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VEÍCULOS ELÉTRICOS

Governo do Paraná utilizará carros compartilhados

Governo do Paraná utilizará carros compartilhados

O compartilhamento é feito através do software MoVE, desenvolvido pelo Parque Tecnológico Itaipu.

Uma equipe técnica do Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR) irá ativar, a partir de 15 de dezembro, o modo de compartilhamento (carsharing) de dez veículos Renault Zoe Life que serão utilizados por diferentes secretarias do governo paranaense para atendimento de demandas dos servidores.

O projeto Vem PR tem como objetivo estimular a adoção de políticas sustentáveis e a difusão de modelos de negócios inovadores em mobilidade urbana. O projeto é uma parceria do Parque Tecnológico Itaipu (PTI-BR), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e Governo do Estado do Paraná.

Iniciado em abril de 2020, as três organizações entenderam que seria estratégico ativar, na época, apenas o modo de monitoramento dos veículos, seguindo as restrições dos órgãos de saúde para não compartilhamento de ativos. Agora, em 2021, além de monitorados, os carros foram adaptados para que possam ser compartilhados. O compartilhamento é feito através do software MoVE, desenvolvido pelo Parque Tecnológico Itaipu e já utilizado na área da usina da Itaipu Binacional e também por servidores públicos do Distrito Federal, em Brasília, em projeto lançado também em parceria com a ABDI, em outubro de 2019. Além de possibilitar a reserva dos veículos e o acompanhamento de sua localização, o MoVE permite a visualização de informações como velocidade, carga de bateria, rotas percorridas e a estimativa da quantidade de gases poluentes não enviados ao meio ambiente. "Agora, com o modo de compartilhamento instalado, os veículos incorporados à frota pública do estado serão utilizados para atender às demandas das demais secretarias, além dos serviços do Palácio Iguaçu (Casa Civil, por exemplo), e prestando atendimento às autoridades que passam pelo governo executivo", comenta Marcelo Rangel, superintendente geral de inovação do estado do Paraná.

Segundo Willbur de Souza, gestor do centro de Tecnologias Abertas e IoT do Parque Tecnológico, oferecer soluções tecnológicas que estejam à disposição da sociedade vai de encontro ao propósito do PTI-BR. "Implementar ideias, tecnologias em soluções aplicadas para a sociedade é uma das expertises do PTI. E um projeto como o Vem PR reforça todo nosso trabalho na área de cidades inteligentes, que vem nos tornando referência no tema", comenta o gestor, que esteve em Curitiba para definições estratégias junto com a ABDI e Governo do Paraná. Entre as pautas foram discutidas a estratégia de compartilhamento da frota do Vem PR e também a instalação de novos eletropostos para atender ao abastecimento dos veículos. Atualmente são cinco unidades espalhadas estrategicamente por Curitiba. Para o início de 2022, serão instalados mais cinco postos, com localização a ser definida pelo governo paranaense.

Já foi realizada uma capacitação sobre a utilização do sistema MoVe e orientações gerais para manutenção básica. A aula foi ministrada pelo engenheiro eletricista Helder Vinícius Scherer, e pelo técnico Naelton Fonseca. "Foi repassado aos pontos focais como utilizar e operar o software que gerencia o modo compartilhado dos veículos elétricos", comenta Helder. "Além disso, trouxemos algumas questões básicas de suporte e manutenções imediatas para possíveis situações que venham a surgir", explica o engenheiro do Parque Tecnológico.

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ENERGIA FOTOVOLTAICA
Itaipu implanta projeto-piloto no PR

