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BIOMASSA

Parceria viabiliza usina no interior de SP

O Grupo IBS Energy assinou parceria com a chinesa Powerchina, por meio da SEPCO1, empresa do grupo, para a instalação da Termelétrica Cidade do Livro, localizada em Lençóis Paulista (SP). O investimento na instalação da usina será de R$ 600 milhões. A unidade terá 121.000 m² destinados à Usina e 20.000 hectares destinados à operação, em geral, da biomassa; preponderantemente, florestas plantadas de eucalipto. Serão gerados um total de 2 mil empregos, entre indústria e abastecimento de biomassa, desde o período de instalação do canteiro de obras até a operação, por um período de 30 anos. Para o CEO do Grupo IBS Energy, Antonio Bento, a parceria com o grupo asiático leva o projeto a outro nível de tecnologias em geração de biomassa com maior eficiência na produtividade e diferenciais competitivos para o negócio. O projeto prevê uma solução inovadora e pioneira no Brasil, com queima direta de biomassa em caldeira a vapor tipo leito fluidizado, gerando 250 t/h de vapor, a 515 graus Celsius e 82 bar de pressão. Serão dois geradores de 40 MW cada. A Termelétrica Cidade do Livro S/A entregará energia limpa, renovável, sustentável e certificada equivalente para suprir eletricidade a 130.000 residências da região onde será localizada. O início das obras está previsto para julho de 2020.

O Grupo IBS Energy assinou parceria com a chinesa Powerchina, por meio da SEPCO1, empresa do grupo, para a instalação da Termelétrica Cidade do Livro, localizada em Lençóis Paulista (SP). O investimento na instalação da usina será de R$ 600 milhões. A unidade terá 121.000 m² destinados à Usina e 20.000 hectares destinados à operação, em geral, da biomassa; preponderantemente, florestas plantadas de eucalipto. 
 
Serão gerados um total de 2 mil empregos, entre indústria e abastecimento de biomassa, desde o período de instalação do canteiro de obras até a operação, por um período de 30 anos. 
 
Para o CEO do Grupo IBS Energy, Antonio Bento, a parceria com o grupo asiático leva o projeto a outro nível de tecnologias em geração de biomassa com maior eficiência na produtividade e diferenciais competitivos para o negócio. 
 
O projeto prevê uma solução inovadora e pioneira no Brasil, com queima direta de biomassa em caldeira a vapor tipo leito fluidizado, gerando 250 t/h de vapor, a 515 graus Celsius e 82 bar de pressão. Serão dois geradores de 40 MW cada. A Termelétrica Cidade do Livro S/A entregará energia limpa, renovável, sustentável e certificada equivalente para suprir eletricidade a 130.000 residências da região onde será localizada. O início das obras está previsto para julho de 2020.  

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ENERGIA SOLAR
Braskem constrói usina solar em Minas

A Braskem anunciou contrato de longo prazo com a Canadian Solar Inc., empresa do setor de energia solar, para viabilizar a construção de uma usina no Norte de Minas Gerais. A unidade terá capacidade instalada de 152 MWp e irá garantir o fornecimento por 20 anos, para abastecer uma cidade de 430 mil habitantes. O início das obras está previsto para 2021 e a energia gerada será utilizada nas unidades industriais da Braskem no Brasil. Por meio do contrato, a companhia estima evitar a emissão de 500 mil toneladas de CO2 na atmosfera ao longo de duas décadas. “A estratégia de energia sustentável da companhia considera a busca constante por oportunidades de agregar valor com a melhoria da eficiência energética e uso das fontes renováveis disponíveis para suprimento das nossas unidades industriais. A possibilidade de contribuir com a construção de um novo parque solar é fator decisivo para garantir competitividade ao negócio" disse Gustavo Checcucci, diretor de Energia da Braskem. A parceria da Braskem com a Canadian Solar prevê a utilização de módulos BiHiKu bifaciais, de alta eficiência. "A Canadian Solar estabeleceu uma posição de liderança no mercado solar no Brasil e continua inovando, definindo uma nova tendência. Nós temos a satisfação de nos associar à Braskem para oferecer soluções em energia integrada, desde módulos solares ao desenvolvimento e gerenciamento de projetos e serviços. Temos um compromisso de longo prazo com a energia solar no Brasil, que permanecerá sendo um dos nossos mercados mais importantes", comenta Shawn Qu, presidente da Canadian Solar.

