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ENERGIA

Enel inaugura subestação em Angra dos Reis

A Enel Distribuição Rio inaugurou, dia 2 de agosto, a subestação de Itaorna, em Angra dos Reis, com potência instalada de 25 MVA. A nova subestação contribuirá para o aumento da capacidade do fornecimento de energia para Angra dos Reis e região. Foram investidos R$ 6,8 milhões no projeto que irá beneficiar aproximadamente 12 mil moradores das regiões do Frade, Alto da Piraquara, Praia do Recife, Gamboa do Bracuhy, Praia das Goiabas e Praia Vermelha, entre outras localidades. O evento de inauguração da nova instalação contou com as presenças do Presidente da Enel Distribuição Rio, Ramón Castañeda, e do prefeito de Angra dos Reis, Fernando Jordão. “Este investimento faz parte do nosso plano de qualidade, que já apresentou resultados como a melhoria de cerca de 30% nos indicadores de qualidade da empresa. Sabemos que ainda há muito trabalho pela frente e estamos comprometidos a seguir investindo na região Sul Fluminense e em toda a área de concessão da empresa”, declarou Ramon.

A Enel Distribuição Rio inaugurou, dia 2 de agosto, a subestação de Itaorna, em Angra dos Reis, com potência instalada de 25 MVA. A nova subestação contribuirá para o aumento da capacidade do fornecimento de energia para Angra dos Reis e região. 
 
Foram investidos R$ 6,8 milhões no projeto que irá beneficiar aproximadamente 12 mil moradores das regiões do Frade, Alto da Piraquara, Praia do Recife, Gamboa do Bracuhy, Praia das Goiabas e Praia Vermelha, entre outras localidades. O evento de inauguração da nova instalação contou com as presenças do Presidente da Enel Distribuição Rio, Ramón Castañeda, e do prefeito de Angra dos Reis, Fernando Jordão. “Este investimento faz parte do nosso plano de qualidade, que já apresentou resultados como a melhoria de cerca de 30% nos indicadores de qualidade da empresa. Sabemos que ainda há muito trabalho pela frente e estamos comprometidos a seguir investindo na região Sul Fluminense e em toda a área de concessão da empresa”, declarou Ramon.

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ENERGIA SOLAR
Rio financia R$ 80 milhões para projetos

O Governo do Rio de Janeiro disponibilizará R$ 80 milhões para financiar projetos de energia solar e alavancar investimentos no setor, praticamente colocando o estado na rota de geração das energias limpas. Os recursos ficarão em um fundo que está sendo estruturado pela AgeRio e, além de beneficiar produtores rurais, escolas, hospitais e casas populares, poderão ser utilizados no programa de revitalização dos condomínios industriais que será lançado em breve pelo governo. A iniciativa foi acertada em reunião da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais com representantes da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), das concessionárias Light, Enel e Energisa, da Codin e AgeRio, além de empresários do setor. Os recursos anunciados são parte de um acordo com a ABSOLAR para atrair novos investimentos para o território fluminense, gerar mais empregos e renda para a população e estimular o desenvolvimento de novas oportunidades de negócios para empreendedores, além de ampliar o acesso da energia solar a consumidores residenciais, setores produtivos, agronegócio e setor público do estado do Rio de Janeiro. Dentre os focos estão identificar empreendedores do setor solar interessados em investir no estado, compartilhar informações sobre o mercado solar fluminense, avaliar tendências de negócios, aprimorar o ambiente regulatório e legal, reforçar o relacionamento entre o estado e o setor solar e cooperar em eventos e ações conjuntas, dentro e fora do Brasil. “Estimular a geração de energia solar faz parte do nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável do Estado do Rio, que tem vocação para se tornar referência na transição energética do país para uma matriz mais diversificada e limpa. Além dos benefícios ambientais, a energia solar é barata e gera economia, empregos e renda para a população”, afirma o governador Cláudio Castro. O presidente executivo da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, afirma que o acordo também prevê uma maior inserção da fonte solar na região, com a meta de diversificação da matriz elétrica estadual e assegurar o abastecimento energético para a população. “Na prática, pretendemos intensificar e aprimorar a elaboração de projetos e programas públicos para o desenvolvimento da fonte solar. Assim, este acordo com o governo fluminense amplia a colaboração em prol do desenvolvimento social, econômico e ambiental da região”, reforça. A geração própria de energia solar já proporcionou ao Rio de Janeiro a atração de aproximadamente R$ 1,9 bilhão em investimentos desde 2012, geração de mais de 10,2 mil empregos e a arrecadação de mais de R$ 451,0 milhões aos cofres públicos. Segundo a ABSOLAR, o Rio tem atualmente 342,8 MW em operação de energia solar nas residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos. A região possui 41.389 conexões operacionais, espalhadas pelos 92 municípios do estado. Atualmente, são 48.930 consumidores de energia elétrica que já contam com redução na conta de luz, maior autonomia e confiabilidade elétrica. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Cássio Coelho, colocar o estado na rota da energia limpa e da transição energética é da maior importância para a atração de novos investimentos. “Estamos fazendo um esforço grande para atrair novos investimentos em energias renováveis, e a energia solar é fundamental para isso. Estamos com uma demanda crescente de empresas e empreendimentos vindo para o Rio de Janeiro e que podem ser beneficiados com a redução de custos que a energia solar oferece”, diz o secretário.

