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LIXO ELETRÔNICO

Projeto E-Descarte pode virar lei municipal

A primeira edição do Desafio Criativos da Escola teve a participação de 419 instituições de todo o Brasil. Um dos destaques da competição foi o projeto E-Descarte, da Escola de Educação Básica Ana Machado Dal Toé, de Morro Grande, Santa Catarina. O projeto propõe o descarte correto de lixos eletrônicos, como baterias, lâmpadas, entre outros, e nasceu do incômodo de alguns alunos com os prejuízos ambientais que o destino inadequado de aparelhos eletrônicos - atirados nas ruas junto com o lixo comum - pudesse causar. A partir daí, Endreo Tramontin, André Fenali e João Victor Crepaldi, estudantes do 3º ano do ensino médio, pesquisaram alternativas para promover o descarte correto desses itens, e descobriram que nos municípios vizinhos havia empresas que coletam esses materiais. O projeto foi implantado na escola e, de tanto sucesso, implantado em outra instituição. Com a boa receptividade do projeto, os alunos resolveram reunir-se com o prefeito, que sugeriu o envio de um Projeto de Lei para a Câmara dos Vereadores. A aprovação ainda não ocorreu, mas os alunos seguem o diálogo com o poder público. “Esses alunos representam o que de melhor está acontecendo no País: crianças e jovens que, apoiados por seus professores, nos mostram que é possível se articular para transformar a realidade em qualquer lugar do Brasil”, diz Carolina Pasquali, Diretora de comunicação do Instituto Alana e coordenadora do projeto Criativos da Escola. O projeto “E-Descarte” foi um dos 16 finalistas da primeira edição do Desafio Criativos da Escola. A segunda edição do Desafio acontece em 2016, e os educadores que tiverem interesse em desenvolver projetos de transformação com seus alunos podem acessar o site do projeto e conhecer os materiais que são disponibilizados gratuitamente na plataforma. O endereço é www.criativosdaescola.com.br .

A primeira edição do Desafio Criativos da Escola teve a participação de 419 instituições de todo o Brasil. Um dos destaques da competição foi o projeto E-Descarte, da Escola de Educação Básica Ana Machado Dal Toé, de Morro Grande, Santa Catarina.

O projeto propõe o descarte correto de lixos eletrônicos, como baterias, lâmpadas, entre outros, e nasceu do incômodo de alguns alunos com os prejuízos ambientais que o destino inadequado de aparelhos eletrônicos - atirados nas ruas junto com o lixo comum - pudesse causar. A partir daí, Endreo Tramontin, André Fenali e João Victor Crepaldi, estudantes do 3º ano do ensino médio, pesquisaram alternativas para promover o descarte correto desses itens, e descobriram que nos municípios vizinhos havia empresas que coletam esses materiais.

O projeto foi implantado na escola e, de tanto sucesso, implantado em outra instituição. Com a boa receptividade do projeto, os alunos resolveram reunir-se com o prefeito, que sugeriu o envio de um Projeto de Lei para a Câmara dos Vereadores. A aprovação ainda não ocorreu, mas os alunos seguem o diálogo com o poder público. “Esses alunos representam o que de melhor está acontecendo no País: crianças e jovens que, apoiados por seus professores, nos mostram que é possível se articular para transformar a realidade em qualquer lugar do Brasil”, diz Carolina Pasquali, Diretora de comunicação do Instituto Alana e coordenadora do projeto Criativos da Escola.

O projeto “E-Descarte” foi um dos 16 finalistas da primeira edição do Desafio Criativos da Escola. A segunda edição do Desafio acontece em 2016, e os educadores que tiverem interesse em desenvolver projetos de transformação com seus alunos podem acessar o site do projeto e conhecer os materiais que são disponibilizados gratuitamente na plataforma. O endereço é www.criativosdaescola.com.br.

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LIXO ELETRÔNICO
App para ajudar no descarte correto

