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EMAE

Projeto de termelétrica é aprovado

O conselho Estadual do Meio Ambiente (CONSEMA) aprovou, por unanimidade, no dia 24 de julho, a viabilidade ambiental do empreendimento “Substituição Tecnológica das unidades 1 e 2 da usina termelétrica de Piratininga UTE – SP”, da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE). A aprovação do CONSEMA permite a emissão de licença prévia concedida pela Cetesb, o que habilita a EMAE a participar, no próximo mês de outubro, do leilão de energia promovido pelo Ministério de Minas e Energia. A aprovação por parte do CONSEMA representa um avanço importante no projeto, que teve início em 2015 com a chamada pública que selecionou empresas para a implantação de termelétricas a gás natural em parceria com a EMAE. A área de 170 000m² da EMAE é considerada estratégica, por conta de sua localização. Além de estar no centro de carga do País, os terrenos estão próximos aos pontos de conexão com sistemas de transmissão elétrica em 88kV, 230kV e 345kV e ao gasoduto, facilitando a distribuição da energia na rede e o acesso do gás natural para geração. Além disso, a captação de água para refrigeração é facilitada devido à proximidade com fontes (Canal Pinheiros e represa Billings) para os sistemas de refrigeração. Os investimentos no projeto giram em torno de US$2,5 bi. O empreendimento consiste na instalação de dois blocos independentes de geração de energia elétrica a gás natural. O bloco 1 será composto de três turbinas a gás com geradores e uma turbina a vapor com gerador, produzindo 1736,8MW. O bloco dois, terá produção mais modesta, de 818MW, gerados a partir de duas turbinas a gás e uma a vapor, ambas com geradores.

O conselho Estadual do Meio Ambiente (CONSEMA) aprovou, por unanimidade, no dia 24 de julho, a viabilidade ambiental do empreendimento “Substituição Tecnológica das unidades 1 e 2 da usina termelétrica de Piratininga UTE – SP”, da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE).

A aprovação do CONSEMA permite a emissão de licença prévia concedida pela Cetesb, o que habilita a EMAE a participar, no próximo mês de outubro, do leilão de energia promovido pelo Ministério de Minas e Energia. A aprovação por parte do CONSEMA representa um avanço importante no projeto, que teve início em 2015 com a chamada pública que selecionou empresas para a implantação de termelétricas a gás natural em parceria com a EMAE. 

A área de 170 000m²  da EMAE é considerada estratégica, por conta de sua localização. Além de estar no centro de carga do País, os terrenos estão próximos aos pontos de conexão com sistemas de transmissão elétrica em 88kV, 230kV e 345kV e ao gasoduto, facilitando a distribuição da energia na rede e o acesso do gás natural para geração. Além disso, a captação de água para refrigeração é facilitada devido à proximidade com fontes (Canal Pinheiros e represa Billings) para os sistemas de refrigeração.

Os investimentos no projeto giram em torno de US$2,5 bi. O empreendimento consiste na instalação de dois blocos independentes de geração de energia elétrica a gás natural. O bloco 1 será composto de três turbinas a gás com geradores e uma turbina a vapor com gerador, produzindo 1736,8MW. O bloco dois, terá produção mais modesta, de 818MW, gerados a partir de duas turbinas a gás e uma a vapor, ambas com geradores.

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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Braskem e Siemens investem no ABC

A Braskem anunciou investimentos de R$ 600 milhões em projeto de modernização tecnológica do sistema que atende ao cracker, principal unidade industrial do Polo Petroquímico do ABC, em São Paulo. O empreendimento prevê a substituição de turbinas à base de vapor por motores elétricos de alto rendimento, suportado por uma nova planta de cogeração de energia alimentada por gás residual do processo de produção petroquímica. Com a atualização, a Braskem passará a ter um processo industrial mais energeticamente eficiente. A petroquímica estima a redução do consumo de energia equivalente ao de uma cidade com um milhão de habitantes. "Este projeto é um exemplo dos grandes esforços que a Braskem faz na busca da maior excelência operacional, além de reforçar nosso comprometimento com o desenvolvimento sustentável", afirma Luís Pazin, diretor industrial da unidade de Químicos da Braskem no Sudeste. "Com a cogeração combinada de energia elétrica e gás, vamos consumir menos energia e emitir ainda menos gases de efeito estufa", completa. A estimativa é de uma redução de 11,4% no consumo de água e de 6,3% nas emissões de CO2 da unidade. O projeto está previsto para ser concluído em 2021 e os recursos serão divididos com a Siemens, que irá construir e operar o sistema de cogeração de alta eficiência por meio de um contrato de longo prazo. "Este acordo é uma demonstração clara de que a Braskem tem procurado modelos de negócios criativos a favor da sua competitividade", diz Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. "A confiança da Braskem em definir a Siemens como parceira estratégica para este desafiador projeto é resultado da nossa capacidade tecnológica e operacional que, associada à atratividade do inovador modelo BOO (Build, Own and Operate), assegura que a Braskem foque seus recursos no negócio, deixando sob responsabilidade da Siemens os investimentos necessários à engenharia, implantação, operação e manutenção da Usina de Cogeração, " afirma Yuri Sanches, Gerente Geral da Siemens no Brasil.

