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ESTIAGEM

Estiagem é mais severa em 12 estados brasileiros entre junho e julho
O Monitor das Secas aponta que 12 estados brasileiros enfrentaram uma estiagem mais severa entre junho e julho, enquanto o fenômeno diminuiu em São Paulo e se manteve estável em outros nove.
19 de agosto, 2026

São Paulo elabora plano de contingência para combater impactos do El Niño
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O Sudeste brasileiro apresenta o quadro mais severo de seca em junho, com outros estados registrando aumento ou estabilidade na estiagem.

O Monitor das Secas registrou um abrandamento da estiagem em 14 estados brasileiros entre março e abril, enquanto o fenômeno se intensificou em outros cinco e retornou ao Distrito Federal e Espírito Santo.

Dentre as cinco regiões brasileiras, o Nordeste manteve, em setembro de 2025, o quadro mais severo do fenômeno no País.

Entre os procedimentos realizados, destacou-se o teste de qualidade do ARLA 32, fluido essencial para o funcionamento do sistema antipoluição dos caminhões a diesel fabricados a partir de 2012.

Estudo da Unesp revela estabilidade dos aquíferos mesmo em períodos críticos de estiagem e propõe estratégias para gestão integrada dos recursos hídricos.

O objetivo é coibir a emissão de poluentes acima do permitido e orientar motoristas sobre a manutenção dos veículos e o uso correto de tecnologias antipoluição.

Seca avança e atinge 93% do território brasileiro em setembro, com 18 estados enfrentando o fenômeno em sua totalidade. Norte e Nordeste registram as situações mais críticas do bimestre.

No último ano, a região viveu uma seca histórica com efeitos devastadores

A área com seca moderada na região Sudeste como um todo aumentou de 15% para 18%

Amazonas lidera a área total com seca de dezembro

Especialistas alertam desde julho que o verão amazônico- somado com o fenômeno El Niño provocarIam este cenário de estiagem

A Recomendação CNMP nº 103/2023 prevê o aprimoramento e a integração da atuação do Ministério Público

A seca tem provocado a redução dos mananciais, que impactam diretamente o abastecimento

Estudo foi coordenado pela ANA em parceria com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME)

O estudo mostra que o cenário é favorável, já que o nível é maior que 50%.

