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AMAZÔNIA LEGAL

Schneider Electric doa lanternas solares para parteiras tradicionais

Schneider Electric doa lanternas solares para parteiras tradicionais

A ação aconteceu em colaboração com o Instituto Mamirauá, organização dedicada à pesquisa científica sobre diversidade, manejo e conservação dos recursos naturais da Amazônia.

Especializada em transformação digital da gestão de energia e automação, a Schneider Electric Brasil doou 1.000 lanternas solares para parteiras tradicionais da região da Amazônia Legal, que abrange nove estados brasileiros. A ação aconteceu em colaboração com o Instituto Mamirauá, organização dedicada à pesquisa científica sobre diversidade, manejo e conservação dos recursos naturais da Amazônia, responsável pela distribuição das lanternas para a Associação das Parteiras Tradicionais do Amazonas Algodão Roxo.

Promovida pelo Instituto Schneider Electric na Comunidade, com o apoio das empresas BRVAL, Kayron, MCT Engenharia, MON Ter e SOTEL, a iniciativa tem como objetivo beneficiar a população local, propiciando o acesso à energia solar e aprimorando a saúde materna na região. “Acreditamos que o acesso à energia é um direito humano. Embora já exista um progresso, ele tem sido muito lento. Na América Latina, cerca de 16 milhões de pessoas, incluindo 2 milhões no Brasil, ainda vivem sem acesso regular ou confiável à energia”, afirma Roberto Rossi, presidente da Schneider Electric Brasil. “Essa ação reforça nosso compromisso de tornar a energia acessível e segura, impulsionando a inclusão energética e o desenvolvimento dessas comunidades”.

A doação ocorreu no dia 20 de janeiro, em celebração ao Dia Nacional da Parteira Tradicional, data que homenageia indígenas, não indígenas e quilombolas que atuam na assistência ao parto domiciliar utilizando saberes e práticas tradicionais reconhecidas por suas comunidades. Em muitas localidades, as parteiras oferecem a única forma de assistência e acolhimento durante os partos e sua importância é destacada pela atuação crucial na saúde reprodutiva da mulher. “As lanternas solares darão luz ao trabalho feito pelas parteiras na assistência ao parto, especialmente em áreas remotas e com acesso precário à energia elétrica. A iluminação representa segurança e conforto às parteiras e às mulheres ao criar condições mais adequadas para o cuidado de gestantes e recém-nascidos. E o uso da energia solar para recarga torna a solução ainda sustentável e adequada”, diz Maria Cecilia Gomes, coordenadora do Programa Qualidade de Vida do Instituto Mamirauá.

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Por Rafael Segrera * Ao celebrarmos hoje, 5 de setembro, o Dia da Amazônia, é imperativo que reflitamos sobre o papel crítico que esse ecossistema único desempenha no bem-estar de nosso planeta. A Amazônia abriga uma biodiversidade sem igual, assim como populações indígenas e ribeirinhas. Como executivo e cidadão, tive o privilégio de visitar a Comunidade do Tumbira, localizada a cerca de uma hora e meia de barco de Manaus, em junho deste ano, e posso afirmar que possuímos um grande desafio: alcançar o desenvolvimento sustentável da região antes que a floresta chegue ao ponto de inflexão. Em outras palavras, a Amazônia pode perder sua capacidade de se sustentar e se regenerar após o longo histórico de incêndios e desmatamentos, se transformando em uma savana nos próximos anos. De acordo com dados do MapBiomas, divulgados na COP 27, mais de 45 gigatoneladas de CO² foram emitidas desde 1985 devido ao desmatamento da floresta amazônica. São também preocupantes as inúmeras comunidades ribeirinhas que estão atualmente isoladas devido à infraestrutura energética inadequada ou inexistente. Falta acesso à energia confiável e limpa para os habitantes locais. Portanto, o desenvolvimento sustentável da Amazônia significa proteger o meio ambiente, sem abrir mão da evolução da qualidade de vida dos moradores. Ambos caminham juntos. Mas, como fazer isso? A resposta está na implementação de soluções energéticas inovadoras, como microrredes alimentadas por sistemas solares e hidrelétricos. Assim, podemos abrir caminho para que essas comunidades tenham acesso à eletricidade sem depender de práticas prejudiciais ao meio ambiente. Essas iniciativas de energia limpa não apenas reduzem as emissões de carbono, mas também melhoram o bem-estar das famílias que habitam a região, levando além da energia o acesso ao digital, que abre portas para a educação, a saúde e a geração de renda, sem que as populações nativas precisem se deslocar para outras cidades ou estados. A colaboração entre governos, comunidades locais, ONGs e o setor privado é fundamental para implementar iniciativas que empoderem o conhecimento indígena local e integrem suas práticas sustentáveis com tecnologias modernas. Além disso, investimentos em programas de educação e capacitação podem garantir que as comunidades locais participem ativamente e se beneficiem desses avanços. Assim, é crucial enfatizar que a transição para uma Amazônia sustentável e tecnologicamente avançada não representa apenas um esforço de conservação; é uma estratégia multifacetada que gera oportunidades socioeconômicas. Empregos verdes em energia renovável, ecoturismo e agricultura sustentável podem empoderar as comunidades locais ao mesmo tempo que preservam seu patrimônio cultural e tradições. Ao celebrarmos o Dia da Amazônia, em 5 de setembro, reconheçamos a urgência de nossas ações. A convergência da tecnologia e da inovação energética apresenta uma chance sem igual de preservar a floresta amazônica para as gerações futuras. Ao abraçarmos uma abordagem holística que respeite tanto o meio ambiente quanto o bem-estar das comunidades locais, podemos criar um equilíbrio harmonioso que garanta a sobrevivência desta maravilha natural e promova a prosperidade para todos que a chamam de lar. * Rafael Segrera é presidente da Schneider Electric para a América do Sul

