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FS Bioenergia anuncia mais três usinas

Produtora de etanol à base de milho, a FS Bioenergia anunciou a construção de mais três usinas em Mato Grosso a partir de maio de 2019. A unidade de Nova Mutum receberá aportes de R$ 1 bilhão e terá capacidade anual para produzir 530 milhões de litros de etanol, 340 mil toneladas de farelo de milho, 17 mil toneladas de óleo de milho e cogeração de energia elétrica de 130 mil megawatts – o suficiente para abastecer uma cidade de 55 mil habitantes. As outras duas plantas serão construídas em Campo Novo do Parecis e Primavera do Leste. Os dois projetos ganharão andamento no 1º semestre de 2020, depois que as operações da unidade em Sorriso estiverem consolidadas. A tecnologia exclusiva usada pela FS Bioenergia para a produção do DDG permite a separação das fibras do milho e gera três opções para a nutrição animal: o FS Essencial, mais indicado para dietas de suínos e aves; o FS Ouro e o FS Úmido, mais indicado para dietas de bovinos de corte. As linhas de DDG da empresa possuem nutrientes essenciais (proteína, gordura, minerais e vitaminas) em um fator de concentração maior que o do farelo de milho tradicional. A FS Bioenergia utiliza tecnologia de ponta com produção em ciclo fechado, gerando zero efluentes e reaproveitando os resíduos do processo produtivo. A empresa participa também da formação de uma floresta de 30 mil hectares de eucaliptos plantados a fim de assegurar o fornecimento de biomassa, como fonte energética para suas instalações em território nacional.

Produtora de etanol à base de milho, a FS Bioenergia anunciou a construção de mais três usinas em Mato Grosso a partir de maio de 2019. A unidade de Nova Mutum receberá aportes de R$ 1 bilhão e terá capacidade anual para produzir 530 milhões de litros de etanol, 340 mil toneladas de farelo de milho, 17 mil toneladas de óleo de milho e cogeração de energia elétrica de 130 mil megawatts – o suficiente para abastecer uma cidade de 55 mil habitantes. 
As outras duas plantas serão construídas em Campo Novo do Parecis e Primavera do Leste. Os dois projetos ganharão andamento no 1º semestre de 2020, depois que as operações da unidade em Sorriso estiverem consolidadas. 
 
A tecnologia exclusiva usada pela FS Bioenergia para a produção do DDG permite a separação das fibras do milho e gera três opções para a nutrição animal: o FS Essencial, mais indicado para dietas de suínos e aves; o FS Ouro e o FS Úmido, mais indicado para dietas de bovinos de corte. As linhas de DDG da empresa possuem nutrientes essenciais (proteína, gordura, minerais e vitaminas) em um fator de concentração maior que o do farelo de milho tradicional. A FS Bioenergia utiliza tecnologia de ponta com produção em ciclo fechado, gerando zero efluentes e reaproveitando os resíduos do processo produtivo. A empresa participa também da formação de uma floresta de 30 mil hectares de eucaliptos plantados a fim de assegurar o fornecimento de biomassa, como fonte energética para suas instalações em território nacional. 

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RESÍDUOS
CS Bioenergia obtém licença para gerar energia

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) concedeu Licença de Operação para a CS Bioenergia gerar energia elétrica a partir de resíduos orgânicos descartados por shoppings, restaurantes, supermercados, entre outros. Cerca de 300 toneladas de resíduos orgânicos descartados anteriormente em aterros e lixões serão destinados, a partir de agora, à geração de energia limpa e renovável. Com a Licença de Operação, a usina poderá aproveitar o recurso energético de resíduos sólidos urbanos e gerar energia elétrica e térmica a partir da combinação do lodo de esgoto com adição de material orgânico. Essa é a primeira usina no Brasil com essa configuração. “O lodo de esgoto com adição dos resíduos orgânicos é a perfeita combinação para geração do biogás de altíssima qualidade, que será utilizado para geração de 2,8 MW de energia elétrica e térmica, energia suficiente para atender à demanda de duas mil casas populares” afirma o diretor da Cattalini Bio Energia, sócia da CS Bioenergia, Sérgio Vidoto. O diretor conta que a tecnologia empregada separa material fibroso (inorgânico) do orgânico, que é bombeado para os tanques de biodigestão e misturado com 1.000 m3 de lodo de esgoto. Cada tanque tem capacidade de 5.000 m3 e todos são totalmente vedados, aquecidos, além de possuírem vários agitadores para fins de homogeneização. Toda a biomassa é degradada por microorganismos em um processo anaeróbio e produz biogás de altíssima qualidade. A planta é monitorada 24 horas por dia, 365 dias por ano. A boa condição de funcionamento possibilita a geração de 12 milhões de m3 de biogás, que serão convertidos em 22.400 MW de energia elétrica. A usina tem ainda como subproduto um biofertilizante inodoro de alta qualidade, que contém nutrientes importantes para aplicação na agricultura, completando o ciclo de aproveitamento de todo material orgânico. Além do biofertilizante, o material inorgânico também é aproveitado. O material inorgânico é usado como matéria-prima para produção de sacolas plásticas, fechando o ciclo dos resíduos e atuando diretamente na economia circular.

