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SUCATA

SYX faz a ponte para venda on-line de rejeitos

SYX faz a ponte para venda on-line de rejeitos

Os lotes são de sucata de ferro, manutenção industrial, aço, manganês e cromo. O BID será no dia 13 de abril

No próximo dia 13 de abril, a Votorantim realiza um BID (cotação eletrônica) na plataforma da SYX para a venda de mais de 5 mil toneladas de sucatas de suas unidades. Os lotes são de sucata de ferro, manutenção industrial, aço, manganês e cromo e estão localizados no Paraná, Maranhão, Pernambuco, Bahia, Pará, Ceará, Sergipe, Amazonas, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. A empresa comercializa grande parte das sucatas com a startup paranaense, convertendo em receita o que antes era um gasto para descarte.
Em 2022, a SYX intermediou a venda de 4.800 toneladas de aço comum, e 8.300 toneladas de metais não ferrosos, como manganês, cobre, cromo e alumínio, por meio de sua plataforma digital que conecta empresas vendedoras com compradores de todo o Brasil, que passam por uma curadoria para conferência das exigências ambientais. “O processo de vendas realizado pela SYX é totalmente alinhado com as normas ambientais vigentes no país e a compra dos rejeitos só é concretizada se o interessado apresentar toda a documentação correta”, explica Márcio Danielewicz, CEO da SYX.
Além dessa ponte, a SYX adequa os preços do mercado, o que proporciona uma concorrência em tempo real e o acompanhamento dos lances por parte dos interessados. “O mercado de sucata vem passando por uma adequação de preço nos últimos quatro meses. Siderúrgicas, fundições e exportadores estão se ajustando à nova demanda de material, tanto no Brasil quanto no exterior, principalmente nos últimos 30 dias. Isso se dá em função da redução por parte das fundições que acaba refletindo nas férias coletivas das montadoras, concomitantemente com a diminuição da venda de veículos e os juros altos. A siderurgia também é influenciada pela construção civil e pela importação de material vindo da Turquia a um custo inferior”, analisa Danielewicz.

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RESÍDUOS
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A Ternium fechou contrato de venda de agregado siderúrgico para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de Seropédica, administrado pela empresa Ciclus. O material será utilizado na pavimentação de vias, em bases e sub-bases e como revestimento primário em estradas vicinais em substituição à brita. O volume negociado de agregado siderúrgico será de 15 mil toneladas mensais para o CTR de Seropédica. O agregado siderúrgico é originado da escória de aciaria, gerada pela transformação do ferro gusa líquido em aço, que passa por um processo de retirada do conteúdo metálico, peneiramento e armazenamento, além de tratamento para a redução da expansão. O produto final deste processo é mundialmente aplicado em nivelamento de áreas/aterros, artefatos de concreto, gabião, concreto asfáltico, lastro ferroviário, entre muitos outros. Também pode ser aplicado na agricultura, como corretivo da acidez do solo em substituição ao calcário. A Ternium produz 75 mil toneladas de escória por mês, beneficiada e tratada dentro da própria companhia. Entre 2016 e 2018, a Ternium começou a substituir a brita por agregado siderúrgico e obteve uma economia de R$ 16 milhões. Entre os benefícios ambientais e econômicos estão a preservação de recursos naturais, a redução de impactos causados pela extração do agregado natural, a eliminação do desperdício, a redução do consumo de energia e do custo na obtenção da brita. "A utilização do agregado siderúrgico na pavimentação dos acessos do Centro de Tratamento de Resíduos é uma ótima alternativa para substituir o uso da brita e argila, evitando assim, a extração em jazidas. Trata-se de um material de alta qualidade que substitui recursos cuja extração gera diversos impactos prejudiciais às reservas naturais. Outras aplicações já estão sendo avaliadas para utilização do agregado siderúrgico também em drenos, diques, preparação das células, ruas internas e na estação de tratamento deste CTR" disse Leila Kauffmann, Gerente de Coprodutos da Ternium.

10 de fevereiro, 2020