A Itaipu e a Prefeitura de Maripá (PR) implantaram o primeiro projeto piloto do município para produção de energia com painéis fotovoltaicos no segundo semestre de 2020. O projeto, que recebeu aportes de R$ 188,8 mil, é resultado da premiação do 2º Concurso de Boas Práticas – Iniciativas para construção da Agenda 2030, promovido em 2018 pela Itaipu, em parceria com o Conselho dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, dentro do programa Cidades Sustentáveis. O sistema fotovoltaico foi instalado em um estacionamento da prefeitura, com 16 vagas, 45 metros de comprimento e seis de largura. Ao todo são 135 placas fotovoltaicas policristalinas, de 400 W, suficientes para atender a 80% do consumo do Paço Municipal. Anteriormente, o prédio gastava em média R$ 5 mil por mês com energia elétrica. A administração prevê o retorno do investimento em aproximadamente quatro anos. O assistente da Diretoria de Coordenação da Itaipu binacional, Márcio Ferreira Bortolini, disse que o investimento está alinhado à missão empresarial de Itaipu e tem duplo resultado. O primeiro é direto: economia para o município, com geração própria e menor dependência das distribuidoras de energia. “Esse recurso economizado [com a conta de luz] poderá ser investido em outras áreas importantes para o município, de forma sustentável e com benefício à população”, explicou. Outro benefício é o ambiental, conforme preconiza a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, das Nações Unidas – particularmente, o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) número 7, que trata de Energia Limpa e Acessível. “Trata-se de um exemplo para os demais municípios que estão inseridos na área de atuação de Itaipu, mostrando que é possível trabalharmos na implantação da Agenda 2030 de forma que cada vez mais a sociedade e os municípios tenham uma gestão sustentável”, conclui. Localizado no Oeste do Paraná, Maripá fica a quase 200 km de Foz do Iguaçu e tem cerca de 5 mil habitantes. O município concorreu no Concurso de Boas Práticas com o projeto “Maripá Vigilante, Prevenindo as Violências e Apoiando a Paz”, desenvolvido pela Secretaria de Saúde, e ficou em primeiro lugar. O concurso envolveu 40 municípios da região com 137 boas práticas inscritas. Maripá foi contemplada com até R$ 200 mil em incentivos via convênio com Itaipu e aplicou o recurso no projeto de energia fotovoltaica.

11 de janeiro, 2021
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VEÍCULOS ELÉTRICOS
EMBRAPII cria rede de eletropostos

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) criou uma rede de eletropostos com tecnologia 100% nacional. Atualmente, a tecnologia disponível é importada. O projeto é desenvolvido pelo CPqD, unidade credenciada EMBRAPII, em parceria com a empresa PHB Eletrônica e conta com financiamento do BNDES. O objetivo é distribuir os eletropostos pelos centros urbanos e rodovias brasileiras e oferecer condições para que a utilização de veículos elétricos seja ampliada. Ao todo, são três modelos de eletropostos com recarregadores do tipo plug-in em desenvolvimento: normal, que poderá ser instalado em casa, semirrápido e rápido, ambos para instalação em espaços públicos como estacionamentos, shopping centers, postos de combustíveis, entre outros. Nos eletropostos normais, a recarga da bateria levará de 8 a 16 h; no semirrápido, entre 2 a 4 h e, no rápido, em até uma hora, dependendo do modelo do veículo. Todos os equipamentos serão desenvolvidos de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para esses produtos. O sistema identificará o usuário para liberação do uso, bem como irá controlar o nível de recarga e a futura cobrança pela energia consumida. A previsão é que os primeiros protótipos de eletropostos nacionais estejam disponíveis para produção industrial no final de 2020. "As infraestruturas físicas aliadas a seus recursos humanos altamente qualificados, tornam as unidades EMBRAPII potenciais parceiras de empresas que queiram desenvolver projetos inovadores na área de eletromobilidade, ajudando a reduzir os riscos tecnológicos inerentes destes projetos inovadores”, destacou o diretor de Operações, Carlos Eduardo Pereira.

22 de abril, 2019
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Itaipu e Copel instalam estação de recarga

A Itaipu Binancional e a Companhia Paranaense de Energia (Copel) inauguraram, dia 30 de agosto, em Foz do Iguaçu uma estação de recarga rápida (fast charger) de veículo elétrico. A estação fará parte da primeira eletrovia paranaense, ligando a região Oeste a Paranaguá. O eletroposto foi instalado em frente ao Centro de Recepção de Visitantes (CRV) de Itaipu, ao lado da barreira de controle da usina. Qualquer motorista com veículo elétrico poderá carregar a bateria de seu carro no local, gratuitamente. O projeto da eletrovia foi lançado no final de março deste ano e pretende cortar 700 km da BR-277, ligando a cidade portuária de Paranaguá a Foz do Iguaçu. A expectativa é instalar de oito a dez eletropostos no trecho – cinco deles custeados pela Itaipu e o restante pela Copel, com recursos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A iniciativa permitirá ao motorista deixar o litoral do Paraná e ir a Foz do Iguaçu, abastecendo as baterias nos postos de recarga rápida instalados no caminho. A distância entre os postos será de aproximadamente 100 km, suficientes para permitir a viagem. Até o momento já foram instaladas duas estações de recarga, uma em Paranaguá e outra em Curitiba. Estão previstas outras em Medianeira, Cascavel, Laranjeiras do Sul, Guarapuava e Irati. A expectativa é todas as estações estejam em operação até o final de 2018. De acordo com o chefe da Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável de Itaipu, Celso Novais, as estações da eletrovia paranaense terão três tipos de conectores e poderão atender 99% dos veículos elétricos ou híbridos vendidos hoje no mundo. Com apenas 20 minutos na tomada, aproximadamente, será possível alcançar 80% da carga.

