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ESGOTO

Parceria quer identificar SARS-CoV-2 em Macaé

A BRK Ambiental, a Vitaltec Engenharia e o Instituto SENAI de Inovação em Química Verde (ISI QV), ligado à Firjan SENAI, assinaram parceria inédita para viabilizar políticas de combate ao novo coronavírus. O objetivo é desenvolver método inédito para a avaliação da presença do material genético do vírus SARS-CoV-2 no esgoto que chega às estações de tratamento em Macaé (RJ). O projeto é financiado pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e conta com o apoio da prefeitura Municipal, que colocará à disposição as equipes técnicas das secretarias de Saúde, Saneamento e de Meio Ambiente. A tecnologia utiliza um novo sistema de ultrafiltração, produzido com uma nova membrana feita de polímero, combinada com a técnica de RT-PCR em tempo real. A metodologia otimizada será capaz de detectar com precisão a presença muito pequena do material genético do vírus causador da COVID-19 nas amostras. Os resultados gerados por este método poderão atuar como um indicador da densidade de pacientes positivos na região. "Pesquisas ao redor do mundo já identificaram a presença do vírus no esgoto de grandes centros urbanos. No entanto, foram usados métodos diferentes para esta avaliação e as amostras são geralmente complexas, o que pode gerar sérias imprecisões quanto aos dados obtidos. Com a adoção de um método-padrão, inédito no país, temos condições de tornar as análises mais precisas e ter uma real visão da propagação da doença em uma região", explica o pesquisador do Instituto SENAI de Inovação em Química Verde, Alex Queiroz. Para validar o método proposto serão coletados materiais em pontos estratégicos do município de Macaé e a expectativa é de que os resultados permitam estimar o real nível de contaminação na cidade, considerando que uma parcela dos pacientes com Covid-19 pode não apresentar sintomas evidentes, porém são capazes de transmitir o vírus para outras pessoas. "Com este projeto, estamos investindo no desenvolvimento de uma ferramenta que poderá ser de extrema utilidade para as políticas de combate ao coronavírus. Os resultados vão servir como uma base de informações para o monitoramento do avanço da pandemia em Macaé", comenta Sinval Andrade, diretor da BRK Ambiental no Rio de Janeiro. Dentre os participantes do projeto, a BRK responderá pelo suporte tecnológico em relação aos processos de tratamento de esgoto; o Instituto SENAI de Inovação em Química Verde realizará os ensaios laboratoriais; a Vitaltec Engenharia vai desenvolver o sistema de ultrafiltração e a prefeitura de Macaé vai promover apoio logístico e institucional. "A necessidade de mais informações acerca da doença é um novo desafio para a humanidade. E a parceria para o levantamento de dados tão relevantes se alia às demais ferramentas que estamos utilizando no município, como os testes em massa, para fazermos o melhor no combate a esta doença", reforça o prefeito de Macaé, Dr. Aluizio.

A BRK Ambiental, a Vitaltec Engenharia e o Instituto SENAI de Inovação em Química Verde (ISI QV), ligado à Firjan SENAI, assinaram parceria inédita para viabilizar políticas de combate ao novo coronavírus. O objetivo é desenvolver método inédito para a avaliação da presença do material genético do vírus SARS-CoV-2 no esgoto que chega às estações de tratamento em Macaé (RJ). O projeto é financiado pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e conta com o apoio da prefeitura Municipal, que colocará à disposição as equipes técnicas das secretarias de Saúde, Saneamento e de Meio Ambiente.

