Publicidade
FONTES ALTERNATIVAS

Eldorado investe em UTE de biomassa

A Eldorado Brasil anunciou investimentos de R$ 300 milhões na construção da Usina Termoelétrica (UTE) Onça Pintada de biomassa. O projeto vai gerar 1.000 empregos diretos e indiretos para a região e vai aproveitar tocos e raízes de eucalipto, não utilizados na operação de colheita, para geração de energia a partir de biomassa. A capacidade de potência instalada da UTE será de 50 MW/h. “Este investimento está alinhado aos pilares estratégicos da Companhia de inovação, competitividade e sustentabilidade e nos permite maior eficiência no aproveitamento de nossa base florestal. Este é o primeiro projeto de 50 MW/h a partir de biomassa da empresa, e, com nossas florestas próprias, teríamos potencial para garantir biomassa a seis UTEs do mesmo porte, fornecendo mais de 300 MW/h de energia para o sistema elétrico nacional, o que poderá gerar uma receita adicional de mais de R$ 600 milhões, além contribuir positivamente com a matriz energética brasileira”, afirma José Carlos Grubisich, presidente da Eldorado Brasil. A UTE Onça Pintada será instalada em uma fazenda da Eldorado Brasil em Aparecida do Taboado (MS) e irá iniciar o fornecimento ao sistema elétrico nacional em janeiro de 2021. A Eldorado venceu leilão realizado no dia 29 de abril de 2016, quando o preço da energia foi estabelecido em R$ 243,2/MWh, em um contrato com uma valor total de R$ 2,5 bilhões e prazo de 25 anos. O projeto agora segue para homologação na Aneel.

A Eldorado Brasil anunciou investimentos de R$ 300 milhões na construção da Usina Termoelétrica (UTE) Onça Pintada de biomassa. O projeto vai gerar 1.000 empregos diretos e indiretos para a região e vai aproveitar tocos e raízes de eucalipto, não utilizados na operação de colheita, para geração de energia a partir de biomassa. A capacidade de potência instalada da UTE será de 50 MW/h.

“Este investimento está alinhado aos pilares estratégicos da Companhia de inovação, competitividade e sustentabilidade e nos permite maior eficiência no aproveitamento de nossa base florestal. Este é o primeiro projeto de 50 MW/h a partir de biomassa da empresa, e, com nossas florestas próprias, teríamos potencial para garantir biomassa a seis UTEs do mesmo porte, fornecendo mais de 300 MW/h de energia para o sistema elétrico nacional, o que poderá gerar uma receita adicional de mais de R$ 600 milhões, além contribuir positivamente com a matriz energética brasileira”, afirma José Carlos Grubisich, presidente da Eldorado Brasil. A UTE Onça Pintada será instalada em uma fazenda da Eldorado Brasil em Aparecida do Taboado (MS) e irá iniciar o fornecimento ao sistema elétrico nacional em janeiro de 2021.

A Eldorado venceu leilão realizado no dia 29 de abril de 2016, quando o preço da energia foi estabelecido em R$ 243,2/MWh, em um contrato com uma valor total de R$ 2,5 bilhões e prazo de 25 anos. O projeto agora segue para homologação na Aneel.

