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ESGOTO

Mizumo lança solução para tratamento sanitário

A Mizumo, empresa especializada em soluções para tratamento de esgoto sanitário e integrante do Grupo Jacto, lançou recentemente o Mizumo MF, novo sistema compacto para tratamento de esgoto sanitário, destinado a projetos residenciais - urbano e rural - e pequenos estabelecimentos comerciais e industriais. São duas versões com capacidade para atender a até 10 pessoas e requerem pouca área para implantação – varia entre 2 m² e 3 m². A solução opera por meio do tratamento biológico, com etapas anaeróbias e aeróbias e desinfecção. A eficiência do tratamento biológico varia de 60% até 90%, a depender da versão adquirida pelo cliente, - sendo a última com possibilidade para o reúso para fins não nobres. Todas as versões disponíveis são modulares e possibilitam expansão, de acordo com o crescimento real da demanda. A implantação pode ser acima ou abaixo do nível do solo e exige interligações simples - uma tubulação de entrada (com a rede de coleta de esgoto do imóvel), outra de saída e, em alguns casos, um soprador de ar. A manutenção é simples e poderá ser feita pelo próprio usuário. O Mizumo MF atende à resolução 430/2011 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). A solução tem processo construtivo único e seu projeto teve a participação da Engenharia da Jacto e expertise em polímeros da Unipac – empresa da mesma holding. “Temos projetos adequados a diferentes necessidades e com esse lançamento queremos colocar à disposição do público residencial e de pequenos empreendimentos, toda a nossa experiência na área de sustentabilidade e meio ambiente”, destaca Hélcio da Silveira, Diretor da Mizumo.

A Mizumo, empresa especializada em soluções para tratamento de esgoto sanitário e integrante do Grupo Jacto, lançou recentemente o Mizumo MF, novo sistema compacto para tratamento de esgoto sanitário, destinado a projetos residenciais - urbano e rural - e pequenos estabelecimentos comerciais e industriais. São duas versões com capacidade para atender a até 10 pessoas e requerem pouca área para implantação – varia entre 2 m² e 3 m².

A solução opera por meio do tratamento biológico, com etapas anaeróbias e aeróbias e desinfecção. A eficiência do tratamento biológico varia de 60% até 90%, a depender da versão adquirida pelo cliente, - sendo a última com possibilidade para o reúso para fins não nobres. Todas as versões disponíveis são modulares e possibilitam expansão, de acordo com o crescimento real da demanda. A implantação pode ser acima ou abaixo do nível do solo e exige interligações simples - uma tubulação de entrada (com a rede de coleta de esgoto do imóvel), outra de saída e, em alguns casos, um soprador de ar. A manutenção é simples e poderá ser feita pelo próprio usuário.

O Mizumo MF atende à resolução 430/2011 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). A solução tem processo construtivo único e seu projeto teve a participação da Engenharia da Jacto e expertise em polímeros da Unipac – empresa da mesma holding. “Temos projetos adequados a diferentes necessidades e com esse lançamento queremos colocar à disposição do público residencial e de pequenos empreendimentos, toda a nossa experiência na área de sustentabilidade e meio ambiente”, destaca Hélcio da Silveira, Diretor da Mizumo.

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TECNOLOGIA
Veolia Water apresenta MBBR Pack

Empresa prestadora de serviços de tratamento de água e efluentes líquidos, a Veolia water Technologies trouxe para o mercado brasileiro o MBBR Pack, tecnologia baseada na solução AnoxKaldne MBBR. Além do MBBR convencional, prefeituras e indústria terão á disposição agora uma solução rápida de tratamento flexível para lidar com a crise hídrica. Com a mídia plástica de biofilme do MBBR convencional integrada, o MBBR Pack oferece todas as vantagens padrão do sistema, adicionada da função plug & play, de fácil instalação. Segundo a empresa, a solução é efetiva, rentável e contribui na redução de custos em engenharia civil e infraestrutura para a modernização e construção de estações de tratamento de água. O MBBR Pack é ideal para indústrias com instalações compactas ou unidades remotas, instalações temporárias, áreas de reabilitação, offshore, campos de trabalho, unidades piloto, conjuntos habitacionais municipais, parques empresariais, resorts e hotéis. Entre as vantagens do MBBR Pack citadas pela Veolia Water Technologies estão : entrega rápida e fácil instalação; Baixo custo de engenharia; Pequena pegada; Transporte fácil; Sistema biológico resistente a choques tóxicos, fluxos flutuantes e cargas variáveis; Operação automática – interface amigável; Unidades modulares; Laboratório especializado em AnoxKaldnes™; 25 anos de experiência e mais de 1.000 referências MBBR em todo o mundo.