A tecnologia utiliza um novo sistema de ultrafiltração, produzido com uma nova membrana feita de polímero, combinada com a técnica de RT-PCR em tempo real. A metodologia otimizada será capaz de detectar com precisão a presença muito pequena do material genético do vírus causador da COVID-19 nas amostras. Os resultados gerados por este método poderão atuar como um indicador da densidade de pacientes positivos na região. "Pesquisas ao redor do mundo já identificaram a presença do vírus no esgoto de grandes centros urbanos. No entanto, foram usados métodos diferentes para esta avaliação e as amostras são geralmente complexas, o que pode gerar sérias imprecisões quanto aos dados obtidos. Com a adoção de um método-padrão, inédito no país, temos condições de tornar as análises mais precisas e ter uma real visão da propagação da doença em uma região", explica o pesquisador do Instituto SENAI de Inovação em Química Verde, Alex Queiroz.

Para validar o método proposto serão coletados materiais em pontos estratégicos do município de Macaé e a expectativa é de que os resultados permitam estimar o real nível de contaminação na cidade, considerando que uma parcela dos pacientes com Covid-19 pode não apresentar sintomas evidentes, porém são capazes de transmitir o vírus para outras pessoas. "Com este projeto, estamos investindo no desenvolvimento de uma ferramenta que poderá ser de extrema utilidade para as políticas de combate ao coronavírus. Os resultados vão servir como uma base de informações para o monitoramento do avanço da pandemia em Macaé", comenta Sinval Andrade, diretor da BRK Ambiental no Rio de Janeiro.

Dentre os participantes do projeto, a BRK responderá pelo suporte tecnológico em relação aos processos de tratamento de esgoto; o Instituto SENAI de Inovação em Química Verde realizará os ensaios laboratoriais; a Vitaltec Engenharia vai desenvolver o sistema de ultrafiltração e a prefeitura de Macaé vai promover apoio logístico e institucional. "A necessidade de mais informações acerca da doença é um novo desafio para a humanidade. E a parceria para o levantamento de dados tão relevantes se alia às demais ferramentas que estamos utilizando no município, como os testes em massa, para fazermos o melhor no combate a esta doença", reforça o prefeito de Macaé, Dr. Aluizio.

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LIXO
Compesa e BRK recolhem duas mil t no esgoto do Recife

Por meio do programa Cidade Saneada, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), em parceria com a BRK Ambiental, recolheu quase duas mil toneladas de lixo em 2020 das tubulações de esgoto na Região Metropolitana do Recife (PE), além de limpar 370 mil metros de tubulações. Houve uma redução de 35% em relação a 2019, quando foram retiradas mais de três mil toneladas de lixo. O descarte incorreto de resíduos pode acarretar o entupimento e extravasamento das tubulações, e até mesmo o retorno do esgoto para dentro dos imóveis. O diretor de Negócios e Eficiência da Compesa, Flávio Coutinho, diz que é importante a contribuição da população para reduzir esse número e garantir a destinação correta dos resíduos. “É importante sensibilizar todos a respeito do tema e lembrar que as redes de esgoto são projetadas para receber apenas 1% de resíduos sólidos e 99% de líquidos. Quando um resíduo sólido é descartado nos ralos, pias ou vasos sanitários, isso pode resultar em entupimentos, vazamentos e até mesmo provocar o retorno do esgoto ao imóvel, trazendo transtornos para o próprio usuário ou para toda a população”, enfatiza Coutinho. A BRK Ambiental afirma que as equipes de Responsabilidade Socioambiental da companhia trabalham com afinco junto às comunidades atendidas, além da participação em escolas para debater a importância do descarte correto de resíduos. “Em 2020, a BRK realizou cinco mil ações sobre o uso correto das redes de esgoto”, disse a diretora da companhia em Pernambuco, Ana Carolina Farias. Outra atitude bastante nociva ao sistema de esgotamento sanitário é a interligação indevida e irregular das redes de drenagem nas tubulações do esgoto. Proibidas por lei, essas ligações irregulares podem causar o entupimento e o extravasamento do esgoto em vias públicas, além de causar impactos danosos ao meio ambiente. Todo o lixo retirado pelas equipes é enviado para um aterro sanitário, local adequado para o descarte que cumpre todas as legislações ambientais vigentes.

