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ÁGUAS SUBTERRÂNEAS

Suez amplia atuação no Brasil

A Suez ampliou o seu portfólio e agora está apta a realizar estudos de viabilidade de perfuração de poços de forma sustentável, reabilitação e manutenção de poços existentes com a utilização de novas tecnologias e gestão de ativos por meio de softwares inteligentes (Well Watch). A empresa já atua nessa área em países como Estados Unidos, Espanha e França, tanto no âmbito da indústria quanto no do abastecimento da população. No Brasil, a Suez responde pela manutenção de mais de 30 poços de uma grande mineradora em parceria com a DH Perfuração de Poços nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, entre outros. “Essa nova frente de trabalho permite que atuemos desde a captação até a disponibilidade final de água aos clientes, utilizando tecnologias integradas na gestão da manutenção e operação de poços”, diz Flávio Lemos, diretor de Operações da Suez. A ferramenta Well Watch facilita a análise de dados e a tomada de decisão, contribuindo para o aumento da vida útil dos poços, redução dos gastos de energia e otimização dos custos operacionais. O abastecimento de água por meio de captação subterrânea no Brasil atende cerca de 48% da população, sendo que no estado de São Paulo, 331 dos 645 dos municípios são abastecidos por poços. Segundo a Suez, isso demonstra que há um grande mercado que necessita de serviços para aumentar a vida útil desses poços, protegendo os recursos hídricos com acesso sustentável às águas subterrâneas.

A Suez ampliou o seu portfólio e agora está apta a realizar estudos de viabilidade de perfuração de poços de forma sustentável, reabilitação e manutenção de poços existentes com a utilização de novas tecnologias e gestão de ativos por meio de softwares inteligentes  (Well Watch). 
 
A empresa já atua nessa área em países como Estados Unidos, Espanha e França, tanto no âmbito da indústria quanto no do abastecimento da população. No Brasil, a Suez responde pela manutenção de mais de 30 poços de uma grande mineradora em parceria com a DH Perfuração de Poços nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, entre outros.
 
“Essa nova frente de trabalho permite que atuemos desde a captação até a disponibilidade final de água aos clientes, utilizando tecnologias integradas na gestão da manutenção e operação de poços”, diz Flávio Lemos, diretor de Operações da Suez. A ferramenta Well Watch facilita a análise de dados e a tomada de decisão, contribuindo para o aumento da vida útil dos poços, redução dos gastos de energia e otimização dos custos operacionais.
 
O abastecimento de água por meio de captação subterrânea no Brasil atende cerca de 48% da população, sendo que no estado de São Paulo, 331 dos 645 dos municípios são abastecidos por poços. Segundo a Suez, isso demonstra que há um grande mercado que necessita de serviços para aumentar a vida útil desses poços, protegendo os recursos hídricos com acesso sustentável às águas subterrâneas.

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SÃO PAULO
Contrato para combater perdas de água

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a SUEZ assinaram contrato (na modalidade de performance) para combater as perdas de água na rede da capital paulista. Os contratos de performance são um modelo inovador onde a remuneração está vinculada ao desempenho e aos resultados obtidos pela contratada quanto à recuperação do volume de água perdido no sistema de distribuição. Serão investidos aproximadamente R$ 70 milhões no projeto e o primeiro bairro beneficiado da capital será o do Sumaré, na zona Oeste, onde vivem cerca de 223 mil pessoas. Com duração de 60 meses, a SUEZ, por meio de sua subsidiária Restor, participa com 65% do consórcio contratado. Junto aos contratos nos setores de Ermelino Matarazzo e Itaim Paulista, já assinados, o montante investido passa dos R$ 110 milhões. O escopo do projeto prevê serviços de engenharia com o objetivo de ampliar a eficiência operacional com redução do volume perdido no sistema de distribuição, implantação de microáreas de controle com válvulas redutoras de pressão com operação por telemetria, renovação da infraestrutura (redes, ramais, adutoras), controle ativo de vazamentos, que compreende o levantamento de dados e diagnóstico operacional e de perdas do setor de abastecimento utilizando indicadores de desempenho da IWA e simulação hidráulica para estudo e otimização da operação de sistemas de abastecimento de água, elaboração dos projetos executivos; fornecimento e implantação das intervenções. Assim que concluído, o projeto garantirá a eficiência e a segurança operacional do setor de abastecimento Sumaré, que além de abastecer mais de 223 mil habitantes, atende o Complexo do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, que conta com oito Institutos de Especialidades e dois Hospitais Auxiliares. "Este ano tem sido importante para a SUEZ em relação à parceria com a Sabesp. Após conquistarmos o contrato de Ermelino Maratazzo, da ordem de R$ 67 milhões, agora iniciamos mais este desafio na zona central da Capital. A SUEZ tem expertise global em tecnologia na gestão de redes de água de grandes metrópoles e os contratos na modalidade performance são especialmente atrativos às operadoras, já que o investimento retorna com a garantia de entrega dos resultados", detalha Federico Lagreca, CEO da SUEZ. "Temos conseguido, em parceria com a Sabesp, contribuir enormemente no combate a perdas e na modernização das redes. Os contratos atualmente em andamento comprovam isso por meio dos resultados que superam e muito as metas", complementa.