2 de maio, 2022
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VEÍCULOS ELÉTRICOS
Itaipu e Copel instalam estação de recarga

A Itaipu Binancional e a Companhia Paranaense de Energia (Copel) inauguraram, dia 30 de agosto, em Foz do Iguaçu uma estação de recarga rápida (fast charger) de veículo elétrico. A estação fará parte da primeira eletrovia paranaense, ligando a região Oeste a Paranaguá. O eletroposto foi instalado em frente ao Centro de Recepção de Visitantes (CRV) de Itaipu, ao lado da barreira de controle da usina. Qualquer motorista com veículo elétrico poderá carregar a bateria de seu carro no local, gratuitamente. O projeto da eletrovia foi lançado no final de março deste ano e pretende cortar 700 km da BR-277, ligando a cidade portuária de Paranaguá a Foz do Iguaçu. A expectativa é instalar de oito a dez eletropostos no trecho – cinco deles custeados pela Itaipu e o restante pela Copel, com recursos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A iniciativa permitirá ao motorista deixar o litoral do Paraná e ir a Foz do Iguaçu, abastecendo as baterias nos postos de recarga rápida instalados no caminho. A distância entre os postos será de aproximadamente 100 km, suficientes para permitir a viagem. Até o momento já foram instaladas duas estações de recarga, uma em Paranaguá e outra em Curitiba. Estão previstas outras em Medianeira, Cascavel, Laranjeiras do Sul, Guarapuava e Irati. A expectativa é todas as estações estejam em operação até o final de 2018. De acordo com o chefe da Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável de Itaipu, Celso Novais, as estações da eletrovia paranaense terão três tipos de conectores e poderão atender 99% dos veículos elétricos ou híbridos vendidos hoje no mundo. Com apenas 20 minutos na tomada, aproximadamente, será possível alcançar 80% da carga.

