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TUBOS E CONEXÕES

Mexichem Brasil investe R$ 164 milhões em três anos

A Mexichem Brasil, subsidiária do Mexichem, grupo mundial especializados em tubos e conexões plásticas, investirá, durante três anos, R$ 164 milhões apenas em suas duas unidades no estado de São Paulo (Sumaré e São José dos Campos), contemplando aumento de capacidade produtiva de linhas de produtos já existentes e de novas linhas, nos três segmentos de atuação da marca (predial, infraestrutura e irrigação). Os projetos são atendidos pela Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos ligadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo. Os investimentos fazem parte do aporte à Mexichem Brasil de US$ 100 milhões em três anos (desde 2013) em ativos como sinergia da aquisição da Wavin em 2012, pelo Grupo Mexichem. “Isso tem possibilitado mudanças conceituais e visão ampla e representa investimento com energia e mão de obra, que são todos locais”, afirma o Presidente da Mexichem Brasil, Maurício Harger. Com investimentos na ordem de R$ 20 milhões (todo o projeto), a implementação do novo processo proporcionará um aumento de cinco vezes na produção de caixas d’água na planta de Sumaré, onde está instalado o novo maquinário. Importado da Europa, o equipamento possui a mais alta tecnologia do segmento. Operadores e engenheiros brasileiros de processo da empresa foram treinados por técnicos do fabricante para operar a máquina e irão multiplicar o conhecimento para que mais profissionais atuem na produção da nova linha de reservatórios em polietileno. A nova linha de caixas d’água, que comporá o portfólio da linha Amanco Reservatórios, atenderá a todo o mercado predial, incluindo residências e estabelecimentos comerciais. Entre os diferenciais, o destaque está para a tripla camada que impede a entrada de raios solares, minimizando o risco de proliferação de bactérias, e para a camada interna branca, que facilita a visibilidade na limpeza e conservação da água armazenada. Além disso, devido ao processo produtivo, as caixas possuem as camadas distribuídas uniformemente e maior controle na fabricação, o que traz mais resistência. Os novos produtos estarão disponíveis com boca aberta e fechada e capacidades de 310, 500 e 1000 litros. A fabricação está prevista para começar em abril e os novos produtos devem chegar ao varejo da região Sudeste a partir de maio. O foco nessa região, que possui a maior população do País, possibilitará atender à demanda impulsionada por novas construções e reformas e pela crise hídrica. Em 2015, a Mexichem Brasil espera crescer 8%, o que significa continuar a expandir mais do que a média do mercado de construção civil, como nos anos anteriores. A previsão está baseada nos investimentos da empresa em aumento de capacidade produtiva e em inovação de produtos e processos, como a nova tecnologia de processo de sopro para a produção das novas caixas d’agua, novas linhas e segmentos, além de comunicação das marcas comerciais na mídia, relacionamento e capacitação profissional. Em 2014, o faturamento bruto da empresa foi de R$ 1,74 bilhão, um crescimento de 12% em relação a 2013 (R$ 1,57 bilhão), superando o crescimento previsto para o ano, que era de 10%, e mais do que o dobro do previsto pela Abramat e FGV para a indústria de materiais de construção. Outra novidade da Mexichem Brasil para este ano é a entrada no segmento de soluções de microdutos para telecomunicações de voz e dados e nos setores de energia e infraestrutura. A comercialização dos produtos se dará por meio da americana Dura-Line, multinacional produtor de tubulações de polietileno de alta densidade, que foi adquira pelo Grupo Mexichem no ano passado.

