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SUSTENTABILIDADE

Startup desenvolve canudo de vidro

A startup H.Ecoou iniciou a produção de canudos de vidro em São Paulo como uma forma mais sustentável e de opção para substituir o modelo de plástico. “A ideia era construir uma empresa com impacto social, que oferecesse uma solução que ajudasse as pessoas a tomarem atitudes mais conscientes. O canudo é uma ponte para essa mudança, que é necessária e urgente”, destaca Fernanda Silva, sócia e uma das fundadoras da empresa. A escolha do vidro foi viabilizada por conta da fábrica de vidros que um dos sócios já administrava. Para a criação do canudo foi necessária a introdução de um processo totalmente artesanal, que arredonda suas pontas e mantém a espessura correta. Outro ponto levado em consideração pela startup é o fato do vidro poder ser reciclado e conseguir manter sua qualidade, já que as substâncias que fazem parte de sua composição não se perdem no processo de reciclagem. Segundo Fernanda, a espessura de cada canudo foi estudada para garantir uma maior durabilidade e a própria segurança dos usuários. A empresa apresenta ainda um kit que conta com uma capa de tecido e uma escova para higienização. “Depois de vários testes, chegamos a um material reutilizável para a capa, que é feito a partir do reaproveitamento de sobras de tecido, que são materiais com alto potencial de reciclagem, mas que geralmente são jogados fora”, conta. Os tecidos são todos reaproveitados de lojistas do Brás que doam os retalhos para produção do Kit. As capas são produzidas por costureiros e pequenos artesãos que trabalham em casa.

A startup H.Ecoou iniciou a produção de canudos de vidro em São Paulo como uma forma mais sustentável e de opção para substituir o modelo de plástico. “A ideia era construir uma empresa com impacto social, que oferecesse uma solução que ajudasse as pessoas a tomarem atitudes mais conscientes. O canudo é uma ponte para essa mudança, que é necessária e urgente”, destaca Fernanda Silva, sócia e uma das fundadoras da empresa. 
 
A escolha do vidro foi viabilizada por conta da fábrica de vidros que um dos sócios já administrava. Para a criação do canudo foi necessária a introdução de um processo totalmente artesanal, que arredonda suas pontas e mantém a espessura correta. Outro ponto levado em consideração pela startup é o fato do vidro poder ser reciclado e conseguir manter sua qualidade, já que as substâncias que fazem parte de sua composição não se perdem no processo de reciclagem. 
 
Segundo Fernanda, a espessura de cada canudo foi estudada para garantir uma maior durabilidade e a própria segurança dos usuários. A empresa apresenta ainda um kit que conta com uma capa de tecido e uma escova para higienização. “Depois de vários testes, chegamos a um material reutilizável para a capa, que é feito a partir do reaproveitamento de sobras de tecido, que são materiais com alto potencial de reciclagem, mas que geralmente são jogados fora”, conta. Os tecidos são todos reaproveitados de lojistas do Brás que doam os retalhos para produção do Kit. As capas são produzidas por costureiros e pequenos artesãos que trabalham em casa. 
 

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LIXO
Startup contribui para limpar oceanos

A startup brasileira Positiv.a é uma das empresas que faz parte do Sistema B desde 2017, com linhas de produtos feitos a base de ingredientes 100% vegetais. “As pessoas entenderam que suas compras são um manifesto e querem investir em propósito, não querem mais empresas que agridem o meio ambiente. Ninguém mais quer comprar de quem polui oceanos, por exemplo", destaca Marcella Zambardino, co-CEO da Positiv.a. Segundo a ONG Pew Charitable Trusts e a SYSTEMIQ, a quantidade de lixo plástico despejada nos oceanos anualmente quase triplicará até 2040, chegando a 29 milhões de toneladas métricas. A Positiv.a se considera uma marca amiga dos oceanos, pois, em 2019, realizou oito mutirões no litoral brasileiro e na cidade de São Paulo com o objetivo de conscientizar sobre o destino do que consumimos ao recolher lixos jogados no meio ambiente. Em 2020 atingiram a meta de todos os plásticos utilizados nos frascos dos produtos serem de materiais reutilizados, ressignificando esse resíduo que é abundante e prejudicial ao ecossistema. "A pandemia, como em muitos setores, afetou fortemente as cooperativas de reciclagem e a realização de novos mutirões. Mas, assim que possível, iremos retomar essa limpeza efetiva do litoral brasileiro", afirma Marcella. A empresa prioriza ingredientes naturais que menos agridem o meio ambiente e o trabalho com fornecedores que seguem a mesma linha de pensamento. Um desses fornecedores é Nara Guichon. Em 1998, Nara percebeu o grande número de redes de pesca industrial que eram jogadas na natureza, poluindo todo um ecossistema em larga escala no Brasil. As redes de poliamida são tão resistentes que levam centenas de anos para se decompor. A partir daí, ela decidiu desenvolver um projeto de reaproveitamento do material composto por poliamida, que até então não era reciclado no Brasil. A partir das redes, hoje, são feitos esfregões de limpeza e saquinhos ideais para substituir sacolinhas plásticas. No total, a Positiv.a já vendeu 476,3 kg de produtos feitos a partir da rede de pesca reutilizada e Nara e sua equipe reusam em média duas toneladas de rede de pesca ao ano. "Temos uma dívida com o meio ambiente e precisamos urgentemente conscientizar as pessoas e também as marcas para, de alguma forma, recuperar esse estrago que já foi feito. Nós, da Positiv.a, temos o compromisso e propósito de sempre oferecer as alternativas mais ecossociais possíveis para o mercado. E assim somos uma empresa melhor para o mundo", finaliza.

