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BICICLETA ELÉTRICA

Velabikes lança modelo com carregador

Após três anos de desenvolvimento, a Velabikes lança no mercado uma bicicleta elétrica, a Vela 1, com bateria removível, entrada USB para recarga de celular e sistema de segurança com alarme. Durante o último ano a equipe arrecadou um total de R$ 200 mil em pré-vendas e reservas por meio de diferentes plataformas de financiamento coletivo: R$ 45 mil no Catarse, R$ 100 mil no Kickstarter e R$ 60 mil no Indiegogo. “Nós criamos a Vela com o ciclista urbano em mente. Tentamos manter o projeto limpo para reduzir a necessidade de manutenção e trabalhamos o conforto visando trajetos diários”, conta Victor Hugo, CEO da empresa. Os colaboradores da idéia queriam um modelo, que incluísse bateria de íons de lítio removível, protegida no interior da estrutura à prova d’água, assim como todos os componentes eletrônicos - conectores, cabos e circuitos. A Vela 1 tem potência de 350 W – o máximo permitido para pedalar nas ciclovias – e atinge uma velocidade de 25 km/h. O conjunto gera uma força média três a quatro vezes superior à de um ciclista comum e é acionado por um sensor no pedal (sistema de pedal assistido). O tempo de recarga da bicicleta leva menos de três horas e pode ser feita diretamente na tomada ou ao retirar a bateria para recarregar em qualquer lugar. Há ainda uma opção de duplo carregador com tempo de recarga de apenas uma hora e meia - três vezes mais rápido que a média do mercado hoje, que varia entre quatro e seis horas.

Após três anos de desenvolvimento, a Velabikes lança no mercado uma bicicleta elétrica, a Vela 1, com bateria removível, entrada USB para recarga de celular e sistema de segurança com alarme. Durante o último ano a equipe arrecadou um total de R$ 200 mil em pré-vendas e reservas por meio de diferentes plataformas de financiamento coletivo: R$ 45 mil no Catarse, R$ 100 mil no Kickstarter e R$ 60 mil no Indiegogo.

“Nós criamos a Vela com o ciclista urbano em mente. Tentamos manter o projeto limpo para reduzir a necessidade de manutenção e trabalhamos o conforto visando trajetos diários”, conta Victor Hugo, CEO da empresa. Os colaboradores da idéia queriam um modelo, que incluísse bateria de íons de lítio removível, protegida no interior da estrutura à prova d’água, assim como todos os componentes eletrônicos - conectores, cabos e circuitos.

A Vela 1 tem potência de 350 W – o máximo permitido para pedalar nas ciclovias – e atinge uma velocidade de 25 km/h. O conjunto gera uma força média três a quatro vezes superior à de um ciclista comum e é acionado por um sensor no pedal (sistema de pedal assistido). O tempo de recarga da bicicleta leva menos de três horas e pode ser feita diretamente na tomada ou ao retirar a bateria para recarregar em qualquer lugar. Há ainda uma opção de duplo carregador com tempo de recarga de apenas uma hora e meia - três vezes mais rápido que a média do mercado hoje, que varia entre quatro e seis horas.

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MOBILIDADE URBANA
Eletricz lança três modelos no Brasil