22 de março, 2021
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ESGOTO
BRK usa tecnologia holandesa em Limeira

A BRK Ambiental iniciou fase de comissionamento do sistema Nereda®, instalado na Estação de Tratamento de Esgoto Tatu, responsável por tratar 80% de todo o esgoto coletado na cidade de Limeira (SP). Esta etapa de testes tem duração de dez meses e é possível realizar a conferência e a avaliação de todos os componentes do sistema que foram instalados, para garantir que eles estejam operando de acordo com o que foi projetado. É na etapa de comissionamento também que a BRK inicia a ambientação do meio biológico, necessária para o tratamento nesse tipo de sistema. “O sistema Nereda® é um método de tratamento holandês patenteado, que através de lodo granular aeróbio tende a ser mais sustentável e eficiente. Ele dispensa a adição de produtos químicos e, do ponto de vista construtivo, ocupa menos da metade da área necessária para infraestruturas tradicionais de tratamento de esgoto”, explica Heitor Mendonça, gerente de engenharia da BRK Ambiental em Limeira. A tecnologia Nereda® é uma inovação pioneira no Brasil, ao utilizar produtos 100% biológicos. A tecnologia contribuirá para reduzir o impacto ambiental nas operações de tratamento de esgoto, pois garante um efluente de maior qualidade, gerando uma água muito mais limpa no final do processo. Isso porque faz a remoção de matéria orgânica (95%), nitrogênio (75%) e fósforo (89%). Outra vantagem é que a tecnologia reduz o tamanho da estação de tratamento de esgoto em comparação aos processos convencionais, como o de lodos ativados, chegando a ser quatro vezes menor. “A tecnologia permite uma área reduzida de implantação, tem baixo consumo energético e redução de geração de odores, além de garantir uma elevada eficiência de tratamento, superior aos sistemas convencionais", complementa Mendonça. Nessa primeira etapa de comissionamento, a vazão média de tratamento é de 660 l/s sendo que a vazão máxima é de 850 l/s. A BRK investiu R$ 120 milhões para a implantação da tecnologia na ETE Tatu, o que permitirá o tratamento do efluente e que o mesmo seja devolvido ao Ribeirão Tatu com alto nível de qualidade, beneficiando não somente o município de Limeira, mas toda a Bacia PCJ (rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí).

24 de agosto, 2020
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COVID-19
Espanha monitora vírus em rede de esgoto

Com a constatação de que o vírus da COVID-19 é eliminado nas fezes dos pacientes infectados, uma equipe de especialistas da Universidade de Barcelona, liderada pelo Dr. Albert Bosch, em parceria com a Suez - companhia que administra as redes de água e esgoto das regiões da Catalunha, Múrcia e Valência - desenvolveu uma solução denominada COVID-19 City Sentinel. A solução monitora águas residuais e quantifica a presença do vírus SARS-CoV-2. Uma ferramenta que combina um plano de amostragem adaptado, análise rápida de RT-qPCR e acesso a um observatório digital já está implementada e em operação nestas regiões para monitorar a evolução do vírus nas águas residuais e antecipar o surgimento de possíveis novos surtos na população. Por meio deste sistema de vigilância, será possível monitorar ainda mais localidades no território espanhol já em um curto espaço de tempo. Essa plataforma permite ao gestor público visualizar graficamente os dados, por meio de um mapa dinâmico do município, com uma setorização por áreas de influência que facilita o rastreamento da origem do SARS-CoV-2, além de servir como um observatório único de informações agregadas, combinando os resultados analíticos com os indicadores de evolução da saúde no município. Também permite que as administrações públicas e de saúde prestem mais atenção a instalações e edifícios críticos e de alto risco, como residências, hospitais ou centros de saúde, bem como a edifícios exclusivos com alta ocupação. A Suez disponibiliza a experiência e o conhecimento das redes de esgoto para setorizar o município em áreas de influência que ajudam a rastrear a origem do SARS-CoV-2 quando é detectado. "A vigilância do SARS-CoV-2 no esgoto doméstico pode permitir-nos avançar para os casos de COVID-19 no intuito de adotar medidas efetivas imediatas contra uma possível nova onda de infecções", explica o Dr. Albert Bosch. "A Suez disponibiliza aos gestores públicos e à rede de negócios o observatório digital SARS-CoV-2 mais relevante sobre águas residuais, combinando seu conhecimento em operações avançadas de rede e em técnicas de detecção rápida de patógenos, com dados e anos de experiência em vigilância epidemiológica", destaca o CEO da Suez Espanha, Manuel Cermerón. Segundo Federico Lagreca, diretor comercial da Suez para o Brasil, seria perfeitamente possível a implantação operacional dessa tecnologia. No entanto, o maior entrave ainda é o mais básico: onde a epidemia mais avança é nos locais onde há mais carência de saneamento. "Este é mais um exemplo do quanto o saneamento básico é fundamental como um elemento estruturante de saúde pública. Se tivéssemos no Brasil um acesso universalizado como nos países mais desenvolvidos, seria possível monitorar a partir de agora o surgimento de novas ondas, e mais, indicando por meio das redes o local onde o surto está iniciando", diz Lagreca.