29 de março, 2021
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LOGÍSTICA REVERSA
Ação de coleta de embalagens de vidro

O Minuto Pão de Açúcar firmou parceria com a startup brasileira Green Mining e com a Ambev para inserir a logística reversa nas lojas da rede na cidade de São Paulo. Iniciada em março, a ação já coletou e enviou para a reciclagem o equivalente a 5.000 garrafas de cerveja long neck. "Assumimos essa responsabilidade e compromisso com o meio ambiente e nesse momento de crise que estamos vivendo, jamais abandonaríamos a nossa causa. Temos tomado todos os cuidados, principalmente com os nossos colaboradores e coletores que se colocam na linha de frente para manter esse serviço essencial", afirma Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining. "Como as lixeiras são exclusivas para vidro, nossa equipe retira o saco fechado e leva diretamente um contêiner em nosso ponto de concentração, sem contato com a embalagem", completa. Com o slogan "Tem vidro usado para ser reciclado? Resolve no Minuto", a iniciativa disponibiliza coletores exclusivos para o descarte de vidro nos pontos participantes - podem ser garrafas, potes, copos e outros objetos, desde que estejam limpos e secos. Quando as lixeiras estiverem lotadas, os resíduos são recolhidos pelos coletores da Green Mining, que utilizam triciclos para evitar a emissão de CO2, levando o material até um ponto de concentração (Hub). Após alcançar determinado volume, o material é encaminhado à fábrica da Ambev, localizada no Rio de Janeiro, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. "A sustentabilidade é um pilar estratégico da marca Pão de Açúcar, pioneira no varejo alimentar ao criar um programa de reciclagem em 2001. E esse pilar também é refletido em sua rede de vizinhança Minuto Pão de Açúcar. Nossos clientes já nos reconhecem como uma marca engajada e em busca de soluções inovadoras para incentivar práticas sustentáveis. Esse serviço, por meio dessa parceria, reafirma o nosso compromisso com o desenvolvimento de ações que promovem não só o consumo consciente, mas também o descarte consciente", complementa Frederic Garcia, Diretor do Minuto Pão de Açúcar. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Vidro (Abividro), o Brasil movimento cerca de R$ 120 milhões anuais com a reciclagem de vidro. Em média, o mercado produz mais de 8,6 bilhões de embalagens por ano, o que equivale a 1,3 milhão de toneladas de vidro. "Queremos fazer parte dessa mudança cultural dos consumidores e inserir, cada vez mais, a indústria nessas ações. Queremos inspirar pessoas e empresas a serem ecologicamente ativas e responsáveis", finaliza o presidente da startup.

12 de maio, 2020
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LOGÍSTICA REVERSA
HUBs ajudam na reciclagem de vidro

A startup Green Mining, em parceria com a Ambev, acaba de inaugurar um hub de coleta em Brasília (DF). A startup atua na logística reversa com tecnologia inovadora que permite identificar os locais de maior geração de resíduos pós-consumo, principalmente garrafas de vidros descartadas por bares. O objetivo é coletar a maior quantidade de recicláveis, com eficiência de custo, além de respeitar a mão-de-obra empregada com cursos de capacitação e contratação de cooperados ou catadores de rua que já trabalhavam com reciclagem de maneira informal. Parceira oficial da organização Europeia "Friends of Glass", a Green Mining promove a reciclagem do vidro, material de difícil decomposição, mas 100% reaproveitável, e que gera economia de recursos naturais e evita um alto gasto de energia e emissão de CO2. "Para nós, é uma satisfação e orgulho muito grande ver que o nosso projeto está em expansão pelo país. Com os HUBs em São Paulo, e agora em Brasília, alcançamos mais de 300 toneladas de vidros reciclados e mais de 50 toneladas de CO2 evitados desde o início da ação", conta Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining. A ação é fruto da primeira edição do programa global 100+Accelerator, da Ambev, que em 2018 selecionou 21 startups em todos os continentes para resolver questões mundiais urgentes em sustentabilidade pontuadas pela companhia. "O desafio lançado busca soluções para problemas da indústria, por meio de startups, para fechar o ciclo da economia circular em embalagens, foi uma ótima oportunidade. Nossa tecnologia permite a rastreabilidade de todas as embalagens coletadas nos centros urbanos com segurança por meio de Blockchain. Coletores, HUBs, transportadores e usinas de reciclagem validam as quantidades uns dos outros, não permitindo que os números de material reciclado sejam criados ou falsificados", explica Rodrigo. "Como nós realizamos a coleta, podemos não apenas atestar as quantidades, mas também garantir que não foi usada mão de obra infantil ou informal, visto que todos os nossos coletores possuem carteira assinada". A estimativa da Green Mining é de inaugurar, até o fim de 2019, mais 20 HUBs pelo país.