Artigos Relacionados

Saneamento Ambiental Logo
EMAE
Projeto de termelétrica é aprovado

O conselho Estadual do Meio Ambiente (CONSEMA) aprovou, por unanimidade, no dia 24 de julho, a viabilidade ambiental do empreendimento “Substituição Tecnológica das unidades 1 e 2 da usina termelétrica de Piratininga UTE – SP”, da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE). A aprovação do CONSEMA permite a emissão de licença prévia concedida pela Cetesb, o que habilita a EMAE a participar, no próximo mês de outubro, do leilão de energia promovido pelo Ministério de Minas e Energia. A aprovação por parte do CONSEMA representa um avanço importante no projeto, que teve início em 2015 com a chamada pública que selecionou empresas para a implantação de termelétricas a gás natural em parceria com a EMAE. A área de 170 000m² da EMAE é considerada estratégica, por conta de sua localização. Além de estar no centro de carga do País, os terrenos estão próximos aos pontos de conexão com sistemas de transmissão elétrica em 88kV, 230kV e 345kV e ao gasoduto, facilitando a distribuição da energia na rede e o acesso do gás natural para geração. Além disso, a captação de água para refrigeração é facilitada devido à proximidade com fontes (Canal Pinheiros e represa Billings) para os sistemas de refrigeração. Os investimentos no projeto giram em torno de US$2,5 bi. O empreendimento consiste na instalação de dois blocos independentes de geração de energia elétrica a gás natural. O bloco 1 será composto de três turbinas a gás com geradores e uma turbina a vapor com gerador, produzindo 1736,8MW. O bloco dois, terá produção mais modesta, de 818MW, gerados a partir de duas turbinas a gás e uma a vapor, ambas com geradores.

6 de agosto, 2019
Saneamento Ambiental Logo
SÃO PAULO
Cesp investe em biogás

A Companhia Energética de São Paulo (Cesp), empresa vinculada à Secretaria Estadual de Energia e Mineração, lançou projeto de P&D para implantar uma unidade de geração a biogás no campus da Unesp em Jaboticabal, além da produção de um Atlas Estadual da Bioenergia e uma modelagem para a comercialização da energia gerada. A empresa investirá R$ 3,9 milhões no projeto, que tem ainda a participação na produção das pesquisas a USP e a Unesp, além do apoio da Secretaria de Energia e Mineração. “Estamos fazendo com que a universidade, com apoio da Cesp, leve a prática das diversas formas de uso das energias renováveis ao mercado. É preciso que se garanta energia para o futuro, por isso temos que trabalhar intensamente para incentivar novas fontes e essa parceria indicará caminhos a serem seguidos“, destacou o secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, João Carlos Meirelles. Será instalada na Faculdade de Ciências Agronômicas e Veterinárias da Unesp, em Jaboticabal, uma planta de geração a biogás com alimentação a partir de biodigestor anaeróbio. O campus foi escolhido por contar com dejetos animais e uma plantação de batata doce, que servirá como insumo experimental, além de vinhaça proveniente de plantas de cogeração de grande porte localizadas próximo à faculdade. O projeto de P&D da Cesp produzirá o Atlas de Bioenergia do Estado de São Paulo. Serão produzidos mapas temáticos que apresentarão o potencial da biomassa e a respectiva capacidade de geração elétrica e a produção de biogás, de cada biomassa analisada (resíduos da agricultura, agroindústria, silvicultura, resíduos sólidos urbanos, dejetos animais e esgoto). São Paulo tem potência instalada de 5,7 GW de biomassa de cana-de-açúcar. “Será fundamental identificar o potencial paulista em outras biomassas como resíduos sólidos, cavaco de madeira, vinhaça, entre outros. Isso dará um novo horizonte para o setor energético paulista”, destaca o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior. Para o cálculo do potencial e sua representação nos mapas serão consideradas a infraestrutura disponível com rodovias, hidrovias, ferrovias, linhas de transmissão, redes de transporte e distribuição de gás canalizado.

2 de março, 2018
Saneamento Ambiental Logo
ENERGIA SOLAR
Enel investe US$ 300 milhões em usina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda (EGPB), a Enel S.p.A iniciou a construção de uma usina de energia solar com capacidade de 292 MW em Nova Olinda. "O início da construção de Nova Olinda é um outro passo adiante para o nosso grupo no Brasil, confirmando a nossa liderança no mercado de energia solar no País ", afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel para o Brasil. Nova Olinda, que é de propriedade de quatro veículos de propósito específico (SPEs) mantidos pela EGPB, está localizada em Ribeira do Piauí, no estado do Piauí. Quando estiver concluída, a planta irá ocupar área de 690 hectares e será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender ao consumo de energia anual de cerca de 300 mil lares brasileiros,além de evitar a emissão de cerca de 350 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. Nova Olinda será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá significativamente para atender à crescente demanda de energia do País. Os investimentos em Nova Olinda serão da ordem de US$ 300 milhões e estão previstos no plano estratégico atual da empresa. O projeto, que é financiado por meio de recursos próprios do Grupo Enel, deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017. A usina de energia solar será apoiada por um contrato de compra de energia ( Power Purchase Agreement, - PPA sigla em inglês) de 20 anos, que prevê a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A EGPB tem atualmente capacidade instalada total de 546 MW, dos quais 401 MW são de energia eólica, 12 MW de energia solar fotovoltaica e 133 MW de energia hídrica. Além disso, a empresa tem 442 MW de projetos de energia eólica, 102 MW de hidrelétrica e 807 MW de energia solar atualmente em execução.

