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Borboletário é inaugurado no Palácio das Indústrias

No próximo dia 18 de julho será inaugurado o Borboletário do Catavento Cultural e Educacional, museu de ciência e tecnologia da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. No local os visitantes poderão conhecer algumas espécies de borboletas como a borboleta olho de coruja (Caligo illioneus) e a borboleta júlia (Dryas iulia). A Bayer apoia o projeto. Uma geodésica foi construída para receber os animais. A estrutura de ferro formada por triângulos foi criada para abrigar mais de 20 variedades de plantas especificas para cada espécie e para cada fase, fazendo com que elas sintam-se mais próximas da natureza. “A nova estrutura do Borboletário dialoga com a arquitetura do Palácio das Indústrias ao mesmo tempo em que contempla as demandas técnicas para criação de um microclima favorável a vida das borboletas”, afirma o arquiteto do projeto Ricardo Pisanelli. “As quatro cúpulas de caixilharia metálica existentes nas torres do Palácio das Indústrias inspirou a forma do Borboletário, que tem uma estrutura geodésica de 145 faces e 10,62 metros de altura”, completa. O sistema estrutural foi montado com perfis dobrados e soldados de chapa de aço, protegidos por zincagem eletrolítica para evitar corrosão. O revestimento é feito por quadros com moldura metálica que estruturam as telas, desse modo cada “triangulo” da estrutura se torna independente, com sistema de bastidores removíveis, permitindo fácil manutenção e substituição.

No próximo dia 18 de julho será inaugurado o Borboletário do Catavento Cultural e Educacional, museu de ciência e tecnologia da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. No local os visitantes poderão conhecer algumas espécies de borboletas como a borboleta olho de coruja (Caligo illioneus) e a borboleta júlia (Dryas iulia). A Bayer apoia o projeto.
 
Uma geodésica foi construída para receber os animais. A estrutura de ferro formada por triângulos foi criada para abrigar mais de 20 variedades de plantas especificas para cada espécie e para cada fase, fazendo com que elas sintam-se mais próximas da natureza. 
 
“A nova estrutura do Borboletário dialoga com a arquitetura do Palácio das Indústrias ao mesmo tempo em que contempla as demandas técnicas para criação de um microclima favorável a vida das borboletas”, afirma o arquiteto do projeto Ricardo Pisanelli. “As quatro cúpulas de caixilharia metálica existentes nas torres do Palácio das Indústrias inspirou a forma do Borboletário, que tem uma estrutura geodésica de 145 faces e 10,62 metros de altura”, completa. O sistema estrutural foi montado com perfis dobrados e soldados de chapa de aço, protegidos por zincagem eletrolítica para evitar corrosão. O revestimento é feito por quadros com moldura metálica que estruturam as telas, desse modo cada “triangulo” da estrutura se torna independente, com sistema de bastidores removíveis, permitindo fácil manutenção e substituição. 
 

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Criadouro da CBMM cuida de animais maltratados

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) ganhou três novos moradores para o seu Criadouro Científico em dezembro de 2020: um tamanduá bandeira e dois lobos-guarás. Com limitações físicas decorrentes de violências, os animais foram encaminhados à companhia pelo Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), do Instituto Estadual de Florestas (IEF). No momento, os três animais estão em período de quarentena e aguardam exames sanitários e liberação para serem inseridos na dinâmica do criadouro, que é a formação de novos casais para continuidade da espécie, por meio de reprodução. Com histórico de atropelamento e uma cirurgia na pata traseira, o tamanduá bandeira, uma fêmea, ficou com dificuldades de locomoção. Já o casal de lobos-guarás tiveram ferimentos mais graves. A fêmea sofreu atentado por arma de fogo e teve a pata dianteira amputada, enquanto o macho ficou cego de um olho e tem atrofiamento na pata dianteira. Possivelmente, também terá que passar por amputação. Thiago Amaral, gerente de Meio Ambiente e Apoio Tecnológico da CBMM, conta que os animais vieram do Cetras de Patos de Minas. No trabalho da instituição ligada ao IEF, os animais que estão em condições saudáveis são reintroduzidos na natureza. Quando não, são encaminhados a projetos como o Criadouro Científico. "Provavelmente, esses animais não teriam condições de sobreviver na natureza. Dentro do criadouro, podem até conseguir se reproduzir e ter dignidade de continuidade de vida", diz Amaral. O Criadouro Científico da CBMM foi inaugurado na década de 1980 e já recebeu aproximadamente 400 animais vindo de órgãos ambientais. O local cria, reproduz e mantém animais silvestres ameaçados de extinção, para fins de conservação, pesquisa e subsídio a programas de educação ambiental. É um trabalho importante para preservação de espécies ameaçadas de extinção e para conservação da biodiversidade do bioma Cerrado. Alguns dos animais do criadouro são reintroduzidos na natureza. "Ter fauna saudável é fundamental para o equilíbrio ambiental", acrescenta o gerente de Meio Ambiente. O Criadouro Científico é parte do Centro de Desenvolvimento Ambiental da CBMM, complexo de 60 mil metros quadrados dentro do parque industrial da companhia em Araxá. Além do manejo de fauna, o Centro tem um viveiro de mudas e um programa de educação ambiental fundamental para a cidade.

