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SUSTENTABILIDADE

Resíduo doméstico substitui plástico

Franquia independente do McDonald's no mundo, a Arcos Dorados anunciou parceria inédita com a israelense UBQ, que desenvolveu um processo patenteado que converte o resíduo doméstico em um substituto plástico, por meio do qual há redução nas emissões de carbono. Para produzir o material termoplástico, a UBQ divide o lixo doméstico não classificado em seus componentes naturais básicos (lignina, celulose, açúcar, fibra) e cria um novo material compósito e ecológico, através de um processo que não utiliza água ou emite substâncias nocivas. O material foi desenvolvido nos últimos cinco anos por cientistas da UBQ. O objetivo da parceria é utilizar o novo material em itens que chegarão aos restaurantes da marca já no 1º trimestre de 2020. "Somos líderes no nosso segmento e temos a responsabilidade de usar nossa escala para fazer o bem e contribuir de maneira positiva com o meio ambiente e a sociedade. Nos associarmos com a UBQ é mais um passo dado em nosso compromisso com o desenvolvimento de ações sustentáveis, já que nos permitirá substituir objetos de nossa operação por similares, que terão emissão final de carbono zero", afirma Gabriel Serber, Diretor de Compromisso Social e Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados na América Latina e Caribe. A iniciativa se une a outras ações sustentáveis já implantadas pela Arcos Dorados e o sistema McDonald's, como o banimento de canudos de plásticos em campanha de conscientização em paralelo junto aos clientes; o comprometimento em continuar à procura de alternativas mais sustentáveis para reduzir o uso de plásticos em restaurantes e o cumprimento dos ODS da marca, alinhados à política da "Escala para o bem", para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 36% até 2030 e de 20% em toda a cadeia de suprimentos, dentro do mesmo período. No total, 11 milhões de toneladas de CO2 não chegarão à atmosfera, o que equivale ao plantio de 3 bilhões de árvores ou 25 milhões de automóveis fora de circulação.

Franquia independente do McDonald's no mundo, a Arcos Dorados anunciou parceria inédita com a israelense UBQ, que desenvolveu um processo patenteado que converte o resíduo doméstico em um substituto plástico, por meio do qual há redução nas emissões de carbono. Para produzir o material termoplástico, a UBQ divide o lixo doméstico não classificado em seus componentes naturais básicos (lignina, celulose, açúcar, fibra) e cria um novo material compósito e ecológico, através de um processo que não utiliza água ou emite substâncias nocivas. O material foi desenvolvido nos últimos cinco anos por cientistas da UBQ.
 
O objetivo da parceria é utilizar o novo material em itens que chegarão aos restaurantes da marca já no 1º trimestre de 2020. "Somos líderes no nosso segmento e temos a responsabilidade de usar nossa escala para fazer o bem e contribuir de maneira positiva com o meio ambiente e a sociedade. Nos associarmos com a UBQ é mais um passo dado em nosso compromisso com o desenvolvimento de ações sustentáveis, já que nos permitirá substituir objetos de nossa operação por similares, que terão emissão final de carbono zero", afirma Gabriel Serber, Diretor de Compromisso Social e Desenvolvimento Sustentável da Arcos Dorados na América Latina e Caribe. 
 
A iniciativa se une a outras ações sustentáveis já implantadas pela Arcos Dorados e o sistema McDonald's, como o banimento de canudos de plásticos em campanha de conscientização em paralelo junto aos clientes; o comprometimento em continuar à procura de alternativas mais sustentáveis para reduzir o uso de plásticos em restaurantes e o cumprimento dos ODS da marca, alinhados à política da "Escala para o bem", para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 36% até 2030 e de 20% em toda a cadeia de suprimentos, dentro do mesmo período. No total, 11 milhões de toneladas de CO2 não chegarão à atmosfera, o que equivale ao plantio de 3 bilhões de árvores ou 25 milhões de automóveis fora de circulação. 