23 de novembro, 2020
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ABASTECIMENTO
Casan investe em água subterrânea

A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) está investindo mais de R$ 100 mil em perfuração para captação de água subterrânea no município de Paulo Lopes (SC). A captação de água está reduzida em praticamente 70% devido ao impacto da estiagem na Cachoeira Morro Agudo, principal manancial do município. Um dos poços, localizado na região do Morro Agudo, chegou à profundidade de 84 metros em rocha, e apresentou uma excelente vazão. Com capacidade de fornecer 30 mil litros por hora, chega a indicar uma alternativa de captação superior à Cachoeira Morro Agudo que, em períodos de estiagem, fica bastante prejudicada. O segundo poço localizado no Bairro Bom Retiro registrou vazão de apenas 3 mil litros por hora. “Em função dessa estiagem prolongada, que está comprometendo os mananciais superficiais, estamos intensificando várias ações e projetos relacionados à perfuração e manutenção de poços em todo Estado, uma alternativa importante para garantir o abastecimento da população”, explica o geólogo Ramon Vitto, da Gerência de Políticas Operacionais (GPO). A Casan já possui poços de exploração mais rasa em terrenos arenosos (como o do Bairro Areias e na Sorocaba). Mas, devido ao crescimento da demanda e à redução de vazão destes sistemas, a decisão é investir em explorações em rocha, que exigiram estudos mais detalhados da geologia local. A expectativa é de que em junho a companhia tenha os laudos de análise físico-química e bacteriológica da água, para poder utilizar esse recurso. Em parceria com a Prefeitura de Paulo Lopes, a Casan está instalando novas redes de distribuição na região central. Com o auxílio de equipamentos pesados do poder público municipal, as tubulações estão sendo instaladas nos dois lados das ruas Florianópolis e Santa Catarina, em paralelo às obras de drenagem e pavimentação. As redes nos dois lados facilitam a manutenção e geram menos transtornos quando é preciso realizar algum trabalho, como o conserto de tubulações rompidas. “Com esse trabalho conjunto conseguimos agilizar e trazer mais benefícios aos moradores”, conta o chefe da Agência de Paulo Lopes, Lucas Pereira. O Centro e o Bairro Santa Rita serão os primeiros beneficiados com a nova rede e, futuramente, também os moradores do Sorocaba.

18 de maio, 2020
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ÁGUAS SUBTERRÂNEAS
Falta de saneamento é um risco

