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ENERGIAS LIMPAS

Encontro ministerial foca em veículos elétricos

A oitava edição do Encontro Ministerial de Energias Limpas (Clean Energy Ministerial – CEM8) aconteceu entre os dias 6 e 8 de junho em Beijing, na China. O encontro reuniu ministros da energia e representantes de alto nível de 24 países e a Comissão Europeia para analisar os últimos avanços tecnológicos e discutir como avançar na transição para fontes limpas de energia. Ao final do evento, em Beijing, houve um anúncio de uma nova era de "liderança global compartilhada”. "O CEM está se tornando uma plataforma de cooperação internacional líder para desenvolvimento e implantação de energias limpas em resposta aos desafios globais", disse o ministro Wan Gang da China. O CEM é a única reunião anual de ministros de energia dedicada à energia limpa que tem o apoio de fluxos de trabalho durante todo o ano cobrindo temas que vão do fornecimento de energia, demanda de energia, sistemas de energia até questões transversais. Seus membros atualmente representam aproximadamente 90% dos investimentos globais em energia e 75% das emissões globais de gases de efeito estufa que priorizaram o avanço da energia limpa e participam de forma voluntária para atingir esse objetivo. Várias organizações participaram do encontro, dentre elas a Agência Internacional de Energia (IEA), a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), a Parceria Internacional para a Cooperação para a Eficiência Energética (IPEEC), o Conselho Mundial de Energia, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), Energia Sustentável para Todos (SE4ALL) e mais de 600 representantes do setor privado e da indústria. Os ministros participantes debateram metas para o trabalho do CEM na área de veículos elétricos (EV30@30), sistemas urbanos de energia, eficiência de edifícios e flexibilidade avançada de usinas (APPF). As próximas reuniões do CEM serão organizadas conjuntamente pela Comissão Europeia, Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia em 2018 (CEM9) e Canadá em 2019 (CEM10).

A oitava edição do Encontro Ministerial de Energias Limpas (Clean Energy Ministerial – CEM8) aconteceu entre os dias 6 e 8 de junho em Beijing, na China. O encontro reuniu ministros da energia e representantes de alto nível de 24 países e a Comissão Europeia para analisar os últimos avanços tecnológicos e discutir como avançar na transição para fontes limpas de energia. Ao final do evento, em Beijing, houve um anúncio de uma nova era de "liderança global compartilhada”. "O CEM está se tornando uma plataforma de cooperação internacional líder para desenvolvimento e implantação de energias limpas em resposta aos desafios globais", disse o ministro Wan Gang da China.
 
O CEM é a única reunião anual de ministros de energia dedicada à energia limpa que tem o apoio de fluxos de trabalho durante todo o ano cobrindo temas que vão do fornecimento de energia, demanda de energia, sistemas de energia até questões transversais. Seus membros atualmente representam aproximadamente 90% dos investimentos globais em energia e 75% das emissões globais de gases de efeito estufa que priorizaram o avanço da energia limpa e participam de forma voluntária para atingir esse objetivo. Várias organizações participaram do encontro, dentre elas a Agência Internacional de Energia (IEA), a Agência Internacional de Energia Renovável (IRENA), a Parceria Internacional para a Cooperação para a Eficiência Energética (IPEEC), o Conselho Mundial de Energia, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), Energia Sustentável para Todos (SE4ALL) e mais de 600 representantes do setor privado e da indústria. 
 
Os ministros participantes debateram metas para o trabalho do CEM na área de veículos elétricos (EV30@30), sistemas urbanos de energia, eficiência de edifícios e flexibilidade avançada de usinas (APPF). As próximas reuniões do CEM serão organizadas conjuntamente pela Comissão Europeia, Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia em 2018 (CEM9) e Canadá em 2019 (CEM10). 