5 de setembro, 2018
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ENERGIA EÓLICA
Enel inicia operação em Delfina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), a Enel iniciou operação do parque eólico Delfina, localizado no município de Campo Formoso (BA). O parque tem capacidade instalada total de 180 MW. “O início da operação de Delfina reforça nosso compromisso com o crescente setor de energias renováveis do Brasil. Graças às iniciativas sustentáveis que estamos implementando nas áreas no entorno da planta, estamos contribuindo para a biodiversidade local e para o desenvolvimento das comunidades vizinhas”, disse Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. A Enel investiu cerca de US$ 400 milhões na construção de Delfina, como parte dos investimentos previstos no plano estratégico da companhia e que serão financiados por meio de recursos próprios do Grupo, assim como por um empréstimo concedido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). A EGPB construiu aproximadamente 90 km de linha de transmissão para conectar o parque eólico à subestação de energia da distribuidora local mais próxima, na cidade de Juazeiro. Alinhado com o modelo de Criação de Valor Compartilhado (Creating Shared Value - CSV) adotado pelo Grupo, que visa a combinar o desenvolvimento de negócios às necessidades da comunidade local, a EGPB realizou uma série de iniciativas nas áreas próximas ao parque de Delfina, como programas pioneiros para a preservação de duas espécies locais ameaçadas, a arara-azul-de-lear e a onça-parda nativa da Caatinga. A Enel também ofereceu cursos de qualificação para a comunidade, como empreendedorismo e treinamento em carpintaria e eletricidade, para possibilitar geração de renda. Na Bahia, a EGPB opera atualmente 891 MW de capacidade solar e eólica e está construindo 420 MW de projetos adicionais nessas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.839 MW, dos quais 670 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 720 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 172 MW eólicos e 541 MW solares.

8 de setembro, 2017
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ENERGIA EÓLICA
EGPB inicia operações em Cristalândia

Através da subsidiária brasileira de energia renovável Enel Green Power Brasil Participações (EGPB), o Grupo Enel iniciou operações no parque eólico de Cristalândia (BA), localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio. “Estamos muito felizes em anunciar que a Enel está colocando em operação mais uma planta de energia renovável concedida em leilão público”, afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel no Brasil. O Grupo investiu aproximadamente US$ 190 milhões na construção de Cristalândia, que foi outorgada à EGPB através do Leilão de Fontes Alternativas (LFA) em abril de 2015. O projeto eólico é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com uma seleção de empresas de distribuição de energia brasileiras. O novo parque eólico tem capacidade total instalada de 90 MW. “Na Bahia, onde o parque eólico Cristalândia está localizado, gerenciamos cerca de 1.3 GW de capacidade renovável tanto em operação quanto em construção, impulsionados pela grande riqueza do Estado em fontes limpas de energia. Por todo o Brasil, estamos nos esforçando para apoiar a economia de maneira responsável, contribuindo para a diversificação do mix de energia por meio de fontes renováveis e implementando iniciativas sustentáveis visando a criação de valor compartilhado localmente”. O parque eólico é capaz de gerar cerca de 350 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades anuais de consumo de energia de mais de 170 mil lares brasileiros, evitando a emissão de aproximadamente 118 mil toneladas de CO2 na atmosfera. Na Bahia, a EGPB opera atualmente um total de 711 MW de capacidade solar e eólica e está construindo mais 600 MW de projetos utilizando estas duas tecnologias renováveis. No Brasil, o Grupo Enel, através de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade instalada total em renováveis de 1.659 MW, dos quais 490 MW de energia eólica, 279 MW de energia solar e 890 MW de energia hidrelétrica, bem como cerca de 900 MW de capacidade atualmente em construção, dos quais 352 MW eólicos e 541 MW solares.

31 de julho, 2017
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ENERGIA SOLAR
Enel investe US$ 300 milhões em usina