O Instituto Trata Brasil, em parceria com o Centro de Pesquisa de Águas Subterrâneas da USP (CEPAS|USP), sob coordenação do Prof. Dr. Ricardo Hirata, divulgou estudo intitulado “A Revolução das águas subterrâneas no Brasil: Importância do recurso e os riscos pela falta de saneamento básico”. O levantamento faz um diagnóstico das águas subterrâneas brasileiras, seu potencial e os riscos ao recurso hídrico pelo déficit sanitário. Segundo dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS – ano base 2016), o Brasil possui ainda cerca de 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada, mais de 100 milhões sem coleta dos esgotos e somente 44,9% dos esgotos são tratados. 38% da água potável é perdida nos sistemas de distribuição. “Por não serem vistas pelas pessoas, as águas subterrâneas têm sido negligenciadas, mas temos que lembrar que não podemos ficar sem elas. Em regiões de escassez hídrica ou ineficiência no serviço de água tratada, o morador é salvo pela água dos poços. O problema é que a falta de saneamento básico as coloca em risco e pouco temos avançado nessa infraestrutura”, afirma Édison Carlos, presidente executivo do Instituto Trata Brasil. Já o Prof. Dr. Ricardo Hirata, um dos autores do estudo, relembra: “O potencial de uso dessas águas é muito grande, mas antes de perfurar um poço deve-se verificar as obrigações legais com o órgão responsável no Estado. É importante contratar estudo técnico para avaliar o custo, a viabilidade do poço, a qualidade da água, as questões geológicas e jurídicas. O desrespeito às exigências legais pode gerar a responsabilidade do usuário, implicando em multas ou até no fechamento do poço”. No mundo, a captação anual estimada de água subterrânea superou 1 milhão m3 a partir de 2010, o que a coloca como a água mais extraída do subsolo. No Brasil, as águas subterrâneas são extraídas principalmente por poços tubulares (conhecidos como artesianos ou semiartesianos), cujas vazões são grandes e normalmente usadas por indústrias, prédios, comércio, condomínios, entre outros. Segundo estimativas do estudo em questão, há mais de 2,5 milhões somente de poços tubulares e estima-se que os custos envolvidos na perfuração e instalação deles somam mais de R$ 75 bilhões, ou seja, valor equivalente a 6,5 anos de investimentos do Brasil em água e esgotos (a valores de 2016). Aproximadamente 88% desses poços são clandestinos, ou seja, estão fora dos cadastros oficiais do poder público. Os principais usos do recurso subterrâneo são o abastecimento doméstico (30%), agropecuário (24%), abastecimento público urbano (18%) e abastecimento múltiplo (14%), industrial (10%) e outros (4%), como lazer etc. Para uso urbano, alguns Estados são mais dependentes, tais como São Paulo, Piauí, Ceará, Rio Grande do Sul, Bahia e Paraná. Já no uso rural destacam-se Minas Gerais, seguido de São Paulo, Bahia, Tocantins e Rio Grande do Sul. O estudo em questão, baseado em dados da ANA (2010), mostra que 52% dos 5.570 municípios brasileiros são abastecidos total (36%) ou parcialmente (16%) por águas subterrâneas. Essas águas são fundamentais, pois são a única opção de 48% dos municípios com população menor que 10 mil habitantes e para 30% daqueles com 10 a 50 mil habitantes. A falta de saneamento básico, especialmente de redes de coleta e tratamento de esgotos, faz com que haja o ininterrupto lançamento de esgotos em fossas sépticas, fossas negras e sumidouros, a céu aberto e em cursos de água superficial (IBGE, 2008). A falta dessas redes de esgotamento sanitário e/ou as precárias condições das redes existentes devido a falhas de projeto e manutenção correspondem às fontes de degradação de aquíferos ambientalmente mais preocupantes, responsáveis pelos maiores casos de contaminação em volume e área no Brasil.

19 de fevereiro, 2019
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SUEZ
19 contratos na América Latina