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Segundo pesquisa realizada pela Rede de Políticas de Energias Renováveis para o Século 21 (REN 21), 71% dos especialistas acreditam que é possível ter uma matriz 100% renovável até 2030. Os dados são parte do Relatório da Situação Global das Energias Renováveis e foram o tema do debate “Nexo Água-Energia: como a geração hidrelétrica pode liderar o desenvolvimento sustentável em um ambiente em mudança”, promovido pela Itaipu Binacional em parceria com a Secretaria das Nações Unidas para Mudanças Climáticas na 23ª Conferência Mundial do Clima (COP-23), em Bonn, na Alemanha. A empresa reuniu diferentes atores do setor de geração energética para discutir ações rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 6 e 7. As metas tratam de água e energia e são parte da lista de 17 objetivos ratificados em 2015 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Na lista estão ações de eficiência energética, cooperação internacional e universalização do acesso a ambos os recursos. O diretor de Coordenação da Itaipu, Hélio Amaral, destacou ações do Cultivando Água Boa, um amplo programa de cuidados com as microbacias da região. “Fazemos tudo com a participação da comunidade local e promovendo o desenvolvimento regional. Consideramos a segurança da água como parte dos nossos negócios”, disse. As ações envolvem recuperação de nascentes, capacitação de agricultores, reflorestamento e também a diversificação da matriz energética. A Itaipu investe também na geração de biogás a partir de dejetos dos animais e instalou placas de geração de energia solar no estacionamento de um de seus escritórios, porém ainda em sistema piloto e sem objetivos de comercialização.

16 de novembro, 2017
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A WWF-Brasil acaba de lançar o estudo ‘O papel dos veículos elétricos na economia limpa’. Segundo o levantamento, automóveis elétricos – sejam eles 100% elétricos ou híbridos - são mais eficientes, econômicos e menos poluentes do que o modelo tradicional, com motor a combustão interna. “Por terem menos partes móveis e não sofrerem o desgaste causado pelo sistema de combustão, os carros elétricos geram cerca de 28% menos custos de manutenção”, comenta o analista de conservação do WWF-Brasil, Ricardo Fujii. “Além disso, ele é mais silencioso e possui mais torque que um veículo convencional, especialmente nas arrancadas”, acrescenta Fujii. O estudo também destaca que a adoção de veículos elétricos junto com o uso de etanol em veículos flex pode contribuir para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Na Europa, em especial França e Inglaterra, a venda de veículos à combustão não será mais permitida a partir de 2040, por causa da queima de combustíveis fósseis que geram os chamados gases de efeito estufa. Uma das análises citadas na publicação mostra que o aumento em 10% da frota de veículos elétricos no estado de São Paulo reduziria o total estadual de emissões em 1,3%, sem provocar impactos significativos na demanda por eletricidade (apenas 2% a mais). Em nível nacional, caso a circulação de veículos elétricos no Brasil alcance ¼ do total da frota de veículos de passeio até 2030, a redução de emissões seria de 30 milhões de toneladas de CO2. “Isso equivale a 2,5% da meta de emissões com a qual o Brasil se comprometeu no Acordo de Paris”, comenta o coordenador do programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil, André Nahur. Atualmente, o Brasil enfrenta dois entraves para a adoção de veículos elétricos em sua frota - o alto custo de aquisição e a ausência de infraestrutura de recarga. “Com as condições atuais, os carros elétricos ou híbridos são inacessíveis para a maioria da população. A diminuição de encargos para produção e venda e a incorporação de outros benefícios pode alavancar o mercado de elétricos, promover novos negócios, incentivar a produção nacional e ainda beneficiar o clima do planeta”, conclui Nahur, lembrando que, hoje, veículos elétricos e híbridos estão isentos do rodízio em São Paulo. As vendas de veículos elétricos no mundo atingiram 750 mil unidades em 2016, sendo 336 mil novos carros na China (maior mercado), seguido pela Europa e Estados Unidos, com 215 mil e 160 mil veículos, respectivamente.

9 de novembro, 2017
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16 de agosto, 2017