Publicidade
SÃO PAULO

Maior prazo para o Conexão Mata Atlântica

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo (SIMA) prorrogou o prazo do projeto Conexão Mata Atlântica para 15 de julho de 2023. A extensão do prazo tem como objetivo dar acompanhamento e assistência técnica aos produtores rurais que participam do projeto. Com início em 2017, o Conexão Mata Atlântica tinha o término previsto em 2022. Com a mudança, os contratos vigentes de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), Certificação e Cadeia de Valor Sustentável foram automaticamente prorrogados até 15 de julho de 2023. A prorrogação não altera os tempos de execução dos planos de ação das propriedades, e não haverá mudanças no número ou no valor dos pagamentos dos contratos. "O apoio do Estado ao produtor rural incentiva a realização de ações necessárias para preservar remanescentes de vegetação com possibilidade de geração de renda. E ao preservar a Mata Atlântica, contribuímos para o enfrentamento da mudança do clima. Com a prorrogação do prazo, estende-se o alcance das atividades para recuperar e proteger esse bioma tão importante para nossa sobrevivência", destacou o secretário Marcos Penido. De 2017 até agora o projeto já foi firmado com mais de 1.400 contratos com produtores rurais no Estado de São Paulo, resultando no fomento à conservação de cerca de dez mil hectares de vegetação nativa e na restauração de 739 hectares de vegetação, com o PSA Proteção. Ainda, uma das ferramentas do projeto, o PSA Uso Múltiplo promove ações para manejo da pastagem em mais de 1.500 hectares. Por sua vez, a Fundação Florestal já firmou 267 contratos de PSA Uso Múltiplo que correspondem à conservação de 7.579 hectares de Mata Atlântica e 476 hectares manejados. Esses provedores de serviços ambientais recebem assistência técnica e estão compromissados com práticas tais como saneamento, conservação de solo e da água, criação de abelhas nativas, entre outras. Há também 160 produtores sendo preparados para obter certificação que em sua maioria optaram pela transição agroecológica e certificação orgânica e aproximadamente 200 produtores recebendo apoio técnico e financeiro para o desenvolvimento de cadeias de valor sustentável, produzindo e beneficiando produtos que geram renda com menor impacto ambiental, cada qual com o seu próprio plano de negócio. Cercamento de mata ciliar e nascentes, manejo adequado da pastagem e instalação de bebedouros nos piquetes são algumas das ações do Conexão Mata Atlântica para aumentar a quantidade de água, melhorar a qualidade do pasto, controlar a erosão do solo e, consequentemente, incrementar a produtividade, seja do leite ou do gado de corte e da agroflorestal.

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo (SIMA) prorrogou o prazo do projeto Conexão Mata Atlântica para 15 de julho de 2023. A extensão do prazo tem como objetivo dar acompanhamento e assistência técnica aos produtores rurais que participam do projeto. 

Com início em 2017, o Conexão Mata Atlântica tinha o término previsto em 2022. Com a mudança, os contratos vigentes de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA), Certificação e Cadeia de Valor Sustentável foram automaticamente prorrogados até 15 de julho de 2023. A prorrogação não altera os tempos de execução dos planos de ação das propriedades, e não haverá mudanças no número ou no valor dos pagamentos dos contratos. "O apoio do Estado ao produtor rural incentiva a realização de ações necessárias para preservar remanescentes de vegetação com possibilidade de geração de renda. E ao preservar a Mata Atlântica, contribuímos para o enfrentamento da mudança do clima. Com a prorrogação do prazo, estende-se o alcance das atividades para recuperar e proteger esse bioma tão importante para nossa sobrevivência", destacou o secretário Marcos Penido. 

De 2017 até agora o projeto já foi firmado com mais de 1.400 contratos com produtores rurais no Estado de São Paulo, resultando no fomento à conservação de cerca de dez mil hectares de vegetação nativa e na restauração de 739 hectares de vegetação, com o PSA Proteção. Ainda, uma das ferramentas do projeto, o PSA Uso Múltiplo promove ações para manejo da pastagem em mais de 1.500 hectares. 

Por sua vez, a Fundação Florestal já firmou 267 contratos de PSA Uso Múltiplo que correspondem à conservação de 7.579 hectares de Mata Atlântica e 476 hectares manejados. Esses provedores de serviços ambientais recebem assistência técnica e estão compromissados com práticas tais como saneamento, conservação de solo e da água, criação de abelhas nativas, entre outras. Há também 160 produtores sendo preparados para obter certificação que em sua maioria optaram pela transição agroecológica e certificação orgânica e aproximadamente 200 produtores recebendo apoio técnico e financeiro para o desenvolvimento de cadeias de valor sustentável, produzindo e beneficiando produtos que geram renda com menor impacto ambiental, cada qual com o seu próprio plano de negócio. 

