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MANANCIAIS

Reservatórios da Grande SP apresentam queda em agosto

Reservatórios da Grande SP apresentam queda em agosto

o nível dos reservatórios que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo está em queda, uma vez que o nível geral está em 40,1% da capacidade, número 0,3% inferior em relação ao dia anterior (17 de agosto).

Segundo previsões do Climatempo, o nível dos reservatórios que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo está em queda, uma vez que o nível geral está em 40,1% da capacidade, número 0,3% inferior em relação ao dia anterior (17 de agosto). O monitoramento dos níveis dos mananciais se torna relevante em face da expectativa de que as chuvas regulares deverão retornar apenas em meados de setembro ou outubro, de acordo com as previsões da Climatempo, empresa de consultoria meteorológica e previsão do tempo do Brasil e da América Latina. “As chuvas regulares devem voltar apenas na primavera, de modo que a manutenção de volumes baixos pode pressionar o abastecimento e exigir medidas preventivas para evitar maiores impactos no fornecimento de água à população”, afirma Guilherme Borges, meteorologista da Climatempo.

Os dados pluviométricos mostram que, até o momento, todos os sistemas acumulam volumes muito abaixo do esperado para o mês. “A falta de chuvas significativas agrava a queda nos níveis de armazenamento, situação que é típica para o período seco, mas que preocupa pelo ritmo de redução dos índices pluviométricos”, afirma Borges. O sistema Cantareira está com 37,3% de sua capacidade, uma variação negativa de 0,2% em relação ao dia anterior. O acumulado de chuva em agosto é de apenas 0,5 mm, muito abaixo da média histórica de 34,2 mm.

Já o Alto Tietê tem 32,1% de volume armazenado, 0,2% a menos do que no dia anterior. No mês, acumula 2,3 mm de chuva, bem abaixo da média de 30 mm, enquanto o Guarapiranga opera com 57,5% de capacidade, uma queda de 0,3%. A pluviometria do mês é de 4 mm, muito inferior à média de 39,8 mm. Cotia, com 62,7% de volume armazenado, reduziu 0,5% e registrou pluviometria de apenas 3,6 mm no mês. A média histórica é de 40 mm. Rio Grande, com 61,3% armazenado, caiu 0,3%. A média histórica de chuvas em agosto é de 48,4 mm, porém choveu apenas 8,2 mm.

O sistema Rio Claro foi o que recebeu mais chuva até o momento, com 20,6 mm registrados, frente à média histórica de 100,1mm e opera com 27% da capacidade, 0,5% a menos que o dia anterior. Já o sistema São Lourenço, tem uma média histórica de 60,7 mm de chuva e só registou 2,2 mm. Se encontra com 60% de armazenamento, 0,4% a menos que o dia anterior.

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18 de novembro, 2016
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Reservatórios já têm mais de 50,5% de capacidade

A Sabesp registrou, em 22 de fevereiro, índice de 50,5% de capacidade total do volume operacional de água armazenada nos reservatórios da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Isto representa mais de 943 bilhões de litros de água com as reservas técnicas (volume morto). Há exatamente um ano, em 22 de fevereiro de 2015, o volume de água registrado era de 409 bilhões de litros ou cerca de 22% da capacidade do sistema. Esta melhora significa que as represas contam atualmente com 534 bilhões de litros a mais, ou seja, mais de duas vezes a quantidade armazenada há um ano. Este volume de água pode crescer ainda mais até o final da temporada de chuvas até março, o que pode garantir reforço para o longo período de estiagem que acontece no restante do ano. No início do período seco de 2015, no começo do mês de abril, o volume operacional era de aproximadamente 590 bilhões de litros, cerca de 32% do total. A recuperação dos mananciais fez com que a Sabesp pudesse aumentar gradualmente a oferta de água na Grande São Paulo, próxima de 60 m3/segundo. Para se ter uma ideia, antes da seca recorde de 2014/15, essa produção era de cerca de 70 m3/segundo e no auge da crise caiu para pouco mais de 50 m3/segundo. Desde dezembro do último ano, a Sabesp vem reduzindo os horários de diminuição de pressão – concentrados nos períodos da noite e madrugada – o que permite mais acesso à água principalmente para moradores de áreas mais altas e distantes dos reservatórios, que enfrentavam maior dificuldade no período mais agudo da crise.

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17 de setembro, 2015