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ECONOMIA CIRCULAR
BVRio e Iniciativa 3R buscam plástico zero

A BVRio e a Iniciativa 3R, uma coalizão dedicada a alcançar zero resíduos de plástico, lançou recentemente uma nova iniciativa de gestão de plásticos que estabelecerá procedimentos e ferramenta para que as empresas ao redor do mundo possam gerir e reduzir resíduos de plástico de uma forma transparente e robusta. Mais de mil empresas comprometeram-se a agir para criar uma ‘Nova Economia de Plástico’. Entretanto, até o momento poucas medidas práticas claras e críveis foram adotadas para alcançar e relatar os compromissos de redução dos resíduos plásticos. "A BVRio orgulha-se de estar envolvida na criação desta importante iniciativa. Nós vemos a iniciativa como uma peça importante do ecossistema da economia circular, ajudando a aumentar a robustez ambiental e o impacto das atividades deste sector nascente, abrindo caminho para mais investimento e atividade neste espaço", disse Mauricio Moura Costa, diretor da BVRio. A iniciativa inclui Diretrizes para a Gestão Corporativa de Plásticos (Guidelines for Corporate Plastic Stewardship) e um Standard para Projetos de Redução de Resíduos Plásticos (Plastic Waste Reduction Standard). As Diretrizes para a Gestão Corporativa de Plásticos, desenvolvidas pela Iniciativa 3R, South Pole, Quantis e EA, fornecem as melhores práticas para as empresas quantificarem e relatarem de forma crível e transparente as suas pegadas de plástico, assim como seus compromissos para reduzir os resíduos plásticos. O Standard de Plástico, desenvolvido e gerido pela Verra ajuda as empresas que já tentam reduzir a pegada plástica das suas operações a investir em projetos de coleta e reciclagem de resíduos plásticos. As empresas podem fazê-lo comprando créditos de plástico criados por projetos que se adequem ao Standard de Plástico. "Precisamos enfrentar uma crise de poluição plástica sem precedentes", disse David Antonioli, Diretor Executivo da \/erra. "Se apenas 10 dos maiores produtores de plástico do mundo adoptassem as recomendações desta nova iniciativa, mais de 1 milhão de toneladas de resíduos de plástico vazados para o ambiente todos os anos seria removido". O Standard de Plástico foi testado por 24 projetos em 18 países, com a ajuda da BVRio. Na Indonésia, onde 165 milhões de pessoas não têm acesso à gestão de resíduos, a Nestlé e a Danone contribuíram para dois projetos-piloto utilizando o Standard de Plástico para prestar contas e verificar independentemente os benefícios sociais, econômicos e ambientais destes projetos. A Nestlé associou-se ao Projeto STOP para construir um sistema circular de gestão de resíduos na Indonésia, trabalhando em parceria com o governo e a comunidade local. "O uso do Standard de Plástico ajudará a melhorar a transparência na medição do impacto e nos relatórios, ao mesmo tempo em que apoiará projetos que melhorarão as taxas de coleta e reciclagem em todo o mundo", disse Hanna Jager, gerente global de Compras Responsáveis da Nestlé. Em outro projeto-piloto na Indonésia, a Danone investiu em um centro de triagem de reciclagem que desviou 1.400 toneladas de plástico dos aterros em 2020 e deverá desviar 4.400 toneladas de plástico este ano. "Esta iniciativa ajudará as empresas a comunicarem os impactos de suas operações de maneira consistente e comparável, aumentando a transparência e a responsabilidade corporativa para avançar e acelerar uma economia mais circular", disse Alexander Cramwinckel, gerente global de Economia Circular da Danone. Além da BVRio, os membros da Iniciativa 3R incluem Nestlé, Danone, Tetra Pak, Verra e as principais organizações ambientais e do mercado de carbono.