20 de julho, 2020
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ÁGUA&ESGOTO
Presença do novo coronavírus não significa a transmissão da doença

Por Léo Heller * Artigo publicado na revista médica The Lancet por Willemijn Lodder e Ana María de Roda Husman, do Centro de Controle de Doenças Infecciosas da Holanda, indicou a presença de RNA do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no esgoto de cidades como Paris e Amsterdã e nas fezes de doentes pela Covid-19. Apesar de a descoberta ter causado preocupação, especialistas ligados ao Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento - ONDAS apontam que a presença de vestígios do vírus no esgoto não significa necessariamente que a Covid-19 seja transmitida dessa maneira e lembram que o vírus não se reproduz na natureza sem um hospedeiro. Até o momento, não existe relato de transmissão do novo coronavírus por água ou esgoto, o que demonstra, de acordo com esses especialistas, a necessidade de uma análise abrangente e mais sutil para testar a hipótese de possível transmissão fecal-oral da Covid-19. É o que afirma o Prof. Dr. Léo Heller, relator especial da ONU para os Direitos Humanos à Água e ao Esgotamento Sanitário e conselheiro do ONDAS, em artigo produzido em conjunto com mais dois pesquisadores brasileiros e publicado no Science of The Total Environment, v.729, 2020. (para ler a versão traduzida, clique aqui) . No artigo, os autores argumentam que a dinâmica ambiental e a persistência da infectividade viral devem ser consideradas na proposta de um marco analítico para testar a hipótese fecal-oral, desvelando as diferentes rotas ambientais das fezes até a boca de uma pessoa suscetível. Também alertam que esse marco não deve ser visto como uma confirmação da hipótese. Por fim, concluem os autores: "considerando que 2,2 bilhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso à água gerenciada de forma segura e 4,2 bilhões a saneamento gerenciado de forma segura, a possível contenção do COVID-19 por meio do acesso a esses serviços é, por si só, uma justificativa para estabelecer medidas imediatas para mitigar a exposição de pessoas que vivem nas situações mais vulneráveis a doenças de transmissão feco-oral". Presença na água A estrutura morfológica e química do SARS-CoV-2 é similar a outros coronavírus já conhecidos e a própria Organização Mundial da Saúde -OMS admite a similaridade entre eles em termos de persistência na água e de resistência à inativação por desinfecção, mas afirma também que, embora possível, não há evidências da persistência de quaisquer coronavírus em água. O engenheiro sanitarista Alex Moura de Souza Aguiar e o Prof. Dr. Rafael Kopschitz Xavier Bastos reforçam que, até agora, não há quaisquer evidências que a transmissão possa ocorrer por consumo de água tratada. "O SARS-CoV-2 é um vírus envelopado, envolto por uma membrana lipídica externa frágil, tornando-o suscetível à ação de oxidação da radiação do sol, do cloro ou de outro desinfetante empregado no tratamento da água. Dessa forma, tudo indica que o tratamento convencional da água seja suficiente para a remoção/inativação efetiva do SARS-CoV-2, principalmente a etapa da desinfecção com cloro, que é o desinfetante mais comumente utilizado no Brasil", explica Alex Moura. Esgoto pode servir para descobrir circulação do vírus A importância dos estudos sobre a presença do novo coronavírus no esgoto e na água, para além dos riscos de transmissão, é instrumento importante que pode servir como fonte de dados para descobrir se o vírus está circulando entre a população e em quais regiões, por exemplo. Os especialistas afirmam que isso poderá servir como uma ferramenta epidemiológica barata e não invasiva para alertar contra surtos da doença. O INCT - Etes Sustentáveis está desenvolvendo pesquisa com este objetivo em Belo Horizonte. A página do ONDAS - Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento vem divulgando sistematicamente artigos relevantes de especialistas abordando os nexos entre os direitos humanos à água e ao saneamento e a atual pandemia, com foco nos segmentos mais vulneráveis da população. * Léo Heller, relator da ONU e conselheiro do ONDAS

