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LIVROS

Expedição gera fotolivro sobre Abrolhos

A equipe de exploração Miramundos documentou toda a região de Abrolhos, o oceano e a costa brasileira em catorze cidades em uma área total de 95 mil km 2. A expedição gerou o fotolivro “Abrolhos: Terra e Mar”, que será lançado em novembro pela editora Bambalaio. A edição bilíngue, com 200 páginas, tem curadoria de Jaime Portas Vilaseca e traz fotos de Rafael Duarte - que também assina os textos - Flavio Forner e Enrico Marcovaldi. “A região é prioritária para as atividades da CI-Brasil, pois conseguimos aliar proteção da biodiversidade marinha e terrestre. Além do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, trabalhamos também com três Parques Nacionais (Pau Brasil, Monte Pascoal e Descobrimento) e duas RPPNs, a Rio do Brasil e a Estação Veracel (Reservas Particulares do Patrimônio Natural)” explica Rodrigo Medeiros, Vice-Presidente da Conservação Internacional. A equipe contou com consultoria e orientação técnicas da Conservação Internacional – que atua em Abrolhos há 20 anos -, e percorreu toda a região, incluindo os 300km de costa, que reserva recantos e parques naturais ainda pouco conhecidos no Brasil. A expedição incluiu a chamada “Região dos Abrolhos”, que fica na costa de 300 km da região que começa na foz do rio Doce, em Regência (ES), a Canavieiras (BA), perto de onde desemboca o rio Jequitinhonha. O objetivo foi registrar os principais patrimônios naturais, históricos e culturais do território. Foram 4.650 km de carro, 500 km de barco, 200 km de bike, 150 km de caminhada, 40 km remando pelos rios da região e mais de 14 cidades visitadas. O livro pretende mostrar toda a região dos Abrolhos, que vai muito além do seu Parque Marinho Natural. O fotolivro tem patrocínio de Furnas através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Além da consultoria e orientação técnicas da CI-Brasil, a publicação também contou com apoio de marcas brasileiras e internacionais tais como Thule, GoPro, The North Face, SPOT, Cannondale, Bodytech, Movida, Special Adventure, Sobrebarba e Horizonte Aberto.

A equipe de exploração Miramundos documentou toda a região de Abrolhos, o oceano e a costa brasileira em catorze cidades em uma área total de 95 mil km2. A expedição gerou o fotolivro “Abrolhos: Terra e Mar”, que será lançado em novembro pela editora Bambalaio. A edição bilíngue, com 200 páginas, tem curadoria de Jaime Portas Vilaseca e traz fotos de Rafael Duarte - que também assina os textos - Flavio Forner e Enrico Marcovaldi.

“A região é prioritária para as atividades da CI-Brasil, pois conseguimos aliar proteção da biodiversidade marinha e terrestre. Além do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, trabalhamos também com três Parques Nacionais (Pau Brasil, Monte Pascoal e Descobrimento) e duas RPPNs, a Rio do Brasil e a Estação Veracel (Reservas Particulares do Patrimônio Natural)” explica Rodrigo Medeiros, Vice-Presidente da Conservação Internacional. A equipe contou com consultoria e orientação técnicas da Conservação Internacional – que atua em Abrolhos há 20 anos -, e percorreu toda a região, incluindo os 300km de costa, que reserva recantos e parques naturais ainda pouco conhecidos no Brasil.

A expedição incluiu a chamada “Região dos Abrolhos”, que fica na costa de 300 km da região que começa na foz do rio Doce, em Regência (ES), a Canavieiras (BA), perto de onde desemboca o rio Jequitinhonha. O objetivo foi registrar os principais patrimônios naturais, históricos e culturais do território. Foram 4.650 km de carro, 500 km de barco, 200 km de bike, 150 km de caminhada, 40 km remando pelos rios da região e mais de 14 cidades visitadas.

O livro pretende mostrar toda a região dos Abrolhos, que vai muito além do seu Parque Marinho Natural. O fotolivro tem patrocínio de Furnas através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Além da consultoria e orientação técnicas da CI-Brasil, a publicação também contou com apoio de marcas brasileiras e internacionais tais como Thule, GoPro, The North Face, SPOT, Cannondale, Bodytech, Movida, Special Adventure, Sobrebarba e Horizonte Aberto.

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OCEANOS
Parque Nacional de Abrolhos ganha campanha