29 de junho, 2020
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EMAE
Projeto de termelétrica é aprovado

O conselho Estadual do Meio Ambiente (CONSEMA) aprovou, por unanimidade, no dia 24 de julho, a viabilidade ambiental do empreendimento “Substituição Tecnológica das unidades 1 e 2 da usina termelétrica de Piratininga UTE – SP”, da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE). A aprovação do CONSEMA permite a emissão de licença prévia concedida pela Cetesb, o que habilita a EMAE a participar, no próximo mês de outubro, do leilão de energia promovido pelo Ministério de Minas e Energia. A aprovação por parte do CONSEMA representa um avanço importante no projeto, que teve início em 2015 com a chamada pública que selecionou empresas para a implantação de termelétricas a gás natural em parceria com a EMAE. A área de 170 000m² da EMAE é considerada estratégica, por conta de sua localização. Além de estar no centro de carga do País, os terrenos estão próximos aos pontos de conexão com sistemas de transmissão elétrica em 88kV, 230kV e 345kV e ao gasoduto, facilitando a distribuição da energia na rede e o acesso do gás natural para geração. Além disso, a captação de água para refrigeração é facilitada devido à proximidade com fontes (Canal Pinheiros e represa Billings) para os sistemas de refrigeração. Os investimentos no projeto giram em torno de US$2,5 bi. O empreendimento consiste na instalação de dois blocos independentes de geração de energia elétrica a gás natural. O bloco 1 será composto de três turbinas a gás com geradores e uma turbina a vapor com gerador, produzindo 1736,8MW. O bloco dois, terá produção mais modesta, de 818MW, gerados a partir de duas turbinas a gás e uma a vapor, ambas com geradores.

6 de agosto, 2019
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ETANOL
FS Bioenergia anuncia mais três usinas

Produtora de etanol à base de milho, a FS Bioenergia anunciou a construção de mais três usinas em Mato Grosso a partir de maio de 2019. A unidade de Nova Mutum receberá aportes de R$ 1 bilhão e terá capacidade anual para produzir 530 milhões de litros de etanol, 340 mil toneladas de farelo de milho, 17 mil toneladas de óleo de milho e cogeração de energia elétrica de 130 mil megawatts – o suficiente para abastecer uma cidade de 55 mil habitantes. As outras duas plantas serão construídas em Campo Novo do Parecis e Primavera do Leste. Os dois projetos ganharão andamento no 1º semestre de 2020, depois que as operações da unidade em Sorriso estiverem consolidadas. A tecnologia exclusiva usada pela FS Bioenergia para a produção do DDG permite a separação das fibras do milho e gera três opções para a nutrição animal: o FS Essencial, mais indicado para dietas de suínos e aves; o FS Ouro e o FS Úmido, mais indicado para dietas de bovinos de corte. As linhas de DDG da empresa possuem nutrientes essenciais (proteína, gordura, minerais e vitaminas) em um fator de concentração maior que o do farelo de milho tradicional. A FS Bioenergia utiliza tecnologia de ponta com produção em ciclo fechado, gerando zero efluentes e reaproveitando os resíduos do processo produtivo. A empresa participa também da formação de uma floresta de 30 mil hectares de eucaliptos plantados a fim de assegurar o fornecimento de biomassa, como fonte energética para suas instalações em território nacional.

8 de abril, 2019
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BIOGÁS
Itaipu e CIBiogás firmam parceria no Sul

A Itaipu Binacional e o Centro Internacional de Energias Renováveis - Biogás (CIBiogás) vão coordenar o projeto “Aplicações de biogás na agroindústria brasileira”, lançado na abertura do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano, em Foz do Iguaçu (PR). O projeto prevê investimentos de US$ 7 milhões durante cinco anos e os recursos serão oriundos do Fundo Global do Meio Ambiente (GEF). O Fórum ocorreu de 6 a 8 de junho, no Golden Park Internacional Hotel. e é um evento voltado para formação de mão-de-obra, estruturação de cadeia de suprimentos, fomento de novas tecnologias e de oportunidades de negócios. Com a contrapartida de governo e empresas, entre elas Itaipu, de US$ 58,4 milhões, o Projeto do GEF visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa e a dependência dos combustíveis fósseis, por meio do investimento na tecnologia do biogás e do biometano com foco no Sul do País. “A gente precisa desenvolver o setor não só pela geração de energia em si, mas para criar uma cadeia de tecnologia que gere mais valor”, resumiu o diretor-presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis. Os recursos serão usados para o incentivo de políticas públicas, o aprimoramento das tecnologias e o desenvolvimento de modelos de negócio do biogás. Na visão do superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, Paulo Schmidt, o projeto reflete o compromisso da empresa com o desenvolvimento territorial de forma sustentável. “Itaipu tem investido no desenvolvimento de uma infraestrutura, tanto de pesquisa quanto de projetos na área do biogás, principalmente na criação do biogás e nas relações que mantém com o PTI”, afirmou.