19 de fevereiro, 2021
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ARTIGO
Contraprova do plástico

Por Yuri Kabe * Em tempos de banimento de itens de plástico, como acontece no Reino Unido, em países da União Europeia, como França, e em cidades brasileiras como Rio de Janeiro e São Paulo, é fundamental analisar de forma mais crítica e sensata se encarar o produto como vilão do meio ambiente é a melhor solução para problemas ambientais que precisamos solucionar. É preciso considerar que os plásticos podem ser úteis para auxiliar a sociedade e as empresas em soluções para as mudanças climáticas, por exemplo, que são consideradas pela Organização das Nações Unidas (ONU) a principal ameaça para a vida marinha e terrestre. Nesse sentido, a luta contra a poluição plástica não pode se tornar uma guerra conta os plásticos em si. Na construção civil, a invenção do cimento e do concreto revolucionou a forma como construímos nossas edificações. Sua resistência é indispensável para o mundo moderno, tendo se tornado a segunda substância mais consumida, atrás apenas da água. Entretanto, as tecnologias atuais de produção de cimento são grandes emissoras de gases do efeito estufa e a substituição do concreto por outros materiais, principalmente o plástico, nas áreas não estruturais, além de reduzir custos, podem reduzir o impacto ambiental das edificações. No setor automobilístico, o uso do plástico deixa o automóvel mais leve, reduzindo o uso de combustível e diminuindo a queima de gases. No segmento de embalagens, vimos uma revolução com a chegada dos plásticos, que diminuíram o desperdício de alimentos e a relação entre volume de produto e de embalagem de 70% x 30% para 97% x 3%, respectivamente. Outra vantagem são os benefícios para a área da saúde. A matéria-prima tem sido fundamental para evitar contaminação, sendo utilizada na fabricação de bolsas de sangue e das máscaras recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar a transmissão de doenças. Mas, como garantir um futuro com plástico e o equilíbrio ambiental? A desinformação é um grande problema. As famosas "ilhas de plástico no meio do Oceano Pacífico ou no mar do Caribe", por exemplo, sempre apresentadas como ilustração do que é despejado diariamente nos mares, são, na sua maior parte, resultados de grandes fenômenos naturais que arrastaram lixo para os mares, como o furacão Katrina, que varreu o litoral sul dos Estados Unidos em 2005 e os tsunamis que atingiram o sudeste asiático em 2004 e a costa leste do Japão em 2011. Obviamente a presença de resíduos plásticos no meio ambiente é reflexo de uma ineficiência na gestão de resíduos, um dos principais desafios da atualidade, mas a origem do problema é muito mais complexa, com particularidades em cada um dos quatro cantos do mundo. O Haiti é um país com quase nenhuma infraestrutura de coleta de lixo e localizado na rota de furacões que, junto com a chuva, levam resíduos para o oceano. Lagos, a maior cidade da Nigéria, tem mais de 20 milhões de habitantes e não conta com água encanada e, por esse motivo, o consumo de água em garrafa PET é exorbitante. A Indonésia, um país formado por quase 20 mil ilhas, tem o desafio de pensar em gestão de resíduos para regiões geográficas muito distintas. O Chile vive o problema durante o degelo, acentuado pelas mudanças climáticas, que arrasta os resíduos para o Oceano Pacífico. Na Europa, a indústria turística é um dos setores que mais geram resíduos plásticos. Em terra firme, vemos necessidade de investir mais em pesquisa e criar ciência em torno destas informações para um diagnóstico mais preciso, sem discrepância de dados. Precisamos saber o tamanho real do nosso desafio, assim como a eficácia das medidas mitigatórias para que seja possível pensar em políticas públicas e não endossar uma luta contra o que nos é favorável. Esse processo pode levar um tempo, assim como levamos décadas para chegar à conclusão de que o aumento da concentração de CO2 na atmosfera tem potencial para causar o aumento da temperatura média do planeta. Ainda assim, não é preciso esperar que isso aconteça. Além de adotar práticas de economia circular, a indústria mundial do plástico está se movimentando para gerar estatísticas, relatórios e guias para criadores de políticas públicas. A adesão ao Operation Clean Sweep, uma iniciativa internacional para reduzir a perda de partículas de plástico (pellets) para o meio ambiente, tem contribuído para minimizar impactos ambientais. O Plastic Leak Project, capitaneado pela Quantis, uma consultoria ambiental europeia focada na gestão do ciclo de vida do plástico, é uma das iniciativas mais recentes, com o objetivo de reunir um grupo de multistakeholders para criação de uma metodologia de quantificação que possa ser utilizada em níveis municipal e nacional por setores privado e público. A intenção é identificar a perda de plástico em setores da indústria e desenvolver ações mitigatórias. A ação já analisa dados dos setores de embalagem, têxtil e de fabricação de pneus. Como estudo de caso, uma empresa europeia com atuação no segmento de laticínios identificou que a venda de leite em pó para a Nigéria, China e Bangladesh é responsável pela perda de 4% do volume total de plásticos utilizados e está definindo um novo tipo de embalagem. Definir ações como esta só é possível a partir de uma metodologia consensual. Nem sempre o plástico será a melhor alternativa, mas precisamos reconhecer que para muitos casos o plástico é a solução mais viável do ponto de vista ambiental. Não é possível pensar em um futuro sustentável sem o plástico. * Yuri Kabe é Especialista em Avaliação de Ciclo de Vida na Braskem