Através da subsidiária Enel Green Power Brasil Participações Ltda (EGPB), a Enel S.p.A iniciou a construção de uma usina de energia solar com capacidade de 292 MW em Nova Olinda. "O início da construção de Nova Olinda é um outro passo adiante para o nosso grupo no Brasil, confirmando a nossa liderança no mercado de energia solar no País ", afirmou Carlo Zorzoli, Country Manager da Enel para o Brasil. Nova Olinda, que é de propriedade de quatro veículos de propósito específico (SPEs) mantidos pela EGPB, está localizada em Ribeira do Piauí, no estado do Piauí. Quando estiver concluída, a planta irá ocupar área de 690 hectares e será capaz de gerar mais de 600 GWh por ano, o suficiente para atender ao consumo de energia anual de cerca de 300 mil lares brasileiros,além de evitar a emissão de cerca de 350 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. Nova Olinda será construída em uma área com altos níveis de radiação solar e contribuirá significativamente para atender à crescente demanda de energia do País. Os investimentos em Nova Olinda serão da ordem de US$ 300 milhões e estão previstos no plano estratégico atual da empresa. O projeto, que é financiado por meio de recursos próprios do Grupo Enel, deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017. A usina de energia solar será apoiada por um contrato de compra de energia ( Power Purchase Agreement, - PPA sigla em inglês) de 20 anos, que prevê a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A EGPB tem atualmente capacidade instalada total de 546 MW, dos quais 401 MW são de energia eólica, 12 MW de energia solar fotovoltaica e 133 MW de energia hídrica. Além disso, a empresa tem 442 MW de projetos de energia eólica, 102 MW de hidrelétrica e 807 MW de energia solar atualmente em execução.

12 de julho, 2016
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ENERGIA EÓLICA
Enel investe US$ 190 milhões em Cristalândia

A Enel Green Power Brasil Participações Ltda. , subsidiária do Grupo Enel, iniciou a construção do Parque Eólico de Cristalândia, localizado nos municípios de Brumado, Rio de Contas e Dom Basílio, Bahia. Serão investidos cerca de US$ 190 milhões na unidade, que terá capacidade instalada para gerar 90MW. A expectativa é que a planta entre em operação no 2º semestre de 2017. Quando o novo parque eólico estiver concluído, Cristalândia será capaz de gerar mais de 350 GWh por ano, o suficiente para satisfazer as necessidades de consumo anuais de mais de 170 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de cerca de 118 mil toneladas de CO 2 para a atmosfera. A planta foi concedida à subsidiária brasileira por meio do leilão público de energia renovável (LFA - Leilão de Fontes Alternativas), em abril de 2015. O projeto é apoiado por acordos de compra de energia de 20 anos com um pool de distribuidoras de energia elétrica do Brasil. Cristalândia é o sexto parque eólico do Grupo Enel na Bahia, um estado onde a empresa renovável brasileira do Grupo, a EGPB, já opera 264 MW de capacidade de energia eólica e está atualmente construindo o projeto eólico Delfina de 180 MW, a instalação solar fotovoltaica Ituverava com 254 MW, que é a maior usina de energia solar da Enel atualmente em construção, e o parque solar Lapa de 158 MW. A empresa conquistou mais 172 MW de capacidade eólica e 103 MW de capacidade fotovoltaica na Bahia, por meio de leilões públicos.

20 de abril, 2016
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ENERGIA SOLAR
EGP constrói nova usina na Bahia

A Enel Green Power (EGP) iniciou a construção de nova usina de energia solar no município de Ituverava, Bahia, com capacidade prevista de 254 MW. Com a construção de Ituverava, a Enel Green Power confirma o seu desejo de desempenhar um papel de liderança no setor de energia solar", disse Francesco Venturini, CEO da EGP. Serão investidos US$ 400 milhões na construção de Ituverava, seguindo as metas de crescimento da empresa estabelecidas no seu plano de negócios atual e financiadas com fontes próprias do Grupo Enel Green Power. O projeto de energia solar será apoiado por um acordo de compra de energia (PPA, sigla em inglês para Power Purchase Agreement) de 20 anos com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A nova planta de energia solar, que é de propriedade de três veículos para fins especiais mantidos pela Enel Green Power Brasil Participações Ltda., está prevista para ser concluída e entrar em operação no final de 2017. A nova usina poderá atingir capacidade de geração de mais de 550 GWh por ano, o suficiente para atender à demanda de consumo de energia anual de mais de 268 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de mais de 185 mil toneladas de CO 2 por ano. No Brasil, a EGP tem atualmente uma capacidade instalada total de 418 MW, dos quais 93 MW são provenientes de hidrelétricas, 313 MW de energia eólica e 12 MW de energia solar, com 444 MW de projetos em construção.

5 de janeiro, 2016