Cercamento de mata ciliar e nascentes, manejo adequado da pastagem e instalação de bebedouros nos piquetes são algumas das ações do Conexão Mata Atlântica para aumentar a quantidade de água, melhorar a qualidade do pasto, controlar a erosão do solo e, consequentemente, incrementar a produtividade, seja do leite ou do gado de corte e da agroflorestal.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
CONSERVAÇÃO AMBIENTAL
Governo paulista investe em RPPN

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA), lançou edital para financiar projetos ambientais dentro das chamadas Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPN) – unidades de conservação de domínio privado para proteção biodiversidade, sem que haja desapropriação ou perda dos direitos de uso da propriedade. O prazo para as inscrições termina no próximo dia 14 de abril. Os recursos disponibilizados somam R$ 1,4 milhão e serão destinados para ações de proteção como controle de espécies exóticas com potencial invasor, recuperação de áreas degradadas, vigilância e aceiros contra o fogo e sinalização. O montante também incentiva a criação de novas Unidades de Conservação em áreas privadas. Para participar do processo de seleção é necessário que as RPPN atendam especificações do edital que já está publicado no site da SIMA. Os critérios de escolha vão considerar a localização da reserva, levando em conta as áreas prioritárias para a conservação da biodiversidade previstas no Projeto FAPESP, o proprietário - se pessoa física ou jurídica - e a porcentagem da área da RPPN em relação às dimensões do imóvel. Além do projeto principal para o financiamento, os proprietários das áreas ainda podem receber remuneração extra se possuírem certificação orgânica, estiverem homologados como área de soltura de fauna silvestre e tiverem plano de manejo aprovado pelo órgão competente. O edital completo está disponível no endereço: https://smastr16.blob.core.windows.net/editais/sites/41/2021/02/edital-chamada-01-2021-cap-rppn.pdf

24 de fevereiro, 2021
Saneamento Ambiental Logo
MEIO AMBIENTE
Conexão Mata Atlântica combate queimadas

O Projeto Conexão Mata Atlântica realiza ações de combate às queimadas, principalmente, no outono e no inverno (meses mais secos). As atividades educativas de prevenção são realizadas durante o ano todo e incorporadas à extensão rural como forma de combater a prática de queimar o solo para viabilizar plantios ou renovar pastagens, o que pode se tornar um problema. Utilizado como técnica agropastoril, o fogo é uma ferramenta excelente para manejo do solo, porém, quando sai do controle e se transforma em incêndio, é capaz de provocar graves prejuízos ambientais. No estado do Rio de Janeiro, o fogo atingiu 1.650 hectares localizados nas 39 Unidades de Conservação em 2019. Os dados são da Gerência de GuardaParques (GGPAR) e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). A coordenação do Projeto Conexão Mata Atlântica na região promoveu campanha de prevenção e combate às queimadas. Na cidade de São Luiz do Paraitinga (SP), o projeto realizou a ‘Operação Corta-Fogo’, com a participação de diferentes níveis de governo, empresas parceiras e comunidades. O objetivo é prevenir, controlar e monitorar incêndios no estado de São Paulo. São Luiz do Paraitinga é o principal parceiro da Unidade de Conservação do Núcleo Santa Virgínia, do Parque Estadual Serra do Mar (PESM), nas ações imediatas de combate aos focos de incêndio no território e, também, a área que mais sofre risco de queimadas com a chegada do inverno - a maioria, associadas à ocupação humana e ao uso desordenado do solo. Marcelo Massaharu Araki, coordenador estadual do projeto Conexão Mata Atlântica em Minas Gerais, conta que o Programa de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Previncêndio) é responsável pelas ações de prevenção, controle e combate aos incêndios florestais na região. O Instituto Estadual de Florestas (IEF) oferece materiais de educação ambiental, os quais os técnicos do Projeto Conexão Mata Atlântica aproveitam para utilizar nas visitas às propriedades rurais, ocasião em que fornecem assessoria de extensão rural em produção e conservação do meio ambiente, esclarece. Em regiões próximas à área de abrangência do Projeto Conexão Mata Atlântica, incêndios de grandes proporções ocuparam os noticiários e causaram grande preocupação quanto à manutenção da biodiversidade local. No Estado de São Paulo, em 2017, uma área de aproximadamente 586 hectares de propriedades no entorno da Estação Ecológica de Bananal foi reduzida a cinzas. Em 2019, foi a vez do estado do Rio de Janeiro: em uma área próxima à abrangência do Projeto, o Parque Estadual Serra da Concórdia, no município de Valença, dois grandes incêndios destruíram cerca de 40 hectares de floresta nativa.

23 de outubro, 2020
Saneamento Ambiental Logo
MATAS CILIARES
Programa Nascentes alcança 20 mil ha