25 de maio, 2020
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BRK
Doações de kits para Sumaré e Limeira

A BRK Ambiental doou 120 litros de Amônia Quaternária para a Prefeitura Municipal de Limeira e mais 200 litros de Labseptic, desinfetante concentrado para limpeza hospitalar, para a Santa Casa. A Amônia Quaternária tem ação bactericida e será utilizada pela administração municipal para higienizar as ruas nas imediações dos hospitais da cidade. Já o Labseptic, será usado pela Santa Casa de Limeira para a limpeza das dependências do hospital. O tempo de ação do produto é menor do que o utilizado atualmente, o que tem maior eficiência no combate ao coronavírus. “Temos o compromisso de apoiar ações que contribuam na prevenção da COVID-19 e garantam a saúde e o bem-estar dos limeirenses. Os produtos doados são itens essenciais no combate à doença nesse momento”, diz Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental. Além de realizar as doações de itens de higiene e limpeza para entidades de Rio Claro, Santa Gertrudes, Limeira e Mauá, a BRK Ambiental também tem investido em ações de prevenção destinadas aos seus colaboradores e clientes. Destacam-se a rotina de higienização constante de veículos e equipamentos utilizados pelas equipes de campo, reforço no atendimento de seus canais digitais – 0800 771 0001, site www.brkambiental.com.br e perfis da empresa em redes sociais – e a disponibilização on-line de uma plataforma educativa, com conteúdo exclusivo sobre saneamento, para ser acessado durante o período de quarentena. O endereço é o www.brktransforma.com.br . No município de Sumaré a concessionária doou 250 kits de higiene e limpeza, compostos por 1.000 produtos, entre água sanitária, detergente e sabonetes, às famílias e moradores de ruas atendidos por instituições da cidade. A iniciativa beneficiou três instituições do município, Casa de Acolhimento Resgatar, Associação Pestalozzi e NISFRAM, e tem como objetivo garantir que as famílias mais necessitadas tenham acesso aos itens considerados básicos para auxiliar no combate ao novo coronavírus. “Temos o compromisso de apoiar ações que contribuam na prevenção da doença e garantam a saúde e o bem-estar dos sumareenses. Os itens de higiene e limpeza se tornaram aliados essenciais neste momento”, diz Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental.

