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LIVROS

Instituto Mamirauá lança obra sobre Amazônia

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá está lançando o livro “Protagonistas: relatos de conservação do Oeste da Amazônia” durante a EXPOT&C, em Belo Horizonte (MG). Durante a semana da EXPOT&C, que acontece de 17 a 22 de julho, o Instituto Mamirauá lança também dois produtos voltados para o público infantil: o jogo de quebra-cabeças “Ecossistemas da Amazônia: várzea e terra-firme”; e “O Macaqueiro Kids – Onça-pintada”. A obra “Protagonistas: relatos de conservação do Oeste da Amazônia” visa divulgar as práticas sustentáveis de conservação de recursos naturais, desenvolvidas pelo Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do MCTIC e financiadas pelo Fundo Amazônia. Com distribuição gratuita, a publicação também está disponível para download no site do Instituto Mamirauá: www.mamiraua.org.br/protagonistas.&nbsp ; O jogo de quebra-cabeças traz dois desenhos produzidos pelo jovem José Augusto C. de Oliveira, um da várzea e outro da terra-firme, que traz dados com as principais características biológicas de cada um desses ecossistemas amazônicos. Cada quebra-cabeça é composto por 35 peças e o material é gerido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Já o informativo, dedicado ao público infantil, traz informações, textos, imagens e um jogo especial sobre a onça-pintada e é um dos lançamentos do Instituto Mamirauá na EXPOT&C. A publicação foi produzida com recursos da Fundação Gordon and Betty Moore. A versão digital de “O Macaqueiro Kids – Onça-pintada” já está disponível para download em http://www.mamiraua.org.br/omacaqueirokids77 .

O Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá está lançando o livro “Protagonistas: relatos de conservação do Oeste da Amazônia” durante a EXPOT&C, em Belo Horizonte (MG). Durante a semana da EXPOT&C, que acontece de 17 a 22 de julho, o Instituto Mamirauá lança também dois produtos voltados para o público infantil: o jogo de quebra-cabeças “Ecossistemas da Amazônia: várzea e terra-firme”; e “O Macaqueiro Kids – Onça-pintada”. 
 
A obra “Protagonistas: relatos de conservação do Oeste da Amazônia” visa divulgar as práticas sustentáveis de conservação de recursos naturais, desenvolvidas pelo Instituto Mamirauá, unidade de pesquisa do MCTIC e financiadas pelo Fundo Amazônia. Com distribuição gratuita, a publicação também está disponível para download no site do Instituto Mamirauá: www.mamiraua.org.br/protagonistas. 
 
O jogo de quebra-cabeças traz dois desenhos produzidos pelo jovem José Augusto C. de Oliveira, um da várzea e outro da terra-firme, que traz dados com as principais características biológicas de cada um desses ecossistemas amazônicos. Cada quebra-cabeça é composto por 35 peças e o material é gerido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Já o informativo, dedicado ao público infantil, traz informações, textos, imagens e um jogo especial sobre a onça-pintada e é um dos lançamentos do Instituto Mamirauá na EXPOT&C. A publicação foi produzida com recursos da Fundação Gordon and Betty Moore. A versão digital de “O Macaqueiro Kids – Onça-pintada” já está disponível para download em http://www.mamiraua.org.br/omacaqueirokids77.
 

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AMAZÔNIA
IPAM inaugura observatório virtual

O Observatório de Comércio e Ambiente na Amazônia (OCAA) foi inaugurado dia 10 de dezembro para todos àqueles que buscam informações qualificadas sobre comércio internacional e meio ambiente na Amazônia. O observatório é um espaço virtual dedicado ao diálogo embasado na ciência e ao engajamento de diversos atores da sociedade. A plataforma irá oferecer um acervo de publicações, análises e notícias selecionadas, bem como a oportunidade de acompanhar e participar de debates especializados, de modo a contribuir para a prosperidade socioeconômica e ambiental. O OCAA é uma Iniciativa do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e de outras três organizações da sociedade civil: o Cindes (Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento), o iCS (Instituto Clima e Sociedade) e o Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia). Na inauguração houve um webinar com a moderação de Ana Toni, diretora executiva do iCS, e a participação do ex-embaixador e presidente do Irice (Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior), Rubens Barbosa; da professora titular do NAEA/UFPA (Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará), Claudia Azevedo-Ramos; e do presidente do conselho da Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), Marcello Brito. Além de apresentarem a plataforma OCAA, os convidados debateram sobre os desafios, riscos e oportunidades que envolvem o comércio internacional e o desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira.