5 de setembro, 2018
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MOBILIDADE URBANA
Furnas e COPPE desenvolvem ônibus híbrido

Furnas desenvolveu um ônibus movido a eletricidade e etanol em parceria om a COPPE UFRJ. Esse é o novo projeto que já inclui um veículo movido a eletricidade e hidrogênio e outro 100% a energia elétrica. A apresentação do protótipo de veículo híbrido aconteceu no último dia 9 de maio, em Brasília, durante o seminário internacional de Eletromobilidade Aplicada ao Transporte Público por Ônibus: Desafios, Benefícios e Oportunidades. Na ocasião, o Diretor de Novos Negócios e de Participações de Furnas, Claudio Semprine, comentou sobre as pretensões da companhia. “O maior desafio de Furnas é o desenvolvimento tecnológico. Nascemos para fomentar a tecnologia no país”, afirmou. O projeto teve custo inicial de R$ 1,5 milhão e tem como objetivo ampliar e fortalecer conhecimentos, além de aprimorar a capacidade técnica para compartilhar soluções em eletromobilidade nas cidades. O ônibus híbrido traz como diferencial a condição do sistema de passar da etapa inicial (cabeça de série) para tornar-se um lote pioneiro (pronto para circulação), com produção em escala. “Hoje acreditamos que o veículo híbrido a etanol teria capacidade de quebrar o paradigma e entrar no mercado. Um fator facilitador é que a cadeia produtiva do etanol já existe e está consolidada”, explicou Nelson de Araújo dos Santos, gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação de Furnas. O ônibus possui 13 metros, piso totalmente baixo, ar-condicionado e três portas para corredor expresso, além de suspensão a ar e autonomia de 400 km para um ciclo urbano. A capacidade de abastecimento de 300 litros de etanol, com conexão bidirecional à rede elétrica, também reforça o conceito do protótipo, que permitirá boas performances com autonomia.

25 de maio, 2018
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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA
Itaipu e Exército inauguram projeto-piloto

A Itaipu Binacional e o Exército Brasileiro estão inaugurando o projeto-piloto de segurança energética – módulo 1 de Armazenamento de Energia em Brasília (DF). O projeto conta ainda com a parceria da Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) e tem como objetivo testar e desenvolver produtos e equipamentos voltados para a segurança energética do País, assim como soluções de mobilidade sustentável para o Brasil. A Diretoria da Itaipu vai repassar um veículo elétrico e um eletroposto de abastecimento monitorado pelo sistema de gestão de mobilidade inteligente MOBI.ME. Em contrapartida, o Exército disponibilizou parte do sistema para a geração de energia solar. A Itaipu forneceu as baterias (FIAMM) e o sistema de armazenamento de energia (Ingrid), além do veículo elétrico em comodato e o eletroposto. A instalação é uma ação conjunta dos parceiros da Itaipu, a FPTI e o próprio Exército. O sistema de armazenamento de energia instalado no quartel-general do Exército Brasileiro em Brasília atenderá aos escritórios, o sistema de segurança sul do quartel e fornecerá energia para um eletroposto, que abastecerá veículos elétricos. Segundo a Diretora financeira executiva da Itaipu, coordenadora do projeto MOBI.ME, Margaret Groff, o sistema de armazenamento de energia é híbrido e poderá coordenar várias fontes simultaneamente (solar, eólica, hidrelétricas, diesel, biometano e geotérmica, entre outras). Brasília foi escolhida para o projeto-piloto por ser a segunda maior insolação do Brasil, com grande potencial de energia solar. Foram instalados 360 painéis fotovoltaicos conectados a seis inversores solares com potência total de 90 kW. Estes inversores são conectados entre si e a outro inversor master híbrido, com potência máxima de 125 kW, que é ligado à rede elétrica e a um banco de baterias, permitindo a gestão energética do sistema. Esse inversor é responsável por fazer o carregamento das baterias utilizando energia solar prioritariamente. No total, são doze baterias de sódio com acumulação de 282 kWh. As baterias utilizadas no projeto-piloto são 100% recicláveis, possuem alta densidade energética e funcionam à temperatura ambiente. O sistema é controlado por um software desenvolvido pela empresa espanhola Ingrid, com a colaboração da Itaipu e FPTI. O equipamento possui como estratégia duas funções concomitantes, autonomia e economia. Para compor todo o projeto-piloto, a Itaipu cedeu em comodato um veiculo elétrico Renault Fluence Z e um eletroposto que será ligado ao sistema de armazenamento de energia. O Fluence Elétrico possui motor elétrico de 70 kW de potência e um pack interno de baterias de lítio que contêm 48 módulos, totalizando 22 kWh de energia disponível. O resultado é uma autonomia de até 185 km em condições normais de utilização. O posto de recarga, montado pela equipe técnica da Itaipu, é capaz de fornecer energia para até dois veículos simultaneamente e poderá carregar o veiculo elétrico em aproximadamente 4 horas. O automóvel e o eletroposto serão monitorados pelo Sistema Mob.I de Itaipu, por meio de um módulo de comunicação desenvolvido pelo CEiiA, Centro de Tecnologia de Portugal, que permite monitorar em tempo real os equipamentos, informando estado de carga, localização, velocidade e deslocamentos, além da quantidade de CO² com emissão evitada, entre outros indicadores.