Estudantes do curso Técnico Integrado ao Médio de Informática (Etim) da Escola Técnica Estadual (Etec) Raposo Tavares, de São Paulo, desenvolveram o aplicativo E-Trash para ajudar o usuário a fazer o descarte em locais apropriados. Com o app, os estudantes pretendem contribuir para redução do volume de sucata eletrônica que em grande parte é dispensada de forma indevida e acaba sobrecarregando aterros sanitários. Segundo levantamento realizado pelos alunos, apenas 2% dos equipamentos obsoletos são reciclados no Brasil, volume muito abaixo se comparado com Estados Unidos e Europa. O app oferece a opção para empresas e instituições com postos de coleta se cadastrarem para receber, além de celulares e tablets, computadores e notebooks. Na outra ponta, as pessoas interessadas em dar uma destinação correta aos seus equipamentos podem baixar o aplicativo e, por meio de geolocalização, receber todas as informações sobre os pontos mais próximos da sua região. A terceira ponta da cadeia, a coletora de sucata eletrônica, faz o agendamento para retirada dos aparelhos nos postos. A ferramenta foi tema do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do grupo formado pelos jovens Matias Castro, Guilherme Vieira, Kaique Ryan, Danillo Santiago, Julia Ribeiro, Vinicius Tavares e Luiz Fernando Lazaro. O projeto se baseou em uma pesquisa sobre hábitos relacionados ao descarte de eletrônicos realizada com 100 pessoas. Os dados fundamentaram o TCC e reforçaram a relevância desse tipo de iniciativa. Entre os entrevistados, 80,4% confirmaram preocupação com os efeitos do descarte incorreto de eletrônicos no meio ambiente. Os que disseram que não sabem realizar a destinação adequada e não conhecem algum ponto de coleta representam 62,9% e 64,9%, respectivamente; 68% usariam um aplicativo que orientasse sobre o assunto e 47,4% tinham algum produto para se desfazer. Entre os equipamentos mais descartados estão celulares (53,9%) e tablets (19,7%). O projeto interdisciplinar envolveu os docentes Nilza Bezerra, Gisele Cardoso e Wesley Castanha das disciplinas de Desenvolvimento de Sistemas, Banco de Dados e Sistemas Embarcados resultado superou as expectativas.

8 de fevereiro, 2021
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BIODEGRADÁVEIS
Fatec Pinda na final do ITA Challenge 2020

Os estudantes do curso superior tecnológico de Gestão de Negócios e Inovação da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Pindamonhangaba estão entre os dez finalistas do oitavo ITA Challenge 2020. O grupo desenvolveu uma embalagem totalmente biodegradável para contribuir com o propósito de lixo zero. O ITA Challenge 2020 é promovido pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). As equipes classificadas participarão de uma mentoria com especialistas em empreendedorismo no dia 22 de agosto e já se preparam para a apresentação final, no dia 12 de setembro. "A tecnologia desenvolvida pela Fatec resultou numa embalagem de baixo custo e 100% degradável em um período de até seis meses. O plástico biodegradável disponível no mercado leva até dois anos para se degradar e deixa resíduos no meio ambiente", comparou a professora Eloisa Lopes, orientadora do projeto. O projeto concorreu com outros 52 participantes inscritos e destacou-se na premiação, que estimula a criação de soluções inovadoras para problemas reais. A primeira etapa do trabalho começou na disciplina prototipagem de negócio, oferecida na Fatec em 2019, com uma pesquisa de mercado para confirmar a viabilidade financeira da bioembalagem. "A enorme produção de lixo no mundo e o impacto poluidor de sacos, bandejas e caixas plásticas confirmaram que a bioembalagem tem um nicho promissor de negócio", afirma Eloisa. Para transformar o projeto em produto, a equipe contou com a coorientação da química e professora Marta dos Santos, que coordenou as atividades no laboratório para produção de um protótipo. Após a realização de testes iniciais para validação, o protótipo continuará sendo aperfeiçoado durante a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) das estudantes. O próximo passo será submetê-lo ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) para registro da patente. O grupo responsável pelo projeto Bioembalagem é formado por Amanda Almeida, Danielle de Souza e Gabrielle Silva. A Fatec Pindamonhangaba foi classificada também no ITA Challenge de 2019 com dois projetos semifinalistas. Um dos trabalhos foi a produção de uma embalagem feita com a fibra de bananeira e outro, a modelagem de uma startup de alimentos. O ITA Challenge está na oitava edição e visa difundir a cultura do empreendedorismo e inovação na comunidade acadêmica. A competição está aberta a alunos do Ensino Fundamental à Pós-Graduação de todo país.

10 de agosto, 2020
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RECICLAGEM
Alunos da Fatec desenvolvem app

