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COPASA

Fluid Feeder instala 165 detectores de gás cloro

Fluid Feeder instala 165 detectores de gás cloro

Equipamento é fundamental para qualquer ambiente onde haja a produção, uso ou estoque desse tipo de gás.

A Fluid Feeder, empresa da área de equipamentos e serviços para tratamento de água e efluentes, entregou recentemente à Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), 165 detectores de gás cloro, equipamento de segurança fundamental para qualquer ambiente onde haja a produção, uso ou estoque desse tipo de gás.

Os detectores acionam um alarme quando identificam a presença do gás cloro no ambiente. Com isto, pode ser acionado um sistema de segurança que fecha as válvulas dos cilindros e/ ou liga um exaustor/ lavador de gases para reduzir a concentração indesejada em casos de eventuais vazamentos. “Cada estação de tratamento de água utiliza pelo menos um sensor, então, podemos afirmar que 165 pontos estarão protegidos do risco de vazamento de cloro”, analisa Francisco Oliver, diretor técnico industrial da Fluid Feeder.

O gás cloro está presente em diversas estações de tratamento de água por sua eficiência e economia, porém, pode apresentar riscos às pessoas e ao ambiente. Mesmo em baixas concentrações, a substância é tóxica e corrosiva em locais que apresentam umidade, causando forte mal-estar, principalmente nos olhos e sistema respiratório.

Oliver explica ainda que investir na detecção e fechamento rápido das válvulas é fundamental para que a empresa funcione em segurança, bem como também evitar a perda do insumo.


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Artigo por Francisco Carlos Oliver Por Francisco Carlos Oliver * Um dos causadores de poluição no ar e maus odores são os compostos sulfurosos. O principal deles é o sulfeto de hidrogênio, ou como popularmente é conhecido, gás sulfídrico. Ele causa muito incômodo olfativo, e por conta disso pode causar dor de cabeça, delírios, mal estar, desequilíbrio, insuficiência respiratória e até a morte em casos mais graves. A morte é uma possibilidade caso o gás esteja em alta concentração. E nesses casos o sulfeto de hidrogênio não tem odor característico, o que o torna muito perigoso em espaços confinados, inclusive em estações elevatórias e estações de tratamento de esgoto. E como este gás é mais pesado que o ar, ele sempre vai para as partes baixas dos locais. Acima de 5 microgramas por m³, que é uma quantidade muito pequena, o gás sulfídrico pode causar irritação nos olhos. E acima de 70 microgramas por m³ ele pode causar severos danos oftalmológicos e neurológicos. Há uma recomendação da OMS, Organização Mundial da Saúde, de que a exposição máxima em relação ao sulfeto de hidrogênio é de até 10 microgramas por m³ por um período de 30 minutos. E também há a recomendação da USEPA, Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, que recomenda uma exposição máxima também por um período de 30 minutos, mas numa medida de até 2 microgramas por m³. Realmente esse é um gás que não só é incômodo ao nosso olfato, mas também muito perigoso e prejudicial à saúde. Além disso, como se não bastasse todo esse problema, ele é um gás muito corrosivo. Há casos em que houve corrosão do próprio concreto e das próprias estruturas metálicas internas de instalações próximas à exposição do sulfeto de hidrogênio. O prejuízo material causado sempre é muito grande. Com base nisso, um dos equipamentos que atuam contra o gás sulfídrico, é o sistema de spray, o qual é muito usado dentro de estações de tratamento de esgoto de empresas privadas de processamento alimentício ou processamento químico. Porém, o sistema de spray apenas disfarça o odor sem efetivamente combatê-lo. Ainda que ele mascare e melhore o cheiro, o gás continua no ambiente com todos os seus efeitos deletérios. E conforme o spray usado, o perfume exalado piora a situação ao reagir com o sulfeto de hidrogênio. Ou seja, sistemas de spray não resolvem o problema. É possível encontrar outras formas mais eficientes que combatem este gás e resolvem esse problema de uma vez. Por exemplo, na Fluid Feeder há a aplicação de neutralizadores de gases poluentes por meio de lavadores de gás. Nesse processo o equipamento faz a exaustão do gás de forma que ele passe por uma torre de lavagem com um sistema de contracorrente, onde o gás é neutralizado e eliminado. Também é possível fazer o uso de um sistema de adição de produtos químicos no esgoto. Nesse caso, o produto irá inibir a formação de gás sulfídrico ainda na sua fase líquida, porque ele está solúvel no esgoto. Atualmente existem várias legislações e recomendações, como no caso de São Paulo, onde a CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, através do decreto 8.468 no seu art. 33, proíbe a emissão de odores na atmosfera que possam ser perceptíveis fora dos limites da planta ou da propriedade. Também no estado do Paraná existe uma legislação, através de uma resolução da SEMA - Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, que recomenda a instalação de equipamentos de proteção contra odores quando estes estiverem acima de 50 mil unidades olfativas por hora. E em relação a isso é possível notar que as empresas do Brasil estão começando a ficar muito preocupadas em controlar a sua emissão de odores. Afinal, além de ser um incômodo olfativo, também é muito prejudicial à saúde e até às instalações. A utilização de sistemas efetivos que combatam os maus odores é uma forma de prevenir grandes prejuízos e manter os trabalhadores em condições saudáveis de trabalho, o que em si configura uma visão responsável e sustentável por parte dos empresários. * Francisco Carlos Oliver é Engenheiro e Diretor Técnico e Comercial da Fluid Feeder, empresa 100% nacional, que atua no fornecimento de equipamentos para tratamento de água e efluentes, com soluções de alta tecnologia para medição, transferência e dosagem de produtos químicos sólidos, líquidos e gasosos.