19 de fevereiro, 2019
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COGERAÇÃO
R$ 63 milhões para usina paulista

A Diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 62,9 milhões para a ampliação da capacidade de cogeração de energia elétrica da Pitangueiras Açúcar e Álcool Ltda, usina localizada no município de Pitangueiras (SP). O objetivo é otimizar a capacidade industrial e maximizar o potencial de geração de energia a partir do bagaço da cana-de-açúcar produzida. O projeto contempla também a interligação de sua subestação à rede da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). O projeto tem investimento total de R$ 78,6 milhões e inclui aquisição de maquinário de cogeração, construção de uma subestação elevadora interligada ao sistema em Morro Agudo, implantação de 7 km de linha de transmissão, e obras civis. Atualmente, a usina é autossuficiente para sua operação e conta com excedente de 90 mil MWh, negociado no mercado livre. Com o projeto concluído – que tem período de implantação de dois anos – a capacidade de geração por hora será ampliada para 70 MW, uma expansão de 180%. Já o potencial de exportação de energia aumentará 133%, chegando a 210 mil MWh em cada ano safra, montante capaz de suprir 44 mil residências anualmente. Levando-se em conta apenas o projeto, a energia gerada é suficiente para atender a 25 mil domicílios por ano. A Pitangueiras venceu o leilão de energia A6-2017. Pelas normas, terá a partir de 2023 o direito de exportar parte de sua energia gerada para o mercado regulado do Sistema Interligado Nacional (SIN). Até lá continuará a fornecer para o mercado livre – ambiente por meio do qual grandes consumidores podem negociar o valor da energia adquirida com os fornecedores, o que não é possível no mercado cativo, onde as tarifas são as estabelecidas pela ANEEL.

10 de outubro, 2018
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ENERGIA SOLAR
São Paulo regula licenciamento de projetos

Com as contribuições apresentadas pela Subsecretaria de Energias Renováveis da Secretaria Estadual de Energia e Mineração, pela Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade - Investe São Paulo e pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo publicou a Resolução 74, que dispõe sobre o licenciamento ambiental para projetos de energia solar fotovoltaica. Segundo a nova Resolução, os projetos com potência superior a 90 MW terão que ter o Relatório Ambiental Preliminar (RAP), enquanto empreendimentos com potência entre 5 e 90 MW serão submetidos ao Estudo Ambiental Simplificado (EAS). Já os projetos com potência, o que inclui usinas de micro e minigeração de energia elétrica, terão que apresentar apenas autorização para supressão de vegetação nativa ou para instalação em áreas de proteção de manancial, se necessária. Quando houver supressão de vegetação nativa primária ou secundária em estágio médio ou avançado de regeneração, poderá ser aplicado procedimento de licenciamento ambiental mais restritivo. “Com estas medidas simplificadoras, os processos de licenciamento ambiental se tornarão mais claros, ágeis e previsíveis, garantindo a segurança tão desejada pelos investidores privados e aos consumidores que pretendem produzir energia elétrica, com sustentabilidade”, disse o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior. As medidas fazem parte do esforço do Governo do Estado de São Paulo no incentivo ao uso de energias renováveis, que considera a necessidade de aumentar a participação das fontes renováveis e mitigar a emissão de carbono fóssil na matriz energética, a necessidade de implementar a “Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, também de cumprir o Acordo de Paris, e que os empreendimentos de geração de energia elétrica solar fotovoltaica representam uma fonte limpa e sustentável de eletricidade, sem emissão de gases de efeito estufa e com baixo impacto ambiental, como preconiza a PEMC - Política Estadual de Mudanças Climáticas.

16 de agosto, 2017
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FONTES ALTERNATIVAS
Eldorado investe em UTE de biomassa

A Eldorado Brasil anunciou investimentos de R$ 300 milhões na construção da Usina Termoelétrica (UTE) Onça Pintada de biomassa. O projeto vai gerar 1.000 empregos diretos e indiretos para a região e vai aproveitar tocos e raízes de eucalipto, não utilizados na operação de colheita, para geração de energia a partir de biomassa. A capacidade de potência instalada da UTE será de 50 MW/h. “Este investimento está alinhado aos pilares estratégicos da Companhia de inovação, competitividade e sustentabilidade e nos permite maior eficiência no aproveitamento de nossa base florestal. Este é o primeiro projeto de 50 MW/h a partir de biomassa da empresa, e, com nossas florestas próprias, teríamos potencial para garantir biomassa a seis UTEs do mesmo porte, fornecendo mais de 300 MW/h de energia para o sistema elétrico nacional, o que poderá gerar uma receita adicional de mais de R$ 600 milhões, além contribuir positivamente com a matriz energética brasileira”, afirma José Carlos Grubisich, presidente da Eldorado Brasil. A UTE Onça Pintada será instalada em uma fazenda da Eldorado Brasil em Aparecida do Taboado (MS) e irá iniciar o fornecimento ao sistema elétrico nacional em janeiro de 2021. A Eldorado venceu leilão realizado no dia 29 de abril de 2016, quando o preço da energia foi estabelecido em R$ 243,2/MWh, em um contrato com uma valor total de R$ 2,5 bilhões e prazo de 25 anos. O projeto agora segue para homologação na Aneel.

16 de maio, 2016