15 de junho, 2018
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RESÍDUOS
CS Bioenergia obtém licença para gerar energia

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) concedeu Licença de Operação para a CS Bioenergia gerar energia elétrica a partir de resíduos orgânicos descartados por shoppings, restaurantes, supermercados, entre outros. Cerca de 300 toneladas de resíduos orgânicos descartados anteriormente em aterros e lixões serão destinados, a partir de agora, à geração de energia limpa e renovável. Com a Licença de Operação, a usina poderá aproveitar o recurso energético de resíduos sólidos urbanos e gerar energia elétrica e térmica a partir da combinação do lodo de esgoto com adição de material orgânico. Essa é a primeira usina no Brasil com essa configuração. “O lodo de esgoto com adição dos resíduos orgânicos é a perfeita combinação para geração do biogás de altíssima qualidade, que será utilizado para geração de 2,8 MW de energia elétrica e térmica, energia suficiente para atender à demanda de duas mil casas populares” afirma o diretor da Cattalini Bio Energia, sócia da CS Bioenergia, Sérgio Vidoto. O diretor conta que a tecnologia empregada separa material fibroso (inorgânico) do orgânico, que é bombeado para os tanques de biodigestão e misturado com 1.000 m3 de lodo de esgoto. Cada tanque tem capacidade de 5.000 m3 e todos são totalmente vedados, aquecidos, além de possuírem vários agitadores para fins de homogeneização. Toda a biomassa é degradada por microorganismos em um processo anaeróbio e produz biogás de altíssima qualidade. A planta é monitorada 24 horas por dia, 365 dias por ano. A boa condição de funcionamento possibilita a geração de 12 milhões de m3 de biogás, que serão convertidos em 22.400 MW de energia elétrica. A usina tem ainda como subproduto um biofertilizante inodoro de alta qualidade, que contém nutrientes importantes para aplicação na agricultura, completando o ciclo de aproveitamento de todo material orgânico. Além do biofertilizante, o material inorgânico também é aproveitado. O material inorgânico é usado como matéria-prima para produção de sacolas plásticas, fechando o ciclo dos resíduos e atuando diretamente na economia circular.

2 de março, 2018
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SÃO PAULO
Cesp investe em biogás

A Companhia Energética de São Paulo (Cesp), empresa vinculada à Secretaria Estadual de Energia e Mineração, lançou projeto de P&D para implantar uma unidade de geração a biogás no campus da Unesp em Jaboticabal, além da produção de um Atlas Estadual da Bioenergia e uma modelagem para a comercialização da energia gerada. A empresa investirá R$ 3,9 milhões no projeto, que tem ainda a participação na produção das pesquisas a USP e a Unesp, além do apoio da Secretaria de Energia e Mineração. “Estamos fazendo com que a universidade, com apoio da Cesp, leve a prática das diversas formas de uso das energias renováveis ao mercado. É preciso que se garanta energia para o futuro, por isso temos que trabalhar intensamente para incentivar novas fontes e essa parceria indicará caminhos a serem seguidos“, destacou o secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, João Carlos Meirelles. Será instalada na Faculdade de Ciências Agronômicas e Veterinárias da Unesp, em Jaboticabal, uma planta de geração a biogás com alimentação a partir de biodigestor anaeróbio. O campus foi escolhido por contar com dejetos animais e uma plantação de batata doce, que servirá como insumo experimental, além de vinhaça proveniente de plantas de cogeração de grande porte localizadas próximo à faculdade. O projeto de P&D da Cesp produzirá o Atlas de Bioenergia do Estado de São Paulo. Serão produzidos mapas temáticos que apresentarão o potencial da biomassa e a respectiva capacidade de geração elétrica e a produção de biogás, de cada biomassa analisada (resíduos da agricultura, agroindústria, silvicultura, resíduos sólidos urbanos, dejetos animais e esgoto). São Paulo tem potência instalada de 5,7 GW de biomassa de cana-de-açúcar. “Será fundamental identificar o potencial paulista em outras biomassas como resíduos sólidos, cavaco de madeira, vinhaça, entre outros. Isso dará um novo horizonte para o setor energético paulista”, destaca o subsecretário de Energias Renováveis, Antonio Celso de Abreu Junior. Para o cálculo do potencial e sua representação nos mapas serão consideradas a infraestrutura disponível com rodovias, hidrovias, ferrovias, linhas de transmissão, redes de transporte e distribuição de gás canalizado.