Alunos da Fatec de Pindamonhangaba desenvolveram ferramenta que auxilia na coleta e destinação de resíduos para reciclagem. O app Você Recicla, desenvolvido em parceria com estudantes de outras três universidades, já está em atividade no município, com a perspectiva de expansão para outras cidades do Vale do Paraíba no segundo semestre. A ideia inicial foi do ex-aluno do curso superior tecnológico de Tecnologia em Processos Metalúrgicos, Rodrigo Rocha. O objetivo era criar um processo de certificação de sucata para que as cooperativas de reciclagem tivessem maior valor agregado de seus materiais. Porém, o projeto não ganhou força. “Depois que nossa primeira iniciativa não deu certo, identificamos demandas para propor modelos de negócio sintonizados com a sociedade. Assim nasceu o Você Recicla, que atende a essa demanda e oferece uma alternativa para o destino de resíduos no município”, explica o aluno do curso superior tecnológico de Tecnologia de Gestão de Negócios e Inovação (GNI) da Fatec e um dos sócios do empreendimento, Abner Augusto Barbosa. O projeto foi desenvolvido na Escola de Inovadores, curso de extensão gratuito organizado pela Assessoria de Inovação do Centro Paula Souza – Inova CPS. A proposta dessa iniciativa é ensinar pessoas com espírito empreendedor a transformar suas ideias inovadoras em startups. O Você Recicla tem entre objetivos gerar oportunidades para catadores de materiais recicláveis e a redução do volume de resíduos destinados ao aterro sanitário diariamente. O programa está disponível para baixar em smartphones e assim entrar em contato com o coletor. A partir daí, a ferramenta irá informar ao usuário o tipo de coleta (orgânica ou seletiva) e horário em que o veículo passará pelo endereço informado, em tempo real. Entre os materiais que podem ser recolhidos , estão Papel em geral; Plástico em Geral; Metal em geral; Vidro em geral; Óleo Vegetal e Eletroeletrônico, das 7h30 às 20h30.

2 de maio, 2019
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RESÍDUOS
Edukatu premia escola por projeto de gestão

O Edukatu, rede de aprendizagem para o consumo consciente, anunciou o resultado do desafio “Turma que Recicla”, iniciativa desenvolvida em parceria com a Braskem. O projeto visa estimular escolhas para trabalhar com o conceito de Repensar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar (os 4Rs) por meio de projetos que abordem a geração e o descarte de resíduos. A edição 2018 teve a participação direta de mais de 200 professores e 3.600 alunos que, juntos, envolveram mais 9.100 pessoas em suas comunidades escolares. A vencedora foi a professora Fernanda Silvério Raimundo, da E.M.E.B. Marcos Rogério da Rosa, de São Bernardo do Campo (SP), que realizou o projeto “Sustentabilidade no Mundo – Consumo Consciente”. Como reconhecimento, a professora ganhou uma viagem para conhecer o Parque Inhotim, em Brumadinho (MG). A escola receberá a realização de uma oficina do Edukatu sobre reaproveitamento de materiais para toda a comunidade escolar. O projeto teve como principal proposta repensar a relação do ser humano com o ambiente com atividades como a feira de trocas de brinquedos, a experimentação de receitas de uso integral de alimentos e a conscientização da separação dos resíduos para toda a escola. Outro destaque foram as histórias em quadrinhos sobre os 4Rs – Repensar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar, criadas pelos estudantes em uma das atividades do percurso. Ainda segundo Fernanda, foi possível envolver os alunos também com a realização de uma passeata e uma cerimônia na qual receberam certificados de agentes sustentáveis. Segundo o Edukatu, hoje mais de 40% dos resíduos coletados seguem para lugares inadequados, o que pode contaminar o solo e a água. Além disso, já se estimou que esse descarte pode desperdiçar o equivalente a R$ 8 bilhões, por ano, de materiais que poderiam virar matéria-prima ou energia.

8 de junho, 2018
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LIXO ELETRÔNICO
Estudantes recolhem mais de 800 kg

A Gincana das Engenharias da Universidade Positivo promovida em julho, recolheu mais de 800 kg de resíduos de lixo eletrônico em Curitiba (PR). A iniciativa quer fomentar entre os estudantes a importância da coleta e do descarte adequado desses resíduos. “São incipientes as campanhas governamentais de sensibilização e o currículo escolar não abrange de forma expressiva o assunto. A conscientização só será possível e alcançará objetivos quando discutirmos este tema nas escolas. Esse é o desafio central”, observa o professor de Engenharia da Universidade Positivo (UP), Giancarlo de França Aguiar. A gincana propôs aos estudantes um período de coleta em Curitiba de “e-waste” e a entrega na universidade. Professores farão o devido descarte e logística reversa dos resíduos, em parceria com organizações ambientais. Segundo estudo da Associação de Empresas da Indústria Móvel (GSMA), o Brasil gera atualmente 1,4 milhão de toneladas de “e-waste”. O levantamento estima ainda que, em 2018, o País deverá gerar 5 milhões de toneladas de lixo a partir do descarte de computadores e acessórios, telefones celulares e baterias, televisores, câmeras fotográficas, impressoras e outros equipamentos eletrônicos. A PNRS promulgada em 2010 prevê que as empresas, indústrias e fábricas sejam responsáveis pela coleta dos resíduos sólidos para reaproveitarem em seus ciclos produtivos ou darem o correto destino ambiental. “A prática constante da logística reversa é uma das alternativas mais dinâmicas para o gerenciamento de resíduos (sejam eles eletrônicos ou não), desde que fomente a tríade da sustentabilidade (economia, sociedade e meio ambiente)”, destaca o professor. Ele também acredita na discussão coordenada envolvendo fabricantes, importadores, distribuidores e coletores de resíduos e empresas de reciclagem. “Para fazer o descarte correto, o primeiro passo é fazer a coleta seletiva em casa e procurar locais que recebam lixo eletrônico”, explica.

