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AMAZÔNIA

Schneider Electric apoia comunidades ribeirinhas

A Schneider Electric, empresa especialista em gestão de energia e automação, apoia a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e o British Council no programa Institutional Links. Financiado pelo Fundo Newton, o projeto tem como objetivo fomentar a colaboração científica e tecnológica entre o Brasil e o Reino Unido e estabelecer conexões entre as comunidades ribeirinhas do Amazonas e pesquisadores dos dois países. Com apoio do setor privado e terceiro setor, o projeto visa criar soluções sustentáveis para enfrentar os desafios locais, unindo sustentabilidade, cultura, inovação e ciência. A Schneider Electric foi convidada para participar da iniciativa pela Fundação Amazonas Sustentável, com a qual mantém parceria desde 2012, quando teve início o projeto VillaSmart, que levou 24 horas de energia limpa e confiável às comunidades amazônicas de Tumbira e Santa Helena do Inglês. “Acesso à energia é um tema importante para a Schneider Electric e o Institutional Links irá nos ajudar a entender melhor as demandas das comunidades que ainda hoje vivem fora da rede elétrica”, explica Fernando Figueiredo, Gerente de Sustentabilidade da Schneider. “Nosso objetivo é responder às demandas estratégicas nas quais a ciência e o conhecimento podem contribuir para a construção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis”, afirma Diana Daste, gerente sênior do Fundo Newton – British Council Brazil. O coordenador do Programa de Soluções Inovadoras da FAS, Victor Salviati, afirma que o programa contribuirá para o conhecimento técnico sobre a realidade da Amazônia, além de permitir a cooperação entre centros britânicos e brasileiros para replicação e adaptação das soluções em outros contextos. A chamada pública foi lançada no dia 18 de abril e seu público-alvo são pesquisadores, professores e estudantes de graduação e pós-graduação baseados em instituições no Amazonas ou na Grã-Bretanha e que tenham interesse nas categorias que fazem parte do programa. O prazo de inscrição é até dia 27 de junho e, no total, serão contemplados dois projetos de pesquisa. O edital está disponível em https://www.britishcouncil.org.br/atividades/educacao/newton-fund .

A Schneider Electric, empresa especialista em gestão de energia e automação, apoia a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e o British Council no programa Institutional Links. Financiado pelo Fundo Newton, o projeto tem como objetivo fomentar a colaboração científica e tecnológica entre o Brasil e o Reino Unido e estabelecer conexões entre as comunidades ribeirinhas do Amazonas e pesquisadores dos dois países. Com apoio do setor privado e terceiro setor, o projeto visa criar soluções sustentáveis para enfrentar os desafios locais, unindo sustentabilidade, cultura, inovação e ciência.

A Schneider Electric foi convidada para participar da iniciativa pela Fundação Amazonas Sustentável, com a qual mantém parceria desde 2012, quando teve início o projeto VillaSmart, que levou 24 horas de energia limpa e confiável às comunidades amazônicas de Tumbira e Santa Helena do Inglês. “Acesso à energia é um tema importante para a Schneider Electric e o Institutional Links irá nos ajudar a entender melhor as demandas das comunidades que ainda hoje vivem fora da rede elétrica”, explica Fernando Figueiredo, Gerente de Sustentabilidade da Schneider.

“Nosso objetivo é responder às demandas estratégicas nas quais a ciência e o conhecimento podem contribuir para a construção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis”, afirma Diana Daste, gerente sênior do Fundo Newton – British Council Brazil. O coordenador do Programa de Soluções Inovadoras da FAS, Victor Salviati, afirma que o programa contribuirá para o conhecimento técnico sobre a realidade da Amazônia, além de permitir a cooperação entre centros britânicos e brasileiros para replicação e adaptação das soluções em outros contextos. 

A chamada pública foi lançada no dia 18 de abril e seu público-alvo são pesquisadores, professores e estudantes de graduação e pós-graduação baseados em instituições no Amazonas ou na Grã-Bretanha e que tenham interesse nas categorias que fazem parte do programa. O prazo de inscrição é até dia 27 de junho e, no total, serão contemplados dois projetos de pesquisa. O edital está disponível em https://www.britishcouncil.org.br/atividades/educacao/newton-fund.