5 de setembro, 2023
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SUSTENTABILIDADE
Schneider Electric rumo ao zero carbono

A Schneider Electric anunciou investimento de 10 bilhões de euros em inovação e P&D para o desenvolvimento sustentável até 2025. A companhia está desenvolvendo uma abordagem especial em respeito à biodiversidade, fomentando ações de combate à perda acelerada de espécies e à degradação do mundo natural. Estudos recentes dão conta de que, atualmente, 1 milhão de espécies de plantas e animais estão em risco de extinção por causa das atividades humanas. Segundo João Carlos Salgueiro, gerente sênior de Sustentabilidade da Schneider Electric, a empresa seguirá a pauta de negociações a ser desenrolada na Convenção de Diversidade Biológica (COP-15) em 2021 e, a partir de então, estabelecerá metas ambiciosas para o longo prazo. "Precisamos a todo custo evitar perdas líquidas de biodiversidade, da forma como foi feito para o combate às mudanças climáticas. Buscamos neutralizar as emissões e contribuir para que o aquecimento global não ultrapasse 1,5°C acima dos níveis pré-industriais", pondera. O gerente diz ainda que: "Negócios e indústria podem ter impactos negativos nas fontes de biodiversidade, mas, enquanto a iniciativa privada é parte do problema, ela também representa a maior parcela da solução. Os recursos e a influência do setor privado oferecem oportunidades importantes e inovadoras, e contribuições eficazes para a conservação da biodiversidade", explica Salgueiro. A Schneider Electric tem aproximadamente 193 unidades produtivas em todo o mundo que registraram redução significativa do seu impacto ambiental com a aplicação racional de materiais primários, ampliação dos indicadores de reúso e reciclagem, eliminação da destinação de resíduos para aterros sanitários e crescimento da produtividade energética. "Todas essas medidas permitiram, do ponto de vista econômico, contribuir para maior rentabilidade e competitividade da empresa, tornando-se parte dos indicadores das operações e dos centros de distribuição", informa. As iniciativas de economia circular da Schneider abrangem um plano de ação para oferecer produtos, serviços e soluções com o mínimo impacto ambiental: reduzir o uso de matérias-primas; reutilizar matérias-primas ou aumentar - quando possível – a utilização de matérias-primas recicladas; reparar, oferecendo serviços de manutenção e modernização para certas gamas de produtos; e reciclar, por meio dos serviços que a empresa oferece na fase final de vida útil dos produtos. A Schneider Electric tem como meta minimizar suas emissões de carbono até 2025, e zerá-las cinco anos mais tarde. Além disto, tornar sua cadeia de suprimentos estendida zero carbono até 2050. A companhia é signatária das iniciativas do Climate Group, através das iniciativas EP100, RE100 e EV100, que a tornam comprometida até 2030 em dobrar a produtividade energética, atingir 100% de utilização de energia renovável e operar com uma frota composta por veículos 100% elétricos. Os compromissos climáticos e de economia circular estão incorporados ao "Sustainability Impact" para o período 2018-2020, contemplando 21 iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs), das Nações Unidas (ONU). O "Sustainability Impact" é um scorecard exclusivo criado para mensurar trimestralmente os compromissos da empresa para o desenvolvimento sustentável, equilibrando os pilares social, econômico e ambiental.