25 de maio, 2020
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COVID-19
Vírus é identificado em esgoto

Segundo o projeto-piloto Monitoramento COVID Esgotos, com duração inicial de dez meses, o novo coronavírus foi detectado em oito entre 26 amostras (31%) na primeira semana dos trabalhos de campo. Das oito amostras positivas, três foram coletadas na sub-bacia do Ribeirão Arrudas e cinco na sub-bacia do Ribeirão do Onça (Belo Horizonte e Contagem, em Minas Gerais). As coletas foram realizadas de 13 a 24 de abril de 2020. O projeto-piloto Monitoramento COVID Esgotos tem o objetivo de monitorar a presença do novo coronavírus nos efluentes de Belo Horizonte e Contagem (Minas Gerais), gerando dados para a sociedade e ajudando gestores na tomada de decisão. O trabalho é fruto de Termo de Execução Descentralizada (TED) firmado entre a Agência Nacional de Águas (ANA) e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações Sustentáveis de Tratamento de Esgoto (INCT ETEs Sustentáveis - UFMG), em parceria com o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA) e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Com a continuidade dos estudos, o grupo pretende identificar tendências e alterações na ocorrência do vírus nas diferentes regiões analisadas, para entender a prevalência e a dinâmica de circulação do vírus. O estudo teve início com o monitoramento de 16 dos 24 pontos nos quais será realizada a coleta de amostras. A coleta completa, nos 24 pontos, passará a ser realizada a partir da primeira semana de maio. Os pesquisadores envolvidos no estudo reforçam que não há evidências da transmissão do vírus, ainda com potencial de causar a infecção da COVID-19, através das fezes (transmissão feco-oral) e que o objetivo da pesquisa é mapear os esgotos para indicar áreas com maior incidência da transmissão, por exemplo. Com os dados obtidos, será possível verificar a ocorrência do novo coronavírus por região, o que pode direcionar a adoção ou não de medidas de relaxamento consciente do isolamento social, além de permitir avisos com antecedência dos riscos de aumento de incidência da COVID-19 de forma regionalizada, embasando a tomada de decisão dos gestores públicos. “Como o estudo está sendo desenvolvido de forma regionalizada, buscando identificar a ocorrência do novo coronavírus em áreas com baixos e elevados índices de vulnerabilidade social, a expectativa é que este também possa contribuir, de forma indireta, para se estimar o número de pessoas infectadas em cada uma das regiões estudadas”, afirmam os pesquisadores, no primeiro Boletim. Os resultados preliminares da pesquisa serão divulgados na forma de mapas dinâmicos, que possibilitarão acompanhamento da evolução espacial e temporal da ocorrência do vírus. As coletas de amostras foram realizadas nas sub-bacias dos ribeirões Arrudas e Onça, que recebem os efluentes gerados por uma população urbana da ordem de 2,2 milhões de pessoas (cerca de 71% da população urbana de Belo Horizonte e Contagem). Do total de pontos monitorados, 22 são representativos do esgoto bruto gerado pela população e pelos hospitais de referência para o tratamento da COVID-19 nestas duas sub-bacias. Os outros dois pontos representam os efluentes das principais estações de tratamento de esgoto em cada sub-bacia. Os primeiros dados podem ser conferidos no boletim https://www.ana.gov.br/noticias/monitoramento-covid-esgotos-constata-presenca-do-coronavirus-em-primeiras-coletas/boletim-01_04-de-maio-de-2020_-monitoramento-covid-esgotos_final.pdf .

12 de maio, 2020
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ÁGUAS RESIDUAIS
CSIRO detecta presença do SARS-CoV2'