18 de dezembro, 2020
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AMAZÔNIA
Lançado site sobre Fundo Amazônia

A Associação dos Funcionários do BNDES (AFBNDES) e Associação dos Servidores públicos do Ibama e ICMBio (ASIBAMA) lançaram um site em defesa do Fundo Amazônia. O acesso é gratuito e o conteúdo disponibilizado em português e inglês. (emdefesadofundoamazonia.com.br). A plataforma traz dados explicativos e os usuários terão acesso ao FAQ com perguntas e respostas sobre o trabalho e a importância do Fundo Amazônia, além de um espaço para as manifestações que já foram realizadas em prol da conservação da governança do Fundo que busca a proteção da Floresta Amazônia. O site conta com textos, vídeos e imagens informativas disponíveis para download e compartilhamento nas redes sociais. Também será oferecido aos visitantes o envio de informações sobre as mobilizações relacionadas ao Fundo Amazônia. O site tem como objetivo esclarecer a importância da Amazônia. Recentemente, o Ministério do Meio Ambiente anunciou que pretende implantar mudanças na gestão do Fundo Amazônia. A proposta é aumentar a força da pasta nas decisões sobre como aplicar o dinheiro, que atualmente são feitas por um comitê diverso e participativo, formado por governos, empresas, ONGs e comunidades tradicionais. O Fundo Amazônia existe há mais de dez anos e já foram investidos mais de R$ 3 bilhões em projetos de pesquisa, geração de emprego e renda na floresta e combate ao desmatamento na Amazônia Legal. Considerado a maior transferência de recursos entre países para a preservação de florestas, a iniciativa já protegeu 45 milhões de hectares, possibilitou que 162 mil pessoas fossem impactadas por atividades produtivas sustentáveis e beneficiou 49 mil indígenas, além de promover 687 missões de fiscalização ambiental e ser responsável pela queda do desmatamento.

11 de julho, 2019
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BIOMAS
Ato em defesa do Fundo Amazônia

Um ato em defesa do Fundo Amazônia ocorre no próximo dia 4 de junho, às 17h, em frente à sede do BNDES, na Avenida Chile, 100, Rio de Janeiro. Organizado pela Associação de funcionários do BNDES (AFBNDES) e Associação dos Servidores Federais da Área Ambiental no Estado no Rio de Janeiro (Asibama/RJ), a iniciativa visa sensibilizar a sociedade sobre a importância do Fundo e as ameaças às suas finalidades. Estarão presentes no ato o ex-ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, representantes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB), da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia do Brasil (COIAB), Maureen Santos, da Fundação Heinrich Böll no Brasil, Carlos Rittl do Observatório do Clima, a líder indígena, Sônia Guajajara, entre outros. Também participarão ONGs e membros do funcionalismo público. No dia 18 de maio o BNDES afastou a chefe do departamento de Meio Ambiente do Banco por alegações de irregularidades na gestão do Fundo Amazônia feitas pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. As denúncias se mostraram infundadas, sem qualquer investigação, seja interna ou de órgãos de controle que as balizassem, mas a funcionária segue afastada do cargo. Em entrevista à TV Globo, Salles revelou a intenção do governo de utilizar os recursos do Fundo para pagar indenizações por desapropriações de terra em áreas protegidas.

3 de junho, 2019
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BIOMAS
Estudo revela novas espécies na Amazônia

Segundo as conclusões do relatório “Atualização e Composição da lista Novas espécies de Vertebrados e Plantas na Amazônia (2014-2015)” lançado recentemente pelo Instituto Mamirauá e World Wide Fund for Nature (WWF), nos anos de 2014 e 2015 foram registradas 381 novas espécies de plantas e animais. O documento traz o levantamento das espécies da Amazônia descritas por pesquisadores de várias partes do Brasil e do exterior. São 216 novas espécies de plantas, 93 de peixes, 32 de anfíbios, 19 de répteis, uma ave, 18 mamíferos e dois mamíferos fósseis. Esta é a terceira edição do estudo que mobilizou equipe de especialistas do Instituto Mamirauá e pesquisadores associados. As edições anteriores reuniram as novas espécies de 1999 a 2009 e 2010 a 2013. Ao todo, foram mais de duas mil novas espécies descritas nos últimos 17 anos. Para a produção do relatório sobre as espécies na Amazônia foram considerados os limites da Amazônia Hidrográfica, a Amazônia Ecológica e a Amazônia Política como área de amostragem. João Valsecchi do Amaral, diretor Técnico-Científico do Instituto Mamirauá, ressaltou a importância do conhecimento da biodiversidade do bioma. “Para a conservação das espécies, é necessário saber quais são, quantas são e a sua distribuição. Essas são informações fundamentais para garantir que os processos ecológicos e evolutivos sejam compreendidos e permaneçam, de modo a assegurar a sobrevivência das espécies”, disse. O coordenador do Programa Amazônia do WWF-Brasil, Ricardo Mello, disse que o levantamento mostra que a biodiversidade amazônica é ainda um grande enigma. “Imaginar que em 2017 ainda estamos descobrindo novas espécies demonstra que temos muito mais o que estudar na região”. O documento revela também a existência de especialistas e taxonomistas, profissional que classifica os seres vivos. “Nós precisamos ter garantia de recursos, sejam humanos, de infraestrutura e de financiamento, para as pesquisas. Idealmente, um forte programa para o levantamento da biodiversidade na Amazônia deveria ser mantido em longo prazo. Esforços deveriam ser realizados para a formação de mais profissionais em taxonomia e fortalecimento das instituições de pesquisa que realizam esses levantamentos”, reforçou Valsecchi. A descrição de novas espécies e a divulgação dos resultados científicos podem contribuir para atrair a atenção do Poder Público para a importância da Amazônia e a necessidade de um conhecimento mais abrangente da sua biodiversidade. As áreas com pouca ou nenhuma informação ainda são muitas e extensas e a probabilidade de que novas espécies sejam encontradas nesses locais é bastante alta. Entre as espécies descobertas estão o macaco zogue-zogue-rabo-de-fogo (Plecturocebus miltoni): Encontrado em 2010 durante expedição da WWF-Brasil, no noroeste do Mato Grosso, o primata recebeu o nome “miltoni” em homenagem a um dos maiores primatólogos brasileiros, o cientista Milton Thiago de Mello. Já o boto Inia Araguaiensis foi encontrado em 2014 na bacia do rio Araguaia. Tem características moleculares e medidas do crânio distintas dos botos do rio Amazonas. Estima-se que a espécie tenha surgido há cerca de 2,8 milhões de anos, quando teria se separado das outras populações de botos e se instalado na bacia do rio Araguaia, em Goiás. O pássaro Poaieiro-de-Chico Mendes (Zimmerius chicomendesi) foi registrado pela primeira vez em 2009, no sul do Amazonas, dentro da Floresta Nacional de Humaitá. No entanto, só foi possível descrever essa espécie após uma expedição ocorrida em 2011, que trouxe novas e várias informações sobre o animal. Teve o nome em homenagem ao ambientalista e grande líder acreano. A perereca Pristimantis jamescameroni recebeu o nome em homenagem ao diretor de cinema James Cameron, um entusiasta das causas ambientais e divulgador de vários problemas existentes na região amazônica. O relatório completo “Atualização e Composição da lista Novas espécies de Vertebrados e Plantas na Amazônia (2014-2015)” pode ser verificado no site www.mamiraua.org.br

