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DIREITO AMBIENTAL

Colóquio Luso-Brasileiro abre inscrições

O Colóquio Luso-Brasileiro de Direito Ambiental: Ambiente Equilibrado como Direito Fundamental recebe inscrições até o dia 30 de abril. O evento ocorre nos dias 2 e 3 de maio, na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, em Portugal. O evento é organizado em parceria pelo Conselho Nacional do Ministério Púbico (CNMP) e pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa). O objetivo do colóquio é promover a interação entre Brasil e Portugal nas discussões que envolvem o direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. O público-alvo são pessoas interessadas no Direito Ambiental e nas soluções energéticas sustentáveis. As inscrições devem ser feitas pelo site da Abrampa ( www.abrampa.org.br ). O presidente da Comissão de Meio Ambiente do CNMP, conselheiro Luciano Nunes Maia, explica que, no evento, a comunidade jurídica e acadêmica poderá discutir os atuais caminhos e soluções para os principais problemas advindos dos resíduos sólidos, assim como a necessidade de expansão do uso de energias limpas no mundo, temas atuais e caros à humanidade. "A programação inclui diversas autoridades renomadas no assunto, inclusive o ministro Luiz Fux, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal".

O Colóquio Luso-Brasileiro de Direito Ambiental: Ambiente Equilibrado como Direito Fundamental recebe inscrições até o dia 30 de abril. O evento ocorre nos dias 2 e 3 de maio, na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, em Portugal. O evento é organizado em parceria pelo Conselho Nacional do Ministério Púbico (CNMP) e pela Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa). 
 
O objetivo do colóquio é promover a interação entre Brasil e Portugal nas discussões que envolvem o direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado. O público-alvo são pessoas interessadas no Direito Ambiental e nas soluções energéticas sustentáveis. As inscrições devem ser feitas pelo site da Abrampa (www.abrampa.org.br). 
 
O presidente da Comissão de Meio Ambiente do CNMP, conselheiro Luciano Nunes Maia, explica que, no evento, a comunidade jurídica e acadêmica poderá discutir os atuais caminhos e soluções para os principais problemas advindos dos resíduos sólidos, assim como a necessidade de expansão do uso de energias limpas no mundo, temas atuais e caros à humanidade. "A programação inclui diversas autoridades renomadas no assunto, inclusive o ministro Luiz Fux, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal". 

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GESTÃO AMBIENTAL
Congresso Brasileiro recebe trabalhos até julho

O Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental recebe inscrições de resumos expandidos interessados até o próximo 1º de julho. Com o tema central “Gestão Ambiental e o Meio Urbano”, o Congresso está em sua na 9ª edição e ocorre em novembro na Universidade Metodista de São Paulo, no ABC paulista. As inscrições podem ser feitas no site do Instituto Brasileiro de Estudos Ambientais ( www.ibeas.org.br ), promotor da iniciativa. Entre os temas a serem abordados estão Gestão Ambiental em Indústrias : Tratamento de Efluentes e Resíduos Industriais; Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos: Políticas Públicas, Coleta, Tratamento e Destinação ; Poluição do Ar, Controle de Ruido e Vibração ; Educação Ambiental e Sustentabilidade ; Gestão em Áreas Verdes , Arborização Urbana, Fauna e Flora ; Recursos Hídricos, Qualidade das Águas, Bacias Hidrográficas ; Tratamento de Água, de efluentes líquidos e Drenagem Urbana ; Avaliação de Impactos Ambientais, Certificação Ambiental e ISO 14001, entre outros. Serão aceitas inscrições de trabalhos técnicos na forma oral e pôster. Os trabalhos devem ser inéditos e representar contribuição real ao desenvolvimento da gestão ambiental. A inscrição será feita mediante envio do resumo expandido unicamente por meio do Portal do Congresso até as 24h de 1º julho. O 9º Congresso Brasileiro de Gestão Ambiental está programado para 26 a 29 de novembro e contará com palestras, mesas-redondas, minicursos e visitas técnicas pelo ABC paulista, em promoção conjunta do curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Metodista.

8 de junho, 2018
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MEIO AMBIENTE
Proposta de instituto é oficializada

A proposta de criação do Instituto Global do Ministério Público para o Meio Ambiente foi oficializada durante a 8ª edição do Fórum Mundial da Água. Representantes do Brasil e de mais oito países participaram da elaboração do texto final, durante a sessão conjunta do Judiciário e do Ministério Público, marcada para as 14h no Centro de Convenções. O Instituto Global reunirá membros dos MPs do Brasil e do mundo à respeito de temas ligados à preservação de recursos naturais, em especial a água. Representantes dos MPs de oito países da América, Ásia e Europa, se reuniram na sede da Procuradoria-Geral da República (PGR) para debater a proposta. Raquel Dodge, Procuradora-Geral da República, comentou que a proposta é ‘ousada e encorajadora’ e tem como base o Instituto Judicial Global do Ambiente, criado por juízes brasileiros para atuar como fórum mundial sobre o assunto. “Será uma atividade recíproca de aprendizado e de fortalecimento da atuação de nossas instituições na defesa do meio ambiente e, principalmente, da água, que são bens essenciais para nosso planeta”, reforçou. O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, acredita que a proposta de criação de uma estrutura similar à do Judiciário no Ministério Público para questões ambientais ajudará a transformar o que está na lei e na Constituição em realidade. “É um grande salto para o Ministério Público brasileiro liderar este processo, sobretudo no momento em que o tema está na ordem do dia, não apenas pelas questões climáticas e de desmatamento, mas, inclusive, pelos assassinatos e ameaças àqueles que defendem o meio ambiente, o planeta e a água”, pontuou.

