Publicidade
BIOTECNOLOGIA

SuperBAC trata caixas de gordura

Empresa de soluções em biotecnologia, a SuperBAC lançou um serviço exclusivo para tratamento de caixas de gordura de restaurantes, fast foods, shopping centers e hotéis, denominado BioCubo. O BioCubo é um bloco sólido composto por microrganismos de ocorrência natural e sem modificação genética,que, por meio da ação de bactérias, são capazes de degradar e eliminar gorduras, graxas, proteínas, dejetos animais, carboidratos e susbtâncias orgânicas das respectivas caixas. “O produto, desenvolvido pela SuperBAC, é aplicado diretamente na caixa de gordura e, toda vez que o efluente passa pelo recipiente, os microrganismos entram em contato com os resíduos, que começam a ser imediatamente degradados”, explica Thales Souza, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da companhia. Com a caixa de gordura em ordem, uma grande vantagem para o usuário é a redução significativa do mau cheiro no ambiente de preparo dos alimentos, ausência de insetos, aumento da vida útil do sistema de encanamentos e menor custo com a manutenção do estabelecimento, independentemente de seu porte. Inicialmente o serviço estará disponível para as regiões da Grande São Paulo, Litoral Sul de São Paulo, Grande Rio de Janeiro, Grande Belo Horizonte, Grande Recife, Grande Porto Alegre, Grande Curitiba e para as cidades de Maringá, Ribeirão Preto e Goiânia.

Empresa de soluções em biotecnologia, a SuperBAC lançou um serviço exclusivo para tratamento de caixas de gordura de restaurantes, fast foods, shopping centers e hotéis, denominado BioCubo. 
 
O BioCubo é um bloco sólido composto por microrganismos de ocorrência natural e sem modificação genética,que, por meio da ação de bactérias, são capazes de degradar e eliminar gorduras, graxas, proteínas, dejetos animais, carboidratos e susbtâncias orgânicas das respectivas caixas. “O produto, desenvolvido pela SuperBAC, é aplicado diretamente na caixa de gordura e, toda vez que o efluente passa pelo recipiente, os microrganismos entram em contato com os resíduos, que começam a ser imediatamente degradados”, explica Thales Souza, Gerente de Desenvolvimento de Negócios da companhia.
 
Com a caixa de gordura em ordem, uma grande vantagem para o usuário é a redução significativa do mau cheiro no ambiente de preparo dos alimentos, ausência de insetos, aumento da vida útil do sistema de encanamentos e menor custo com a manutenção do estabelecimento, independentemente de seu porte. Inicialmente o serviço estará disponível para as regiões da Grande São Paulo, Litoral Sul de São Paulo, Grande Rio de Janeiro, Grande Belo Horizonte, Grande Recife, Grande Porto Alegre, Grande Curitiba e para as cidades de Maringá, Ribeirão Preto e Goiânia.

Artigos Relacionados

Aumento de eficiência em sistemas de lagoas de estabilização por meio da bioaumentação
TRATAMENTO DE ESGOTOS
Aumento de eficiência em sistemas de lagoas de estabilização por meio da bioaumentação