27 de julho, 2020
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EMBALAGENS
Saco de lixo com zero carbono

A Embalixo passa a oferecer o primeiro saco para lixo com zero emissão de carbono. Composto por matéria-prima feita de plantas – produzida pela Braskem - e material gerado a partir de economia circular, o produto já está nas principais redes de atacado, varejo e venda online. A composição exclusiva da fórmula neutraliza as emissões de carbono, já que funciona como uma balança ecológica: o material de fonte renovável feito a partir de cana-de-açúcar - que já captura carbono em sua fabricação - se junta ao plástico reciclado, cuja emissão já é baixa. Com isto, é gerado o saco de lixo com emissão zero de carbono, que pode ser reciclado e, desta forma, apoiar a economia circular, retirando o plástico que seria descartado no meio ambiente e, assim, não gerando resíduos. O desenvolvimento do produto faz parte do plano estratégico de sustentabilidade da Embalixo, que tem o objetivo de criar embalagens inovadoras e sustentáveis. Desde 2017, todos os novos produtos da empresa são produzidos a partir de fonte renovável ou de economia circular feito de material reciclado. "Assumimos a responsabilidade de contribuir com a redução de resíduos e com a economia circular. Para isso, investimos em tecnologia e inovação para responder, inclusive, à tendência do próprio mercado consumidor em buscar, cada vez mais, soluções sustentáveis. Hoje, a categoria de produtos sustentáveis já representa 40% das nossas vendas gerais, sendo que todos os nossos produtos são 100% recicláveis", explica o diretor comercial da Embalixo, Rafael Costa.

8 de junho, 2020
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RECICLAGEM
Sistemas para embalagens plásticas