Pesquisadores da Universidade de Queensland (UQ), na Austrália, e da agência científica australiana CSIRO demonstraram a presença do SARS-CoV2, o vírus que causa a doença COVID-19, em águas residuais não tratadas na Austrália (esgoto). Um estudo de prova de conceito foi concluído ao usar amostras de águas residuais de duas estações de tratamento de águas residuais no sudeste de Queensland, representando populações que vivem na região de Brisbane. Pesquisadores da UQ e CSIRO descobriram fragmentos de RNA do SARS-CoV2 em esgoto não tratado que teria sido derramado no fluxo de águas residuais por pessoas infectadas com COVID-19. "Este é um grande desenvolvimento que permite a vigilância da propagação do vírus pelas comunidades australianas", disse o professor o diretor da Aliança para Ciências da Saúde Ambiental de Queensland da UQ, professor Kevin Thomas. Segundo o professor, o método validado foi desenvolvido com base em trabalhos de grupos de pesquisa na Holanda e nos Estados Unidos. O Ministro Federal da Saúde, Greg Hunt, disse: "O piloto de vigilância de águas residuais COVID-19 é extremamente encorajador e tem o potencial de fortalecer ainda mais a resposta da Austrália à pandemia global". "Um programa nacional com base neste trabalho poderia ser adicionado ao conjunto mais amplo de medidas que nosso governo pode usar na identificação e contenção do COVID-19". O diretor executivo da CSIRO, Dr. Larry Marshall, disse que o teste ajudaria a Austrália a gerenciar o COVID-19. "A esperança é que, eventualmente, seremos capazes de não apenas detectar as regiões geográficas onde o COVID-19 está presente, mas o número aproximado de pessoas infectadas - sem testar todos os indivíduos em um local. Isso dará ao público uma melhor noção de quão bem nós estamos contendo essa pandemia", afirmou Marshall. O diretor de ciências da terra e da água do CSIRO, Dr. Paul Bertsch, afirma que o projeto mostra capacidade australiana em fornecer dados oportunos de vigilância de águas residuais COVID-19. "Esses dados serão particularmente úteis para bacias hidrográficas com populações vulneráveis, onde os testes usando outros métodos podem não ser viáveis", disse Bertsch. A equipe deseja compartilhar os novos conhecimentos e métodos para desenvolver uma colaboração nacional. "Espera-se que esta pesquisa reúna uma colaboração nacional de autoridades governamentais, empresas de saneamento, universidades e outras organizações de pesquisa e laboratórios comerciais", disse o professor Thomas. O professor disse que a pesquisa utilizou amostragem e análises sistemáticas de águas residuais para o SARS-CoV-2, usando uma abordagem padronizada e coordenada com base em métodos analíticos refinados. "As amostras de águas residuais foram analisadas em busca de fragmentos específicos de ácido nucleico do vírus usando a análise RT-PCR, que é usada para identificar um fragmento genético do SARS-CoV2", disse ele. "A presença de SARS-CoV2 em amostras específicas de águas residuais foi então confirmada usando técnicas de sequenciamento".

27 de abril, 2020
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SANEAMENTO
Setor debate pandemia e aguarda PL 3261

A Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente (SIMA) participou de abril de videoconferência organizada pelo GRI Club para debater o momento para o saneamento diante da crise sanitária provocada pela pandemia da COVID-19 (Novo Coronavírus). Entre os temas abordados estavam tarifa social, suspensão de cortes nos serviços, impactos na receita e caixa das empresas, regulação, financiamentos e o marco regulatório para o setor. "Saneamento está atrelado à saúde pública. O principal desafio neste momento é equilibrar as perdas das prestadoras e a necessidade de manter o sistema funcionando", afirmou o titular da SIMA, Marcos Penido. Também participaram do encontro representantes da Secretaria Nacional de Saneamento do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Câmara dos Deputados, BNDES, Agência Nacional de Águas (ANA), prefeituras, instituições financeiras, entre outros. Para o MDR, a prioridade agora é manter o sistema em operação, amenizar o impacto no caixa das empresas e já trabalhar a regulamentação do Projeto de Lei 3261/2019, que precisa ser aprovado no Senado. O PL trata do novo marco regulatório do saneamento, que concentra a regulação na esfera federal, regionaliza a prestação de serviços a partir da formação de blocos e ações consorciadas de municípios e abre caminho para a iniciativa privada envolver-se no setor. Para representantes do setor, a aprovação do PL trará segurança jurídica e ambiente de negócios favorável, o que poderá alavancar investimentos, nacionais e de fora, e contribuir para a recuperação econômica brasileira no momento pós-pandemia. O encontro debateu ainda financiamentos do BNDES, bancos privados e do Banco Mundial, fomentos a processos de concessão espalhados pelo Brasil, a necessidade de se unir cada vez mais o setor e elaboração de bons projetos.