A Mexichem Brasil, subsidiária do Mexichem, grupo mundial especializados em tubos e conexões plásticas, investirá, durante três anos, R$ 164 milhões apenas em suas duas unidades no estado de São Paulo (Sumaré e São José dos Campos), contemplando aumento de capacidade produtiva de linhas de produtos já existentes e de novas linhas, nos três segmentos de atuação da marca (predial, infraestrutura e irrigação).
Os projetos são atendidos pela Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos ligadas à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo. Os investimentos fazem parte do aporte à Mexichem Brasil de US$ 100 milhões em três anos (desde 2013) em ativos como sinergia da aquisição da Wavin em 2012, pelo Grupo Mexichem. “Isso tem possibilitado mudanças conceituais e visão ampla e representa investimento com energia e mão de obra, que são todos locais”, afirma o Presidente da Mexichem Brasil, Maurício Harger.
Com investimentos na ordem de R$ 20 milhões (todo o projeto), a implementação do novo processo proporcionará um aumento de cinco vezes na produção de caixas d’água na planta de Sumaré, onde está instalado o novo maquinário. Importado da Europa, o equipamento possui a mais alta tecnologia do segmento. Operadores e engenheiros brasileiros de processo da empresa foram treinados por técnicos do fabricante para operar a máquina e irão multiplicar o conhecimento para que mais profissionais atuem na produção da nova linha de reservatórios em polietileno.
A nova linha de caixas d’água, que comporá o portfólio da linha Amanco Reservatórios, atenderá a todo o mercado predial, incluindo residências e estabelecimentos comerciais. Entre os diferenciais, o destaque está para a tripla camada que impede a entrada de raios solares, minimizando o risco de proliferação de bactérias, e para a camada interna branca, que facilita a visibilidade na limpeza e conservação da água armazenada. Além disso, devido ao processo produtivo, as caixas possuem as camadas distribuídas uniformemente e maior controle na fabricação, o que traz mais resistência. Os novos produtos estarão disponíveis com boca aberta e fechada e capacidades de 310, 500 e 1000 litros.
A fabricação está prevista para começar em abril e os novos produtos devem chegar ao varejo da região Sudeste a partir de maio. O foco nessa região, que possui a maior população do País, possibilitará atender à demanda impulsionada por novas construções e reformas e pela crise hídrica.
Em 2015, a Mexichem Brasil espera crescer 8%, o que significa continuar a expandir mais do que a média do mercado de construção civil, como nos anos anteriores. A previsão está baseada nos investimentos da empresa em aumento de capacidade produtiva e em inovação de produtos e processos, como a nova tecnologia de processo de sopro para a produção das novas caixas d’agua, novas linhas e segmentos, além de comunicação das marcas comerciais na mídia, relacionamento e capacitação profissional. Em 2014, o faturamento bruto da empresa foi de R$ 1,74 bilhão, um crescimento de 12% em relação a 2013 (R$ 1,57 bilhão), superando o crescimento previsto para o ano, que era de 10%, e mais do que o dobro do previsto pela Abramat e FGV para a indústria de materiais de construção.
Outra novidade da Mexichem Brasil para este ano é a entrada no segmento de soluções de microdutos para telecomunicações de voz e dados e nos setores de energia e infraestrutura. A comercialização dos produtos se dará por meio da americana Dura-Line, multinacional produtor de tubulações de polietileno de alta densidade, que foi adquira pelo Grupo Mexichem no ano passado.

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Sabesp inaugura reservatório em Praia Grande

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) inaugurou um novo reservatório no município de Praia Grande, na Baixada Santista. O local tem capacidade de 25 milhões litros, e, segundo a Sabesp, a caixa-d'água regional beneficiará os habitantes de Praia Grande e da área continental de São Vicente, além dos turistas que anualmente quadruplicam a população durante o verão. Ao todo foram investidos R$ 17,8 milhões para a construção do reservatório. Feito em concreto armado, o reservatório possui quase nove metros de altura, 92 metros de comprimento, 63,4 metros de largura no maior lado e 29,5 no menor lado. A caixa-d'água regional é alimentada por duas entradas independentes e recebe, por meio de adutoras, a água tratada nos sistemas produtores Mambu/Branco e Melvi, que chega pronta para distribuição e com qualidade para consumo. O novo reservatório faz parte do programa de ampliação da capacidade de reservação de água tratada na Baixada Santista. O reservatório Melvi é vizinho a outros dois, inaugurados em 2014, cada um com capacidade para 10 milhões de litros. “Estamos ampliando a capacidade de reservação de 20 milhões para 45 milhões de litros. Uma obra que vai ajudar a distribuir água para toda a Baixada”, afirmou o governador Geraldo Alckmin. Desde 2010 os nove municípios da Baixada Santista passaram a ter mais 18% no volume de água armazenada para distribuição aos imóveis. A capacidade total do sistema passou de 293,6 milhões de litros para os atuais 346,4 milhões de litros de água tratada disponíveis em 50 reservatórios na Baixada. O novo reservatório integra ainda o sistema produtor Mambu/Branco, orçado em R$ 420 milhões e que inclui os três reservatórios Melvi, barragem, captação e estação elevatória de água bruta, 2 km de adutora de água bruta, Estação de Tratamento de Água, duas estações elevatórias de água tratada, tanque de amortecimento unidirecional e 64 km de adutora de água tratada. O sistema Mambu/Branco atende diretamente aos municípios de Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande e São Vicente (área continental). Indiretamente, o sistema contribui com o abastecimento dos municípios do Guarujá, Santos e Cubatão, por meio do sistema integrado.