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AMAZÔNIA
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Por Rafael Segrera * Ao celebrarmos hoje, 5 de setembro, o Dia da Amazônia, é imperativo que reflitamos sobre o papel crítico que esse ecossistema único desempenha no bem-estar de nosso planeta. A Amazônia abriga uma biodiversidade sem igual, assim como populações indígenas e ribeirinhas. Como executivo e cidadão, tive o privilégio de visitar a Comunidade do Tumbira, localizada a cerca de uma hora e meia de barco de Manaus, em junho deste ano, e posso afirmar que possuímos um grande desafio: alcançar o desenvolvimento sustentável da região antes que a floresta chegue ao ponto de inflexão. Em outras palavras, a Amazônia pode perder sua capacidade de se sustentar e se regenerar após o longo histórico de incêndios e desmatamentos, se transformando em uma savana nos próximos anos. De acordo com dados do MapBiomas, divulgados na COP 27, mais de 45 gigatoneladas de CO² foram emitidas desde 1985 devido ao desmatamento da floresta amazônica. São também preocupantes as inúmeras comunidades ribeirinhas que estão atualmente isoladas devido à infraestrutura energética inadequada ou inexistente. Falta acesso à energia confiável e limpa para os habitantes locais. Portanto, o desenvolvimento sustentável da Amazônia significa proteger o meio ambiente, sem abrir mão da evolução da qualidade de vida dos moradores. Ambos caminham juntos. Mas, como fazer isso? A resposta está na implementação de soluções energéticas inovadoras, como microrredes alimentadas por sistemas solares e hidrelétricos. Assim, podemos abrir caminho para que essas comunidades tenham acesso à eletricidade sem depender de práticas prejudiciais ao meio ambiente. Essas iniciativas de energia limpa não apenas reduzem as emissões de carbono, mas também melhoram o bem-estar das famílias que habitam a região, levando além da energia o acesso ao digital, que abre portas para a educação, a saúde e a geração de renda, sem que as populações nativas precisem se deslocar para outras cidades ou estados. A colaboração entre governos, comunidades locais, ONGs e o setor privado é fundamental para implementar iniciativas que empoderem o conhecimento indígena local e integrem suas práticas sustentáveis com tecnologias modernas. Além disso, investimentos em programas de educação e capacitação podem garantir que as comunidades locais participem ativamente e se beneficiem desses avanços. Assim, é crucial enfatizar que a transição para uma Amazônia sustentável e tecnologicamente avançada não representa apenas um esforço de conservação; é uma estratégia multifacetada que gera oportunidades socioeconômicas. Empregos verdes em energia renovável, ecoturismo e agricultura sustentável podem empoderar as comunidades locais ao mesmo tempo que preservam seu patrimônio cultural e tradições. Ao celebrarmos o Dia da Amazônia, em 5 de setembro, reconheçamos a urgência de nossas ações. A convergência da tecnologia e da inovação energética apresenta uma chance sem igual de preservar a floresta amazônica para as gerações futuras. Ao abraçarmos uma abordagem holística que respeite tanto o meio ambiente quanto o bem-estar das comunidades locais, podemos criar um equilíbrio harmonioso que garanta a sobrevivência desta maravilha natural e promova a prosperidade para todos que a chamam de lar. * Rafael Segrera é presidente da Schneider Electric para a América do Sul

5 de setembro, 2023
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Prorrogado edital para projetos

Iniciativa da ONU, a Pan-Amazônia prorrogou até 31 de julho o prazo para entrega de projetos de pesquisa científica, acesso à saúde, acesso à alimentos, soluções de educação, acesso à água potável e saneamento, mecanismos para promover o crescimento econômico e empregos, campanhas de comunicação, consumo e produção sustentável. A Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (SDSN Amazônia), em parceria com o Instituto Amigos da Amazônia (iAMA) apoiam a iniciativa. Universidades, centros de pesquisa e organizações da sociedade civil filiadas à SDSN Amazônia estão aptas a participar. As instituições que não são membros da rede e têm interesse em participar da chamada podem fazer o pedido de adesão preenchendo o formulário de filiação no site unsdsn.org/join . O edital busca propostas nos nove países da Bacia Amazônica: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela. Será oferecido financiamento de até US$ 5 mil para dois projetos, cujos resultados estarão disponíveis e acessíveis no curto prazo, orientados para a atenção à situação emergencial da COVID-19 na região amazônica. As propostas devem se enquadrar nas categorias: Saúde, Acesso a Alimentos, Educação, Acesso a Água Potável e Saneamento, Trabalho Decente e Crescimento Econômico, Consumo e Produção Sustentável, Conservação da Floresta e Biodiversidade Amazônica, Comunicação e Governança. Serão avaliadas a clareza das informações na proposta e a coerência das atividades, o orçamento e o cronograma apresentados, o número de famílias beneficiadas pelo projeto, o potencial impacto do projeto no enfrentamento da COVID-19, potencial de replicabilidade do projeto, entre outros critérios. O cadastro das soluções deve ser feito através do link: bit.ly/financ2020 . Mais informações podem ser obtidas através do e-mail [email protected] .

27 de julho, 2020
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INOVAÇÃO
Schneider Ventures ajuda incubadoras

Empresa especializada na transformação digital em gestão de energia elétrica e automação, a Schneider Electric acaba de criar o programa Schneider Electric Ventures, que tem com objetivo identificar, promover e apoiar inovações que contribuam com a sustentabilidade e eficiência energética no futuro. A empresa confirma investimentos entre 300 e 500 milhões de euros para os próximos anos em projetos de incubação, parcerias com empresários e fundos especializados. A Schneider Electric já mantém alguns projetos em andamento e outros prontos para serem implementados. A Schneider dá prioridade a projetos de inovação em todos os níveis. A empresa investe milhões de euros por ano em P&D e no EcoStruxure, plataforma e arquitetura de sistema aberta, interoperável e habilitada para IoT que representa a tecnologia de ponta na gestão de energia e automação industrial e predial conectadas. Entre os projetos do programa Schneider Electric Ventures já em andamento estão o eIQ Mobility , uma start-up e spinoff da Schneider Electric Incubator que facilita e acelera a mobilidade elétrica em escala ao propor "frotas elétricas as a service" para frotas comerciais de grandes dimensões; Clipsal Solar , um empreendimento comercial que oferece soluções on-grid e off-grid para aplicações residenciais e comerciais na Austrália. Cerca de 1,8 milhões de proprietários residenciais já instalaram painéis solares para ajudar na gestão das contas de luz. As previsões do mercado indicam que serão 134 mil lares adicionais até 2021 e o Greentown Labs Bold Ideas Challenge em parceria com a Greentown Labs , focado no apoio ao desenvolvimento de empresários por meio da disponibilização de mentores, membros de equipes, com subsídios de US$ 25 mil e recursos técnicos e de negócio necessários para o lançamento de projetos de sucesso. Maiores informações no site schneider-electric.com/ventures .

21 de janeiro, 2019