6 de julho, 2020
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INOVAÇÃO
Schneider Ventures ajuda incubadoras

Empresa especializada na transformação digital em gestão de energia elétrica e automação, a Schneider Electric acaba de criar o programa Schneider Electric Ventures, que tem com objetivo identificar, promover e apoiar inovações que contribuam com a sustentabilidade e eficiência energética no futuro. A empresa confirma investimentos entre 300 e 500 milhões de euros para os próximos anos em projetos de incubação, parcerias com empresários e fundos especializados. A Schneider Electric já mantém alguns projetos em andamento e outros prontos para serem implementados. A Schneider dá prioridade a projetos de inovação em todos os níveis. A empresa investe milhões de euros por ano em P&D e no EcoStruxure, plataforma e arquitetura de sistema aberta, interoperável e habilitada para IoT que representa a tecnologia de ponta na gestão de energia e automação industrial e predial conectadas. Entre os projetos do programa Schneider Electric Ventures já em andamento estão o eIQ Mobility , uma start-up e spinoff da Schneider Electric Incubator que facilita e acelera a mobilidade elétrica em escala ao propor "frotas elétricas as a service" para frotas comerciais de grandes dimensões; Clipsal Solar , um empreendimento comercial que oferece soluções on-grid e off-grid para aplicações residenciais e comerciais na Austrália. Cerca de 1,8 milhões de proprietários residenciais já instalaram painéis solares para ajudar na gestão das contas de luz. As previsões do mercado indicam que serão 134 mil lares adicionais até 2021 e o Greentown Labs Bold Ideas Challenge em parceria com a Greentown Labs , focado no apoio ao desenvolvimento de empresários por meio da disponibilização de mentores, membros de equipes, com subsídios de US$ 25 mil e recursos técnicos e de negócio necessários para o lançamento de projetos de sucesso. Maiores informações no site schneider-electric.com/ventures .

21 de janeiro, 2019
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AMAZÔNIA
Schneider Electric apoia comunidades ribeirinhas

A Schneider Electric, empresa especialista em gestão de energia e automação, apoia a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e o British Council no programa Institutional Links. Financiado pelo Fundo Newton, o projeto tem como objetivo fomentar a colaboração científica e tecnológica entre o Brasil e o Reino Unido e estabelecer conexões entre as comunidades ribeirinhas do Amazonas e pesquisadores dos dois países. Com apoio do setor privado e terceiro setor, o projeto visa criar soluções sustentáveis para enfrentar os desafios locais, unindo sustentabilidade, cultura, inovação e ciência. A Schneider Electric foi convidada para participar da iniciativa pela Fundação Amazonas Sustentável, com a qual mantém parceria desde 2012, quando teve início o projeto VillaSmart, que levou 24 horas de energia limpa e confiável às comunidades amazônicas de Tumbira e Santa Helena do Inglês. “Acesso à energia é um tema importante para a Schneider Electric e o Institutional Links irá nos ajudar a entender melhor as demandas das comunidades que ainda hoje vivem fora da rede elétrica”, explica Fernando Figueiredo, Gerente de Sustentabilidade da Schneider. “Nosso objetivo é responder às demandas estratégicas nas quais a ciência e o conhecimento podem contribuir para a construção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis”, afirma Diana Daste, gerente sênior do Fundo Newton – British Council Brazil. O coordenador do Programa de Soluções Inovadoras da FAS, Victor Salviati, afirma que o programa contribuirá para o conhecimento técnico sobre a realidade da Amazônia, além de permitir a cooperação entre centros britânicos e brasileiros para replicação e adaptação das soluções em outros contextos. A chamada pública foi lançada no dia 18 de abril e seu público-alvo são pesquisadores, professores e estudantes de graduação e pós-graduação baseados em instituições no Amazonas ou na Grã-Bretanha e que tenham interesse nas categorias que fazem parte do programa. O prazo de inscrição é até dia 27 de junho e, no total, serão contemplados dois projetos de pesquisa. O edital está disponível em https://www.britishcouncil.org.br/atividades/educacao/newton-fund .

23 de maio, 2016