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MICROPOLUENTES

Projeto avalia influencia em rios

A Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) assinaram convênio para desenvolver projeto inédito para analisar a influência de micropoluentes nos rios, no solo e na biodiversidade na área de fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Denominado “Estudo da dinâmica de micropoluentes em diferentes matrizes ambientais na região transfronteiriça”, o trabalho terá como foco 12 rios da Bacia do Paraná 3 (BP3) e outros doze na bacia correspondente na margem paraguaia. A iniciativa complementa o projeto “Micropoluentes em águas superficiais da BP3”, desenvolvido a partir de 2016 e que analisou a concentração dos agrotóxicos glifosato (utilizado no cultivo de soja) e atrazina (milho) em 21 rios da BP3, todos em áreas de forte atividade agrícola. Além de ser um projeto em parceria com o Paraguai, o estudo pretende analisar o solo com intuito de identificar os tipos de pesticidas presentes, quantificar os de maior incidência e avaliar o poder de degradação dessas substâncias por micro-organismos. Também serão coletadas amostras de água, peixes e diatomáceas (organismos aquáticos), para mensurar o impacto dos agrotóxicos nos rios. Todo o material será encaminhado ao Laboratório Multiusuário Engenheira Enedina Alves Marques, inaugurado no final de 2016 no Edifício das Águas, no PTI.

A Itaipu Binacional, o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) assinaram convênio para desenvolver projeto inédito para analisar a influência de micropoluentes nos rios, no solo e na biodiversidade na área de fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Denominado “Estudo da dinâmica de micropoluentes em diferentes matrizes ambientais na região transfronteiriça”, o trabalho terá como foco 12 rios da Bacia do Paraná 3 (BP3) e outros doze na bacia correspondente na margem paraguaia. A iniciativa complementa o projeto “Micropoluentes em águas superficiais da BP3”, desenvolvido a partir de 2016 e que analisou a concentração dos agrotóxicos glifosato (utilizado no cultivo de soja) e atrazina (milho) em 21 rios da BP3, todos em áreas de forte atividade agrícola.
 
Além de ser um projeto em parceria com o Paraguai, o estudo pretende analisar o solo com intuito de identificar os tipos de pesticidas presentes, quantificar os de maior incidência e avaliar o poder de degradação dessas substâncias por micro-organismos. Também serão coletadas amostras de água, peixes e diatomáceas (organismos aquáticos), para mensurar o impacto dos agrotóxicos nos rios. Todo o material será encaminhado ao Laboratório Multiusuário Engenheira Enedina Alves Marques, inaugurado no final de 2016 no Edifício das Águas, no PTI.

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Itaipu e CIBiogás firmam parceria no Sul

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15 de junho, 2018
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31 de julho, 2017
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A Itaipu renovou, por mais cinco anos, o memorando de entendimento que mantém com a Unesco em relação à cooperação técnica em ciência e água, incluindo o trabalho de parceria com o Centro de Hidroinformática Internacional (CIH). A renovação aconteceu no último 15 de junho e fecha uma série de compromissos da Itaipu em Paris, na França. Um dos pontos mais importantes foi a integração do lado paraguaio da usina à rede mundial de biosfera. O lado brasileiro já iniciou as tratativas para também aderir à plataforma. O CIH está em processo de reconhecimento como Centro de Categoria 2 da Unesco. Em 2016, obteve a chancela da Rede do Programa Hidrológico Internacional (PHI-Unesco). Os centros de categoria 2 não recebem recursos da Unesco, mas contribuem para o PHI principalmente por meio da partilha de conhecimentos, pesquisas e outras linhas de ação especializadas. No CIH, a principal contribuição se dá por meio de programas de capacitação, especialmente nos campos do geoprocessamento e geotecnologias. Com validade até 2022, o acordo permite o desenvolvimento e execução de ações nas áreas de ciências da água, o que inclui bacias hidrográficas e modelagem hidrológica, além de criar ferramentas para a gestão territorial e sistemas de monitoramento ambiental. Tudo com o apoio da Unesco. Segundo o diretor de Coordenação executiva da Itaipu, Pedro Domaniczky, a ratificação do acordo é de extrema importância porque o CHI representa uma ferramenta essencial de desenvolvimento regional, “colocando nossa tecnologia a serviço da comunidade”.

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No dia 29 de janeiro passado, a Itaipu Binacional e a Justiça Federal do Sul do País, através do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que engloba os três estados do Sul, e os foros da Justiça Federal de Santa Catarina (JFSC), Paraná (JFPR) e Rio Grande do Sul (JFRS), formalizaram um intercâmbio de experiências socioambientais entre as duas instituições, que desenvolverão em conjunto “ações e projetos na área da sustentabilidade, incluindo intercâmbio de experiências e conhecimentos referentes a práticas de gestão e políticas”. A validade é de um ano, podendo ser prorrogado por até cinco anos. O próximo passo será a definição dos representantes de cada instituição para, depois, determinar um plano de trabalho conjunto. A sustentabilidade socioambiental está na pauta da Justiça Federal dos três estados e da Itaipu Binacional. Em setembro de 2015, o tribunal recebeu o Selo A3P de Sustentabilidade na Administração Pública, concedido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A medida reconhece ações como a adoção dos processos eletrônicos, a utilização de lâmpadas econômicas e licitações sustentáveis. Itaipu, por sua vez, também dispõe do Programa Compras Sustentáveis, coordenado pela Diretoria Financeira, além do próprio Programa Cultivando Água Boa (CAB), premiado pela Organização das Nações Unidas como umas das mais importantes práticas de sustentabilidade do planeta.

1 de fevereiro, 2016