A Suez assinou 19 contratos no Brasil, Equador, Colômbia, México e Costa Rica para desenvolver sua presença na gestão de serviços de água para grandes áreas metropolitanas e expandir para novos mercados, como gerenciamento de resíduos e serviços industriais. No Equador, a empresa conquistou seu primeiro contrato para melhorar os serviços de distribuição de água potável para os 450 mil habitantes da cidade de Santo Domingo. O contrato tem valor de quase 23 milhões de euros e período de dez anos. O Grupo apoiará e transferirá seu conhecimento para as equipes da Companhia Municipal de Águas e Esgotos de Santo Domingo (EPMAPA-SD), a fim de garantir o fornecimento contínuo de água potável 24 horas por dia, reduzir vazamentos nas redes e instalar medidores de água. Já na Colômbia a Suez assinou seu primeiro contrato de gerenciamento de resíduos. Presente por meio de duas concessões de gestão de água em Palmira e Cartagena, a empresa colocará sua experiência técnica em gestão de resíduos a serviço da cidade de Bogotá. O contrato tem duração de 18 meses e investimento de 1,8 milhão de euros. A Suez irá fornecer assistência técnica e administrativa às equipes de gestão do aterro de resíduos domésticos de 6.000 toneladas/dia. A Suez garantirá a transferência de know-how e a aplicação de um plano de ação para o aterro em conformidade com os padrões ambientais, otimizar as redes de tratamento de chorume e o tráfego no local. No Brasil, a Suez continua a apoia a cidade de São Paulo na otimização de redes de distribuição de água potável, além de expandir sua atuação para outros municípios do estado. A Sabesp adjudicou a Suez com três contratos para a melhoria das redes de distribuição de água potável nas áreas norte e leste da região metropolitana e para a cidade de Osasco. A Suez implementará soluções adaptadas a cada uma dessas áreas, como a redução de vazamentos, a instalação de hidrômetros e a modernização de infraestruturas de distribuição de água. Um novo modelo de negócios será implementado na zona norte de São Paulo e na cidade de Osasco, onde a Suez operará sob o modelo "contrato de performance" ligado a uma meta de redução de vazamento de 500.000 m³ de água por mês para estas duas zonas. Além disso, a Suez anuncia que fortalece seu desenvolvimento no setor agroalimentar com a assinatura de nove novos contratos no Brasil, México e Costa Rica, no valor total de 7,4 milhões de euros. O Grupo fornecerá às empresas líderes na produção de bebidas, equipamentos de açúcar e etanol, serviços ou produtos químicos para otimizar a gestão da água em seu processo de produção. No continente, a Suez, por meio de sua divisão Water Technologies and Solutions, continua desenvolvendo suas atividades com clientes industriais, especialmente nos setores de óleo & gás e de agroalimentos.

6 de novembro, 2018
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RECURSOS HÍDRICOS
Atualização de Atlas sobre oferta de água

A Agência Nacional de Águas (ANA) iniciou trabalho de atualização do Atlas Brasil Abastecimento Urbano de Água, que irá mostrar a oferta de água em todo o Brasil, em 2020, com perspectivas para 2025 e 2035 dos sistemas produtores de água e a oferta para todos os municípios brasileiros. Para os municípios com população superior a 250 mil habitantes, será considerada a projeção para o ano de 2050. A última versão do Atlas é de 2011 e revelou que à época, dos 5.565 municípios existentes, 55% poderiam sofrer déficit no abastecimento de água até 2035. Desse total, 84% necessitavam de investimentos para adequação de seus sistemas produtores e 16% precisam de novos mananciais. O levantamento, inédito mostrou as demandas urbanas, à disponibilidade hídrica dos mananciais, à capacidade dos sistemas de produção de água, e revelou que 3.059, ou 55% dos municípios, que respondiam por 73% da demanda por água do País, precisavam de investimentos prioritários que requeriam recursos da ordem de R$ 22,2 bilhões, na época. “Esse é um estudo que não pode morrer. Tem que ser atualizado periodicamente”, disse o diretor de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, Marcelo Cruz. Com o estudo atual, Cruz disse que será possível precisar o quanto foi investido desde a primeira edição do Atlas. O estudo anterior apontava as Regiões Metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro como uma das mais vulneráveis a possíveis crises hídricas, o que se confirmou em 2014 e 2015, quando os principais sistemas produtores de água dessas regiões (Cantareira e Paraíba do Sul) operaram com regras especiais e chegaram a usar suas reservas estratégicas (volume morto). A versão 2018 do Atlas traz o conceito de segurança hídrica para o diagnóstico da situação atual, o planejamento e a indicação das medidas estruturantes e de gestão aos municípios, compartilhadas no caso de mananciais e sistemas de produção de água que atendem de forma integrada população superior a 250 mil habitantes. A ANA avaliará o monitoramento quali-quantitativo existente dos mananciais e dos sistemas de produção de água com a proposição de adequações da rede de monitoramento e ações institucionais que permitam o acompanhamento sistemático da situação da oferta de água das sedes municipais abastecidas por corpos d’água de domínio da União ou cujos sistemas atendam população superior a 250 mil habitantes. O contrato do serviço de atualização do Atlas, com as empresas consorciadas Engecorps Engenharia S.A, TPF engenharia Ltda e Profill Engenharia e Ambiente, tem prazo de 24 meses de execução. app Lançado em junho deste ano, o app Água e Esgoto desenvolvido pela ANA apresenta dados municipais das populações atendidas com coleta e tratamento de esgotos, somente com coleta, sem nenhum dos dois serviços e por fossas sépticas, além da carga de esgotos gerada e a remanescente após o tratamento. O app também fornece informações sobre os sistemas produtores de água e dos mananciais que abastecem cada cidade brasileira. Além disso, a ferramenta mostra qual é a capacidade de diluição do principal corpo d’água receptor de esgotos daquele município e o desenho do sistema atual de coleta e tratamento de esgotos da localidade, além das alternativas técnicas e investimentos necessários para assegurar a adequada coleta e tratamento de esgotos em cada município até 2035. O aplicativo consolida informações do Brasil inteiro produzido nos estudos Atlas Esgoto (lançado em 2017) e Atlas Abastecimento Urbano de Águas (lançado em 2011) e suas informações serão atualizadas à medida que novos levantamentos sejam concluídos. O app oferece ainda o nível de armazenamento de cerca de 500 reservatórios que a ANA monitora no Nordeste.

