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RECICLAGEM

Brechó do Troca-Troca Ambiental

O Projeto Rios da Serra, do Inea, inicia o ano com o brechó do Troca-Troca Ambiental em sua sede, no bairro Cascata do Imbuí, no município de Teresópolis, região serrana do Rio. Os moradores da região que levarem um litro de óleo de cozinha usado ou dez embalagens iguais de produtos recicláveis poderão trocar o material por qualquer objeto do projeto. O brechó do Troca-Troca Ambiental oferece roupas, livros, bijuterias, objetos de decoração e brinquedos. A ação pode ser ampliada pela troca de produtos da horta de verduras orgânicas, montada na sede do Projeto Rios da Serra. A ideia é incentivar moradores de comunidades da área a separar o lixo e evitar o despejo de óleo usado de cozinha, nos rios. A iniciativa ambiental tem sido divulgada nas reuniões das redes socioambientais dos rios Príncipe e Imbuí e Paquequer. O Troca-Troca Ambiental fica na Estrada José Gomes da Costa Junior, 2160, Cascata do Imbuí, Teresópolis, telefone (21) 3642-7652. O funcionamento será de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. O Projeto Rios da Serra promove obras de drenagem e dragagem dos rios, recuperação de áreas de encostas e beiras atingidas, na Região Serrana pela tempestade de 2011; e desenvolve um trabalho social e ambiental com moradores nas áreas de influência do projeto, executado pelo Viva Rio Socioambiental.

O Projeto Rios da Serra, do Inea, inicia o ano com o brechó do Troca-Troca Ambiental em sua sede, no bairro Cascata do Imbuí, no município de Teresópolis, região serrana do Rio. Os moradores da região que levarem um litro de óleo de cozinha usado ou dez embalagens iguais de produtos recicláveis poderão trocar o material por qualquer objeto do projeto.

O brechó do Troca-Troca Ambiental oferece roupas, livros, bijuterias, objetos de decoração e brinquedos. A ação pode ser ampliada pela troca de produtos da horta de verduras orgânicas, montada na sede do Projeto Rios da Serra. A ideia é incentivar moradores de comunidades da área a separar o lixo e evitar o despejo de óleo usado de cozinha, nos rios. A iniciativa ambiental tem sido divulgada nas reuniões das redes socioambientais dos rios Príncipe e Imbuí e Paquequer.

O Troca-Troca Ambiental fica na Estrada José Gomes da Costa Junior, 2160, Cascata do Imbuí, Teresópolis, telefone (21) 3642-7652. O funcionamento será de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. O Projeto Rios da Serra promove obras de drenagem e dragagem dos rios, recuperação de áreas de encostas e beiras atingidas, na Região Serrana pela tempestade de 2011; e desenvolve um trabalho social e ambiental com moradores nas áreas de influência do projeto, executado pelo Viva Rio Socioambiental.

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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Cartilhas promovem Jardins Filtrantes

A ONG Sociedade Ecológica Amigos do Embu (SEAE) promove, dia 24 de março, a palestra sobre a cartilha “Jardins Filtrantes” no auditório do apoiador, em Taboão da Serra, região da grande São Paulo. Com apoio do Senac Taboão da Serra, o evento acontece na semana do Dia Mundial da Água e foi desenvolvido após a criação do projeto homônimo, junto aos jovens do município. O projeto ensina a população sem tratamento de esgoto a instalar um sistema de saneamento individual, o qual funciona por meio da ‘fitorestauração’, ou seja, filtragem por meio de plantas. Participarão do encontro prefeitos das cidades próximas, secretários de meio ambiente, comitês de bacia hidrográfica e instituições de ensino e pesquisa da região, com o objetivo de incentivar a discussão sobre o assunto e difundir a informação a respeito do método, que apesar de positivo ainda não recebe incentivos. A palestra terá a divulgação dos resultados obtidos com a implantação do “Jardins Filtrantes” na comunidade do bairro do Caputera, localizada entre as cidades de Cotia e Embu das Artes. O grupo ainda vai explicar como funciona a tecnologia e distribuir a cartilha a respeito do método. O SEAE apresentará também novo projeto denominado “Olímpiada do Saneamento”, que tem como objetivo incluir jovens e adolescentes ativos em sua comunidade na utilização do sistema ‘fitorestauração’ nas periferias de São Paulo, melhorando o ambiente em que vivem e preservando o bem-estar.