2 de setembro, 2021
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GS Inima Triunfo moderniza tratamento da água

Unidade de negócio da GS Inima Brasil, a GS Inima Triunfo investiu R$ 3,2 milhões em um equipamento de geração de hipoclorito de sódio com o objetivo de levar mais segurança à prestação de serviços de utilidades industriais ao Polo Petroquímico de Triunfo (RS). Com o investimento, a GS Inima Triunfo desativou definitivamente um sistema de aplicação de gás cloro para o tratamento de água, substância de alta toxidade, cuja segurança vinha sendo controlada e monitorada pela unidade. A companhia pretende eliminar o uso de gás cloro em suas plantas em até dois anos. “Toda a cloração da água que utilizamos passou a ser realizada por meio de um moderno sistema de geração de hipoclorito de sódio, que produz cloro a partir de uma solução salina comum em um reator com energia elétrica. Dessa forma, o estoque de cilindros de cloro gás foi eliminado, juntamente com qualquer risco de vazamento, tanto no transporte como na aplicação do produto e na manutenção do sistema” disse Sandro Hansen, diretor técnico da GSIT. O novo equipamento é ecologicamente correto, porque oferece risco muito menor de acidentes físicos, danos ao patrimônio e ao meio ambiente. “A principal motivação para o investimento foi realmente a segurança operacional e de todas as pessoas que trabalham no polo petroquímico, já que o custo operacional de ambas as tecnologias é similar e a efetividade na desinfecção da água também é igual”, informou Cleiton André Scholl, químico industrial e responsável técnico pelo sistema de tratamento de água da GSIT. O processo de cloração é importante para a remoção da matéria orgânica presente na água bruta e desinfecção da água potável. Os aportes estão no programa de modernização da GN Inima Brasil, que tem como objetivo oferecer ao País inovações para os processos de trabalho, com geração de valor para seus clientes, além de zelar pelo cuidado de colaboradores, parceiros e comunidade. “Estamos em contínuo aprimoramento da segurança operacional e da confiabilidade para garantir o fornecimento de água de qualidade para as empresas do polo petroquímico de Triunfo”, diz Sandro Hansen.

24 de agosto, 2020