10 de fevereiro, 2017
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A Bauminas Química, uma das principais produtoras de coagulantes para tratamento de água e efluentes, informa investimentos de R$ 17,5 milhões na construção de uma nova fábrica no Espírito Santo, com capacidade para produção anual de 24 mil toneladas de Sulfato de Alumínio e Policloreto de Alumínio (PAC). A conclusão da primeira fase do projeto está prevista para dezembro deste ano. Uma segunda etapa irá adicionar Cloreto Férrico à produção. De acordo com a Bauminas, o objetivo da nova unidade fabril é “ampliar e estruturar ainda mais a logística da empresa, de modo a atender à crescente demanda do Estado do Espírito Santo”. Os planos de expansão da companhia incluem ainda o fortalecimento da participação na região Sudeste, com a ampliação da fábrica do Rio de Janeiro, que foi inaugurada no último trimestre de 2016, de modo a produzir também Cloreto Férrico e Policloreto de Alumínio (PAC). Esta ampliação, que terá investimentos de R$ 19 milhões, também é prevista para dezembro de 2017 e adicionará mais 36.000 toneladas de capacidade produtiva anual para esta unidade. Em comunicado, a Bauminas Química ressalta que com a nova estrutura, que passará a contar com 16 unidades fabris, estará mais próximo de seus clientes em todas as regiões do Brasil, “aprimorando o atendimento e apta a suprir demandas emergenciais de mercado, estando assim capacitada e preparada para os desafios futuros em busca da universalização do saneamento básico no Brasil”.

10 de janeiro, 2017
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O Presidente do Consórcio PCJ e prefeito de Indaiatuba (SP), Reinaldo Nogueira, recebeu, dia 20 de julho, ofício assinado pelo Secretário Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Paulo Ferreira, respondendo à solicitação de recursos para as ações anticrise hídrica, apresentadas ao Ministro dessa pasta, Gilberto Kassab, durante a 75ª Reunião Ordinária do Consórcio PCJ, realizada na cidade de Americana, em 15 de maio. Ferreira destacou que estão sendo investidos R$ 2,64 bilhões em empreendimentos na área de saneamento nas Bacias PCJ, dos quais R$ 2,1 bilhões são repasses do Governo Federal. Essas ações estão previstas no PAC e grande parte dos contratos está com obras em andamento. “As regiões metropolitanas de São Paulo e Campinas estão entre as áreas priorizadas pelo PAC/Saneamento”. “Os empreendimentos, após a devida conclusão, irão contribuir para a melhoria da oferta dos serviços de saneamento nas Bacias PCJ, inclusive com a melhoria da qualidade ambiental, uma vez que há vários empreendimentos de esgotamento sanitário” disse o secretário. O Consórcio PCJ e a ARES-PCJ solicitaram conjuntamente a criação do programa de financiamento de ações de saneamento e de socorro dos serviços de abastecimento, intitulado Proágua. Ferreira informou que existem linhas de crédito disponíveis no BNDES, que podem ser acessadas pelos mutuários privados. Já o setor público, segundo Ferreira, necessita autorização de limite de contratação de financiamentos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e da Coordenação do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a realização de novos processos seletivos. O secretário descartou a princípio a desoneração fiscal dos serviços de abastecimento, já que “a discussão está prejudicada em função da atual conjuntura econômica do país, caracterizada por um quadro de temporária restrição fiscal”. Quanto aos 22 projetos do Consórcio PCJ entregues ao Ministro Kassab, em maio, o secretário informou que as ações necessitam de aprovação do CMN para operações de crédito, contratos de financiamento e de autorização de projeto seletivo, mas que, atualmente, não há nenhum processo em curso e que o Ministério está articulando junto à coordenação do PAC sobre a viabilidade de abertura de novos processos seletivos. Esses 22 projetos somam R$ 9,7 bilhões em investimentos nas Bacias PCJ. Entre os projetos apresentados pelo Consórcio PCJ, o de maior investimento é o de implantação de 10 reservatórios na região, que somam R$ 3,5 bilhões, e beneficiariam os municípios de Bragança Paulista, Cabreúva, Campinas, Campo Limpo Paulista, Cordeirópolis, Morumgaba, Nova Odessa, Rio Claro e Valinhos. Como o Ministério não tem como atender todas as propostas, o Consórcio PCJ continuará á procura de outras fontes de financiamento para as obras, incluindo, possíveis parcerias público-privadas (PPPs) e ações em conjunto com consulados, como os de Israel e Estados Unidos.

22 de julho, 2015