13 de abril, 2017
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EFLUENTES
Nova Opersan tem licença para tratar chorume

Especializada em soluções ambientais para o tratamento de águas e efluentes, a Nova Opersan renovou a Licença Municipal de Recuperação e Operação (LMRO), expedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) do Rio de Janeiro, até 2018. Com isto, a empresa está autorizada a tratar efluentes líquidos industriais e sanitários, o que inclui o lixiviado de aterro sanitário, popularmente chamado de chorume. O chorume possui grandes concentrações de metais pesados e substâncias tóxicas, é altamente poluente e não pode ser descartado diretamente no meio ambiente. Antes de ser descartado, o chorume necessita ser tratado para evitar a contaminação de lençóis freáticos. “Em algumas regiões do País, há uma legislação específica para tratar o chorume. Esta preocupação deve-se aos elevados riscos de contaminação envolvidos. A renovação da licença obtida pela Nova Opersan certifica a nossa expertise com este efluente também”, explica José Fernando Rodrigues, CEO da empresa. O tratamento do lixiviado de aterro sanitário será realizado pela Central de Tratamento Offsite (CTO) localizada no Distrito Industrial de Santa Cruz. A unidade, quando adquirida pela Nova Opersan, em novembro de 2013, já detinha toda a tecnologia necessária para receber e tratar efluentes industriais e sanitários em suas instalações, garantindo o descarte de acordo com o plano de monitoramento solicitado pelo órgão ambiental competente (INEA). A unidade também já estava enquadrada nas resoluções Conama 430 e NT 202 e no Programa de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano –Proágua.Segundo Silvio Monteiro, coordenador comercial OffSite do Rio de Janeiro, para o tratamento do chorume e todos os demais efluentes, é realizada uma caracterização análitica prévia, visando definir a rota de tratabilidade. “Realizamos as análises em laboratórios credenciados pelo INEA, monitorando os parâmetros requeridos nas diretrizes e normas técnicas que regulamentam o negócio”, afirma. “Considerando que efluentes com carga orgânica contribuem positivamente no processo de tratamento do chorume, buscamos novos negócios com os principais gerenciadores deste tipo de efluente, normalmente gerado em alguns segmentos industriais e grandes condomínios residenciais e comerciais, shopping e em grandes eventos ao ar livre e obras”, destaca.

18 de novembro, 2016
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ESGOTO
Ecosan fornece equipamentos para Sanepar