Empresa especializada na comercialização de monociclos, patinetes e bicicletas elétricos de última geração, a Eletricz possui portfólio no mercado brasileiro dez modelos de monociclos elétricos das marcas KingSong e Gotway. Segundo Márcio Canzian, CEO da Eletricz, a marca Gotway é conhecida mundialmente desde 2013 pelos monociclos elétricos de alta performance, com velocidades superiores a 60km/h. “Os veículos são voltados principalmente para usuários bem experientes que exigem mais velocidade, autonomia e potência. Já temos uma procura importante por parte desse público”, afirma o executivo. A empresa anuncia três lançamentos da marca Gotway. O novo modelo da linha Gotway é o Nikola Plus, com motor de 2 mil W de potência e bateria de íon lítio de 100 V e 1.800 Wh. Outro destaque do veículo elétrico é a autonomia de até 160 km sem precisar ser recarregado. Além disso, o monociclo conta com alça retrátil escondida no corpo do equipamento (que permite transportá-lo desligado rodando facilmente, sem erguê-lo do chão, como se fosse uma mala pequena de viagem), dois alto-falantes de 25 W cada (para tocar músicas do telefone celular com ótima qualidade, por meio da tecnologia Bluetooth), pedais maiores, pneu aro 16 com três polegadas de largura (mais conforto e segurança ao ultrapassar imperfeições no solo) e luzes de LED na traseira, na dianteira e nas laterais. Outro modelo da empresa é o monociclo elétrico MSuper Pro (MSP), com motor mais potente, de 2.500 W, e bateria de íon lítio de 100 V e 1.800 Wh. O MSuper Pro tem autonomia de até 160 km com uma carga completa de bateria. Com pneu aro 18 e três polegadas de largura, o monociclo MSuper Pro é o mais robusto e seguro ao percorrer pisos mais irregulares. Também conta com dois auto-falantes, de 35 W cada. Para a iluminação, o modelo tem dois faróis de 24 V na parte dianteira. Já o top de linha da Gotway no Brasil é o monociclo Monster V3, equipado com motor de 2.500 W de potência, que lhe garante uma velocidade máxima de até 70 km/h. Sua bateria de íon lítio tem 100 V e 1.845 Wh, proporcionando uma autonomia de até 160 km sem precisar de uma nova carga. Com peso de 28,5 kg, ele é o único monociclo vendido no Brasil que utiliza pneus aro 22, oferecendo ao seu condutor uma dose de conforto e segurança inigualáveis no segmento. O Monster V3 ainda conta com botão anti-spinning, dois auto-falantes (35 W cada), logo lateral “Monster” em LED, pedais maiores e entrada USB para, por exemplo, carregar o celular durante a viagem. Externamente, seu acabamento imita fibra de carbono e sua lanterna oferece 1.000 lúmens de luminosidade.

15 de junho, 2020
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VEÍCULOS ELÉTRICOS
EMBRAPII cria rede de eletropostos

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) criou uma rede de eletropostos com tecnologia 100% nacional. Atualmente, a tecnologia disponível é importada. O projeto é desenvolvido pelo CPqD, unidade credenciada EMBRAPII, em parceria com a empresa PHB Eletrônica e conta com financiamento do BNDES. O objetivo é distribuir os eletropostos pelos centros urbanos e rodovias brasileiras e oferecer condições para que a utilização de veículos elétricos seja ampliada. Ao todo, são três modelos de eletropostos com recarregadores do tipo plug-in em desenvolvimento: normal, que poderá ser instalado em casa, semirrápido e rápido, ambos para instalação em espaços públicos como estacionamentos, shopping centers, postos de combustíveis, entre outros. Nos eletropostos normais, a recarga da bateria levará de 8 a 16 h; no semirrápido, entre 2 a 4 h e, no rápido, em até uma hora, dependendo do modelo do veículo. Todos os equipamentos serão desenvolvidos de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para esses produtos. O sistema identificará o usuário para liberação do uso, bem como irá controlar o nível de recarga e a futura cobrança pela energia consumida. A previsão é que os primeiros protótipos de eletropostos nacionais estejam disponíveis para produção industrial no final de 2020. "As infraestruturas físicas aliadas a seus recursos humanos altamente qualificados, tornam as unidades EMBRAPII potenciais parceiras de empresas que queiram desenvolver projetos inovadores na área de eletromobilidade, ajudando a reduzir os riscos tecnológicos inerentes destes projetos inovadores”, destacou o diretor de Operações, Carlos Eduardo Pereira.

22 de abril, 2019
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ENERGIAS LIMPAS
São Paulo quer geração com bicicletas

O vereador Rinaldi Digilio apresentou projeto de lei nº 142/2017, que propõe a criação do Programa Municipal Pedalando e Gerando Energia Limpa em São Paulo. O objetivo da proposta é promover a implantação e instalação de bicicletas ergométricas geradoras de energia elétrica nas chamadas academias ao ar-livre, existentes em praças e parques da capital paulista. A medida que são pedaladas, essas bicicletas produzem energia elétrica limpa que pode ser utilizada ou armazenada. As ‘magrelas’ podem produzir de 50 até 500 watts por hora de uso, variando de acordo com o modelo ou fabricante, mas com capacidade de alimentar a recarga de 100 celulares, dez notebooks ou cinco Tvs Led de 32” funcionando durante uma hora. Além de incentivar a prática esportiva, o projeto quer economizar recursos públicos com a energia limpa gerada pelos equipamentos para, por exemplo, alimentar as lâmpadas dos espaços onde elas seriam instaladas. Em 2015, os paulistanos pagaram R$ 313 milhões para a Prefeitura de São Paulo, por meio da Contribuição para Custeio da Iluminação Pública (Cosip), cobrada por meio das contas de energia elétrica e que serve para custear serviços de manutenção, ampliação e também o consumo de energia elétrica dos postes da capital paulista. Somente com consumo, ou seja, gasto com energia elétrica para alimentar a iluminação pública, incluindo a de parques e praças, a Prefeitura pagou R$ 183 milhões para a AES Eletropaulo em 2015. Foram consumidos cerca de 540 milhões de kilowatts/hora. "Não há combinação melhor do que incentivar a prática de exercícios físicos e gerar energia elétrica para sua cidade ao mesmo tempo. Energia elétrica limpa, que pode gerar redução de custos para a Prefeitura, pois parece que não, mas os cidadãos pagam e caro pela iluminação pública, muitas vezes, de forma estimada. Se em escala reduzida, esses equipamentos conseguirem suprir entre 10% a 25% da energia elétrica dos pontos onde forem implantadas será um ganho inestimável", disse o vereador Rinaldi Digilio.

