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UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Paraná terá R$ 1,2 milhão para projetos de preservação no litoral

Paraná terá R$ 1,2 milhão para projetos de preservação no litoral

Os recursos serão operacionalizados pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), responsável pela gestão financeira do Programa, e as instituições executoras terão até 24 meses para implementar as ações aprovadas

O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná (BLP) divulgou o resultado das Manifestações de Interesse 01/2025 e 02/2025, destinando R$ 1,251 milhão para fortalecer a gestão de Unidades de Conservação (UCs) no litoral do Paraná. Os editais lançados em julho deste ano e os recursos serão executados imediatamente e irão contemplar ações como elaboração de planos de manejo, implantação de sinalização e criação e manutenção de conselhos gestores.

Na primeira Manifestação, destinada a planos de manejo e sinalização, o BLP selecionou três propostas. No município de Guaratuba está previsto o apoio à elaboração do plano de manejo do Parque Natural Municipal da Lagoa do Parado, com investimento de R$ 350 mil ; em Paranaguá, o foco será a implantação de sinalização de acesso às UCs municipais ARIE dos Valadares, Parque Natural Municipal do Rio das Pedras e Parque Natural Municipal do Ribeirão dos Almeidas, com R$ 100 mil previstos. Já em Pontal do Paraná, os investimentos de R$ 300 mil incluem a sinalização e elaboração dos planos de manejo do Parque Natural Municipal do Manguezal do Rio Perequê e do Parque Municipal da Reserva.

Na Manifestação 02/2025, voltada à formação e manutenção de conselhos gestores, duas propostas foram aprovadas. Em Guaratuba, o Programa vai apoiar a formação do conselho gestor do Parque Natural Municipal da Lagoa do Parado, com R$ 51,5 mil, enquanto o Instituto Água e Terra (IAT) receberá R$ 450 mil para a criação e manutenção do conselho gestor do Parque Estadual do Boguaçu, a formação de conselhos em outras UCs do litoral e a reativação do conselho da APA de Guaratuba.

Os recursos serão operacionalizados pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), responsável pela gestão financeira do Programa, e as instituições executoras terão até 24 meses para implementar as ações aprovadas. “Planos de Manejo e Conselhos Gestores são ferramentas básicas de gestão de uma unidade de conservação, e que permitirão o direcionamento estratégico de investimentos no futuro, com participação social nessas decisões. Uma das metas do Programa é que todas as unidades de conservação do litoral do Paraná disponham das duas ferramentas, para que nos próximos anos possamos investir na consolidação dessas áreas protegidas, potencializando ganhos sociais, ambientais e econômicos no território”, comenta Daniela Leite, gerente do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná.

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24 de fevereiro, 2021
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14 de setembro, 2018
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UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
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29 de agosto, 2017
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BIODIVERSIDADE
Programa da Boticário recebe inscrições