O Instituto Baleia Jubarte iniciou a campanha #MaisAbrolhos com o objetivo de ampliar o Parque Nacional Marinho de Abrolhos. Atualmente, a área cobre apenas 1,8% do maior banco de corais do Atlântico Sul – refúgio da biodiversidade marinha brasileira, com espécies endêmicas, ameaçadas, vulneráveis e em recuperação, como a baleia-jubarte. A ampliação do Parque visa aumentar a geração de emprego e renda por meio do ecoturismo, da manutenção de estoques pesqueiros e da garantia ao equilíbrio ambiental. Uma moção foi aprovada por unanimidade durante o IX Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) e será encaminhada à Presidência da República, Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O pedido considera que o Banco dos Abrolhos é uma das regiões de maior importância para a conservação da biodiversidade marinha do Brasil e do Atlântico Sul, o que tem sido reconhecido e reafirmado em sucessivos processos de avaliação de áreas prioritárias para a preservação de espécies animais e vegetais em território nacional. “Várias instituições decidiram batalhar para que esse processo seja concluído ainda neste ano, com a realização das necessárias consultas públicas e encaminhamento de proposta de Decreto ao Presidente da República para efetivar essa ampliação”, disse o presidente do Instituto Baleia Jubarte, Eduardo Camargo. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem mais de 15,3 mil áreas marinhas protegidas no mundo, cobrindo o equivalente a 7,2% da superfície total do oceano. Somente no Brasil, até 2020, deve-se proteger pelo menos 10% dos mais de 8,5 milhões de km de litoral, segundo a meta 11 de Aichi estabelecida pela Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB-ONU). A Fundação Grupo Boticário também demandou a ampliação da mesma unidade de conservação anteriormente. Em outubro de 2017, em Brasília, a importância da região e a sua proteção foram ressaltadas durante evento que discutia propostas de criação de áreas marinhas protegidas. A Fundação Grupo Boticário tem em seu histórico 11 projetos apoiados no Parque Nacional dos Abrolhos, dos quais dois estão em andamento: um sobre corais e outro sobre esponjas.

27 de agosto, 2018
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LIVROS
Instituto Mamirauá lança obra sobre Amazônia

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá está lançando o livro “Protagonistas: relatos de conservação do Oeste da Amazônia” durante a EXPOT&C, em Belo Horizonte (MG). Durante a semana da EXPOT&C, que acontece de 17 a 22 de julho, o Instituto Mamirauá lança também dois produtos voltados para o público infantil: o jogo de quebra-cabeças “Ecossistemas da Amazônia: várzea e terra-firme”; e “O Macaqueiro Kids – Onça-pintada”. A obra “Protagonistas: relatos de conservação do Oeste da Amazônia” visa divulgar as práticas sustentáveis de conservação de recursos naturais, desenvolvidas pelo Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do MCTIC e financiadas pelo Fundo Amazônia. Com distribuição gratuita, a publicação também está disponível para download no site do Instituto Mamirauá: www.mamiraua.org.br/protagonistas.&nbsp ; O jogo de quebra-cabeças traz dois desenhos produzidos pelo jovem José Augusto C. de Oliveira, um da várzea e outro da terra-firme, que traz dados com as principais características biológicas de cada um desses ecossistemas amazônicos. Cada quebra-cabeça é composto por 35 peças e o material é gerido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Já o informativo, dedicado ao público infantil, traz informações, textos, imagens e um jogo especial sobre a onça-pintada e é um dos lançamentos do Instituto Mamirauá na EXPOT&C. A publicação foi produzida com recursos da Fundação Gordon and Betty Moore. A versão digital de “O Macaqueiro Kids – Onça-pintada” já está disponível para download em http://www.mamiraua.org.br/omacaqueirokids77 .

24 de julho, 2017
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PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
Lançado Projeto Ecodrones no Brasil

A WWF-Brasil, a ONG inglesa Conservation Drones, o ICMBio, a Agência Nacional de Águas (ANA), a Universidade Federal de Goiás (UFG), o Ibama, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), a Embrapa e o Instituto Araguaia de Proteção Ambiental, uma organização não-governamental do Estado do Tocantins lançaram dia 17 de julho o Projeto Ecodrones Brasil com objetivo de otimizar a conservação do ponto de vista técnico e econômico. Com capacidade de coletar dados e imagens de alta resolução, a tecnologia dos Veículos Aéreos Não Tripulados (os Vant’s, popularmente conhecidos como drones) pode contribuir na preservação dos recursos naturais. Segundo o especialista do Programa Amazônia do WWF-Brasil, Marcelo Oliveira, o potencial de uso desses equipamentos na esfera ambiental é enorme. Ele contou que os ecodrones trazem oportunidades inovadoras para o mapeamento de áreas protegidas, monitoramento da biodiversidade, combate a incêndios florestais, caça e exploração dos recursos naturais, bem como na coleta de dados científicos. O Diretor de Criação e Manejo do ICMBio, Sergio Brant, destacou que o órgão tem muito interesse nas possibilidades e alternativas de uso dos Vant’s. “É uma ferramenta interessante, que tem uma série de possibilidades de utilização em áreas protegidas: desde fiscalização até o uso público”, afirmou. A utilização de drones nesse tipo de atividade no Brasil ainda é pequena ou realizada de forma isolada, já que a lei que regulamenta seu uso não traz regras claras para este tipo de finalidade. Para isso, o Projeto Ecodrones está focado em construir um cenários positivo para a utilização dos Vant’s no que diz respeito á conservação ambiental nos próximos meses. “Nós não faremos uso recreativo ou comercial deste equipamento, e entendemos que é preciso uma normatização diferente, que contemple e auxilie seu uso com objetivo de conservação do patrimônio natural brasileiro”, disse Oliveira. Além da regulamentação, Oliveira defende a formação de um corpo técnico capacitado e habilitado para pilotar os equipamentos e realizar um planejamento que possibilite voos seguros e eficientes. “É nessa etapa que o grupo de cooperação está concentrando seus esforços”, afirmou Oliveira.

20 de julho, 2015