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BIOMAS

Mata Atlãntica ganha exposição em Londres

Entre os dias 9 e 24 de fevereiro a artista plástica multidisciplinar Cristina Schleder apresenta a exposição “Os Tapetes Voadores da Mata Atlântica” na Galeria Sala Brasil, na Embaixada do Brasil em Londres, Inglaterra. As fotografias autorais registram texturas, tramas, cores e detalhes da Natureza. As fotografias ganharam também um livro homônimo. Em seu trabalho na Mata Atlântica Cristina buscou imagens e espelhamentos de seus enquadramentos que possibilitassem uma releitura que dão novos significados à importância e beleza deste ecossistema. "É um trabalho de pesquisa do efeito da água: a chuva e a umidade do ar. Sob esses fatores, a Mata desabrocha e mostra suas verdadeiras cores, é quando a Natureza se revela de forma majestosa. Sem a água este microcosmo não se apresentaria”, declara a artista. “Estou muito feliz em ser convidada para inaugurar o Calendário Cultural de 2017 da Embaixada e mostrar minhas obras fora do Brasil, ou melhor, mostrar a Mata Atlântica”, comemora. A curadora e historiadora de arte Tereza de Arruda diz que a exposição ‘Os Tapetes Voadores da Mata Atlântica’ incorpora em sua essência toda a herança da Natureza brasileira. As obras são, à primeira vista, confundidas com uma camuflagem refinada, com uma trama bem elaborada, com uma renda artesanal sofisticada, com um gabarito exemplar ou mesmo com uma tapeçaria milenar.

Entre os dias 9 e 24 de fevereiro a artista plástica multidisciplinar Cristina Schleder apresenta a exposição “Os Tapetes Voadores da Mata Atlântica” na Galeria Sala Brasil, na Embaixada do Brasil em Londres, Inglaterra. As fotografias autorais registram texturas, tramas, cores e detalhes da Natureza. As fotografias ganharam também um livro homônimo.

Em seu trabalho na Mata Atlântica Cristina buscou imagens e espelhamentos de seus enquadramentos que possibilitassem uma releitura que dão novos significados à importância e beleza deste ecossistema. "É um trabalho de pesquisa do efeito da água: a chuva e a umidade do ar. Sob esses fatores, a Mata desabrocha e mostra suas verdadeiras cores, é quando a Natureza se revela de forma majestosa. Sem a água este microcosmo não se apresentaria”, declara a artista. “Estou muito feliz em ser convidada para inaugurar o Calendário Cultural de 2017 da Embaixada e mostrar minhas obras fora do Brasil, ou melhor, mostrar a Mata Atlântica”, comemora.

A curadora e historiadora de arte Tereza de Arruda diz que a exposição ‘Os Tapetes Voadores da Mata Atlântica’ incorpora em sua essência toda a herança da Natureza brasileira. As obras são, à primeira vista, confundidas com uma camuflagem refinada, com uma trama bem elaborada, com uma renda artesanal sofisticada, com um gabarito exemplar ou mesmo com uma tapeçaria milenar. 

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PANTANAL
Exposição mostra cenas das queimadas

O WWF-Brasil lançou, dia 12 de novembro, data que comemora o Dia do Pantanal, exposição internacional de fotos da maior planície úmida do planeta. O conceito da coleção de imagens é mostrar o bioma em três momentos cruciais vividos em 2020: em seu esplendor, durante as queimadas e na fase subsequente, quando o bioma tenta se recuperar. "Pantanal: Vida, Morte e Renascimento" acontece em ambiente virtual e, portanto, está acessível à população dos três países pelos quais o bioma se estende: Brasil, Bolívia e Paraguai. A exposição reúne imagens da riqueza da biodiversidade do bioma e sua emocionante resiliência capturadas pelas lentes de fotógrafos brasileiros, bolivianos e paraguaios, como Araquém Alcântara, André Zumak, Nathália do Valle e Reynaldo Leite Martins Júnior (Brasil), Alejandro de los Rios e Stefflen Reichle (Bolívia) e Lourdes Matoso Mendez e Tatiane Galluppi Selich (Paraguai). Em seu conjunto, as 24 fotos narram a tragédia que se abateu na região pela conjunção da ação da natureza, na forma da maior seca já registrada desde 1973, com a ação humana, que iniciou os incêndios. Embora expostas pela imprensa, as imagens das queimadas ainda são uma forte denúncia da exploração insensata da natureza – denúncia esta que se torna ainda mais forte frente ao contraste de como o bioma se encontrava antes das queimadas. A exposição visa também ressaltar a capacidade regenerativa do Pantanal e a consequente importância de preservação desse bioma nos próximos anos, notadamente as áreas destruídas em 2020. No acumulado dos dez meses deste ano, 4,2 milhões de hectares foram queimados no Pantanal, equivalentes a quase um terço do bioma – uma área que agora precisa de tempo para se recompor. Diversas imagens da exposição mostram que esse renascimento já começou e alimentam a esperança de que o Pantanal recupere sua pujança. A exposição também mostra a resiliência dos povos da região. A brasileira Nathália do Valle optou por mostrar os rostos das pessoas que moram no bioma como símbolo de esperança e renascimento. Tatiane Galluppi Selich, por sua vez, retratou um mito da cultura Yshir Ybytoso, que só existe no Pantanal paraguaio e que, assim como o bioma, está ameaçado. Para os Yshir, Nemurt é um ser poderoso que representa o equilíbrio do mundo através da bengala que ele segura sobre os ombros: se ele ficar cansado e o abaixar, os seres humanos deixarão de existir. A fotógrafa incluiu esta imagem para mostrar a necessidade de respeito pela cultura e tradições ancestrais, que também precisam ser preservadas. A exposição é uma parceria entre WWF-Brasil e a Sciacco Studio ( https://www.instagram.com/sciaccostudio/ ) e ficará disponível de 12/11 a 27/11 na plataforma https://bit.ly/ExpoPantanal .