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza abriu as inscrições para a segunda chamada de 2017 de seu ‘Programa de Apoio a Ações de Conservação’. Os participantes poderão concorrer nas categorias : ‘Apoio a Programas’, com abrangência nacional; ‘Biodiversidade do Paraná’, focado na natureza paranaense; e ‘Apoio a Projetos’, destinado a Áreas Úmidas. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de agosto pelo site www.fundacaogrupoboticario.org.br . “Por meio desse apoio, buscamos potencializar a geração de conhecimento sobre a biodiversidade brasileira, além de estimular aplicações práticas que promovam a sua conservação e que complementem os esforços públicos”, afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário. O ‘Apoio a Programas’ abrange iniciativas em todo o Brasil, de média e longa duração (até quatro anos) e que viabilizem ações de conservação da natureza de maior magnitude e que demandem mais tempo para aplicação. O Edital ‘Biodiversidade do Paraná’, criado em parceria com a Fundação Araucária, seleciona propostas a serem executadas em qualquer região paranaense, como por exemplo, a área de ocorrência da Floresta com Araucárias. Por último, a categoria ‘Apoio a Projetos’ seleciona iniciativas que contribuam para a conservação das Áreas Úmidas – que representam cerca de 20% do território brasileiro e englobam ecossistemas tanto marinho e costeiros quanto continentais, abrigando uma grande variedade de ambientes e espécies. Esta última categoria contempla o bioma Pantanal – uma das áreas mais úmidas do planeta, os 20 Sítios Ramsar nacionais, que são áreas úmidas de importância mundial, a exemplo do Parque Nacional de Anavilhanas (AM) e da Estação Ecológica do Taim (RS); além de baías e estuários e locais de menor abrangência geográfica com influências fluviais e fluviomarinhas, áreas alagadas, lacustres e charcos. Para concorrer nas três categorias é necessário que as propostas apresentadas atendam a uma das quatro linhas temáticas de apoio. A primeira trata de ‘Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs)’ e tem como objetivo a criação, ampliação e execução de atividades prioritárias de seus Planos de Manejo (documentos oficiais de planejamento das unidades de conservação). A segunda linha visa a execução de ações prioritárias para espécies ameaçadas, seguindo os Planos de Ação Nacional (PANs), documentos que elencam ações prioritárias para conservação de determinadas espécies e ecossistemas, além de ações emergenciais para espécies sem PANs e enquadramento de espécies em listas de ameaças. A terceira, ‘Ambientes Marinhos’, é voltada para estudos, ações e ferramentas para a proteção e redução de pressão sobre a biodiversidade marinha. Já a linha ‘Políticas Públicas’, que é exclusiva para ‘Apoio a Programas’, visa à implementação e fortalecimento de incentivos para conservação da natureza, instrumentos legais para fiscalização e proteção da biodiversidade, consolidação de áreas protegidas e parcerias para conservação. As inscrições estão abertas a instituições sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades e organizações não governamentais (ONGs). Para a categoria ‘Biodiversidade do Paraná’, instituições privadas e públicas também podem se candidatar, por meio do site da Fundação Araucária - www.fappr.pr.gov.br .

14 de julho, 2017
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MATA ATLÂNTICA
SOS anuncia 24 projetos para implantar UC’s

A Fundação SOS Mata Atlântica anunciou os 24 projetos contemplados pelo edital para o apoio à criação e implementação de Unidades de Conservação (UCs) Municipais no País. O programa tem como meta incentivar os municípios a fortalecer a gestão ambiental de seus territórios, investindo no planejamento e na execução de medidas que assegurem proteção e uso sustentável do ambiente. A iniciativa faz parte das comemorações dos 30 anos da ONG. Marcia Hirota, Diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, disse: “É um conjunto de projetos agregadores que contribuirão muito para fortalecer esses importantes mecanismos de conservação da biodiversidade local, reunindo poder público, instituições e pessoas para somar esforços voltados para as Unidades de Conservação e as políticas de proteção nos municípios da Mata Atlântica. Esta agenda é uma nova prioridade de atuação da Fundação”. A coordenadora de Áreas Protegidas da ONG, Erika Guimarães, lembrou a importância das UCs municipais para o bem-estar da população: “Teremos novos parceiros para uma atuação mais integrada, buscando fortalecer essas áreas que oferecem serviços ambientais relevantes e melhoram a qualidade de vida de todos nós”. Dos 24 projetos, 17 seguem a linha quatro que trata de ações para a implementação efetiva de UCs municipais já criadas. No que diz respeito aos tipos de Unidades de Conservação contemplados, houve uma distribuição equilibrada entre UCs de proteção integral (10) e uso sutentável (11) e outras três propostas para estudos de criação de novas UCs. Quase metade das propostas apresentadas tem como foco as unidades de conservação em ambientes costeiros e marinhos. “Isso reflete a importância que as UCs Municipais também têm para auxiliar o Brasil a atingir as suas metas de proteção do mar e da costa, ambientes hoje muito mal representados no conjunto de unidades de conservação brasileiras”, explicou Diego Igawa Martinez, biólogo do programa Costa Atlântica da Fundação. Essa proporcionalidade se refletiu nas propostas aprovadas (14,58% florestas e 10,42% mar) A região Sudeste concentra o maior número de projetos, seguido pelo Nordeste e Sul, incluindo dez propostas focadas no ambiente costeiro-marinho e 14 em florestas interiores. Os projetos encontram-se distribuídos em 11 dos 17 estados da Mata Atlântica. A lista de projetos pode ser conferida no site www.sosma.org.br/ucs-municipais .

21 de junho, 2016