Empresa de equipamentos para tratamento primário e secundário de efluentes domésticos e industriais, a Ecosan forneceu equipamentos para obras de ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em Lapa, município do Paraná. A expansão da rede de esgoto é realizada pela Companha de Saneamento do Paraná (Sanepar), que está investindo R$ 8 milhões em melhorias e crescimento do sistema de esgotamento sanitário da região. Ao final da obra, a ETE terá sua capacidade aumentada de 30l/s para 90l/s. “Disponibilizamos dois equipamentos que vão qualificar esse importante projeto de expansão. Um compromisso firmado entre a Ecosan e a Sanepar, empresa que tem alto comprometimento com questões de qualidade de projeto e produção”, afirma André Telles, Diretor executivo da Ecosan. O sistema de esgoto da Lapa é formado por 83.434 m de rede coletora que atendem 23.549 habitantes, através de 7.234 ligações prediais. Com as obras, mais de 85% da população da cidade passa a ser atendida com os serviços de coleta e tratamento de esgoto. Entre os equipamentos fornecidos pela Ecosan estão o filtro biológico e o decantador de lodo. O primeiro destina-se a distribuir o efluente uniformemente pela superfície do leito filtrante, a partir da alimentação por gravidade da tubulação à coluna central. Já o decantador de lodo tem como função conduzir o lodo decantado do fundo do decantador até o poço existente no centro dessa unidade. O esgoto entra no decantador pelo centro e se desloca uniformemente para a sua periferia. Além da ampliação da ETE, a Sanepar deve ampliar a rede de esgoto em 5 km e abrir 115 novas ligações prediais para atender o Hospital São Sebastião e o bairro Estação. A ampliação de esgoto no bairro Estação é uma solicitação da prefeitura municipal, devido ao alto crescimento populacional na região. A Sanepar precisará fazer outra travessia, desta vez sob a linha férrea Curitiba - São Mateus do Sul. A Sanepar também construirá na cidade outros equipamentos como dois reatores anaeróbicos de lodo fluidizado, dois filtros biológicos, dois decantadores, onze leitos de secagem, abrigo para o grupo gerador, interligações hidráulicas e instalações elétricas.

7 de novembro, 2016
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ESGOTO
Mizumo investe em tecnologia para ETE

A Mizumo desenvolveu um projeto customizado utilizando a tecnologia Integrated Fixed Film Activated Sludge (IFAS), uma variação do processo de lodos ativados convencional, ou seja, um sistema de biomassa (microrganismos) fixa e biomassa suspensa, pela qual parte do lodo decantado no processo retorna ao reator aeróbio. A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que beneficia um bairro do município de Uberaba (MG) substituiu um antigo sistema de tratamento de esgoto, que se tornou subdimensionado diante do crescimento habitacional do local. Uma das características desejadas no sistema era o bom aproveitamento da área disponível para a ETE, que exigiu um projeto customizado, utilizando processos biológicos de tratamento e menor quantidade de tanques. No total, o sistema ocupa uma área de 26 mil m² e tem capacidade para tratar até 50 litros de efluentes por segundo, o que representa o esgoto gerado por aproximadamente 27 mil pessoas. “Para a Mizumo, este contrato foi importante por incorporar uma tecnologia diferente daquela com que comumente trabalhamos, além de se tratar da maior solução já fornecida pela marca”, destaca Hélcio da Silveira, Diretor da empresa. “O projeto foi um desafio e acrescentou um know-how significativo devido ao uso da nova tecnologia acoplada em nossos produtos, além de aprendizagem para gerenciar grandes obras”, completa o executivo. O sistema instalado é composto de várias etapas. Do pré-tratamento ao desaguamento é formado por gradeamento estático, peneira mecanizada, caixa de areia, decantadores primários, reatores aeróbios, decantadores secundários, tanque de contato e decanter. A ETE entrou em operação em dezembro de 2015.

13 de outubro, 2016
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SANEAMENTO
Fossa séptica biodigestora ajuda 57 mil pessoas

