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JBS AMBIENTAL

Exportações de capas plásticas devem crescer 91% no semestre

Unidade especializada em soluções para gestão de resíduos sólidos, a JBS Ambiental aposta nas exportações de capas plásticas para suas unidades de couro na Argentina e Paraguai para ampliar os negócios neste ano. No segundo semestre de 2016 foram exportadas 5,5 toneladas de capas plásticas para os dois países. A expectativa é que as vendas externas nos seis primeiros meses de 2017 sejam 91% superiores em relação ao último semestre. A unidade da JBS Couros no Uruguai será a próxima a aderir ao sistema, que deve receber cerca de cinco toneladas de capas plásticas até junho deste ano. “Além da utilização de sacos de lixo e sacos plásticos reciclados em todas as operações da companhia no Brasil, também enviamos as capas plásticas para o negócio de processamento de couros. O material protege as peças durante o processo de produção e de comercialização, além de evitar contaminações e possíveis danos no processo de transporte como, por exemplo, por interferências climáticas”, explica Andressa de Mello, diretora da JBS Ambiental. A JBS Ambiental tem como um dos principais focos o chamado Ciclo Fechado, um processo que permite que os resíduos reciclados sejam inseridos novamente dentro da empresa na forma de outras matérias-primas ou produtos, e que se traduz em um importante ganho de eficiência econômica e sustentável. Além dos sacos e materiais plásticos reciclados, a unidade de negócios também produz produtos plásticos de material virgem para embalagens de alimentos e resinas plásticas recicladas, que são utilizadas em outros processos.

Unidade especializada em soluções para gestão de resíduos sólidos, a JBS Ambiental aposta nas exportações de capas plásticas para suas unidades de couro na Argentina e Paraguai para ampliar os negócios neste ano. 
 
No segundo semestre de 2016 foram exportadas 5,5 toneladas de capas plásticas para os dois países. A expectativa é que as vendas externas nos seis primeiros meses de 2017 sejam 91% superiores em relação ao último semestre. A unidade da JBS Couros no Uruguai será a próxima a aderir ao sistema, que deve receber cerca de cinco toneladas de capas plásticas até junho deste ano. “Além da utilização de sacos de lixo e sacos plásticos reciclados em todas as operações da companhia no Brasil, também enviamos as capas plásticas para o negócio de processamento de couros. O material protege as peças durante o processo de produção e de comercialização, além de evitar contaminações e possíveis danos no processo de transporte como, por exemplo, por interferências climáticas”, explica Andressa de Mello, diretora da JBS Ambiental.
 
A JBS Ambiental tem como um dos principais focos o chamado Ciclo Fechado, um processo que permite que os resíduos reciclados sejam inseridos novamente dentro da empresa na forma de outras matérias-primas ou produtos, e que se traduz em um importante ganho de eficiência econômica e sustentável. Além dos sacos e materiais plásticos reciclados, a unidade de negócios também produz produtos plásticos de material virgem para embalagens de alimentos e resinas plásticas recicladas, que são utilizadas em outros processos.
 

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Acordo para evitar despejo em aterro

A Braskem assinou acordo com a empresa de engenharia ambiental Tecipar para evitar que duas toneladas de plásticos sejam despejadas anualmente no aterro sanitário de Santana do Parnaíba, na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). O volume equivale a 36 milhões de embalagens plásticas de polietileno e polipropileno. A parceria reforça o compromisso da Braskem com a economia circular e está alinhada com a estratégia de negócio da companhia, engajada em contribuir para o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e seu mercado. Este é o primeiro contrato da Braskem para retirada de resíduos plásticos de aterros sanitários. A parceria viabilizou a criação de uma usina de triagem para separação de resíduos sólidos e orgânicos de materiais recolhidos na coleta pública dos municípios de Barueri e Santana de Parnaíba. Após a separação, o plástico triado pela Tecipar será direcionado para reciclador parceiro da Braskem. As resinas recicladas de polietileno e polipropileno serão utilizadas como matéria-prima para o desenvolvimento de soluções mais sustentáveis para a indústria do plástico. "Existe um mercado de reciclagem bastante promissor no Brasil, que gera emprego e renda para muitas pessoas e que pode ajudar o País a superar um dos seus principais desafios: a gestão de resíduos", afirma. Fabiana Quiroga, diretora de Economia Circular da Braskem. O engenheiro ambiental e responsável pela planta de separação de resíduos na Tecipar, Lucas Faveri, explica que a parceria utilizará um modelo semi-mecanizado inédito no estado de São Paulo e que pode ser escalado, auxiliando municípios a reduzir custos com coleta seletiva e alavancando índices de reciclagem. "Muitas iniciativas com foco no aumento da reciclabilidade esbarram no alto custo operacional dos sistemas de triagem e coleta de resíduos. Informação e viabilidade econômica são duas questões muito importantes nesse processo e, neste sentido, as parcerias entre empresas, como a que estamos firmando com a Braskem, e o movimento em busca de hábitos mais sustentáveis que percebemos na sociedade, nos ajudam a inovar e pensar em soluções muito mais eficazes", ressalta Faveri.

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Resíduo doméstico substitui plástico

Franquia independente do McDonald's no mundo, a Arcos Dorados anunciou parceria inédita com a israelense UBQ, que desenvolveu um processo patenteado que converte o resíduo doméstico em um substituto plástico, por meio do qual há redução nas emissões de carbono. Para produzir o material termoplástico, a UBQ divide o lixo doméstico não classificado em seus componentes naturais básicos (lignina, celulose, açúcar, fibra) e cria um novo material compósito e ecológico, através de um processo que não utiliza água ou emite substâncias nocivas. O material foi desenvolvido nos últimos cinco anos por cientistas da UBQ. O objetivo da parceria é utilizar o novo material em itens que chegarão aos restaurantes da marca já no 1º trimestre de 2020. "Somos líderes no nosso segmento e temos a responsabilidade de usar nossa escala para fazer o bem e contribuir de maneira positiva com o meio ambiente e a sociedade. Nos associarmos com a UBQ é mais um passo dado em nosso compromisso com o desenvolvimento de ações sustentáveis, já que nos permitirá substituir objetos de nossa operação por similares, que terão emissão final de carbono zero", afirma Gabriel Serber, Diretor de Compromisso Social e Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados na América Latina e Caribe. A iniciativa se une a outras ações sustentáveis já implantadas pela Arcos Dorados e o sistema McDonald's, como o banimento de canudos de plásticos em campanha de conscientização em paralelo junto aos clientes; o comprometimento em continuar à procura de alternativas mais sustentáveis para reduzir o uso de plásticos em restaurantes e o cumprimento dos ODS da marca, alinhados à política da "Escala para o bem", para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 36% até 2030 e de 20% em toda a cadeia de suprimentos, dentro do mesmo período. No total, 11 milhões de toneladas de CO2 não chegarão à atmosfera, o que equivale ao plantio de 3 bilhões de árvores ou 25 milhões de automóveis fora de circulação.

25 de novembro, 2019