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ESG

Rockwell Automotion quer ser neutra em carbono até 2030

Rockwell Automotion quer ser neutra em carbono até 2030

Relatório também destaca as iniciativas ESG e como a Rockwell tem criado produtos e soluções inovadoras e sustentáveis.

Empresa dedicada à automação industrial e transformação digital, a Rockwell Automotion divulgou o Relatório de Sustentabilidade 2024 onde destaca a estratégia, os resultados e o progresso da companhia para fomentar clientes, negócios e comunidades sustentáveis. Além de mostrar como a companhia está ajudando os fabricantes em seus esforços de sustentabilidade, o relatório também destaca as iniciativas ESG e como a Rockwell tem criado produtos e soluções inovadoras e sustentáveis, ao mesmo tempo em que promove uma cultura que capacita os funcionários a operar com segurança e responsabilidade. “Estamos orgulhosos dos nossos esforços ambientais, sociais e de governança, que fornecem a base para a criação de um futuro mais sustentável”, afirma o Presidente e CEO da Rockwell Automation, Blake Moret. “Continuamos a nos desafiar e nos esforçar para cumprir ou exceder nossos compromissos, ajudando nossos clientes a fazerem o mesmo, oferecendo-lhes as ferramentas necessárias para enfrentar novos desafios e requisitos, como apoiando-os a rastrear e reduzir seu consumo de energia, água e resíduos, e a produzir novos produtos e tecnologias inovadoras em escala”, ressalta.

As iniciativas desenvolvidas na área ambiental englobam a meta de neutralidade de carbono, com os esforços para reduzir as emissões por meio de uma estratégia global complementada por soluções locais. Até 2030, a empresa avançará rumo à neutralidade de carbono para os escopos 1 e 2, que correspondem às emissões diretas e indiretas relacionadas à energia adquirida. As emissões do escopo 3 (indiretas da cadeia de valor) representam 99% da pegada de carbono total da empresa, com as emissões diretas dos escopos 1 e 2 representando 1%. Outro ponto positivo foi a reciclagem de resíduos. Em 2024, a companhia atingiu 91% de reciclagem do total de resíduos gerados. Além disso, em termos de geração de receita, a empresa alcançou a marca de 1,9 bilhão de dólares provenientes de produtos e soluções voltados para eficiência energética, conforme a definição do SASB (Sustainability Accounting Standards Board).

Na questão, social, a Rockwell destinou US$ 9,1 milhões à filantropia, dos quais 45% foram alocados para educação em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), 27% para equidade e inclusão, 26% para engajamento de talentos e 2% para assistência e recuperação de desastres. No campo da segurança dos funcionários, a empresa manteve uma taxa de casos registráveis de apenas 0,27, sendo a melhor da sua categoria, superando o primeiro quartil de seus pares na fabricação de equipamentos eletrônicos. A Rockwell Automation também investiu 183 milhões de dólares em pequenas empresas, bem como em empresas com proprietários veteranos, minorias, mulheres e LGBTQIA+.

Em Governança, a empresa tem um conselho de administração diversificado, composto por 100% de comitês independentes e um diretor independente principal. A linha direta de denúncias e o sistema de denúncias da Rockwell Automation, estabelecidos em 1985, foram um dos primeiros programas de ombudsman corporativos do mundo. A Rockwell registrou taxa de comprovação maior que a média e taxa anônima menor que a média para casos relatados. Por fim, a companhia avançou na certificação de segurança de tecnologia operacional, sendo a primeira instalação de operações industriais do mundo a ser certificada pela IEC 62443, série de normas internacionais que estabelecem diretrizes de segurança para sistemas de automação industrial. O CEO comenta que a companhia seguirá fomentando mudanças positivas e coletando resultados significativos. “Ao aumentar a produtividade, reduzir o impacto ambiental, garantir a eficiência operacional e a segurança, estamos possibilitando um futuro mais brilhante para as pessoas e para o planeta”, finaliza.

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7 de fevereiro, 2022
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18 de dezembro, 2020
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Schneider Electric rumo ao zero carbono