1 de fevereiro, 2021
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Poluição sonora prejudica bem-te-vis

Uma pesquisa orientada pelo professor Rhainer Guillermo Nascimento Ferreira, do Departamento de Hidrobiologia (DHb) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), realizou experimentos em áreas rurais e urbanas e concluiu que a poluição sonora pode interferir na comunicação e afetar o comportamento territorial do bem-te-vi. O estudo foi fruto do trabalho de conclusão de curso da bióloga e mestra em Biodiversidade Patricia Roseti Lenis, coautora do artigo "Effect of noise on behavioural response to simulated territorial intrusion in the Great Kiskadee (Pitangus sulphuratus) (Aves: Tyrannidae)", publicado na plataforma Springer Link, da editora Springer. "Ainda que muitas espécies sejam bem adaptadas para ambientes urbanos, outras são sensíveis aos efeitos dos distúrbios humanos", afirmam os pesquisadores no artigo. Na pesquisa, os profissionais utilizaram um modelo de chamariz a partir de uma gravação com o som de pássaros, a 10 metros de distância, simulando uma invasão de território. O método foi usado para estimular o comportamento territorial dos bem-te-vis e verificar o tempo que levam para responder ao estímulo, de forma comparada, em ambientes urbanos e não-urbanos, com diferentes níveis de ruído. Foram verificadas observações durante 24 dias entre janeiro e março de 2015, nos períodos de atividades das aves (das 8 às 10 horas e das 16 às 18 horas). "Os animais observados eram territoriais defendendo ninhos em árvores. Antes do experimento, selecionamos previamente 15 ninhos em áreas urbanas e 15 em áreas não urbanas. As áreas não urbanas consistiram em fragmentos de Cerrado e Mata Atlântica no entorno da cidade de Dourados (MS), bem como áreas rurais", descrevem. Os resultados mostraram uma correlação entre o tempo de resposta e o nível de poluição sonora. O artigo sobre o estudo está disponível na íntegra em https://bit.ly/38Xi74U .

18 de dezembro, 2020
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Pressão humana sobre mamíferos na AL

Segundo estudo recente publicado pela Nature Scientific Reports, desde a chegada dos europeus e o processo de colonização na América, cerca de 56% das espécies de mamíferos foram extintos. Este fenômeno é denominado defaunação, processo causado pela influência humana em territórios naturais. O levantamento compilou mais de 1.000 assembleias de mamíferos contemporâneos inventariadas na região neotropical, que compreende o México, a América Central e a América do Sul. "Quantificamos a extensão e a intensidade da defaunação em escala continental e compreender seus determinantes com base em covariáveis ambientais", conta Juliano Bogoni, pós-doc no departamento de Ciências Florestais da Esalq e autor do estudo. As principais perdas ocorreram entre os grandes mamíferos. "A defaunação e o esgotamento de espécies de grande porte foram causados principalmente pela pressão da caça e pela área de habitat remanescente", diz Bogoni. Isso provocou uma redução de 95% na média de massa corporal das espécies que compõem as assembleias no continente, que passaram a ter atualmente 4 kg. "Nossas descobertas podem informar as diretrizes para a concepção de políticas de conservação transnacionais para proteger vertebrados nativos e garantir que a síndrome do "ecossistema vazio" seja impedida de atingir grande parte dos trópicos do novo mundo, conclui. O estudo tem co-autoria de Carlos Peres, da Universidade Federal da Paraíba e da professora Katia Ferraz, do departamento de Ciências Florestais e coordenadora do Laboratório de Ecologia, Manejo e Conservação de Fauna Silvestre (LEMaC) da Esalq. O trabalho tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e parte dele pode ser acessada no site https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S2212041620301157?dgcid=author&fbclid=IwAR2pYPjfLoBlYcnJUNwQjN6m61x4_H7OebgFXQV3TpW5k9a8zHQgB3KZTIk .