Segundo levantamento realizado pela Embrapa Instrumentação (SP), a adoção de 11 mil unidades de fossas sépticas biodigestoras em mais de 250 municípios brasileiros trouxe benefícios para 57 mil pessoas. A fossa séptica biodigestora pode ser integrada a outras tecnologias de saneamento também de fácil instalação, como o clorador Embrapa e o jardim filtrante. Este segundo é voltado para o tratamento de águas de pias e ralos e do efluente tratado pela própria fossa séptica. Ao substituir as fossas negras, essas tecnologias de saneamento protegem a saúde dos moradores do campo geralmente não atendidos por redes de esgoto, além de promover a proteção ambiental ao evitar que dejetos contaminem solo e corpos d'água. De acordo com o coordenador do levantamento, o engenheiro civil da Embrapa Instrumentação Carlos Renato Marmo, as 11.502 Fossas Sépticas Biodigestoras instaladas beneficiaram uma população aproximada de 57.500 habitantes em todo o Brasil. O engenheiro destaca que a população beneficiada é muito maior, pois o saneamento básico apresenta impactos não só no campo como também nas cidades, já que as fontes de água e os mananciais estão na zona rural. Baseado em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2014, Marmo esclarece que na área rural do País vivem cerca de 30,5 milhões de habitantes, sendo que menos de 50% dessa população tem acesso a sistemas de coleta ou tratamento de esgoto adequados. "Esse trabalho realizado pela Embrapa é muito importante para amenizar a situação", disse o Presidente do Instituto Brasil, Édison Carlos, mas argumenta que ainda é pouco para a enorme necessidade do Brasil. O pesquisador da Embrapa Wilson Tadeu Lopes da Silva acredita que o modelo da Fossa Séptica Biodigestora é o ideal para substituir a tradicional fossa negra, muito comum na área rural e responsável pela contaminação das águas subterrâneas. "Esse sistema biológico necessita de poucos insumos externos para que se obtenham resultados adequados, é simples, de baixo custo e de eficiência comprovada na biodigestão dos excrementos humanos, com eliminação dos agentes patogênicos", afirma. A Fossa Séptica Biodigestora foi desenvolvida pelo médico-veterinário Antonio Pereira de Novaes, falecido em 2011, e segue os princípios dos biodigestores asiáticos e das câmaras de fermentação de ruminantes, como os bovinos. Assim como no estômago multicavitário do animal, a tecnologia também é composta de vários tanques de fermentação, onde o esgoto doméstico − fezes e urina − passa pelo tratamento anaeróbio, tornando-o apto para uso como fertilizante agrícola a ser aplicado no solo.

20 de julho, 2016
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ESGOTO
Artefacil fornece fossas sépticas para Miguel Pereira

A Artefacil, fabricante de produtos hidrossanitários de concreto, fechou parceria com o Instituto Terra de Preservação Ambiental (ITPA) para o fornecimento, sem fins lucrativos, de fossas sépticas para o saneamento rural de mais de 150 residências do município de Miguel Pereira (RJ). O consultor técnico da Artefacil, Adriano Gomes, disse que as fossas sépticas contribuirão na despoluição da bacia hidrográfica do rio Guandu, pois são sistemas de tratamento de esgoto, que diminuem a carga poluidora, com disposição final no subsolo por infiltração. “Quando não há tratamento, o esgoto é jogado diretamente nos cursos d’água ou infiltrados no solo, provocando contaminação de águas superficiais e subterrâneas”. É importante ressaltar que os locais onde são instalados esses sistemas não estão contemplados por sistemas de coleta e tratamento de esgoto por parte do poder público. O rio Guandu responde por 80% do abastecimento de água da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. "Nossa intenção é garantir a melhoria da qualidade da água que será tratada e distribuída para a comunidade, preservando a biodiversidade local", comentou Ranna Zaidan, Diretora comercial da Artefacil. Segundo o consultor, o processo da fossa séptica até o sumidouro é um sistema dotado de duas caixas (fossa séptica e filtro), onde o efluente é tratado, seguido de uma caixa porosa (sumidouro) para que o efluente tratado infiltre no solo. “A fossa séptica trata o efluente por sistema de digestão por colônias de bactérias aeróbias e anaeróbias, transformando o lodo em água, gases e lodo digerido mineralizado. O filtro também possui atividade biológica, auxiliando e complementando a digestão do lodo, através de colônias de bactérias anaeróbias”, diz Adriano Gomes. O sumidouro tem a função de fazer a disposição final do efluente tratado por meio de infiltração no solo, ressalvadas as condições estabelecidas por norma com relação a afastamentos de edificações, captações e cursos d’água. As fossas sépticas fornecidas têm dez anos de garantia e serão acompanhadas de consultoria técnica. A ideia, segundo Ranna, é reduzir os custos e facilitar a instalação dos produtos, aumentar a eficiência e qualidade operacional, e certificar que as fossas foram montadas de acordo com as normas e legislações vigentes.

10 de setembro, 2015