24 de julho, 2017
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SUSTENTABILIDADE
Edukatu disponibiliza 20 novos conteúdos

O Edukatu, rede online de aprendizagem sobre consumo consciente e sustentabilidade do Brasil, disponibilizará cerca de 20 novos conteúdos sobre temas como reciclagem e crise hídrica, entre outros, em 2016. O material será apresentado por meio de infográficos, games, animações, textos e planos de aula. Depois de lançado, todo o conteúdo fica disponível gratuitamente na plataforma online ( www.edukatu.org.br ) para incentivar a troca de conhecimentos e práticas sobre consumo consciente entre professores e alunos do Ensino Fundamental de escolas em todo o Brasil. Nos anos de 2014 e 2015, as questões relacionadas com a sustentabilidade aumentaram em 83% a média mensal de visualizações da página. A quantidade de inscritos também dobrou no último ano, atingindo a marca de 20 mil cadastrados, provenientes de mais de duas mil escolas nos 27 estados. Do total, sete mil se envolveram diretamente em projetos de intervenção em suas comunidades escolares, mobilizando aproximadamente 43 mil pessoas para o consumo consciente. Para ampliar o alcance do Edukatu foi firmada parceria com o Instituto Lagoa Viva – programa que promove oficinas dedicadas à educação ambiental para apoiar a restauração e conservação do meio ambiente, a geração de renda da população e a promoção da cultura local em Maceió (AL). A mesma medida vem sendo adotada em São Paulo, em parceria com três diretorias regionais de ensino do município (Jaçanã/Tremembé, Campo Limpo e Capela do Socorro). Já a campanha de mobilização "A Natureza das Coisas 2015", criada para estimular a discussão e análise dos impactos do ciclo de vida dos produtos, que vai desde a produção até o uso e descarte, envolveu escolas de todo o Brasil e teve um alcance total de mais de 10 mil pessoas. Nessa edição, foram premiados três professores, um de São Paulo e dois de Alagoas. A Braskem e o Instituto Akatu promovem a plataforma com o apoio da HP, Fundação Cargill, Sabesp, Costa Brava, KPMG e Grupo Mais Unidos e o apoio institucional do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Educação.

9 de junho, 2016
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SUSTENTABILIDADE
Novelis anuncia vencedores do 1º Prêmio

