Aegea avança em projeto no antigo COMPERJ

Aegea avança em projeto pioneiro de reuso de água para fins industriais no antigo COMPERJ, gerando empregos locais e impulsionando o desenvolvimento regional.
A Aegea tem avançado nas obras de um projeto de reuso de água para fins industriais do Brasil por meio da Apura, sua unidade de negócios dedicada ao desenvolvimento de soluções industriais sustentáveis. A iniciativa é realizada em parceria com a Petrobras, no Complexo de Energias Boaventura (antigo COMPERJ), localizado em Itaboraí, no Rio de Janeiro. Das mais de 200 contratações mobilizadas para as obras, cerca de 70% dos trabalhadores são locais com o objetivo gerar impacto direto na criação de emprego e contribuir para o desenvolvimento dos municípios de São Gonçalo e Itaboraí.
O projeto utiliza o efluente tratado na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de São Gonçalo operada pela Águas do Rio, concessionária da Aegea, que passa, por processos adicionais de tratamento na unidade de produção de água industrial da Apura até atingir os padrões necessários para uso industrial. Com isso, a iniciativa é reduzir a captação de água dos mananciais do Rio Guandu – que abastece cerca de 80% da Região Metropolitana do Rio de Janeiro – permitindo que esse recurso seja direcionado prioritariamente ao abastecimento humano. O volume de água poupado será o equivalente ao consumo de mais de 300 mil pessoas.
Para a Aegea, o projeto é um avanço na estratégia de atuação como plataforma de soluções ambientais integradas, conectando saneamento, desenvolvimento industrial sustentável e inovação. “A priorização da mão de obra local nas obras do Complexo Boaventura reflete o compromisso da Aegea com o desenvolvimento dos territórios onde atua. Com esta parceria, a companhia gera emprego e renda em São Gonçalo e Itaboraí e avança em uma solução ambiental que contribui para a preservação dos mananciais. Ao transformar esgoto tratado em água de reúso para a indústria, ampliamos a disponibilidade de água para a população e contribuímos para um modelo mais eficiente e sustentável de gestão dos recursos hídricos”, afirma João Emilio Padovani Gonçalves, Diretor-Presidente da Apura.