22 de abril, 2020
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ESGOTO
BRK evita lançamento de 3,1 bilhões litros

O município de Limeira (SP) deixou de lançar 3,1 bilhões de litros de esgoto sem tratamento nos rios e córregos no primeiro bimestre de 2020. A BRK Ambiental é a responsável pelos serviços de saneamento na cidade, que tem 100% do esgoto coletado e tratado em três Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs). Nos dois primeiros meses do ano já foi possível evitar que 1.271 piscinas olímpicas de esgoto fossem despejadas nos rios da cidade. “O tratamento de esgoto universalizado é um privilégio do município de Limeira e fruto dos investimentos realizados pela concessionária. Essa é uma conquista muito importante e que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças”, explica Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. No total, desde o início da concessão, já foram investidos R$ 275 milhões em obras de esgoto. Para este ano estão previstos aproximadamente mais R$ 28 milhões. Atualmente a BRK trabalha na ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto Tatu. Os trabalhos consistem na modernização da ETE para que o sistema de tratamento do efluente seja terciário, considerado o mais eficiente que existe, onde a tecnologia a ser utilizada será a holandesa Nereda. As obras civis do sistema biológico da estação estão concluídas. Em andamento estão as reformas do tratamento preliminar, do sistema de desaguamento de lodo e da implantação do tratamento físico-químico, também chamado de floculação. As montagens hidromecânicas e de instalação elétrica e de automação também estão em curso e serão as próximas etapas a serem concluídas. Somente nesta obra, os investimentos realizados pela concessionária totalizarão R$ 94 milhões.

31 de março, 2020
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SANEAMENTO
Finep e Sabesp assinam parceria no setor

A Finep assinou contrato com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para o desenvolvimento de tecnologias na área de saneamento. O Plano Estratégico de Inovação (PEI) da empresa é voltado para soluções para a escassez hídrica, valorização dos resíduos e mitigação dos impactos ambientais das atividades operacionais de saneamento. Serão R$ 60 milhões ao todo, dos quais R$ 48 milhões serão repassados pela financiadora. Os R$ 12 milhões restantes serão destinados pela Companhia, em forma de contrapartida. De acordo com Luis Fernandes, Presidente da Finep, o financiamento ao PEI da Sabesp “coroa” um programa de longo prazo que a Finep mantém há quase duas décadas investindo na área de recursos hídricos. “Formamos recursos humanos e iniciamos um conjunto de ações de Subvenção com pequenas e médias empresas até chegarmos a esse grande contrato”, ressaltou Fernandes. Os projetos serão desenvolvidos tanto com fim industrial como para abastecimento. Além das iniciativas de reuso, haverá ganho tecnológico com processos, como a filtração de odores de esgoto, por meio de biofiltração com casca de coco, e redução de água no lodo das estações de tratamento de esgoto. “Esse contrato representará um aumento significativo no número de estudos para podermos avançar em uma área central como a de saneamento básico e, especialmente, de água”, apontou o governador Geraldo Alckmin. A tecnologia que será desenvolvida pela Sabesp poderá ser compartilhada por outras empresas como, por exemplo, a Cedae. “Já estamos com conversas avançadas com a empresa responsável pelas águas do Rio de Janeiro”, disse o Presidente da Sabesp, Jerson Kelman. Segundo o ministro de MCTI, Aldo Rebelo, as nações vizinhas do Brasil na América do Sul, além de países africanos de língua portuguesa, também podem se beneficiar com o trabalho da Sabesp. “Fui procurado por representantes das Organizações das Nações Unidas (ONU) que me falaram sobre a possibilidade de o Brasil participar do esforço desses países no melhor aproveitamento e reuso da água”.

8 de julho, 2015