A Novelis anunciou os vencedores do 1º Prêmio Novelis de Sustentabilidade, uma iniciativa que homenageia projetos/ideias inovadoras, desenvolvidos por universitários e empreendedores, que exploram as diversas possibilidades de aplicação das chapas e folhas de alumínio, valorizando sua reciclabilidade. A entrega da premiação acontecerá dia 18 de novembro, na cidade de São Paulo. A edição contou com 99 projetos de participantes de todas as regiões brasileiras. Eunice Lima, Diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis, afirma que os trabalhos atenderam às expectativas da Empresa nos quesitos de criatividade e inovação. “É muito gratificante poder fomentar a criação de projetos originais de estudantes e profissionais que contribuem para o desenvolvimento de soluções e práticas sustentáveis”, destaca. Os três projetos vencedores – dois na modalidade Estudante e um na modalidade Empreendedor - foram analisados por duas comissões julgadoras sob a ótica do contexto para a criação da ideia e/ou projeto, inovação da proposta e originalidade, e aperfeiçoamento dos processos envolvidos, além de benefícios como economia potencial e/ou gerada, redução de impacto ambiental, maior ganho social e aplicabilidade em escala e uso. Os vencedores receberam troféus e premiação financeira de R$ 62 mil em certificados de barras de ouro para os participantes e docentes, além de equipamentos didáticos para a instituição de ensino representada pelos inscritos. Projetos Vencedores Na modalidade Estudante, o vencedor na “Categoria Inovação Sustentável” foi Matheus Narito Yoneoka, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, com o projeto “Lixeira Sustentável – Uma solução inovadora para a reciclagem de latas de alumínio”. Com orientação da professora orientadora Rosimeire Sedrez Bitencourt, o projeto foi inscrito na Subcategoria de Logística Reversa e promove a reeducação da população para o descarte adequado do alumínio pós-consumo. Já na “Categoria Arte na Lata”, a ganhadora foi a aluna Thais Helena Behar Alem, do Instituto Europeo di Design, com o projeto “Chá Mego” que retratou, por meio da tecnologia de realidade aumentada, características da fauna a partir do tema Brasil Sustentável. Na Modalidade Empreendedor, a Categoria Inovação Sustentável foi para o projeto “i - Energy Sun BIKES”, inscrito na Subcategoria Transporte e Automotivo. Desenvolvido por Marcio de Andrade Batista, participante do Mato Grosso, a ideia tem como foco o uso do alumínio para o desenvolvimento de carregadores de energia solar para bicicletas destinados à recarga da bateria de celulares e smartphones. A Novelis premiou ainda, com menção honrosa, outros três projetos que se destacaram por sua singularidade e capacidade criativa, dos quais dois na Modalidade Estudante. De autoria de Ruver Silva Oliveira, Gustavo Randazzo e Wellington Raimundo de Oliveira e com orientação da professora orientadora Claudia Regina Jota Siqueira, da Escola de Design da Universidade Estadual de Minas Gerais, o projeto “CICLO – Vaso Sanitário Consciente” foi escolhido na Categoria Inovação Sustentável e Subcategoria Logística Reversa por aprimorar o conceito de sustentabilidade e economia atribuído ao vaso sanitário. O novo produto reduz a quantidade de água gasta em sua utilização e, por ser de alumínio, incentiva um ciclo de vida reciclável, tendo em vista os benefícios da aplicação deste metal como matéria-prima. Na Categoria Inovação Sustentável eSubcategoria Logística Reversa, o projeto “Plataforma Reversa”, desenvolvido pelos alunos Jeison Cechella da Silva e Túlio Krás Paulo Magnus, com orientação do professor Mario Ricardo Guadagnin, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, se destacou ao propor um aplicativo e website que auxilia pessoas, instituições e empresas a destinarem corretamente seus resíduos de forma inovadora. Na Modalidade Empreendedor, o trabalho que recebeu menção honrosa foi o GrWall, inscrito na Categoria Inovação Sustentávele Subcategoria Logística Reversa. Desenvolvido por Tifani Kiyomi Kuga, de São Paulo, a proposta de uma estrutura feita com chapas de alumínio busca viabilizar a construção da parede verde. Tudo isso porque as propriedades do metal foram consideradas ideais pelo empreendedor para a execução desse projeto, além de ser uma alternativa economicamente viável e ecologicamente correta. O 1º Prêmio Novelis de Sustentabilidade tem o apoio institucional da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (ABRALATAS), do Fórum de Governança e Sustentabilidade, da Fundação Dom Cabral e do Instituto Ethos.

4 de novembro, 2015
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Santo André aprova política municipal

O Prefeito de Santo André, Carlos Grana, sancionou a Política Municipal de Educação Ambiental (PMEA), após aprovação pela Câmara dos Vereadores. O projeto esteve em debate durante dois anos entre Prefeitura, Semasa e população. Com a decisão, a cidade de Santo André passa a ser a primeira do ABC a adotar uma legislação específica para área, em conformidade com leis federais e estaduais que regulamentam a questão. A PMEA tem como objetivo despertar na população valores, atitudes, conhecimentos e competências que levem a uma transformação da relação do ser humano com o meio em que vive. A proposta é que a educação ambiental estimule o convívio sustentável do indivíduo com o meio ambiente. O Departamento de Gestão Ambiental da Semasa coordenou o processo, mas as discussões envolveram os departamentos de Defesa Civil e de Resíduos Sólidos, além das coordenadorias de Assuntos Jurídicos e Comunicação Social. Pela Prefeitura, houve o envolvimento ativo das secretarias de Educação, de Saúde e de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense. A participação da população é tida como de suma importância, pois atuou ativamente em debates públicos realizados na cidade e enviando sugestões pela internet. Foram organizadas reuniões informativas com moradores da área de manancial, com organizações sociais, com profissionais da Saúde e da Educação e também com os conselhos municipais da cidade. Em março, também foi realizada uma conferência municipal aberta ao público, quando o texto produzido até então foi debatido com os participantes. Serão criados um Órgão Gestor e um Comitê Municipal de Educação Ambiental para acompanhar o cumprimento da lei.

30 de setembro, 2015