5 de abril, 2018
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MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Senac debate Agenda Paulista dia 12 de maio

O Senac Jabaquara promove, dia 12 de maio, a palestra gratuita “Agenda Paulista de Mudanças Climáticas” com o intuito de promover a integração e o diálogo do poder público com a comunidade. O evento terá a participação da secretária do Meio Ambiente de São Paulo, Patrícia Iglecias, que abordará a gestão de risco de desastres naturais, mitigação de emissões atmosféricas, além de temas como o fortalecimento da gestão dos recursos hídricos. No ano passado, Patrícia participou da COP 21, da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC). Na ocasião, a secretária apresentou a diretriz Vulnerabilidade Ambiental e Mudanças Climáticas, uma das cinco linhas de atuação da gestão ambiental do Estado de São Paulo. Silene Bueno de Godoy Purificação, professora de pós-graduação da área de meio ambiente do Senac Jabaquara, disse que o Senac tem tradição em debater, pesquisar e promover cursos sobre o tema e isto foi fundamental para possibilitar a realização do evento, destinado aos profissionais das áreas de meio ambiente, mas aberto a demais interessados. “A questão das mudanças climáticas perpassa temas importantes da gestão ambiental, como recursos hídricos, emissões atmosféricas, zoneamento, florestas, monitoramento e fiscalização”, explica. “É um assunto relevante e atual, que precisa ser debatido em todos os setores, para conscientização da inter-relação das temáticas ambientais”, afirma. A palestra será realizada das 19 horas às 21h30 na unidade Jabaquara. As inscrições podem ser feitas pelo Portal Senac www.sp.senac.br/jabaquara .

6 de maio, 2016
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LICENCIAMENTO AMBIENTAL
PLs e minuta do Conama ainda são criticados

No dia 11 de abril o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul (MPE), com participação do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam) e uma coalizão nacional de ONGs, realizou a segunda audiência pública para debater as mudanças de regras propostas para agilizar a tramitação da licença ambiental em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Dois projetos de lei, em discussão no Senado e na Câmara dos Deputados, e uma minuta de resolução que tramita no Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) estão sendo criticados por ambientalistas e membros do MPF e dos ministérios públicos estaduais, por dispensarem etapas importantes nos licenciamentos, com risco de prejuízos às comunidades e às regiões afetadas. Assim como aconteceu na reunião anterior, de 08 de março, os dois projetos e a resolução do Conama foram considerados inconstitucionais por advogados e juristas presentes à audiência. O Presidente da Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público do Meio Ambiente (Abrampa), Luis Fernando Barreto Júnior, afirmou que a minuta do Conama “apresenta, em vários pontos, aspectos inconstitucionais”. A expectativa é que novas audiências sejam realizadas em Salvador e no Rio de Janeiro. Para Barreto Junior, um dos pontos mais inconstitucionais, tanto dos projetos como da minuta do Conama, está no artigo 4º, parágrafo 4º, da proposta do Conama. “Este artigo permite aos Estados legislarem sobre as hipóteses de exigência de Estudo Prévio de Impacto Ambiental, com exclusão de atividades que hoje estão listadas no artigo 2º da Resolução Conama 001/1986”. O disposto, argumenta, cria uma omissão legislativa inconstitucional, já que o art.225, parágrafo 1º , IV, e o art.24, parágrafos 1º a 4º da Constituição Federal exigem a existência de uma norma federal, de caráter geral, que liste as hipóteses de exigência de EIA/Rima”, diz o presidente do Abrampa. Barreto Junior comenta ainda que sem a listagem, a competência concorrente pelos Estados invadirá campo reservado à norma federal. Assim, essa ‘delegação de competência’ por ser decorrente de uma norma vazia de conteúdo, contraria os princípios da segurança jurídica e da proporcionalidade pela insuficiente proteção. Segundo Carlos Bocuhy, Presidente do Proam, um dos expositores na audiência em Porto Alegre, “os projetos do Senado e do Conama criam uma excepcionalidade que favorece os empreendimentos mais impactantes, de infraestrutura, com prazos irrisórios para o desenvolvimento dos estudos ambientais. "Seria como abreviar o curso de medicina para dois meses, sem preocupar-se com as consequências disso", afirma. De acordo ele, a situação é ainda mais preocupante, pois "os órgãos ambientais encontram-se despreparados, sem capacidade técnica e operacional, o que torna a avaliação uma missão impossível, mesmo com ampliação dos prazos. Vivemos uma crise de viabilidade de gestão". Os autores dos projetos de lei do Senado e da Câmara e a minuta do Conama alegam que a aceleração das licenças ambientais são importantes para as chamadas ”obras estratégicas e de interesse nacional”. Para Bocuhy, do Proam, “os projetos não só fragilizam o licenciamento, mas também a participação social, que é fundamental para garantir a transparência e regularidades dos licenciamentos”. Uma das alterações previstas, segundo ele, é a possibilidade de supressão de fases do licenciamento (uma, em vez de três), mesmo em projetos que envolvam atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. “É extremamente preocupante”, diz o presidente do Proam.

20 de abril, 2016