27 de agosto, 2018
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PERDA DE ÁGUA
Suez mostra cases de combate na Fenasan

Durante a Fenasan 2017, a Suez apresentou resultados de contratos de performance para combater o desperdício de água tratada em São Paulo e Pernambuco. De acordo com o engenheiro Flávio Lemos, diretor de Serviços da Suez Brasil, a prestação de serviços de controle de perdas de água potável para companhias estaduais tem se mostrado um negócio extremamente vantajoso, pois tem permitido às operadoras atender melhor a demanda de seus usuários sem precisar expandir sua produção. “Há 10 anos estamos atuando com a Sabesp e vimos aperfeiçoando juntos esse tipo de contrato”, informou. “Nosso desempenho vem melhorando paulatinamente, prorrogando a vida útil dos ativos, reduzindo os custos de energia e aumentando a eficiência do abastecimento da população. A expectativa é que essa evolução também ocorra na relação com a Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento) no trabalho de redução de perdas em Olinda.” Lemos afirmou que as soluções tecnológicas exclusivas da Suez oferecidas a clientes, como gerenciamento dos sistemas de abastecimento de água em tempo real, com consumo de energia otimizado e monitoramento digital de todos os processos, está ajudando as cidades a se prepararem para se tornar inteligentes: "Em 2050, 66% da população mundial viverá nas cidades," diz o diretor de Serviços da Suez Brasil. "Os centros urbanos vão competir cada vez mais para atrair visitantes, moradores, empresas e investimentos. E só as cidades que atenderem às expectativas de melhoria da qualidade de vida dos cidadãos é que se serão bem sucedidas".

10 de outubro, 2017
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ÁGUAS INDUSTRIAIS
Suez e CDPQ concluem aquisição da GE Water

O Grupo Suez, em parceria com a CDPQ - Caixa de Depósitos e Investimentos de Québec concluiu a aquisição da GE Water & Process Technologies, empresa global na gestão e tratamento de água industrial, por 3,2 bilhões de euros. Como parte da concluso da operação, a Suez está criando uma Unidade de Négocios, “Water Technologies & Solutions”, comandada por Heiner Markhoff, ex-CEO da GE Water, que passa a integrar o Comitê Executivo do Grupo Suez. A nova unidade irá integrar a atividade adquirida e as atividades de serviços industriais da Suez e oferecerá uma proposta de valor única aos acionistas, incluindo as sinergias comerciais, operacionais e técnicas esperadas. A Suez Water Technologies & Soluções operará com mais de 10 mil colaboradores e irá atender às necessidades de mais de 50 mil clientes em todo o mundo. Além disso, com 650 pesquisadores que atuam nos 17 centros de pesquisa e excelência da Suez, a nova unidade de negócio está pronta para ampliar sua oferta de tratamento de água e recursos digitais, criando soluções avançadas. "Estou ansioso para receber as equipes e o know-how da GE Water & Process Technologies. Este é um ótimo momento para a Suez, porque o nosso Grupo tem conhecimento e capacidade para inovar e criar valor para seus clientes industriais e municipais em todo o mundo,” diz disse Jean-Louis Chaussade, diretor geral da Suez. Maiores informações sobre o negócio serão detalhadas pela Suez durante uma reunião dedicada em 13 de dezembro de 2017. Na ocasião será apresentada estratégia para os mercados de água industrial.

6 de outubro, 2017