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ENERGIAS RENOVÁVEIS

Schneider Electric lança relatório inédito de PPAs no Brasil

Schneider Electric lança relatório inédito de PPAs no Brasil

Desenvolvido por especialistas da Sustainability Business, área de consultoria de sustentabilidade e energia da empresa, o material disponibiliza análise das oportunidades e desafios dos PPAs no Brasil

A Schneider Electric acaba de lançar um relatório sobre o mercado brasileiro de Power Purchase Agreements (PPAs), assim chamados os contratos de longo prazo para que empresas adquiram energia diretamente de desenvolvedores de novos projetos de energia renovável. Desenvolvido por especialistas da Sustainability Business, área de consultoria de sustentabilidade e energia da empresa, o material disponibiliza análise das oportunidades e desafios dos PPAs no Brasil. Por meio de uma abordagem prática, a publicação reúne dados e insights estratégicos sobre o setor e é voltada para organizações que desejam tomar decisões assertivas acerca da obtenção de recursos sustentáveis em período prolongado. “O mercado brasileiro tem o diferencial de propiciar uma ampla variedade de opções para a compra de energia limpa. Com isso em mente, desenvolvemos este documento, que visa apoiar decisões informadas e estratégicas no processo de aquisição do recurso, garantindo impacto positivo no meio ambiente e nos negócios dessas organizações”, afirma Roberto Rossi, presidente da Schneider Electric para o Brasil.

Atualmente, o mercado brasileiro é o quinto entre os maiores nichos de PPAs renováveis no mundo e proporciona um ambiente favorável para novas aquisições de energia limpa. O relatório indica que a demanda por essas soluções continuará crescendo, impulsionada por alterações regulatórias, tendências globais e compromissos corporativos, como a RE100 - iniciativa global que reúne companhias comprometidas em operar exclusivamente com fontes ecológicas. Os principais setores que têm aderido aos PPAs no Brasil incluem data centers e indústrias eletrointensivas. Com foco em fontes renováveis e a prioridade pela sustentabilidade, os contratos permitem que empresas adquiram recursos solares ou eólicos diretamente de usinas de geração, dispondo de vantagens como estabilidade de preços, descontos tarifários, certificados de energia renovável internacionalmente reconhecidos (I-RECs) e, em alguns casos, incentivos fiscais. “O conteúdo apresenta uma visão aprofundada sobre o cenário nacional de PPAs e complementa os relatórios globais e regionais da Schneider Electric, reforçando a nossa perspectiva sobre as trajetórias do setor no Brasil e no mundo”, acrescenta Rossi.

Para Mathieu Piccin, diretor de Sustainability Business da Schneider Electric para a América Latina, o relatório mostra que a demanda por PPAs no Brasil segue firme, estimulada pelos compromissos de descarbonização de grandes empresas, pela onda de investimentos em infraestrutura de data centers, volatilidade dos preços da energia e oportunidades para novos projetos com foco em adicionalidade. “Observamos também que o modelo de autoprodução de energia (APE) vem ganhando ainda mais relevância, oferecendo benefícios regulatórios e otimização significativa de custos”. O estudo da consultoria da Schneider Electric também compara tendências globais e locais que impactam o mercado nacional e reforça que o momento é estratégico para a obtenção de PPAs no País. O material serve como um guia para companhias que desejam avançar na transição energética, equilibrando riscos, custos e oportunidades. O acesso completo ao relatório “Mercado de PPAs renováveis no Brasil” pode ser feito por meio do site https://cloud.go.se.com/BR_202411_RenewablePPAMarketInBrazilReport_SM_ORG_SUSTAINABILITY_SUST_ALLSEG_ACQ_NA-MF-LP?utm_source=operational_sfmc&utm_medium=email&utm_campaign=br_202411_renewableppamarketinbrazilreport_sm_org_sustainability_sust_allseg_acq_na&utm_content=renewableppamarketinbrazilreport&utm_tactic=press-release&utm_id=br_202411_renewableppamarketinbrazilreport_sm_org_sustainability_sust_allseg_acq_na&campaign_objective=consideration&mcl_name=sustainability.

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17 de julho, 2021
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ENERGIAS RENOVÁVEIS
Lançado guia de PPA’s para empresas

Segundo o Guia para Power Purchase Agreements (PPAs) Corporativos de Energia Renovável no Brasil, os contratos corporativos de compra e venda de energia limpa registraram 590 MW até novembro de 2019. O Guia foi lançado pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e o World Business Council for Sustainable Development (WBCSD). O documento está disponível gratuitamente para download no site do CEBDS. O Guia traz informações sobre contratos de compra de energia renovável que viabilizam investimentos para a construção de novas usinas e entrega de energia para grandes consumidores nos anos seguintes. “O investimento na compra de energia limpa é alternativa estratégica para a empresa reduzir custos de energia, diminuir pegada de carbono e ajudar no alcance de suas metas de sustentabilidade. Esse material visa orientar e estimular o crescimento do mercado de PPAs renováveis assinados no Brasil entre grandes empresas consumidoras de energia e companhias fornecedores de energia”, explica a presidente do CEBDS, Marina Grossi. A publicação traz informações detalhadas sobre o atual funcionamento do mercado no Brasil e questões regulatórias e indica as vantagens (custo mais competitivo da energia e redução da pegada de carbono, entre outras), e oportunidades e riscos de investimento em PPAs e as principais tendências para os próximos anos. A elaboração do documento contou com 10 grandes empresas participantes do Fórum de PPA Corporativo de Energia Renovável, que visa melhorar o entendimento das companhias sobre o uso de PPAs corporativas renováveis no Brasil. Dados da International Energy Agency (IEA) apontam que quase 95% da eletricidade precisaria ser de baixo carbono até 2050, o que demandaria investimentos de US$ 3,5 trilhões por ano no setor de energia. Atualmente, o governo brasileiro atua na modernização do setor elétrico, com debate da revisão do marco regulatório com objetivo de implementar melhorias, como redução de custos, racionalização de subsídios, preços robustos e incentivos eficientes para impulsionar investimentos no setor elétrico. O Guia PPA explica como essas possíveis mudanças regulatórias poderiam afetar os contratos de longo prazo para grandes compradores corporativos e desenvolvedores de projetos de energia; o Brasil é apontado com grande potencial para liderar o mercado de PPAs renováveis corporativas. Entre as principais tendências identificadas pelo estudo estão as PPAs com benefício de autoprodução, PPAs com certificação de baixo impacto ambiental (RECs) e a negociação de contratos indexados ao dólar.

23 de março, 2020