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SANEAMENTO

Iguá completa nove anos de atuação com investimentos de R$ 15 bilhões

Iguá completa nove anos de atuação com investimentos de R$ 15 bilhões

A Iguá Saneamento celebra nove anos de atuação com R$ 15 bilhões investidos em saneamento básico e infraestrutura em 120 municípios.

A Iguá Saneamento completou nove anos de atuação e já investiu, desde 2017, R$ 15 bilhões em concessões e Parcerias Público-Privadas (PPPs) nos 120 municípios onde atua, beneficiando aproximadamente seis milhões de pessoas. Presente em seis estados, a companhia combina operações consolidadas com concessões recentes em fase de expansão da infraestrutura. O portfólio sustenta uma nova etapa voltada à execução dos projetos contratados, à ampliação dos serviços e ao ganho contínuo de eficiência operacional. “Chegamos aos nove anos com uma trajetória consistente e uma visão clara sobre os próximos passos. Nossa prioridade é transformar a capacidade construída ao longo desse período em execução, ampliando a qualidade dos serviços e os benefícios gerados para a população”, afirma René Silva, CEO da Iguá Saneamento. 

Nas operações, a Iguá avançou em Sergipe com investimentos de cerca de R$ 250 milhões no primeiro ano de concessão. As intervenções regularizaram o abastecimento em 81 localidades e ampliaram em 9,4 milhões de litros por dia a capacidade de distribuição de água, beneficiando mais de 70 mil pessoas. Ao todo, a Iguá atende em Sergipe cerca de 2,3 milhões de pessoas. Para 2026, estão previstos novos investimentos, com a implantação e modernização de 103 sistemas de bombeamento, 60 reservatórios, mais de 57 km de adutoras e aproximadamente 426 km de redes. As obras devem reforçar a regularidade e a segurança do abastecimento para quase 1 milhão de pessoas. 

No Paraná, a Iguaçu Saneamento investiu mais de R$ 9,5 milhões no primeiro ano de operação plena da PPP com a Sanepar. Foram implantados cerca de quatro quilômetros de redes e realizadas 657 novas ligações de esgoto, conectando imóveis ao sistema de coleta e tratamento nos 28 municípios atendidos. A operação também modernizou estações de tratamento e ampliou em 45% sua equipe, fortalecendo a capacidade de manutenção dos sistemas e de expansão dos serviços., enquanto no Rio de Janeiro houve a revitalização do Complexo Lagunar da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá que já conseguiu retirar e destinar adequadamente 346,5 toneladas de resíduos sólidos, além de realizar o plantio de mais de 83 mil mudas de mangue. Com investimento de R$ 250 milhões, as intervenções atuam na recuperação das lagoas e das áreas de manguezal, onde já foi observado o retorno de espécies ao ecossistema. A iniciativa é complementada pelos Coletores de Tempo Seco, que recebem outros R$ 126 milhões em investimentos para interceptar lançamentos irregulares de esgoto antes que cheguem às lagoas, beneficiando mais de 100 mil pessoas. O efluente será tratado na Estação de Tratamento (ETE) Barra, que recebeu R$ 170 milhões em uma reforma completa, concluída em 2025. 

Em Cuiabá, a Iguá investiu cerca de R$ 1,5 bilhão desde o início da concessão que contribuíram para que a cobertura de esgoto alcançasse 93% da população. Entre as obras em andamento está a ETE Sul, que ampliará a capacidade de tratamento para atender cerca de 42 mil pessoas. No abastecimento, o Reservatório Belvedere acrescentou quatro milhões de litros à capacidade de armazenamento do sistema e reforçou a segurança hídrica de mais de 80 mil moradores, especialmente nos períodos de maior consumo. “A evolução das operações se traduz em sistemas mais seguros, maior capacidade de atendimento e serviços que respondem às necessidades específicas de cada território. São entregas que fortalecem a infraestrutura existente e criam condições para ampliar o acesso ao saneamento com qualidade e continuidade”, afirma René Silva.

O avanço das operações tem como base uma estrutura financeira alinhada ao ciclo de longo prazo das concessões, que combina geração operacional, capital dos acionistas e financiamentos compatíveis com o cronograma de investimentos. No primeiro trimestre de 2026, a receita líquida ajustada alcançou R$ 823,7 milhões, alta de 47,5% na comparação anual. No período, o aumento de capital de R$ 700 milhões e a emissão de R$ 1,04 bilhão em debêntures verdes para a concessão de Sergipe ampliaram a liquidez e a previsibilidade financeira da companhia. Com a maturação das operações, especialmente no Rio de Janeiro e em Sergipe, a expectativa é sustentar o crescimento orgânico e evoluir gradualmente indicadores financeiros. “Seguimos uma estratégia pautada pela disciplina financeira e pela alocação responsável dos recursos. Esse equilíbrio é fundamental para cumprir os compromissos assumidos nas concessões e acompanhar a evolução dos ativos ao longo de seus diferentes ciclos de desenvolvimento”, diz o CEO da Iguá.

Em 2025, a Iguá destinou 16 mil toneladas de lodo gerado em suas operações, das quais 9.073,95 toneladas, o equivalente a 54%, foram reaproveitadas na produção de compostos orgânicos, na recuperação de solos e na indústria cerâmica, reduzindo o volume encaminhado para disposição final e reinserindo o resíduo em novas cadeias produtivas. Na área social, a companhia investiu R$ 6,8 milhões em iniciativas que beneficiaram mais de 146 mil pessoas em 50 municípios, em parceria com 463 instituições. Entre as ações está o Projeto Abastecer, que prevê a entrega de 714 caixas-d’água e 1.188 kits com boias para 714 famílias de oito municípios. Ao todo, 2.142 pessoas serão beneficiadas diretamente com estruturas que permitem armazenar água e reduzir os impactos de oscilações ou interrupções no abastecimento.

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