Artigo por Monique Zorzim * Em várias regiões do Brasil, onde há bastante disponibilidade de áreas próximas aos centros urbanos, o tratamento dos esgotos sanitários é realizado por sistemas de lagoas de estabilização – de menor custo operacional, porém ocupando grandes extensões de terra em sua implantação. Para concepção e projeto desses sistemas, considera-se o crescimento populacional e consequente aumento da geração de esgotos para um certo período, a depender de diversos fatores de engenharia. Em alguns desses casos, o período de fim de projeto já se exauriu, e essas plantas começam a chegar ao seu limite da capacidade de tratamento. Em outras situações, que vieram a acontecer principalmente com a recente crise hídrica, as metas de eficiência de remoção de poluentes ficaram ainda mais restritivas. Uma ferramenta para postergar o limite da vida útil desses sistemas e garantir a eficiência na remoção dos contaminantes, devolvendo sempre uma água de qualidade para o meio ambiente, é a prática da bioaumentação, em que microrganismos específicos de alta capacidade de degradação dos poluentes são inseridos no sistema, aumentando a capacidade de assimilação e degradação dos compostos presentes nos esgotos. Em exemplo recente dessa prática, a Superbac, em parceria com o SIMAE (Serviço Intermunicipal de Água e Esgoto) realizou um projeto de bioaumentação em uma estação de tratamento de esgoto na ETE, que trata o efluente dos municípios de Joaçaba e Herval d’Oeste, no estado de Santa Catarina. O sistema é constituído por três lagoas em série, sendo que, já visando o aumento de carga recebido na planta, foi realizado investimento com a instalação de aeradores nas duas primeiras lagoas. Porém, as metas de qualidade do efluente final ficaram ainda mais limitadas, sendo estabelecidos novos valores para os horizontes de 2022 e 2023. Em agosto de 2021, iniciou-se o projeto, visando atender às metas propostas para 2022. Entretanto, analisando-se os primeiros resultados, foi alinhado manter o foco para atender às metas de 2023. Além de atingir previamente a meta proposta para 2023, a tendência dos resultados segue uma decrescente inclinação bastante interessante. Dado o tempo de detenção hidráulica do sistema, a expectativa é que essa tendência se mantenha até alcançar um patamar de estabilização – certamente dentro dos limites propostos para alcançar a qualidade do efluente final. Além disso, a prática da bioaumentação promove uma maior robustez ao sistema. Isso significa que na ocorrência de situações adversas e atípicas, como variações de carga por eventos pluviométricos, por exemplo, as lagoas de estabilização serão capazes de absorver melhor os impactos, mantendo a qualidade do efluente final e recuperação mais rápida em casos de eventos extremos. A ampliação da capacidade de tratamento de esgotos vem se tornando cada vez mais comum e necessária, principalmente com o novo marco do saneamento, onde os players assumem diversas plantas de uma região que necessitam de investimento em CAPEX. A bioaumentação pode prorrogar e até mesmo substituir esses altos investimentos, possibilitando que o fluxo de caixa seja direcionado sempre para a opção mais rentável e ainda assim garantindo o atendimento às metas, legislações, e ao direito de todos de um ambiente ecologicamente equilibrado. * Monique Zorzim é gerente técnica e de pós-vendas da Superbac.

29 de agosto, 2022
Aumenta a demanda por biocombustíveis no mundo
ARTIGO
Aumenta a demanda por biocombustíveis no mundo