16 de março, 2020
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SOS MATA ATLÂNTICA
Rios por um Triz debatem poluição

A Fundação SOS Mata Atlântica promove, dia 26 de setembro, o encontro ‘Rios por um Triz - Despoluição dos Rios Pinheiros e Tietê’, com o objetivo de debater as metas, ações propostas e tecnologias para despoluição dos principais rios paulistas. O evento acontece das 14h às 17h no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia), localizado na Rua Alemanha, 221, Jardim Europa. São Paulo. O evento terá a participação do secretário estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente de São Paulo, Marcos Penido, do diretor presidente da Sabesp, Benedito Braga, além de especialistas. Malu Ribeiro, especialista em Água da Fundação SOS Mata Atlântica, mostrará a evolução dos indicadores da qualidade da água do rio Tietê no último ano apontado pelo estudo Observando o Tietê 2019, que será lançado na semana em que se comemora o Dia do Tietê (22/9). Os resultados são fruto do monitoramento realizado mensalmente por voluntários da ONG. Na sequência, Penido e Braga farão uma exposição sobre as ações do governo estadual para a requalificação do rio Pinheiros e despoluição do rio Tietê, e responderão às perguntas dos especialistas, entre eles integrantes do Instituto Trata Brasil, pesquisadores e professores universitários. O público também poderá tirar suas dúvidas e trazer suas questões. O encontro tem patrocínio da Ypê e apoio da Sompo. Maiores informações e inscrições pelo link www.sosma.org.br/108877/evento-rios-por-um-triz-debate-metas-para-despo… ;

17 de setembro, 2019
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL
RJ aprova programa estadual

O Conselho Estadual de Meio Ambiente do Rio de janeiro aprovou, no final de julho, o Programa Estadual de Educação Ambiental do Estado do Rio de Janeiro. O projeto foi iniciado em 2009 e concluído neste ano, após trabalho realizado por equipes das Secretarias de Estado do Ambiente e de Educação, Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ), REARJ, Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e representantes da sociedade civil. O documento foi elaborado a partir de um amplo debate com educadores de escolas estaduais, municiais e da rede privada e representantes da sociedade civil, que se reuniram em oito encontros regionais. Os princípios, as diretrizes e os objetivos que constam no Programa Estadual de Educação Ambiental irão direcionar as atividades pedagógicas, práticas e teóricas, além de serviços, ações e atividades de educação ambiental no estado fluminense. “Foi uma grande vitória a aprovação do Programa Estadual de educação ambiental, dando continuidade a uma política pública iniciada em 2009”, afirmou a Gerente de Educação Ambiental do Instituto Estadual do Ambiente, Ângela Canal. O Programa Estadual de Educação Ambiental respeita e valoriza a diversidade e todas as formas de vida. Para que o programa permaneça e tenha continuidade, no texto está prevista a transversalidade do assunto, uma vez que para as equipes que elaboraram o documento a Educação Ambiental deve estar nas escolas.

7 de agosto, 2018
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BACIAS HIDROGRÁFICAS
Encontro debate propostas para Guanabara

A Superintendência Regional Baía de Guanabara, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), promoveu, em Niterói, encontro com representantes de 11 das 16 cidades que compõem a Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara. A reunião teve como objetivo fortalecer o diálogo e estimular a parceria entre o órgão ambiental estadual e os municípios que compõem essa bacia hidrográfica. As equipes da Secretaria de Estado do Ambiente e do Inea falaram sobre licenciamento e fiscalização e apresentaram os Programa De Olho no Verde, Planos Municipais da Mata Atlântica, ICMS Verde e o Programa de Apoio às Unidades de Conservação Municipais (ProUC). O subsecretário Rafael Ferreira destacou que este modelo de encontro permite levar aos municípios as ações do Estado, e que tem abertura para a participação das prefeituras: “Hoje, por exemplo, apresentamos o programa Olho no Verde, que consiste na utilização de imagens de satélite para identificar áreas de desmatamento, reforçando a fiscalização. Apresentamos uma proposta de parceria com esses municípios para trabalhar junto às áreas de alertas. Também foram apresentadas as novidades do ICMS Ecológico. Pelo programa, as prefeituras que investem na preservação ambiental contam com maior repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), e falamos, ainda, sobre os Planos Municipais de Mata Atlântica, importante ferramenta da gestão ambiental municipal que conta com auxílio do estado”, explicou ele. “A iniciativa é importante porque abre um canal de comunicação com os municípios e fala da importância de se trabalhar em parceria em defesa do meio ambiente”, acrescentou o superintendente da Baía de Guanabara do Inea, Paulo Cunha. O encontro do Inea com representantes das administrações municipais já foi realizado com representantes dos municípios que compõem a Bacia Hidrográfica Lagos São João, na Região dos Lagos; da Bacia Hidrográfica do Piabanha, na Região Serrana, e da Bacia Hidrográfica Baixo Paraíba do Sul, no Norte Fluminense.