8 de setembro, 2017
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LIVROS
‘Águas Brasileiras’ tem apoio da Bauminas

Em evento na FGV, está sendo lançado o livro “Águas Brasileiras”, produzido pela “Editora Brasileira”, com patrocínio do Grupo Bauminas e apoio do Instituto Trata Brasil. O livro aborda o cenário hídrico brasileiro, além de traçar um diagnóstico das restrições hídricas do País e caminhos e soluções para enfrentá-las. “Águas Brasileiras” tem a participação de especialistas do setor que abordam temas, como reuso de água, preservação de mananciais, poluição e estratégias para revitalização dos rios urbanos, crise hídrica e outros pontos importantes que permeiam os recursos hídricos e saneamento básico no Brasil. Dados do Instituto Trata Brasil mostram que mais da metade dos brasileiros ainda não têm acesso à coleta dos esgotos e mais de 34 milhões de pessoas não têm acesso à água encanada, resultando num Brasil bastante defasado em relação aos serviços de infraestrutura nestas áreas. O livro discute estes dados, dentre outros números importantes, com artigos de especialistas como Édison Carlos, Pedro Scazufca, Álvaro Menezes, Bruna Monteiro, Stela Goldenstein, German Orjuela, Gesner Oliveira, Marcelo Morgado, Claudia Orsini, Fernando Marcato, Andréa Vasconcelos e outros importantes porta-vozes das águas e saneamento no Brasil. O evento de lançamento em São Paulo será realizado no dia 16 de agosto, das 14h às 16h30, no auditório da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O evento de lançamento é gratuito e as inscrições serão limitadas de acordo com a capacidade do auditório.

16 de agosto, 2017
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MEIO AMBIENTE
Plataforma MapBiomas é lançada dia 26

Uma rede de ONGs, universidades e empresas lança, no próximo dia 26 de novembro, a plataforma online MapBiomas, que produzirá mapas e relatórios anuais da cobertura e uso da terra no Brasil. O projeto visa identificar as transformações do uso da terra em áreas com floresta, pecuária, agricultura, diferentes culturas, reflorestamento, áreas urbanas em todo o território nacional, utilizando a ferramenta aberta do Google Earth Engine. Serão analisados todos os biomas terrestres (Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Pampa e Mata Atlântica) e três áreas transversais - agricultura, pecuária e zona costeira. O MapBiomas foi desenvolvido para fornecer dados mais atualizados sobre o uso da terra no Brasil, além de informações sobre emissões de gases de efeito estufa, além de subsidiar políticas públicas no setor de uso da terra e agropecuária. Ana Cristina Barros, Secretária da Secretaria de Biodiversidade e Florestas (Ministério do Meio Ambiente), Eduardo Assad, Coordenador do Inventário Nacional de Emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil (Embrapa) e Joberto Veloso, Diretor do Serviço Florestal Brasileiro, Coordenador do Inventário Florestal Brasileiro, irão debater as funcionalidades e metodologia da plataforma. O evento ainda contará com a presença de representantes da embaixada da Noruega e terá a apresentação dos desenvolvedores da plataforma com os parceiros de tecnologia, como o Google. O lançamento acontece no Museu do Objeto brasileiro A casa, localizado na Av. Pedroso de Morais, 1.216, São Paulo, das 10 às 12h30.

24 de novembro, 2015