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RESÍDUOS

BMW Brasil reinsere PVC na produção

A BMW Group Brasil em parceria com empresas consumidoras de pasta de PVC desenvolve um processo interno em sua fábrica de automóveis em Araquari (SC), incentivando a economia circular e práticas sustentáveis com grupos locais. O selante de PCV é usado diariamente no processo de pintura dos carros produzidos na fábrica de Araquari. As sobras da substância durante o procedimento são inevitáveis - excedentes do processo gerados, por exemplo, em ações de manutenção dos equipamentos. Apesar desses resíduos já terem a destinação adequada e sustentável - o envio para blendagem e coprocessamento e o desafio de criar oportunidades de economia circular e reinseri-los na produção, o chamado “Seal the Deal”. As sobras do selante de PVC são separadas de maneira estratégica e com cuidados específicos para garantir a sua qualidade e potencial de reuso. Posteriormente, o material é destinado a empresas parceiras locais que utilizam o selante como matéria-prima em seu processo produtivo. O material pode ser usado para fazer produtos como tapetes, carpetes, solas de sapato, cones de trânsito e até barracas para acampamento. Com a implantação deste conceito de expansão do ciclo de vida do selante, o “Seal the Deal” tem potencial global de impedir a emissão de mais de 2500 toneladas de gás carbônico em um ano e ainda evitar o consumo de 15 milhões de litros de água, referente ao material que seria adquirido de outra forma por empresas que usam o PVC como matéria-prima. O “Seal the Deal” é um dos vencedores de um desafio mundial que procurava iniciativas de inovação e contou com o apoio do Accelerator Program do BMW Group, um programa de 12 semanas que tem como objetivo acelerar as ideias em um curto período. Além do “Seal the Deal”, a fábrica em Araquari já conta com a utilização de energia proveniente de fontes renováveis, promovendo a redução das emissões de CO₂ em suas atividades - o que rendeu a certificação I-REC, um instrumento de compensação do consumo de energia elétrica proveniente de fontes que emitem CO₂ na atmosfera. A meta da companhia é reduzir em 20% a emissão de CO₂ por veículo na cadeia produtiva, em 80% na produção, por veículo, e em 40% na fase de uso, também por veículo até 2030. No Upcycle Element, outro projeto idealizado pelos próprios funcionários da fábrica de Araquari, excedentes da produção como retalhos, uniformes usados e acessórios, são encaminhados a um grupo de mulheres artesãs da comunidade local que transformam os resíduos em bolsas, nécessaires e mochilas, gerando oportunidade de renda. De 2014 até hoje, o BMW Group realizou ajustes nos sistemas produtivos de suas fábricas em Araquari e Manaus (AM) e implantou o reuso da água em alguns processos, medida que provocou uma redução de 39% da água na produção.

A BMW Group Brasil em parceria com empresas consumidoras de pasta de PVC desenvolve um processo interno em sua fábrica de automóveis em Araquari (SC), incentivando a economia circular e práticas sustentáveis com grupos locais. 

O selante de PCV é usado diariamente no processo de pintura dos carros produzidos na fábrica de Araquari. As sobras da substância durante o procedimento são inevitáveis - excedentes do processo gerados, por exemplo, em ações de manutenção dos equipamentos. Apesar desses resíduos já terem a destinação adequada e sustentável - o envio para blendagem e coprocessamento e o desafio de criar oportunidades de economia circular e reinseri-los na produção, o chamado “Seal the Deal”. 

As sobras do selante de PVC são separadas de maneira estratégica e com cuidados específicos para garantir a sua qualidade e potencial de reuso. Posteriormente, o material é destinado a empresas parceiras locais que utilizam o selante como matéria-prima em seu processo produtivo. O material pode ser usado para fazer produtos como tapetes, carpetes, solas de sapato, cones de trânsito e até barracas para acampamento. 

Com a implantação deste conceito de expansão do ciclo de vida do selante, o “Seal the Deal” tem potencial global de impedir a emissão de mais de 2500 toneladas de gás carbônico em um ano e ainda evitar o consumo de 15 milhões de litros de água, referente ao material que seria adquirido de outra forma por empresas que usam o PVC como matéria-prima. 

O “Seal the Deal” é um dos vencedores de um desafio mundial que  procurava iniciativas de inovação e contou com o apoio do Accelerator Program do BMW Group, um programa de 12 semanas que tem como objetivo acelerar as ideias em um curto período. 