21 de março, 2017
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VEÍCULOS ELÉTRICOS
BMW e Iguatemi fecham parceria

O BMW Group fechou parceria com a Iguatemi Empresa de Shopping Centers para ampliar os pontos de recarga para os clientes da BMW i. Sete empreendimento da rede Iguatemi contarão com o BMW i Wallbox, dispositivo exclusivo para carregamento rápido dos veículos BMW i, ainda neste ano. As primeiras unidades já estão disponíveis nos shoppings JK Iguatemi, Iguatemi São Paulo, Market Place e Iguatemi Alphaville, em São Paulo, além dos shoppings Iguatemi Campinas (SP) e Iguatemi Brasília (DF). O projeto contemplará ainda ponto de recarga de automóveis elétricos e híbridos até o final desse ano também no shopping Pátio Higienópolis. Com os novos pontos, os proprietários dos modelos BMW i3 e BMW i8 poderão utilizar o BMW i Wallbox em nove cidades do País, nos mais de 30 pontos disponíveis “O BMW Group Brasil é a empresa automotiva que mais investe na operação de veículos elétricos e híbridos como alternativa sustentável para a mobilidade urbana no Brasil. A parceria com a rede Iguatemi oferece facilidades para os clientes da marca, que contarão com mais pontos estratégicos para recarga em agradáveis opções de passeio na cidade de S. Paulo”, explica Nina Dragone, Diretora de Marketing da BMW do Brasil. O BMW i3 possui autonomia de até 160 km e uma das versões do modelo também traz um motor a combustão interna, de dois cilindros, com 650 cc (34 hp), responsável por gerar energia para a bateria, aumentando a autonomia para até 300 km.

24 de outubro, 2016
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MOBILIDADE
Cine Pedal tem 1ª edição no Brasil

Idealizado pela produtora Inffinito a 1ª edição do Cine Pedal Brasil acontece entre os dias 14 de maio e 19 de junho nas cidades de Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O festival itinerante vai exibir longas-metragens e realizar debates sobre mobilidade e meio ambiente com os participantes. Com objetivo de incentivar a mobilidade, os filmes são exibidos em praças públicas o projeto ocupa praças públicas a partir da energia gerada por meio de bicicletas. O Cine Pedal Brasil acontece sempre aos sábados e domingos em cada cidade. O público interessado em participar pedalando e gerando energia deve se inscrever no local do evento. Além da exibição dos filmes e dos diálogos com especialistas, o evento conta com um DJ convidado. “Acreditamos na utilização do audiovisual como ferramenta de transformação e conscientização. Queremos difundir o conhecimento sobre energias renováveis e fomentar a conscientização sobre o meio ambiente e a promoção de atitudes sustentáveis. Também desejamos incentivar o uso da bicicleta como alternativa ecológica e saudável de transporte nas cidades para contribuir com o aumento da mobilidade urbana” explica Adriana L. Dutra, Diretora do evento. A infraestrutura do Cine Pedal Brasil conta com 10 bicicletas fixas e 10 bases onde o público poderá encaixar suas próprias bikes, que podem ser qualquer modelo, desde infantis até adultos. O festival também disponibiliza um pedal manual, que pode ser utilizado por cadeirantes, crianças e idosos. Ao serem pedaladas, as bicicletas produzirão a energia motriz , que será recebida por um equipamento condensador, que alinhará toda a energia gerada e que, em seguida, a redistribuirá para o projetor e para os equipamentos de som e iluminação utilizados no evento. É necessário no mínimo 1300 watts para o cine itinerante funcionar. A energia produzida pelos participantes voluntários também poderá ser utilizada no carregamento de dispositivos eletrônicos do público presente.

20 de abril, 2016