12 de julho, 2016
Saneamento Ambiental Logo
BIOMASSA
Brasil ainda tem muito a explorar

O 4º Anuário Brasileiro das Indústrias de Biomassa e Energias Renováveis revela que nos últimos anos este tipo de energia vem ganhando espaço na matriz energética brasileira. Segundo informações da publicação, até o fim dos anos 1970 a madeira era a principal fonte de energia no Brasil, até ser substituída, aos poucos, pelos derivados de petróleo. Germano Vieira, Diretor da Eldorado Brasil, participou do Mundo Vermeer, em Valinhos (SP), evento que reuniu experientes profissionais nas diversas áreas de atuação da empresa. Vieira falou sobre a conjuntura atual da biomassa no Brasil. O especialista contou que a Eldorado planta diariamente cerca de 250 mil árvores por dia. “Temos hoje perto de 225 mil hectares de florestas plantadas e vamos chegar a 350 mil hectares para atender às nossas duas unidades. Isso gera um volume de biomassa muito grande”, contou ele. A participação da biomassa na matriz energética mundial é de 10%. “Segundo pesquisas de agências especializadas feitas no mundo todo, daqui a 25 anos a participação será dos mesmos 10%. Estamos indo na contra mão do que a gente espera.” Quando se trata da matriz energética brasileira, ele explica que a situação é ainda mais surpreendente. “Nosso país gera apenas 3,2% da energia da matriz energética nacional através de biomassa. Para o Brasil, que é o maior produtor mundial de biomassa por hectare, vemos que está muito aquém do que podemos fazer. Temos oportunidades bem interessantes. A energia que provém da biomassa é a mais estável do sistema”, defende ele.

22 de março, 2016
Saneamento Ambiental Logo
FONTES ALTERNATIVAS
Leilão viabiliza 96,9 MW de eólica e biomassa

O Leilão de Fontes Alternativas – LFA 2015, realizado dia 27 de Abril, exclusivamente para as Fontes Eólica e Biomassa, viabilizou a contratação de 96,9 MW médios e deste montante a fonte eólica contribuiu com a contração de 31% do total. A potência eólica total comercializada foi de 90 MW, ao preço médio de R$ 177,47/MWh e deságio de 0,85%. Para a Presidente-Executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum, o resultado é parte da maturidade da indústria eólica e as opções de contratação no momento presente. Com os A-3 e o 2º LER já agendados para este ano, é razoável supor que os investidores vão optar por um prazo de entrega mais extensos, destaca. Com a potência de 90 MW, a fonte eólica será responsável pela aplicação de R$ 405 milhões em investimentos e produção de, em média, 45 aerogeradores e 135 novas pás. Esse volume de energia será capaz de abastecer cerca de 180 mil residências mensalmente e evitar mais de 185 mil toneladas de CO2, por ano. Além disso, a capacidade viabilizada poderá criar mais de 1.300 postos de trabalho. O LFA 2015 objetivou a contratação de energia proveniente de empreendimentos de geração a partir das fontes eólica e biomassa. O início do suprimento de energia será a partir de 1º de janeiro de 2016 para empreendimentos termelétricos a biomassa, novos ou existentes, e 1º de julho de 2017 para novos empreendimentos a partir de fontes termelétrica a biomassa e eólica.

29 de abril, 2015