23 de novembro, 2020
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BIOMAS
Estudo sobre renegeração da Mata Atlântica

A Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgaram avaliação inédita da regeneração da Mata Atlântica. Através do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, que monitora a distribuição espacial do bioma, ficou constatada a regeneração de 219.735 hectares (ha), ou o equivalente a 2.197 km², entre 1985 e 2015, em nove dos 17 estados do bioma. A área corresponde a aproximadamente o tamanho da cidade de São Paulo. Segundo números do Atlas, o Paraná apresentou mais áreas regeneradas no período, num total de 75.612 ha, seguido de Minas Gerais (59.850 ha), Santa Catarina (24.964 ha), São Paulo (23.021 ha) e Mato Grosso do Sul (19.117 ha). O estudo da SOS Mata Atlântica e Inpe levam em consideração, principalmente, a regeneração sobre formações florestais que se apresentam em estágio inicial de vegetação nativa, ou áreas utilizadas anteriormente para pastagem e que hoje estão em estágio avançado de regeneração. Nos últimos 30 anos, houve uma redução de 83% do desmatamento do bioma. De acordo com Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, sete dos 17 estados da Mata Atlântica já apresentam nível de desmatamento zero: “Agora, o desafio é recuperar e restaurar as florestas nativas que perdemos. Embora o levantamento atual não assinale as causas da regeneração, ou seja, se ocorreu de forma natural ou decorre de iniciativas de restauração florestal, é um bom indicativo de que estamos no caminho certo”, observa Marcia. “Durante o monitoramento, constatou-se a existência de outras áreas ocupadas por comunidades de porte florestal em diversos estágios intermediários de regeneração, áreas essas que devem ser mapeadas e divulgadas em futuros estudos”, esclare Flávio Jorge Ponzoni, pesquisador e coordenador técnico do estudo pelo Inpe.

27 de janeiro, 2017
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MATA ATLÂNTICA
17 estados apoiam preservação do bioma

Na última quinta-feira, dia 19 de maio, A Fundação SOS Mata Atlântica promoveu encontro com 16 representantes dos 17 estados da Mata Atlântica com o objetivo de reafirmar o compromisso para um esforço conjunto de preservação e restauração do bioma. Com a participação do novo ministro de Meio Ambiente, Sarney Filho, o II Encontro dos Secretários de Meio Ambiente dos Estados da Mata Atlântica apresentou as ações, desafios e resultados conquistados desde a primeira reunião, há um ano. Com a incorporação de representantes de Goiás e Mato Grosso do Sul, o documento “Nova História para a Mata Atlântica” tem agora a assinatura dos 17 secretários de Estados da Mata Atlântica, em um acordo coletivo que prevê a ampliação da cobertura vegetal nativa e busca do desmatamento ilegal zero no bioma até 2018. “Esta meta de 2018 para o desmatamento ilegal zero serve de exemplo para que antecipemos também compromissos firmados em Paris, buscando metas mais ambiciosas", afirmou Sarney Filho. O novo ministro afirmou ainda que o Governo apoiará a iniciativa, como parte de uma aproximação com secretários para futuras ações conjuntas. Ao fim do encontro, o presidente da Fundação SOS Mata Atlântica, Pedro Luiz Passos, assinou acordos de cooperação técnica da ONG com as secretarias de Meio Ambiente de Alagoas, Paraná e Pernambuco. "Percebemos que esta agenda vem progredindo. O que vemos neste encontro é o andamento de propostas. Este avanço passa por soluções inovadoras, como parcerias público-privadas, evoluções na gestão pública e o aperfeiçoamento dos instrumentos legais. A ONG se coloca como uma colaboradora, oferecendo conhecimento e apoio para esta troca de experiências", afirma.