15 de março, 2017
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APA
Ação do Inea retira 20 t de resíduos em Maricá

O Instituto Estadual do Ambiente (INEA), a Prefeitura de Maricá e a 6ª Unidade de Polícia Ambiental (UPAm) removeram cerca de 20 toneladas de resíduos lançados irregularmente na faixa de restinga da Área de Proteção Ambiental (APA) de Maricá, localizada entre a Praia da Barra e a Lagoa de Maricá, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com o gestor da Reserva Marinha Extrativista de Itaipu, administrada pelo INEA, Carlos Henrique Martins, a APA do município de Maricá merece atenção especial por possuir uma vegetação remanescente de restinga, localizada numa região desabitada que abriga espécies ameaçadas de extinção. “Estamos iniciando uma parceria com a Prefeitura de Maricá para intensificarmos as ações de fiscalização contra crimes ambientais nesta região”, afirmou Carlos Henrique, que suspeita que o descarte irregular seja feito por indústrias próximas da APA. A iniciativa contou com o apoio das secretarias municipais de Obras, Meio Ambiente e pela equipe do Parque Estadual da Serra da Tiririca (PESET), do INEA, além do auxílio de dois caminhões e uma retroescavadeira para dar destinação adequada aos resíduos encontrados. Ao todo os caminhões realizaram oito viagens para limpar a área de conservação. Entre os materiais encontrados havia muito entulho de construção civil, pneus, carcaças de carros e televisores. Segundo os fiscais de fiscalização do INEA, o lançamento de resíduos é proibido pela legislação ambiental, com o agravante de ocorrer em uma unidade de conservação da natureza. Caso seja pego em flagrante, o infrator está sujeito a multa e apreensão do veículo, além de ser conduzido para prestar esclarecimentos na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA). A APA Maricá tem 970 hectares e abrange o sistema lagunar do município de Maricá, parte da restinga da região e a totalidade da Ilha do Cardoso.

1 de dezembro, 2016
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MEIO AMBIENTE
Consulta pública para criação de Floresta no RJ

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) do Rio de Janeiro realizará, em 21 de outubro, Consulta Pública para a criação da Floresta Estadual José Zago (FLOE José Zago) no município de Trajano de Moraes, na região serrana do Rio. Está será a primeira unidade de conservação deste tipo a ser criada pelo Governo estadual e vai ocupar a área do atual Horto Florestal de Trajano de Moraes. De acordo com a legislação ambiental, a Floresta Estadual é uma unidade de conservação de uso sustentável, com cobertura florestal de espécies predominantemente nativas, que tem como objetivo básico o uso múltiplo dos recursos florestais, com ênfase em métodos de exploração de florestas nativas baseados em critérios de sustentabilidade, e a pesquisa científica. A FLOE José Zago tem como objetivo unir as atividades que já ocorrem no Horto (conservação da biodiversidade, restauração florestal, produção de mudas, pesquisa científica, educação ambiental e lazer) a um manejo florestal sustentável planejado, à exploração do potencial da área como unidade produtora de sementes de espécies florestais nativas e ao desenvolvimento do turismo. A FLOE José Zago homenageia o ex-chefe do Horto Florestal, atualmente aposentado. Zago começou a trabalhar no Horto em 1977 e onze anos mais tarde assumiu a chefia do local até sua aposentadoria, em 2008. Durante sua gestão, além de um importante trabalho de reflorestamento, também foram realizadas várias obras de melhoria que transformaram o Horto num dos mais produtivos do estado.

15 de outubro, 2015