Prestes a completar cinco anos, o Programa Nascentes bateu sua meta de 20 mil hectares de matas ciliares em restauração no território paulista. Essas áreas públicas e privadas equivalem a 28 mil campos de futebol e a mais de 33 milhões de mudas plantadas. "É uma marca histórica para o meio ambiente do estado. Os números representam novas florestas em regeneração dos biomas do Cerrado e da Mata Atlântica cuja função é manter o equilíbrio dos ecossistemas, conservando os recursos hídricos e protegendo a biodiversidade", afirma o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido. O programa engloba 400 municípios e reúne especialistas em restauração, empreendedores com obrigações ambientais e detentores de áreas a serem recuperadas. Somente em conversão de multas administrativas em serviços por meio de projetos de restauração ecológica foram aplicados R$ 75 milhões. Do total de áreas em recuperação, mais de 5,5 mil hectares (26%) dizem respeito a projetos voluntários. Outros 5 mil hectares são provenientes de acordos com o Ministério Público. A lista com as motivações abrange as modalidades de adequação ambiental, decisão judicial, conversão de multas, reparação de danos, além das exigências da Cetesb e de projetos com financiamento público. As áreas de Reserva Legal (RL) e de Preservação Permanente (APPs) hídricas são as que mais recebem projetos, totalizando, respectivamente, 47% e 27% dos locais em processo de restauração. A metodologia mais adotada é o plantio de espécies nativas conjugado com a condução da regeneração natural de espécies nativas. O programa otimiza e direciona investimentos públicos e privados, a fim de cumprir obrigações legais de compensação de emissões de carbono, redução da pegada hídrica (indicador do volume de água consumido nos processos de produção) ou, ainda, nos casos de implantação de projetos de restauração voluntários. Lançado em junho de 2015, o programa envolve 10 secretarias estaduais, capitaneadas pela SIMA. É composto por uma Comissão Interna, formada por membros do Sistema Ambiental Paulista. A Comissão Interna se reúne a cada 15 dias na SIMA e conta com a participação de representantes das Diretorias de Controle e de Impacto da Cetesb, da Fundação Florestal e da Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade (CFB). Saiba mais sobre a iniciativa em https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/programanascentes/

2 de junho, 2020
Saneamento Ambiental Logo
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
Normas para corredores ecológicos

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) publicou a Resolução SIMA-17, de 6/3/2020, com diretrizes para o estabelecimento de Corredores Ecológicos que conectam as Unidades de Conservação (UC's) do Estado de São Paulo, geridas pela Fundação Florestal (FF) e pelos Institutos Florestal (IF) e de Botânica (IBot). A Resolução foi aprovada por unanimidade pelo Consema – Conselho Estadual do Meio Ambiente. O objetivo é o ordenamento do território, adequar os passivos ambientais e proporcionar a integração entre as comunidades e as Unidades de Conservação, compatibilizando a presença da biodiversidade, a valorização da sociobiodiversidade e as práticas de desenvolvimento sustentável no contexto regional. "O corredor ecológico é uma estratégia voltada para a conexão de remanescentes florestais, que garante a perenidade da biodiversidade nas Unidades de Conservação e reduz a fragmentação dos ambientes naturais. Desempenha ainda a função de passagem da fauna e dispersão das plantas, evitando que populações fiquem isoladas em habitats naturais restritos e poucos sustentáveis", explica o diretor-executivo da Fundação Florestal, Rodrigo Levkovicz. Os corredores ecológicos poderão ser criados pelo Estado de São Paulo em três ocasiões: no momento da criação de uma UC; na elaboração de Plano de Manejo; ou na revisão de Plano de Manejo. "A Resolução também trará segurança jurídica aos proprietários e empreendedores, integrando as atividades socioeconômicas, preservação da biodiversidade e fortalecimento das Unidades de Conservação", disse o coordenador de Planejamento Ambiental, Gil Scatena.

23 de março, 2020
Saneamento Ambiental Logo
MATA ATLÂNTICA
17 estados apoiam preservação do bioma

Na última quinta-feira, dia 19 de maio, A Fundação SOS Mata Atlântica promoveu encontro com 16 representantes dos 17 estados da Mata Atlântica com o objetivo de reafirmar o compromisso para um esforço conjunto de preservação e restauração do bioma. Com a participação do novo ministro de Meio Ambiente, Sarney Filho, o II Encontro dos Secretários de Meio Ambiente dos Estados da Mata Atlântica apresentou as ações, desafios e resultados conquistados desde a primeira reunião, há um ano. Com a incorporação de representantes de Goiás e Mato Grosso do Sul, o documento “Nova História para a Mata Atlântica” tem agora a assinatura dos 17 secretários de Estados da Mata Atlântica, em um acordo coletivo que prevê a ampliação da cobertura vegetal nativa e busca do desmatamento ilegal zero no bioma até 2018. “Esta meta de 2018 para o desmatamento ilegal zero serve de exemplo para que antecipemos também compromissos firmados em Paris, buscando metas mais ambiciosas", afirmou Sarney Filho. O novo ministro afirmou ainda que o Governo apoiará a iniciativa, como parte de uma aproximação com secretários para futuras ações conjuntas. Ao fim do encontro, o presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, Pedro Luiz Passos, assinou acordos de cooperação técnica da ONG com as secretarias de Meio Ambiente de Alagoas, Paraná e Pernambuco. "Percebemos que esta agenda vem progredindo. O que vemos neste encontro é o andamento de propostas. Este avanço passa por soluções inovadoras, como parcerias público-privadas, evoluções na gestão pública e o aperfeiçoamento dos instrumentos legais. A ONG se coloca como uma colaboradora, oferecendo conhecimento e apoio para esta troca de experiências", afirma.

25 de maio, 2016