25 de maio, 2016
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MEIO AMBIENTE
Plataforma MapBiomas é lançada dia 26

Uma rede de ONGs, universidades e empresas lança, no próximo dia 26 de novembro, a plataforma online MapBiomas, que produzirá mapas e relatórios anuais da cobertura e uso da terra no Brasil. O projeto visa identificar as transformações do uso da terra em áreas com floresta, pecuária, agricultura, diferentes culturas, reflorestamento, áreas urbanas em todo o território nacional, utilizando a ferramenta aberta do Google Earth Engine. Serão analisados todos os biomas terrestres (Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Pampa e Mata Atlântica) e três áreas transversais - agricultura, pecuária e zona costeira. O MapBiomas foi desenvolvido para fornecer dados mais atualizados sobre o uso da terra no Brasil, além de informações sobre emissões de gases de efeito estufa, além de subsidiar políticas públicas no setor de uso da terra e agropecuária. Ana Cristina Barros, Secretária da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (Ministério do Meio Ambiente), Eduardo Assad, Coordenador do Inventário Nacional de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil (Embrapa) e Joberto Veloso, Diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Coordenador do Inventário Florestal Brasileiro, irão debater as funcionalidades e metodologia da plataforma. O evento ainda contará com a presença de representantes da embaixada da Noruega e terá a apresentação dos desenvolvedores da plataforma com os parceiros de tecnologia, como o Google. O lançamento acontece no Museu do Objeto brasileiro A casa, localizado na Av. Pedroso de Morais, 1.216, São Paulo, das 10 às 12h30.

24 de novembro, 2015
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MEIO AMBIENTE
Fundação Mata Atlântica promove encontro de secretários

A Fundação SOS Mata Atlântica promoveu, dia 13 de maio, o primeiro Encontro dos Secretários de Meio Ambiente dos Estados da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro. Denominado “Uma Nova História para a mata Atlântica”, o evento inédito, foi debatido o compromisso de ampliar a cobertura florestal nativa e perseguir o desmatamento ilegal zero no bioma. Esta medida de reduzir à zero o desflorestamento ilegal da Mata Atlântica visa combater o aumento da taxa de desmatamento do bioma mais ameaçado do Brasil nos últimos anos, com 9% de alta em 2013 e quase 29% em 2012. A base jurídica para a meta existe desde 2006, quando foi criada a Lei da Mata Atlântica, regulamentada nos estados. Na reunião, os secretários e representantes começaram a definir uma proposta sobre o desmatamento ilegal e de uma meta de recuperação de áreas degradadas, além de discutirem iniciativas já desenvolvidas em seus estados. Compareceram os Secretários de Meio Ambiente dos estados do Ceará, Artur Bruno; do Rio de Janeiro, André Côrrea; do Espírito Santo, Rodrigo Judice; do Rio Grande do Sul, Ana Maria Pellini; do Piauí, Luis Henrique Carvalho; de São Paulo, Patricia Iglecias Lemos; de Alagoas, Claudio Alexandre Ayres da Costa; e do Paraná, Ricardo José Soavinski. Os estados da Bahia, Sergipe, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, também na área de abrangência da floresta, enviaram representantes. O encontro teve ainda a presença do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão. O encontro foi o ponto de partida para a elaboração de uma carta conjunta, que irá consolidar o compromisso das autoridades. A intenção é que o documento seja divulgado no próximo dia 27 de maio, quando é comemorado oficialmente o Dia da Mata Atlântica. “Mas é preciso ir além de medidas de comando e controle: devemos usar mecanismos financeiros já existentes para bancar a conservação: ampliar o ICMS Ecológico, para ajudar municípios com unidades de conservação; usar os fundos estaduais e os fundos de compensação ambiental; estimular a criação de RPPN, as Reservas Particulares do Patrimônio Natural, já que 80% da Mata Atlântica está em áreas privadas; e implementar urgentemente incentivos previstos no Código Florestal, como o pagamento por serviços ambientais”, complementa Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da Fundação.

19 de maio, 2015