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BRK AMBIENTAL

Volume menor de chuva em 2021 preocupa

Segundo dados da rede pluviométrica do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) e de equipamentos instalados pela BRK Ambiental, o primeiro trimestre de 2021 acumulou 386 mm de chuva no município de Sumaré (SP), 36% inferior ao mesmo período de 2020 (602 mm) e o mais seco nos últimos seis anos, quando o estado de São Paulo enfrentou a crise hídrica. Naquela ocasião, o primeiro trimestre do ano registrou um acumulado de 377 milímetros de chuva. Na cidade, a média histórica para o período é de 528 milímetros, o que significa que as precipitações (chuvas) de 2021 ficaram 27% abaixo da média esperada para os três primeiros meses do ano. A mais baixa ocorrência de chuvas segue as previsões do boletim climatológico elaborado pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima e Sociedade (IRI-CPC), que indica que as chuvas neste primeiro semestre do ano devem se manter abaixo da média. “As chuvas nos primeiros meses do ano são fundamentais para a manutenção dos níveis dos mananciais da cidade - o rio Atibaia, que abastece a Estação de Tratamento de Água (ETA) II, e as represas Horto I, Horto II e Marcelo, responsáveis pelo abastecimento da Estação de Tratamento de Água (ETA) I - contribuindo para a segurança hídrica nos meses de estiagem, especialmente no segundo semestre”, diz Rafaella Scorsatto Lange, gerente de operações da BRK Ambiental. O verão mais seco de 2021 é explicado pela influência do fenômeno La Ninã, que é capaz de modificar a distribuição de calor, a concentração de chuvas, aumentar a velocidade dos ventos, entre outras mudanças em diversas regiões do planeta. O La Ninã provoca o esfriamento das águas do Oceano Pacífico e, consequentemente, há menor evaporação de água e queda na formação de nuvens, o que diminui as precipitações. “A relação menos chuva e temperaturas altas tem impacto direto no sistema de abastecimento de água. Com menos chuva, os mananciais de captação tendem a ficar com níveis mais baixos. Com temperaturas mais altas, o consumo de água na cidade tende a ser mais elevado. Por isso, voltamos a reforçar a mensagem pelo uso consciente da água em qualquer época do ano”, comenta a Rafaella.

Segundo dados da rede pluviométrica do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) e de equipamentos instalados pela BRK Ambiental, o primeiro trimestre de 2021 acumulou 386 mm de chuva no município de Sumaré (SP), 36% inferior ao mesmo período de 2020 (602 mm) e o mais seco nos últimos seis anos, quando o estado de São Paulo enfrentou a crise hídrica. Naquela ocasião, o primeiro trimestre do ano registrou um acumulado de 377 milímetros de chuva. Na cidade, a média histórica para o período é de 528 milímetros, o que significa que as precipitações (chuvas) de 2021 ficaram 27% abaixo da média esperada para os três primeiros meses do ano.

A mais baixa ocorrência de chuvas segue as previsões do boletim climatológico elaborado pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima e Sociedade (IRI-CPC), que indica que as chuvas neste primeiro semestre do ano devem se manter abaixo da média. “As chuvas nos primeiros meses do ano são fundamentais para a manutenção dos níveis dos mananciais da cidade - o rio Atibaia, que abastece a Estação de Tratamento de Água (ETA) II, e as represas Horto I, Horto II e Marcelo, responsáveis pelo abastecimento da Estação de Tratamento de Água (ETA) I - contribuindo para a segurança hídrica nos meses de estiagem, especialmente no segundo semestre”, diz Rafaella Scorsatto Lange, gerente de operações da BRK Ambiental.

O verão mais seco de 2021 é explicado pela influência do fenômeno La Ninã, que é capaz de modificar a distribuição de calor, a concentração de chuvas, aumentar a velocidade dos ventos, entre outras mudanças em diversas regiões do planeta. O La Ninã provoca o esfriamento das águas do Oceano Pacífico e, consequentemente, há menor evaporação de água e queda na formação de nuvens, o que diminui as precipitações. “A relação menos chuva e temperaturas altas tem impacto direto no sistema de abastecimento de água. Com menos chuva, os mananciais de captação tendem a ficar com níveis mais baixos. Com temperaturas mais altas, o consumo de água na cidade tende a ser mais elevado. Por isso, voltamos a reforçar a mensagem pelo uso consciente da água em qualquer época do ano”, comenta a Rafaella.

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ÁGUA
Perdas em Limeira caem para 15%

A BRK Ambiental reduziu o índice de perdas de água no município de Limeira (SP) para 15,5% em 2019, o que significa uma preservação de 875 milhões de litros de água entre 2018 e o ano passado. O resultado é fruto de um trabalho contínuo que a BRK tem realizado para combater as perdas de água em Limeira. Entre as ações feitas pela companhia, a substituição de 5,5 km de redes de água, a instalação de mais três macromedidores, completando 106 equipamentos instalados, e a instalação de oito novos equipamentos hidráulicos para equalizar a pressão na rede de distribuição de água. “O principal objetivo dessas ações é termos maior disponibilidade de água para a população de Limeira e permitir o crescimento ordenado do município, além de reduzir o impacto ambiental na captação no Rio Jaguari e no Ribeirão Pinhal”, diz Fernando Mangabeira, diretor da BRK Ambiental em Limeira. A BRK promoveu também o trabalho de caça-vazamentos feito com hastes de escuta e com o uso do geofone, equipamento para identificação de vazamentos invisíveis em ligações e nas redes de distribuição de água. Quando um vazamento deste tipo é identificado, as equipes de manutenção da BRK são acionadas para executar o reparo, em um curto prazo. “Em média, no ano de 2019, localizamos 32 vazamentos invisíveis por mês. Do total de vazamentos reparados no ano, os invisíveis representaram 14%”, complementa Mangabeira. O município de Limeira conta ainda com 72 DMC’s – Distrito de Medição e Controle - que são setores controlados por macromedidores que possibilitam à BRK gerenciar com maior eficiência as perdas dentro de cada setor delimitado por registros. Neste ano, a companha dará continuidade ao combate às perdas de água. Para isso, estão previstos a substituição de oito quilômetros de redes de água, aquisição de novos equipamentos e a criação de novas DMC’s.

17 de fevereiro, 2020