2 de março, 2018
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FONTES ALTERNATIVAS
Eldorado investe em UTE de biomassa

A Eldorado Brasil anunciou investimentos de R$ 300 milhões na construção da Usina Termoelétrica (UTE) Onça Pintada de biomassa. O projeto vai gerar 1.000 empregos diretos e indiretos para a região e vai aproveitar tocos e raízes de eucalipto, não utilizados na operação de colheita, para geração de energia a partir de biomassa. A capacidade de potência instalada da UTE será de 50 MW/h. “Este investimento está alinhado aos pilares estratégicos da Companhia de inovação, competitividade e sustentabilidade e nos permite maior eficiência no aproveitamento de nossa base florestal. Este é o primeiro projeto de 50 MW/h a partir de biomassa da empresa, e, com nossas florestas próprias, teríamos potencial para garantir biomassa a seis UTEs do mesmo porte, fornecendo mais de 300 MW/h de energia para o sistema elétrico nacional, o que poderá gerar uma receita adicional de mais de R$ 600 milhões, além contribuir positivamente com a matriz energética brasileira”, afirma José Carlos Grubisich, presidente da Eldorado Brasil. A UTE Onça Pintada será instalada em uma fazenda da Eldorado Brasil em Aparecida do Taboado (MS) e irá iniciar o fornecimento ao sistema elétrico nacional em janeiro de 2021. A Eldorado venceu leilão realizado no dia 29 de abril de 2016, quando o preço da energia foi estabelecido em R$ 243,2/MWh, em um contrato com uma valor total de R$ 2,5 bilhões e prazo de 25 anos. O projeto agora segue para homologação na Aneel.

16 de maio, 2016
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BIOGÁS
Biometano a partir da vinhaça será produzido em SP

A GasBrasiliano assinou protocolo de intenções com o consórcio CSO e Malosso Bioenergia para a produção e comercialização de biometano obtido a partir da vinhaça no Noroeste do Estado de São Paulo. A assinatura contou com a presença do Secretário de Energia do Estado de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles. A parceria está alinhada ao Programa Paulista de Biogás do Estado de São Paulo, que prevê a obrigatoriedade de comercialização de um percentual mínimo de biometano através das redes de distribuição de gás natural e cuja ênfase é o biometano produzido a partir de vinhaça. O projeto receberá R$ 16 milhões e envolve inicialmente a construção de uma planta de biodigestão na Malosso Bioenergia, localizada em Itápolis, e o fornecimento de vinhaça. A configuração da planta permitirá que a matéria-prima (vinhaça) processada pela usina seja utilizada para obtenção do biometano. e, em seguida, devolvida para a usina. No processo de reação, o nitrato e nitrito presentes na vinhaça serão transformados em amônia, que terá o pH neutralizado e sua temperatura será reduzida para abaixo de 40°. “Após a produção do biogás, a vinhaça retornará à usina ainda mais concentrada e beneficiada, pronta para ser usada na fertirrigação”, explica Luiz Roberto Zanardi, gerente da Malosso Bioenergia. A planta funcionará de maneira autônoma e será administrada por uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) com o Consórcio CSO, que é formado pela CRXavier Consulting Bioenergia, Sagitta Consultoria em Projetos de Energia Renovável e Orion Biotecnologia. Toda produção e purificação do biogás de acordo com as especificações da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) serão de responsabilidade do grupo. “A SPE terá duração de 20 anos e, encerrado o prazo, ela poderá ser incorporada à usina ou passar a fazer parte de outra empresa”, afirma Carlos Alberto Xavier, da CRXavier Consulting Bioenergia. O projeto terá capacidade de produzir 5 milhões de m³ anuais de biometano, volume que será comprado pela GasBrasiliano e injetado em sua rede de distribuição para atender consumidores das cidades de Itápolis e Catanduva. Para receber o biometano, a GasBrasiliano construirá uma rede de interligação, além de uma estação de medição, um cromatógrafo para monitorar a qualidade do biometano dentro das especificações da ANP, e um sistema de odorização, que adequará o produto às normas de segurança. De acordo com levantamento realizado pela Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, o potencial de geração de biometano proveniente da vinhaça das usinas de todo o Noroeste de São Paulo é de 10 milhões de m³ por dia, volume que equivale a 25% da produção nacional de gás atualmente.

1 de setembro, 2015