Além do “Seal the Deal”, a fábrica em Araquari já conta com a utilização de energia proveniente de fontes renováveis, promovendo a redução das emissões de CO₂ em suas atividades - o que rendeu a certificação I-REC, um instrumento de compensação do consumo de energia elétrica proveniente de fontes que emitem CO₂ na atmosfera. A meta da companhia é reduzir em 20% a emissão de CO₂ por veículo na cadeia produtiva, em 80% na produção, por veículo, e em 40% na fase de uso, também por veículo até 2030. 

No Upcycle Element, outro projeto idealizado pelos próprios funcionários da fábrica de Araquari, excedentes da produção como retalhos, uniformes usados e acessórios, são encaminhados a um grupo de mulheres artesãs da comunidade local que transformam os resíduos em bolsas, nécessaires e mochilas, gerando oportunidade de renda. De 2014 até hoje, o BMW Group realizou ajustes nos sistemas produtivos de suas fábricas em Araquari e Manaus (AM) e implantou o reuso da água em alguns processos, medida que provocou uma redução de 39% da água na produção.

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A BASF estabeleceu meta para reduzir 25% da água captada para cada tonelada de produto fabricado em suas plantas industriais na América do Sul até 2025. No Brasil, a fábrica de Guaratinguetá (SP) reduziu o volume de água utilizada do rio Paraíba do Sul em 81% entre 2002 e 2018, enquanto que em Jacareí (SP) 100% da água rejeitada no processo de desmineralização, devido à concentração de sais, é reaproveitada na fábrica, o que equivale a cerca de 22% de toda a água utilizada no local; e em Santo Antônio da Posse, um sistema de coleta de água de chuva permite a reutilização do recurso para irrigação. Ao todo, a capacidade de armazenamento é de seis milhões de litros de água, possibilitando reduzir as captações subterrâneas. No Peru, a fábrica de Callao recebeu um sistema de recuperação de água de resfriamento nos tanques de monômeros e o consumo hídrico caiu 87%. No Chile, a BASF aplica ferramentas de gestão de recursos hídricos alinhadas à meta global de uso sustentável da água em áreas propensas à escassez hídrica. Cerca de 60% da água utilizada no país andino é para fins industriais e agricultura. Em relação à captação de água, houve redução de 17% de 2017 para 2018 na localidade de Concón. Já na Argentina, na unidade de Santo Tome, foram instalados medidores de vazão de água no processo produtivo de forma a intensificar o controle de indicadores ambientais, enquanto na unidade produtiva de Poliuretanos em Burzaco a água de chuva é captada para irrigação e lavagem de caminhões de carga. A BASF também desenvolve em Guaratinguetá dois projetos de impacto socioambiental: Programa de Incentivo ao Produtor de Água e o Mata Viva. O primeiro programa tem a parceria da prefeitura de Guaratinguetá, da Fundação Espaço ECO (FEE) e outros parceiros e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de água na Bacia Hidrográfica do Ribeirão de Guaratinguetá por meio de práticas e manejos de conservação do solo, da recuperação das matas ciliares e da proteção dos remanescentes de vegetação nativa e nascentes, além de incentivar os produtores rurais a conservar áreas de proteção permanente existentes em suas propriedades. Em quase dez anos, o programa já conseguiu restaurar 78 hectares de floresta, realizar a manutenção de outros 143 hectares de florestas existentes e conservar 86 hectares de solo por meio de ações para diminuir processos erosivos. Já o programa Mata Viva é realizado em conjunto com a Fundação Espaço ECO (FEE) e visa desenvolver soluções para proteger as margens de rios e córregos, beneficiar a biodiversidade nos biomas da Mata Atlântica e do Cerrado e contribuir com a conservação ambiental nas propriedades agrícolas, de forma a aumentar a disponibilização de água no Rio Paraíba do Sul. O projeto já recuperou mais de 300 metros de mata ciliar, atingindo os atuais 132 hectares de cobertura verde, predominantemente coberta por florestas de diferentes idades, uma área equivalente a 185 campos de futebol. Desde o início do programa, mais de 278 mil mudas de diferentes espécies nativas já foram plantadas.

28 de março, 2019
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23 de janeiro, 2017