A Schneider Electric anunciou investimento de 10 bilhões de euros em inovação e P&D para o desenvolvimento sustentável até 2025. A companhia está desenvolvendo uma abordagem especial em respeito à biodiversidade, fomentando ações de combate à perda acelerada de espécies e à degradação do mundo natural. Estudos recentes dão conta de que, atualmente, 1 milhão de espécies de plantas e animais estão em risco de extinção por causa das atividades humanas. Segundo João Carlos Salgueiro, gerente sênior de Sustentabilidade da Schneider Electric, a empresa seguirá a pauta de negociações a ser desenrolada na Convenção de Diversidade Biológica (COP-15) em 2021 e, a partir de então, estabelecerá metas ambiciosas para o longo prazo. "Precisamos a todo custo evitar perdas líquidas de biodiversidade, da forma como foi feito para o combate às mudanças climáticas. Buscamos neutralizar as emissões e contribuir para que o aquecimento global não ultrapasse 1,5°C acima dos níveis pré-industriais", pondera. O gerente diz ainda que: "Negócios e indústria podem ter impactos negativos nas fontes de biodiversidade, mas, enquanto a iniciativa privada é parte do problema, ela também representa a maior parcela da solução. Os recursos e a influência do setor privado oferecem oportunidades importantes e inovadoras, e contribuições eficazes para a conservação da biodiversidade", explica Salgueiro. A Schneider Electric tem aproximadamente 193 unidades produtivas em todo o mundo que registraram redução significativa do seu impacto ambiental com a aplicação racional de materiais primários, ampliação dos indicadores de reúso e reciclagem, eliminação da destinação de resíduos para aterros sanitários e crescimento da produtividade energética. "Todas essas medidas permitiram, do ponto de vista econômico, contribuir para maior rentabilidade e competitividade da empresa, tornando-se parte dos indicadores das operações e dos centros de distribuição", informa. As iniciativas de economia circular da Schneider abrangem um plano de ação para oferecer produtos, serviços e soluções com o mínimo impacto ambiental: reduzir o uso de matérias-primas; reutilizar matérias-primas ou aumentar - quando possível – a utilização de matérias-primas recicladas; reparar, oferecendo serviços de manutenção e modernização para certas gamas de produtos; e reciclar, por meio dos serviços que a empresa oferece na fase final de vida útil dos produtos. A Schneider Electric tem como meta minimizar suas emissões de carbono até 2025, e zerá-las cinco anos mais tarde. Além disto, tornar sua cadeia de suprimentos estendida zero carbono até 2050. A companhia é signatária das iniciativas do Climate Group, através das iniciativas EP100, RE100 e EV100, que a tornam comprometida até 2030 em dobrar a produtividade energética, atingir 100% de utilização de energia renovável e operar com uma frota composta por veículos 100% elétricos. Os compromissos climáticos e de economia circular estão incorporados ao "Sustainability Impact" para o período 2018-2020, contemplando 21 iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), das Nações Unidas (ONU). O "Sustainability Impact" é um scorecard exclusivo criado para mensurar trimestralmente os compromissos da empresa para o desenvolvimento sustentável, equilibrando os pilares social, econômico e ambiental.

6 de julho, 2020
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EMISSÕES
Siemens quer atingir carbono zero em 2030

A Siemens anunciou que tem objetivo de ser a primeira empresa industrial do mundo a atingir a pegada de carbono zero até 2030. A Companhia planeja cortar sua emissão de dióxido de carbono (CO 2 ) – que atualmente, soma cerca de 2,2 milhões de toneladas métricas por ano – pela metade até 2020. Para atingir a meta, a Siemens investirá cerca de 100 milhões de euros nos próximos três anos, a fim de reduzir a pegada de energia de suas instalações de produção e edifícios, incluindo locais nos Estados Unidos, Alemanha, China, Brasil e Grã-Bretanha. “Com esta iniciativa, a Companhia espera demonstrar a outras empresas que cortar a pegada de carbono não é apenas possível, mas rentável, pois todo o investimento será direcionado a projetos que se paguem ao longo do tempo, gerando uma redução dos custos mundiais de energia de 20 milhões de euros por ano”, explica Henrique Petersen Paiva, Gerente de Sustentabilidade da Siemens Brasil. Como atua em áreas que vão desde turbinas eólicas e de gás até sistemas de automação para trens de alta velocidade e máquinas de ressonância magnética, a Siemens entende que essa medida é uma responsabilidade, e que não é necessário esperar por um tratado internacional ou novos regulamentos para pôr em prática planos de redução de impacto ambiental. Para reduzir suas emissões, a Siemens focará três iniciativas – inicialmente, usará sistemas de energia distribuídos em suas instalações de produção e edifícios para otimizar os custos de energia, por meio da combinação do uso de painéis solares, turbinas eólicas e a gás com gestão energética inteligente, smart grids e soluções de armazenamento energético; em segundo lugar, vai empregar sistematicamente veículos de baixa emissão e conceitos de e-mobilidade em sua frota de automóveis global. Atualmente, sua frota é de aproximadamente 45 mil veículos, que produzem cerca de 300 mil toneladas métricas de emissões de carbono por ano. Em terceiro lugar, seguirá em direção ao uso de uma combinação de energia limpa – a exemplo do gás natural e da energia eólica – que emitem pouco ou nenhum CO2. Para compensar as emissões que não podem ser evitadas a curto prazo, a Siemens comprará energia limpa a partir de fontes renováveis como parques eólicos e créditos de carbono de organizações que trabalham para reduzir o carbono em todo o mundo por meio do reflorestamento, por exemplo. No Brasil, a Siemens seguirá o planejamento global e continuará investindo em iniciativas próprias, como nos projetos de certificação LEED, em sua política de home office que promove melhor uso dos recursos (inclusive de energia), no desenvolvimento de competências em eficiência energética para público interno selecionado (com o propósito de identificar oportunidades nesta área que possam ser convertidas em projetos de investimento viáveis de melhoria na eficiência energética) nas certificações ISO 14001 e no monitoramento e controle de indicadores de eficiência energética para gestão de governança dos resultados.

8 de outubro, 2015