17 de setembro, 2019
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PLÁSTICO
SP sanciona lei que bane canudos

O governador de São Paulo, João Doria, sancionou Projeto de Lei (PL) que proíbe o fornecimento de canudos plásticos no estado. O PL é de autoria do deputado Rogério Nogueira (DEM) e veda a distribuição destes materiais em hotéis, bares, restaurantes, padarias, clubes, entre outros. Estes locais terão que usar canudos feitos com papel reciclado, material comestível ou biodegradável. Caso o estabelecimento descumpra a lei poderá ser multado em 20 a 200 UFESP’s (unidade fiscal utilizada como base para tributos estaduais, municipais e contratos fechados com empresas privadas), que atualmente corresponde a R$ 26,53. A fiscalização será definida por meio da regulamentação e os valores arrecadados com as multas destinados a programas ambientais. “Eu fico muito feliz por este tema estar em debate na sociedade. Isto demonstra a conscientização da população e nos motiva a buscar alternativas para aprimorar os processos de reciclagem e destinação dos resíduos sólidos. O objetivo desta lei não é punir, mas sensibilizar as pessoas acerca da responsabilidade com o meio ambiente”, comenta o secretário de Infraestrutura e Meio Ambiente, Marcos Penido. Se cada brasileiro utilizar um canudo por dia, em um ano serão consumidos 75 bilhões de unidades. Com o PL, o governo paulista pretende também alertar para a morte de animais provocada pela ingestão de plástico. Países desenvolvidos buscam cada vez mais alternativas sustentáveis, além da oportunidade de escalar e reduzir custos na confecção de canudos de aço ou metal.

19 de julho, 2019
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LOGÍSTICA REVERSA
Startup recolhe vidro para reciclagem

A startup Green Mining já recolheu volume superior a 100 toneladas de vidro em mais de 90 estabelecimentos nos bairros paulistanos da Vila Olímpia e Pinheiros. O material é enviado para reciclagem. "Os resíduos são recolhidos de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico. Todas as fases do processo são garantidas por um sistema de rastreabilidade que usa tecnologia Blockchain, criado pelos nossos sócios desenvolvedores com mais de 20 anos de experiência, permitindo localizar os principais pontos de maior geração de recicláveis para que possamos instalar uma operação de coleta eficiente", conta Rodrigo Oliveira, CEO da Green Mining. Um dos principais pontos do projeto é a contratação formal de ex-catadores e registrá-los com carteira de trabalho assinada, garantindo-lhes todos os direitos legais e EPIs. Os trabalhadores são capacitados pelo programa "Reciclar para Capacitar, da Amlurb. "Os coletores uniformizados e empenhados retiram e levam as garrafas até o ponto de concentração. Quando se atinge um determinado volume, o vidro é levado direto à fábrica de vidros da própria cervejaria Ambev, localizada no Rio de Janeiro, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. Todas as informações são registradas no aplicativo por cada coletor, gerando assim toda a rastreabilidade na cadeia de logística reversa", explica Rodrigo. A Green Mining é fruto do programa global 100+Accelerator, da Ambev, que selecionou 21 startups em todos os continentes para resolver questões mundiais urgentes em sustentabilidade pontuadas pela companhia. "Com o Blockchain, garantimos a transparência da informação e, assim que iniciarmos a utilização dos triciclos elétricos, o conceito IoT será inserido em todo o processo para aprimorar o georreferenciamento", finaliza o CEO da Green Mining. Entre os estabelecimentos participantes estão o Pitico, Porto Luna, Unidos da Vila, Toca do Tatu, Frangaria, Santa Julia, Sky Hall, Sutton, Padaria Vitória Régia, Dois Irmãos, Garota da Vila, Olímpia Show e Flat Travel Inn.