23 de novembro, 2020
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ALUMÍNIO
Reciclalata homenageia 25 anos das latinhas

Com o apoio do Ministério da Cultura, a Novelis promove a exposição Reciclalata entre os dias 10 de junho e 10 de julho, para homenagear os 25 anos da lata de alumínio no mercado brasileiro, destacando sua versatilidade e sustentabilidade. A exposição acontece em diversos pontos da cidade de São Paulo. A realização é da Toptrends, empresa especializada em eventos de arte de rua e intervenção urbana. Com uma abordagem lúdica, a exposição reforça os diferenciais da embalagem de alumínio e a importância do consumo consciente, já que depois de consumidas as latas podem voltar a ser comercializadas como novas latas graças à reciclagem. A reciclagem poupa 95% de energia quando comparada à produção do alumínio primário e reduz em 95% a emissão de gases de efeito estufa, além de gerar renda para milhares de pessoas. Serão expostas 15 latas customizadas em peças produzidas em fibra de vidro com 1,9 m de altura e cerca de 1 m de diâmetro. Aqueles que transitarem pelos principais shoppings centers, estações de metrô e pontos de grande movimento da capital terão a chance de prestigiar obras de nomes como os dos artistas plásticos Maramgoní, Lobo, Cris Campana, Evelyn Tannus, Everson Fonseca, Isabelle Tuchband, o cenógrafo e artista plástico Juarez Fagundes, dos grafiteiros Binho Ribeiro, Lelin, Katia Suzue, Mundano, e dos designers Glauco Diogenes e Elvis Mourão, além dos ilustradores Ana K e Reynaldo Berto. Pelo site www.reciclalata.com.br é possível navegar por uma galeria com fotos das 15 latas e visualizar o mapa completo da exposição.

19 de junho, 2015
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SOLVAY
Inaugurado laboratório de biotecnologia

O Grupo Solvay inaugurou, dia 02 de junho, o Laboratório de Biotecnologia Industrial (IBL, em inglês) dentro do Centro de Pesquisas e Inovação de Paulínia. Com área de 600 m2, o IBL tem como objetivo ampliar o desenvolvimento de produtos ligados à química sustentável. O Diretor de Pesquisa e Inovação da Solvay para a América Latina, Thomas Canova, comentou que foram investidos US$ 4 milhões – entre equipamentos, pessoas e manutenção - no IBL e que a produção do laboratório irá depender da demanda dos clientes. “O IBL está sendo lançado com base no alinhamento de nossa estratégia de inovação com as oportunidades oferecidas pelo Brasil nessa área, em um cenário altamente cooperativo”, disse Canova. O IBL tem como foco pesquisas de novos processos e moléculas derivados da biomassa e a sua transformação em soluções inovadoras para atender a mercados de atuação da Solvay. O IBL é capaz de cobrir toda a cadeia de valor de biomassa, desde a sua caracterização até a etapa de obtenção de novas moléculas e soluções. “O Brasil é uma região privilegiada no mundo para o desenvolvimento de uma economia a partir de recursos renováveis. O país reúne todas as condições exigidas, como cadeias agrícolas competitivas e sólido conhecimento científico na área de biotecnologia, o que apoia nossas ambições em ampliar o portfólio de inovações com base em recursos renováveis”, disse Louis Neltner, Vice-Presidente de Pesquisa e Inovação do Grupo Solvay. O IBL trabalhará em parceria com unidades globais de negócios do Grupo Solvay, mais os 15 Centros de Pesquisa e Inovação, além de parcerias externas de P&I. O IBL já surge com projetos nas áreas de aromas e fragrâncias, materiais inorgânicos, surfactantes, solventes e derivados de celulose para atender as diversas demandas de atuação da empresa.

3 de junho, 2015