2 de março, 2018
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FONTES ALTERNATIVAS
Eldorado investe em UTE de biomassa

A Eldorado Brasil anunciou investimentos de R$ 300 milhões na construção da Usina Termoelétrica (UTE) Onça Pintada de biomassa. O projeto vai gerar 1.000 empregos diretos e indiretos para a região e vai aproveitar tocos e raízes de eucalipto, não utilizados na operação de colheita, para geração de energia a partir de biomassa. A capacidade de potência instalada da UTE será de 50 MW/h. “Este investimento está alinhado aos pilares estratégicos da Companhia de inovação, competitividade e sustentabilidade e nos permite maior eficiência no aproveitamento de nossa base florestal. Este é o primeiro projeto de 50 MW/h a partir de biomassa da empresa, e, com nossas florestas próprias, teríamos potencial para garantir biomassa a seis UTEs do mesmo porte, fornecendo mais de 300 MW/h de energia para o sistema elétrico nacional, o que poderá gerar uma receita adicional de mais de R$ 600 milhões, além contribuir positivamente com a matriz energética brasileira”, afirma José Carlos Grubisich, presidente da Eldorado Brasil. A UTE Onça Pintada será instalada em uma fazenda da Eldorado Brasil em Aparecida do Taboado (MS) e irá iniciar o fornecimento ao sistema elétrico nacional em janeiro de 2021. A Eldorado venceu leilão realizado no dia 29 de abril de 2016, quando o preço da energia foi estabelecido em R$ 243,2/MWh, em um contrato com uma valor total de R$ 2,5 bilhões e prazo de 25 anos. O projeto agora segue para homologação na Aneel.

16 de maio, 2016
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BIOGÁS
Biometano a partir da vinhaça será produzido em SP

A GasBrasiliano assinou protocolo de intenções com o consórcio CSO e Malosso Bioenergia para a produção e comercialização de biometano obtido a partir da vinhaça no Noroeste do Estado de São Paulo. A assinatura contou com a presença do Secretário de Energia do Estado de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles. A parceria está alinhada ao Programa Paulista de Biogás do Estado de São Paulo, que prevê a obrigatoriedade de comercialização de um percentual mínimo de biometano através das redes de distribuição de gás natural e cuja ênfase é o biometano produzido a partir de vinhaça. O projeto receberá R$ 16 milhões e envolve inicialmente a construção de uma planta de biodigestão na Malosso Bioenergia, localizada em Itápolis, e o fornecimento de vinhaça. A configuração da planta permitirá que a matéria-prima (vinhaça) processada pela usina seja utilizada para obtenção do biometano. e, em seguida, devolvida para a usina. No processo de reação, o nitrato e nitrito presentes na vinhaça serão transformados em amônia, que terá o pH neutralizado e sua temperatura será reduzida para abaixo de 40°. “Após a produção do biogás, a vinhaça retornará à usina ainda mais concentrada e beneficiada, pronta para ser usada na fertirrigação”, explica Luiz Roberto Zanardi, gerente da Malosso Bioenergia. A planta funcionará de maneira autônoma e será administrada por uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) com o Consórcio CSO, que é formado pela CRXavier Consulting Bioenergia, Sagitta Consultoria em Projetos de Energia Renovável e Orion Biotecnologia. Toda produção e purificação do biogás de acordo com as especificações da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) serão de responsabilidade do grupo. “A SPE terá duração de 20 anos e, encerrado o prazo, ela poderá ser incorporada à usina ou passar a fazer parte de outra empresa”, afirma Carlos Alberto Xavier, da CRXavier Consulting Bioenergia. O projeto terá capacidade de produzir 5 milhões de m³ anuais de biometano, volume que será comprado pela GasBrasiliano e injetado em sua rede de distribuição para atender consumidores das cidades de Itápolis e Catanduva. Para receber o biometano, a GasBrasiliano construirá uma rede de interligação, além de uma estação de medição, um cromatógrafo para monitorar a qualidade do biometano dentro das especificações da ANP, e um sistema de odorização, que adequará o produto às normas de segurança. De acordo com levantamento realizado pela Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, o potencial de geração de biometano proveniente da vinhaça das usinas de todo o Noroeste de São Paulo é de 10 milhões de m³ por dia, volume que equivale a 25% da produção nacional de gás atualmente.

1 de setembro, 2015