Artigo por Monique Zorzim Por Monique Zorzim * Em diversos países, inclusive no Brasil, o biogás e o biometano estão se firmando cada vez mais como uma das alternativas mais sustentáveis do mercado. Um novo relatório sobre o mercado e tendências em gases renováveis, publicado pela Gas Climate, grupo que reúne dez empresas líderes no transporte de gás e duas associações da indústria de gás renovável, mostra que o biometano, um combustível sustentável produzido pelo biogás (derivado de matéria orgânica), está em plena expansão e cada vez mais adotado pelas empresas europeias. Decisões como a total descarbonização da economia europeia até 2050, anunciada pela União Europeia, com redução de até 55% da emissão de gases do efeito estufa (Acordo Verde de 2019), impulsionam a cooperação dos setores de eletricidade e de gás para atingir essas metas. Para isso, são fatores essenciais o uso de fontes alternativas de energia - e entre elas se destacam o biogás e o biometano. No Brasil, a Biogasmap, ferramenta online e interativa alimentada por diversas instituições, também acompanha a evolução da demanda e produção dos biodigestores e as diferentes aplicações do biogás. E mostra que, em 2020, houve um aumento de 22% no número de plantas de produção, totalizando 675 no País e uma produção de 2.2 bilhões de m3 de biogás. O levantamento cobre o ano de 2020 e o primeiro trimestre de 2021, usando sites de notícias e bases de dados públicos das Agências Reguladoras dos setores de energia elétrica (ANEEL) e biocombustíveis (ANP). Desse total, 638 encontram-se em operação para fins energéticos no Brasil e 78% são de pequeno porte - produzem até 1 mi Nm3 por ano. Os sistemas de biodigestão para produção do biogás tem como alimento principal os resíduos da agropecuária (caso de 79% das plantas, que produzem 11% do volume total do País), indústria, aterro sanitário e ETCs - Estações de Tratamento de Esgoto. Já plantas que processam resíduos sólidos urbanos ou efluentes de estações de tratamento de esgoto representam 9% das que operam e são responsáveis por 73% do biogás. A exemplo de 2019, em 2020 a aplicação mais representativa dessas plantas foi a geração de energia elétrica. O volume de biogás purificado para produção de biometano no país avançou sua participação de 3% em 2019 para 19% em 2020. A forma mais comum de produzir biogás é pelo método de digestão anaeróbica. A atuação de bactérias em uma câmara fechada (biodigestor), sem ar, alimentada com resíduos orgânicos (como esterco, restos de alimentos, vinhaça, cama de frango, entre outros), misturadas com água, transforma esses detritos em biogás, que podem ser convertidos em energia elétrica. A purificação do biogás, por processos que incluem a separação por membrana, por sua vez, produz o biometano. Ambos os produtos são usados como combustível, e o biometano tem sido considerado uma tendência: 17% do transporte rodoviário na União Européia, por exemplo, já é movido a biometano e o comércio transfronteiriço de gás vem aumentando. No Brasil, especialistas consideram que o biometano tem potencial de substituir até 70% da demanda por diesel, com grandes ganhos para o meio ambiente. Ao tratar águas residuais mais difíceis, com uma alta carga de nutrientes, o resultado é um efluente mais limpo, que resolve problemas de descarte, reduzindo as contas das concessionárias de tratamento de águas residuais e até mesmo permitindo o descarte ambiental. O biossólido digerido orgânico que permanece após o processo é importante para a correção do solo na agricultura e o nitrogênio pode ser recuperado durante a digestão anaeróbica para fazer fertilizante concentrado. A digestão anaeróbia envolve processos metabólicos complexos que ocorrem em quatro etapas sequenciais - hidrólise, acidogênese, acetogênese e metanogênese - e dependem da atividade dos grupos fisiológicos de microrganismos. Para dar suporte à expansão das plantas e à capacidade de aumento da produção do biogás, já existem, inclusive no Brasil, produtos biotecnológicos que podem ser aplicados em quatro dos tipos mais frequentes de biodigestores - BLC, UASB, CSTR e o chamado Fase Sólida. Esses produtos agem na fase de hidrólise, aumentando a capacidade de degradação dos materiais orgânicos, melhorando a eficiência e segurança operacional de todo o sistema. É a revolução ambiental ganhando novos atores, tornando-se mais versátil e confirmando que as bandeiras de ESG e dos avanços de tecnologias verdes é uma maré, felizmente, incontrolável. * Monique Zorzim é Gerente Técnica da Área Ambiental da SuperBAC.

2 de agosto, 2021
Saneamento Ambiental Logo
TECNOLOGIA
Veolia Water apresenta MBBR Pack

Empresa prestadora de serviços de tratamento de água e efluentes líquidos, a Veolia water Technologies trouxe para o mercado brasileiro o MBBR Pack, tecnologia baseada na solução AnoxKaldne MBBR. Além do MBBR convencional, prefeituras e indústria terão á disposição agora uma solução rápida de tratamento flexível para lidar com a crise hídrica. Com a mídia plástica de biofilme do MBBR convencional integrada, o MBBR Pack oferece todas as vantagens padrão do sistema, adicionada da função plug & play, de fácil instalação. Segundo a empresa, a solução é efetiva, rentável e contribui na redução de custos em engenharia civil e infraestrutura para a modernização e construção de estações de tratamento de água. O MBBR Pack é ideal para indústrias com instalações compactas ou unidades remotas, instalações temporárias, áreas de reabilitação, offshore, campos de trabalho, unidades piloto, conjuntos habitacionais municipais, parques empresariais, resorts e hotéis. Entre as vantagens do MBBR Pack citadas pela Veolia Water Technologies estão : entrega rápida e fácil instalação; Baixo custo de engenharia; Pequena pegada; Transporte fácil; Sistema biológico resistente a choques tóxicos, fluxos flutuantes e cargas variáveis; Operação automática – interface amigável; Unidades modulares; Laboratório especializado em AnoxKaldnes™; 25 anos de experiência e mais de 1.000 referências MBBR em todo o mundo.