11 de julho, 2019
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BIODEGRADÁVEIS
Alunos produzem canudos comestíveis

Três alunos da Etec Amim Jundi, em Oswaldo Cruz (SP), produziram um polissacarídeo (substância semelhante ao açúcar) a partir de bagaços e cascas descartados da indústria alimentícia. Alex Vidotto, Aline Molena e Ariane Guerra dissolveram a substância em suco de frutas e manipulada em laboratório, conseguindo mais cor, sabor e consistência pastosa, o que permite a moldagem em formato cilíndrico. Os alunos tiveram orientação da professora da disciplina de planejamento e desenvolvimento de trabalho de conclusão de curso (TCC) da Etec, Edelma Jacob. De acordo com a orientadora, mesmo que o material seja descartado inadequadamente, ele se dissolve rapidamente e reduz os prejuízos ambientais. “Mesmo que a pessoa não coma o canudo depois de terminar a bebida, ele se decompõe facilmente, o que não ocorre com o similar feito de plástico”, explica a professora. “Apesar de já existirem canudos biodegradáveis no mercado, durante a fase de pesquisa não encontramos nenhum comestível como o nosso”, diz Alex. Os alunos pretendem continuar a pesquisa após o término do curso técnico de Química neste 1º semestre. “Estamos satisfeitos com os resultados obtidos até aqui, considerando o tempo que tivemos para o desenvolvimento. Pretendemos aprimorar para tentar lançar o produto no mercado”, projeta Alex. O material produzido é rico em fibras e garante as propriedades nutricionais das frutas. Outro trabalho desenvolvido por alunos do curso técnico de Química integrado ao Ensino Médio da Etec Trajano Camargo ocorre em Limeira (SP). Bianca Zampieri, Gabriela Henriques e Milena Ribeiro começaram um estudo no 2º semestre de 2018 também visando o TCC que defenderão no final deste ano. Por meio do Estudo e aplicação de bioplástico em canudos substituindo polímeros sintéticos, o projeto visa produzir canudos biodegradáveis a partir de diferentes resíduos da indústria alimentícia, como soro de leite e casca de batatas. A ideia do projeto foi sugestão da orientadora Gislaine Delbianco, coordenadora do curso. “Uma alternativa que vem sendo bastante procurada são os canudos de metal. No entanto, analisamos que existem riscos de contaminação por limpeza ineficiente”, completa Gabriela. Futuramente, elas pensam em estender a pesquisa para a produção de pratos e talheres biodegradáveis.

5 de julho, 2019
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RECICLAGEM
Projeto no DF quer dar destino correto ao vidro

A Owens-Illinois (O-I), em parceria com o Instituto Ecozinha, desenvolve desde o primeiro semestre de 2018 um projeto inédito em Brasília (DF) que tem como objetivo o descarte e reciclagem adequados de vidro na região. Cerca de 90 toneladas de vidro são descartadas em aterros sanitários no Distrito Federal, mas menos de 2% é encaminhado à reciclagem. “A iniciativa busca desenvolver práticas de gerenciamento de resíduos visando soluções ambientalmente corretas para bares e restaurantes. Desta forma, as embalagens de vidro utilizadas deixam de ir para aterros sanitários e são recicladas de forma eficiente”, conta Lúcia Moreira, coordenadora de sustentabilidade da O-I. O projeto também permite que esses bares e restaurantes se adequem à Lei dos Grandes Geradores de Lixo, que prevê que estabelecimentos que produzam mais de 120 litros de lixo por dia sejam responsáveis pelo próprio descarte. O Instituto Ecozinha disponibiliza bunkers com capacidade de até 800 kg em locais próximos aos estabelecimentos parceiros. Esses depósitos estão preparados para receber as embalagens pós-consumo. “Quando os bunkers enchem, outra empresa parceira, a Green Ambiental, recolhe e cuida do beneficiamento do vidro para enviá-lo então à O-I, que recicla. Queríamos fazer um trabalho transformador e que incentivasse políticas públicas. A O-I acreditou nessa proposta e tivemos o apoio necessário”, diz Paulo Mello Filho, diretor-presidente do Instituto Ecozinha e seu idealizador. Para participar do projeto os estabelecimentos devem se credenciar ao Instituto Ecozinha e contribuir com a taxa de manutenção mensal, além de participar obrigatoriamente de um programa de compostagem de resíduos orgânicos, em que são produzidos adubos e fertilizantes para uso na agricultura familiar e urbana. O Instituto Ecozinha é uma iniciativa privada criada para implementar ações que resultem no desenvolvimento econômico, social e cultural da sociedade e suas instituições. Atualmente, possui 46 associados, entre bares, restaurantes e hotéis.

14 de janeiro, 2019