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PERDAS DE ÁGUA

Rompimentos em série na Copasa expõem tensões no primeiro trimestre após privatização
Série de rompimentos em Belo Horizonte e região metropolitana reacende debate sobre privatização da Copasa. Empresa suspeita de sabotagem e alega problemas estruturais preexistentes à venda.
16 de setembro, 2026
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Um estudo do Instituto Trata Brasil entre os 100 municípios mais populosos do Brasil em 2023 mostrou que 14 apresentaram perdas na distribuição superiores a 50%.

Em um ano, o dispositivo já identificou 1.100 vazamentos, sendo 600 deles ocultos, após inspeções de quase 70 mil pontos em 900 km de tubulações de rede de água.

O desperdício resulta em impactos negativos ao meio ambiente, à receita e aos custos de produção das empresas, o que deixa mais caro o sistema como um todo, prejudicando, em última instância, todos os usuários.

A previsão do projeto é cobrir toda Campinas em dez anos e atingir uma uma economia total de 18 milhões de m³, por meio do Serviço de Gestão de Redes de Água e Esgoto.

Essas perdas são o volume de água desperdiçado no processo de abastecimento antes de chegar ao consumidor, que pode ocorrer por inúmeros motivos.

Dentre os estados brasileiros, sete desperdiçam mais da metade da água produzida: Amapá, Acre, Rondônia, Roraima, Sergipe, Maranhão e Amazonas.

Desde o início da concessão até o final de 2023, a quantidade de água que deixou de ser desperdiçada em Sumaré chega a mais de 7,3 bilhões de litros

Estudo revela que Brasil desperdiça 7 bilhões de m³ de água por ano – volume equivalente a mais de sete vezes o Cantareira. Reduzir perdas para 25% economizaria 1,3 bilhão de m³ anuais e abasteceria 54 milhões de pessoas.

Desenvolvedora de solução voltada para gestão e combate a perdas de água e empresa do mercado de medidores de água, assinaram parceria.

O Brasil tem uma taxa de desperdício na distribuição de água superior a 40%, volume que poderia atender 66 milhões de brasileiros por ano.