A Nestlé e a Veolia assinaram parceria no trabalho de coleta, classificação e reciclagem de materiais plásticos, com ênfase especial em embalagens plásticas flexíveis. O projeto será desenvolvido em onze países na Ásia, África, América Latina e Europa. O projeto também desenvolverá tecnologias para estabelecer modelos viáveis de reciclagem em diferentes países, o que inclui tecnologias de reciclagem química, como a pirólise, capaz de produzir plástico virgem. Com a medida, a Nestlé espera aumentar o conteúdo reciclado de suas embalagens de água engarrafada para 35%, e das embalagens totais de seus produtos para 15% até 2025. "O desperdício de plástico é um desafio que exige um ecossistema de soluções que trabalhem simultaneamente. Essa parceria é outra etapa específica da agilização de nossos esforços para tratar dos resíduos plásticos, que consideramos uma questão crítica. Aproveitando a tecnologia e a experiência da Veolia, começaremos com projetos-pilotos em vários países, que deverão ser posteriormente aplicados em escala global", explica Magdi Batato, vice-presidente executiva e chefe de Operações da Nestlé. A Veolia está satisfeita com a parceria, que pode proporcionar uma economia mais circular dos plásticos. “Nossa experiência em recuperação e reciclagem de recursos nos posicionou para lidar com o problema junto a marcas globais e outros agentes da cadeia de valor em todos os continentes. Acreditamos que é hora de avançarmos para uma reciclagem mais significativa dos materiais e ficaremos felizes em ajudar nossos clientes a serem cada vez mais criativos para que possam continuar melhorando a qualidade de vida, enquanto protegem nosso planeta e seus recursos", comenta Laurent Auguste, vice-presidente executivo sênior de Desenvolvimento, Inovação e Mercados da Veolia. A Nestlé indica que a parceria com a Veolia poderá acelerar as ações de combate ao lixo plástico, além de ajudar a companhia a atingir a meta de 100% de suas embalagens recicláveis ou reutilizáveis até 2025. Em janeiro de 2019, a Nestlé começou a eliminar todos os canudos plásticos de seus produtos, utilizando materiais alternativos, como papel, bem como projetos inovadores de redução de resíduos. Em dezembro do ultimo ano houve o lançamento do Nestlé Institute of Packaging Sciences, voltado para a análise, estudo e desenvolvimento de materiais de embalagem sustentáveis e colaborar com parceiros industriais para desenvolver novos materiais e soluções de embalagem. O Instituto está explorando novos materiais à base de papel e polímeros biodegradáveis/compostáveis que também são recicláveis, entre outras alternativas. Entre 2020 e 2025, a Nestlé eliminará gradualmente todos os plásticos que não são recicláveis ou difíceis de reciclar para todos os seus produtos em todo o mundo. Ao fazê-lo, a Nestlé está lançando materiais de embalagem alternativos em todo o seu portfólio global de produtos e estabelecendo parcerias com especialistas em embalagens de ponta.

28 de março, 2019
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JBS AMBIENTAL
Exportações de capas plásticas devem crescer 91% no semestre

Unidade especializada em soluções para gestão de resíduos sólidos, a JBS Ambiental aposta nas exportações de capas plásticas para suas unidades de couro na Argentina e Paraguai para ampliar os negócios neste ano. No segundo semestre de 2016 foram exportadas 5,5 toneladas de capas plásticas para os dois países. A expectativa é que as vendas externas nos seis primeiros meses de 2017 sejam 91% superiores em relação ao último semestre. A unidade da JBS Couros no Uruguai será a próxima a aderir ao sistema, que deve receber cerca de cinco toneladas de capas plásticas até junho deste ano. “Além da utilização de sacos de lixo e sacos plásticos reciclados em todas as operações da companhia no Brasil, também enviamos as capas plásticas para o negócio de processamento de couros. O material protege as peças durante o processo de produção e de comercialização, além de evitar contaminações e possíveis danos no processo de transporte como, por exemplo, por interferências climáticas”, explica Andressa de Mello, diretora da JBS Ambiental. A JBS Ambiental tem como um dos principais focos o chamado Ciclo Fechado, um processo que permite que os resíduos reciclados sejam inseridos novamente dentro da empresa na forma de outras matérias-primas ou produtos, e que se traduz em um importante ganho de eficiência econômica e sustentável. Além dos sacos e materiais plásticos reciclados, a unidade de negócios também produz produtos plásticos de material virgem para embalagens de alimentos e resinas plásticas recicladas, que são utilizadas em outros processos.

7 de março, 2017