13 de abril, 2017
Saneamento Ambiental Logo
SANEAMENTO
Fossa séptica biodigestora ajuda 57 mil pessoas

Segundo levantamento realizado pela Embrapa Instrumentação (SP), a adoção de 11 mil unidades de fossas sépticas biodigestoras em mais de 250 municípios brasileiros trouxe benefícios para 57 mil pessoas. A fossa séptica biodigestora pode ser integrada a outras tecnologias de saneamento também de fácil instalação, como o clorador Embrapa e o jardim filtrante. Este segundo é voltado para o tratamento de águas de pias e ralos e do efluente tratado pela própria fossa séptica. Ao substituir as fossas negras, essas tecnologias de saneamento protegem a saúde dos moradores do campo geralmente não atendidos por redes de esgoto, além de promover a proteção ambiental ao evitar que dejetos contaminem solo e corpos d'água. De acordo com o coordenador do levantamento, o engenheiro civil da Embrapa Instrumentação Carlos Renato Marmo, as 11.502 Fossas Sépticas Biodigestoras instaladas beneficiaram uma população aproximada de 57.500 habitantes em todo o Brasil. O engenheiro destaca que a população beneficiada é muito maior, pois o saneamento básico apresenta impactos não só no campo como também nas cidades, já que as fontes de água e os mananciais estão na zona rural. Baseado em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2014, Marmo esclarece que na área rural do País vivem cerca de 30,5 milhões de habitantes, sendo que menos de 50% dessa população tem acesso a sistemas de coleta ou tratamento de esgoto adequados. "Esse trabalho realizado pela Embrapa é muito importante para amenizar a situação", disse o Presidente do Instituto Brasil, Édison Carlos, mas argumenta que ainda é pouco para a enorme necessidade do Brasil. O pesquisador da Embrapa Wilson Tadeu Lopes da Silva acredita que o modelo da Fossa Séptica Biodigestora é o ideal para substituir a tradicional fossa negra, muito comum na área rural e responsável pela contaminação das águas subterrâneas. "Esse sistema biológico necessita de poucos insumos externos para que se obtenham resultados adequados, é simples, de baixo custo e de eficiência comprovada na biodigestão dos excrementos humanos, com eliminação dos agentes patogênicos", afirma. A Fossa Séptica Biodigestora foi desenvolvida pelo médico-veterinário Antonio Pereira de Novaes, falecido em 2011, e segue os princípios dos biodigestores asiáticos e das câmaras de fermentação de ruminantes, como os bovinos. Assim como no estômago multicavitário do animal, a tecnologia também é composta de vários tanques de fermentação, onde o esgoto doméstico − fezes e urina − passa pelo tratamento anaeróbio, tornando-o apto para uso como fertilizante agrícola a ser aplicado no solo.

20 de julho, 2016
Saneamento Ambiental Logo
ESGOTO
Mizumo lança solução para tratamento sanitário

A Mizumo, empresa especializada em soluções para tratamento de esgoto sanitário e integrante do Grupo Jacto, lançou recentemente o Mizumo MF, novo sistema compacto para tratamento de esgoto sanitário, destinado a projetos residenciais - urbano e rural - e pequenos estabelecimentos comerciais e industriais. São duas versões com capacidade para atender a até 10 pessoas e requerem pouca área para implantação – varia entre 2 m² e 3 m². A solução opera por meio do tratamento biológico, com etapas anaeróbias e aeróbias e desinfecção. A eficiência do tratamento biológico varia de 60% até 90%, a depender da versão adquirida pelo cliente, - sendo a última com possibilidade para o reúso para fins não nobres. Todas as versões disponíveis são modulares e possibilitam expansão, de acordo com o crescimento real da demanda. A implantação pode ser acima ou abaixo do nível do solo e exige interligações simples - uma tubulação de entrada (com a rede de coleta de esgoto do imóvel), outra de saída e, em alguns casos, um soprador de ar. A manutenção é simples e poderá ser feita pelo próprio usuário. O Mizumo MF atende à resolução 430/2011 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). A solução tem processo construtivo único e seu projeto teve a participação da Engenharia da Jacto e expertise em polímeros da Unipac – empresa da mesma holding. “Temos projetos adequados a diferentes necessidades e com esse lançamento queremos colocar à disposição do público residencial e de pequenos empreendimentos, toda a nossa experiência na área de sustentabilidade e meio ambiente”, destaca Hélcio da Silveira, Diretor da Mizumo.

16 de maio, 2016