro, isso teve consequências. Cerca de 70% da água que é consumida no país é para irrigação e outros 10% para consumo animal. Mais do que alimentar a população brasileira, somos grandes exportadores de soja e milho, além de carnes de frango, suína e bovina. Com esses dados, nota-se um conflito que, esse sim, deve ser abordado. A presença humana é prejudicial ao meio ambiente. E o que é possível fazer? Alguns exemplos: o governo federal, por meio do IBAMA, pode aumentar a fiscalização e multar os infratores da legislação ambiental, incentivando-os a respeitar as leis. O Judiciário, em todas as suas instâncias, não deve anular essas multas por qualquer motivo. O produtor que respeita as leis deve ser premiado por sua boa conduta. Prefeituras e estados devem fazer cumprir seus marcos de saneamento e parar de poluir os rios com esgotos e de autorizar construções em áreas de preservação. Na outra ponta, o cidadão que pode e deve adotar práticas sustentáveis de vida, que sabemos, são mais caras, mas garantem um futuro melhor para as próximas gerações. Entre as mudanças de comportamento, está o consumo de produtos com selos de sustentabilidade, como o da Rainforest Alliance, que certifica a prática de agricultura foi sustentável. Nem falarei em usar transporte público, e modais alternativos, como a bicicleta. Se apenas reduzirmos o desperdício de água e de energia elétrica, já será bastante significativo. Há muito trabalho a ser feito, mas, certamente, as ações renderão frutos – entre eles, inclusive, retorno financeiro. Mas, uma coisa é certa: com ações como as citadas, um futuro mais sustentável estará garantido para as próximas gerações. * Alysson Nunes Diógenes é Engenheiro eletricista, doutor em Engenharia Mecânica (UFSC), é professor do Mestrado e Doutorado em Gestão Ambiental da Universidade Positivo (UP).

20 de setembro, 2021
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LIVROS
‘Águas Brasileiras’ tem apoio da Bauminas

Em evento na FGV, está sendo lançado o livro “Águas Brasileiras”, produzido pela “Editora Brasileira”, com patrocínio do Grupo Bauminas e apoio do Instituto Trata Brasil. O livro aborda o cenário hídrico brasileiro, além de traçar um diagnóstico das restrições hídricas do País e caminhos e soluções para enfrentá-las. “Águas Brasileiras” tem a participação de especialistas do setor que abordam temas, como reuso de água, preservação de mananciais, poluição e estratégias para revitalização dos rios urbanos, crise hídrica e outros pontos importantes que permeiam os recursos hídricos e saneamento básico no Brasil. Dados do Instituto Trata Brasil mostram que mais da metade dos brasileiros ainda não têm acesso à coleta dos esgotos e mais de 34 milhões de pessoas não têm acesso à água encanada, resultando num Brasil bastante defasado em relação aos serviços de infraestrutura nestas áreas. O livro discute estes dados, dentre outros números importantes, com artigos de especialistas como Édison Carlos, Pedro Scazufca, Álvaro Menezes, Bruna Monteiro, Stela Goldenstein, German Orjuela, Gesner Oliveira, Marcelo Morgado, Claudia Orsini, Fernando Marcato, Andréa Vasconcelos e outros importantes porta-vozes das águas e saneamento no Brasil. O evento de lançamento em São Paulo será realizado no dia 16 de agosto, das 14h às 16h30, no auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O evento de lançamento é gratuito e as inscrições serão limitadas de acordo com a capacidade do auditório.

16 de agosto, 2017
Saneamento Ambiental Logo
BACIAS HIDROGRÁFICAS
Alto Tietê ganha Atlas online

O Instituto 5 Elementos - Educação para a Sustentabilidade – lançou a versão online do “Atlas para a Sustentabilidade Ambiental da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê”, que abastece cerca de 20 milhões de pessoas. Coordenada pela educadora e pedagoga ambiental Mônica Pilz Borba, a publicação é dirigida especialmente aos professores e estudantes do Ensino Médio e universidades das 36 cidades que compõem a Bacia e tem o objetivo de tornar acessíveis as informações técnicas sobre a sua formação e os planos de gestão da água e resíduos, bem como da vegetação em seu entorno. Para Mônica, a difusão do conhecimento é fundamental para a resolução da crise e preservação desse recurso essencial à vida. "Caprichamos também nos mapas e ilustrações e o visual está bastante atraente, bem diferente dos relatórios técnicos", diz a pedagoga, que também é fundadora do Instituto 5 Elementos, responsável pela edição do Atlas, que levou três anos para ser organizado. O “Atlas para a Sustentabilidade Ambiental da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê” pode ser acessado na íntegra no link: http://www.5elementos.org.br/site/index.php/2015-atlas-para-a-sustentabilidade-da-bacia-hidrografica-do-alto-tiete/ ."Com as informações desta publicação, as pessoas podem compreender de onde vem a água que abastece a Bacia, além de conhecer as áreas verdes, parques e Unidades de Conservação. A qualidade das águas é outro ponto de destaque, no qual podemos observar a triste realidade por município em relação a quanto cada um trata seus esgotos", explica. Em uma primeira fase, o Atlas recebeu financiamento parcial do FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos. Atualmente, o Instituto 5 Elementos procura novos parceiros para a edição impressa e também para promover lançamentos nos cinco subcomitês da Bacia e no Alto Tietê. "O projeto está em fase de aprovação na Lei Rouanet e, assim que for aprovado, iremos buscar parcerias para a impressão de 7 mil exemplares, que serão doados por meio desses seis lançamentos", explica Mônica. Dividido em quatro partes, o Atlas estimula inicialmente que os leitores conheçam a Bacia, propondo "mochila nas costas" e um passeio para conhecer "in loco" a situação da região. "Nos primeiros capítulos, também trata da disponibilidade e uso da água no planeta, o ciclo d’água, quais são as regiões hidrográficas brasileiras e bacias do estado de São Paulo e Alto Tietê, a relação da água e saúde, como funcionam os sistemas de tratamento da água e esgoto, além de se inteirar sobre como acontece o atual modelo de gestão participativa e os principais problemas que estamos enfrentando na atualidade. São conhecimentos básicos para que os leitores compreendam os demais temas", diz Mônica. Já a segunda parte traz mapas e textos de apoio sobre a Bacia Hidrográfica do Alto Tietê e suas cinco sub-bacias limites: Cabeceiras, Billings-Tamanduateí, Juqueri, Cantareira e Cotia, Guarapiranga e Pinheiros-Pirapora. A importância da vegetação e das Unidades de Conservação na Bacia e nas sub-bacias está na terceira parte do Atlas, enquanto a quarta apresenta a situação do tratamento dos resíduos sólidos, contemplando ainda a nova Política Nacional dos Resíduos Sólidos no Brasil e os desafios para ser implantada. O Atlas traz ainda um caderno direcionado para professores do Ensino Médio e universidades, com uma série de sugestões sobre como promover o tema em seus grupos e práticas a serem adotadas para o uso responsável desse precioso recurso natural.

8 de outubro, 2015