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Conferência fecha com 122 países comprometidos e novos indicadores globais de adaptação aprovados.

O 350.org avalia que o texto ainda está muito aquém do necessário para responder às enormes lacunas na ambição climática e no financiamento.

Para reduzir esse cenário seria necessário a eliminação da exploração e uso de combustíveis fósseis a curto prazo em uma transição justa e factível.

O documento conta com 15 propostas apresentadas por 1,1 mil organizações da sociedade civil de 65 países incluem tópicos, como o fim da exploração de combustíveis fósseis; reparação de perdas e danos causados a populações afetadas por grandes projetos de energia e mineração.

A mobilização demostra o protagonismo das comunidades que vivem na primeira linha dos impactos da extração de combustíveis fósseis, que ameaçam rios, florestas e modos de vida tradicionais.

Os combustíveis fósseis continuam sendo uma importante fonte de energia, no entanto, os países selecionados têm trabalhado para reduzir sua dependência deles.

Diálogos sobre clima e biodiversidade ganham força, mas falta de ambição em financiamento climático exige resposta firme em Belém

OCDE atingiu 908,7 TWh, um aumento de 3,1% em relação a março de 2024, dos quais 392,9 TWh (43,2%) foram produzidos a partir de combustíveis fósseis, 358,7 TWh (39,5%) de fontes renováveis e 153,2 TWh (16,9%) de energia nuclear.