26 de abril, 2016
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SUSTENTABILIDADE
Itaipu e Justiça Federal estabelecem parceria

No dia 29 de janeiro passado, a Itaipu Binacional e a Justiça Federal do Sul do País, através do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que engloba os três estados do Sul, e os foros da Justiça Federal de Santa Catarina (JFSC), Paraná (JFPR) e Rio Grande do Sul (JFRS), formalizaram um intercâmbio de experiências socioambientais entre as duas instituições, que desenvolverão em conjunto “ações e projetos na área da sustentabilidade, incluindo intercâmbio de experiências e conhecimentos referentes a práticas de gestão e políticas”. A validade é de um ano, podendo ser prorrogado por até cinco anos. O próximo passo será a definição dos representantes de cada instituição para, depois, determinar um plano de trabalho conjunto. A sustentabilidade socioambiental está na pauta da Justiça Federal dos três estados e da Itaipu Binacional. Em setembro de 2015, o tribunal recebeu o Selo A3P de Sustentabilidade na Administração Pública, concedido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). A medida reconhece ações como a adoção dos processos eletrônicos, a utilização de lâmpadas econômicas e licitações sustentáveis. Itaipu, por sua vez, também dispõe do Programa Compras Sustentáveis, coordenado pela Diretoria Financeira, além do próprio Programa Cultivando Água Boa (CAB), premiado pela Organização das Nações Unidas como umas das mais importantes práticas de sustentabilidade do planeta.

1 de fevereiro, 2016
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LÍTIO
Itaipu faz parceria para produzir bateria nacional

A Itaipu Binacional, Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) e a empresa inglesa Mira Limited assinaram acordo de cooperação global para desenvolver no Brasil, em apenas dois anos, a primeira bateria de íons de lítio com tecnologia nacional. A parceria tem como objetivo final a instalação de um centro de excelência para pesquisa de bateria de lítio, inédito no Brasil, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). Inicialmente, já a partir da assinatura, nos primeiros três meses, serão feitos estudos de prospecção junto à indústria nacional, para definição do modelo de bateria que será adotado. A partir deste modelo, as empresas desenvolverão o primeiro protótipo, que poderá ser levado para produção em escala pela indústria nacional. “Hoje a bateria de lítio é usada principalmente em veículos e nas telecomunicações. Queremos desenvolver aqui no PTI uma bateria escalável, que poderá ser utilizada tanto em veículos elétricos como em sistemas de armazenamento de energia”, antecipou Margaret Groff, Diretora Financeira Executiva da Itaipu. Outra proposta é criar no Brasil uma rede de serviços de alta complexidade na área de bateria. “Porque hoje, se você compra uma bateria [de lítio] no exterior, muitas vezes tem que mandar esse produto para fazer manutenção fora do Brasil. Queremos prestar esses serviços aqui, e não no exterior”, reforçou. Margaret lembrou que a empresa já desenvolve estudos com outros modelos de baterias, como as de sódio e de chumbo-ácido, também para a aplicação em carros elétricos e em sistemas de armazenamento. “Agora, com a bateria de lítio, estamos escalando alguns degraus nesse desenvolvimento tecnológico.” Para o Diretor-Geral da Mira no Brasil, Armando Canales, a aproximação com a Itaipu foi natural. “Achamos que trabalhar em conjunto com Itaipu e o PTI, que são pioneiros no Brasil no desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos, e também na área de armazenamento de energia, representa o perfeito casamento de competências para a criação desse centro de excelências”. A Itaipu já desenvolve há mais de um ano o Programa de Mobilidade Inteligente (Mob-i). O programa conta com 28 carros elétricas nas cidades de Curitiba, Brasília e Foz do Iguaçu, eletropostos para abastecimento, além de utilizar a plataforma Mobi.me, aplicativo que fornece em tempo real indicadores como o dinheiro poupado em abastecimento, o CO2 que deixou de ser emitido na atmosfera e o número de quilômetros rodados.

1 de junho, 2015